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    Relatório revela que zika afetou 5 por cento dos bebês de grávidas infectadas nos EUA

    O relatório ainda recomenda que grávidas evitem viajar para locais onde o vírus ainda esteja ativo.

    Por Redação

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    O vírus zika afetou 5 por cento dos bebês de grávidas infectadas nos Estados Unidos. Os dados são do primeiro relatório sobre como o vírus afetou o território norte-americano.

    O documento dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) é o primeiro a incluir números oficiais de Porto Rico, que declarou o fim da epidemia de zika.

    Os centros reiteraram a recomendação para que mulheres grávidas não viagem a Porto Rico, lembrando que a zika continua representando um risco para grávidas lá e em qualquer outro lugar onde o vírus esteja ativo.

    “O vírus da zika representa uma ameaça séria para mulheres grávidas e para seus bebês, independentemente de quando a infecção acontece durante a gravidez”, disse a diretora interina do centro, Anne Schuchat.

    “Mulheres nos territórios dos Estados Unidos e em outros lugares que tiveram exposição contínua aos mosquitos carregando o vírus da zika estão em risco de infeccção. Nós precisamos continuar vigilantes e comprometidas em prevenir novas infecções pela zika”, afirmou.

    Além de Porto Rico, o relatório incluiu dados sobre 1.508 mulheres grávidas infectadas pelo vírus da zika na Samoa Americana, nos Estados Federados da Micronésia, na República das Ilhas Marshall e nas Ilhas Virgens Americanas, do dia 1º de janeiro de 2016 até o dia 25 de abril de 2017.

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