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    Proposta do governo para o Brexit ainda não convence, dizem trabalhistas

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    Por Guy Faulconbridge e Elizabeth Piper

    LONDRES (Reuters) - O Partido Trabalhista, de oposição, disse nesta segunda-feira que a primeira-ministra britânica, Theresa May, ainda não conseguiu convencê-lo a apoiar o acordo de separação do país da União Europeia, dois dias antes de uma cúpula de emergência do bloco na qual o governo tentará adiar a saída de 12 de abril.

    O Brexit já foi adiado uma vez, mas May quer mais tempo da UE enquanto negocia com o líder trabalhista Jeremy Corbyn, cuja sigla quer manter o Reino Unido mais próximo da UE depois da desfiliação.

    Quase três anos depois de 52 por cento do eleitorado britânico chocar o mundo decidindo pelo rompimento com o bloco, May alertou que o Brexit pode nunca acontecer, mas disse que fará todo o possível para que aconteça.

    O representante dos trabalhistas para o Brexit, Keir Starmer, disse que o governo May ainda não mudou sua posição sobre o processo, e que por isso não se chegou a nenhum avanço.

    'Tanto nós quanto o governo abordamos isso no espírito de tentar encontrar um caminho adiante. Ainda não o encontramos. Continuaremos em busca isso', disse Starmer.

    'A bola está no campo do governo', acrescentou. 'Precisamos ver com o que eles voltam e, quando o fizerem, adotaremos uma posição coletiva sobre isso'.

    O que Starmer denominou como troca de comunicações ocorreu durante o final de semana e, embora não houvesse conversas agendadas para esta segunda-feira, ele disse que as coisas podem caminhar e que se colocou em circulação uma pauta que incluiu a ideia de um referendo de confirmação.

    O porta-voz de May disse que ela torce para que novas conversas formais aconteçam ainda nesta segunda-feira, e que quer chegar a um acordo o mais cedo possível.

    Segundo o porta-voz, a premiê quer que o país tenha uma política comercial independente --algo difícil de conciliar à exigência trabalhista de filiação a uma união alfandegária-- e que os dois lados precisarão fazer concessões.

    Os líderes da UE, exaustos com a indefinição da crise do Brexit, precisam decidir na quarta-feira se concedem um novo adiamento a May, que o solicitou para 30 de junho. A decisão pode ser vetada por qualquer um dos 27 outros países-membros.

    Sem uma prorrogação, o Reino Unido deve deixar a UE às 22h de sexta-feira sem um acordo para amenizar o choque econômico.

    Escrito por Thomson Reuters

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