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    Sem consenso, blocão define interlocutor para discutir nome de vice com Alckmin

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    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - Sem consenso para indicar um vice a Geraldo Alckmin depois da negativa de Josué Gomes, o blocão (DEM, PP, PR, PRB e SD) designou o presidente do DEM e prefeito de Salvador, Antônio Carlos Magalhães Neto, para negociar com o candidato tucano o novo nome para o cargo.

    'Decidimos por unanimidade que vai haver uma conversa com Alckmin para ver se conseguimos chegar a um acordo entre todos os partidos da coligação', disse o presidente do Solidariedade, deputado Paulo Pereira da Silva, depois de mais uma reunião na casa do presidente do PP, senador Ciro Nogueira.

    Além dos cinco partidos do blocão, Alckmin também já tem acertado o apoio também de PTB, PSD, PPS e PV. As conversas, segundo ACM Neto, irão incluir todos esses partidos.

    'Vamos tratar agora de critérios e perfis, não vai se tratar agora deste ou daquele nome. O que importa é buscar um nome que agregue', disse ACM Neto.

    A negativa de Josué chegou por carta aos presidentes dos partidos logo depois do anúncio formal do apoio feito pelos cinco partidos em uma entrevista. Josué alega questões pessoais e elogia a decisão dos partidos de apoiar Alckmin, afirmando ser 'lúcida e acertada'.

    A ideia inicial dos partidos, segundo ACM e Paulinho afirmaram logo depois do anúncio do apoio, era, caso não houvesse um consenso, levar uma lista de nomes a Alckmin.

    No entanto, o blocão preferiu agora discutir primeiro com o presidenciável para não criar problemas internos no grupo, já que o PRB, por exemplo, já havia vetado um nome do DEM.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

    Escrito por Thomson Reuters

    Vulcão Nyiragongo: Crianças esperam reencontrar famílias

    Transcrito: 
    Centenas de milhares de pessoas fugiram após a erupção do vulcão Nyiragongo. Naomi perdeu de vista a família no meio do caos. Ela jamais esquecerá o momento em que o céu ficou vermelho.
     
    Naomi (criança deslocada): ”Disse à minha mãe: ’Olha, mãe, o vulcão entrou em erupção.’ Nós saímos e muitos estavam a fugir. Foi aí que nos perdemos uns dos outros. Eu estava apavorada. Estava a tremer. Não conseguia sequer correr para casa.”
     
    Muitas das 400 mil pessoas que fugiram vieram para a cidade de Sake. De acordo com a ONU, há quase mil crianças desaparecidas. Bahati Batitsie trabalha como voluntário para a Cruz Vermelha. Ate agora, ele e os colegas conseguiram encontrar as famílias de 700 crianças. Bahati tem 6 filhos e acolhe outras 3 crianças. São muitas bocas para alimentar.
     
    Bahati Batitsie Fidel (Voluntário da Cruz Vermelha): “Eu sacrifico o pouco que tenho, o que Deus me deu. É assim que alimento as crianças, mas é uma luta.”
     
    Muitas pessoas estão desesperadas. Bebem a água do lago que pode causar cólera. A equipe humanitária tenta oferecer o básico, como farinha.
     
    Bahati Batitsie Fidel (Voluntário da Cruz Vermelha): “As condições de vida são muito más. Não há comida nos mercados. Pessoalmente, não estou a ganhar nada, sou pobre.”
     
    Naomi acha que sabe onde podem estar os seus pais. Mas esse sítio fica longe e o transporte é caro.
     
    Naomi (criança deslocada): ”Depois de encontrar a minha mãe e o meu pai, gostaria de me mudar para cá, porque gosto de aqui estar."

    A brincar sobre a lava de uma antiga erupção. As crianças esperam rever as suas famílias em breve. 
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