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    Governo aponta necessidade de contingenciar R$2,3 bi para cumprir meta fiscal de 2018

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - O governo apontou nesta quinta-feira a necessidade de contingenciar 2,3 bilhões de reais do Orçamento para seguir cumprindo a meta fiscal deste ano, após revisar para baixo as receitas previstas para 2018, afetadas por menos concessões e arrecadação mais fraca.

    No relatório de receitas e despesas do 5º bimestre, os Ministérios da Fazenda e do Planejamento projetaram que a receita líquida da União será 4,470 bilhões de reais menor que o previamente estimado neste ano.

    Isso decorre, principalmente, de uma queda de 1,423 bilhão de reais na arrecadação calculada para o ano, impactada por menor recolhimento de Imposto de Importação e IPI, apontou o documento.

    Em outra frente, o governo passou a não mais contar com o ingresso de recursos referentes à receita de outorga da usina hidrelétrica de Porto Primavera, associada à privatização da Cesp, agora esperada para 2019. Com isso, cortou 1,243 bilhão de reais da previsão de receita de concessões deste ano.

    A estimativa de receita em 2018 com exploração de recursos naturais também caiu 898,1 milhões de reais, 'em função da queda na produção de petróleo nos meses de agosto e setembro (que constituem o caixa de setembro e outubro), em comparação ao esperado anteriormente', afirmou o Planejamento, em nota à imprensa.

    A perspectiva também passou a ser de despesas totais menores em 2018, mas a queda neste caso -- de 2,111 bilhões de reais -- foi insuficiente para cobrir a perda de receita calculada.

    Tudo computado, o déficit primário do governo central (Tesouro, Banco Central e Previdência) seria de 161,359 bilhões de reais. Portanto, para cumprir a meta fiscal de um rombo de 159 bilhões de reais em 2018 será necessário cortar 2,359 bilhões de reais, destacou o governo.

    O relatório reduziu a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) a 1,4 por cento este ano, sobre 1,6 por cento antes, e um ajuste na estimativa para a inflação a 4,3 por cento, ante 4,1 por cento antes.

    Apesar do congelamento de despesas proposto no relatório, o governo vinha dizendo que cumpriria o alvo fiscal com folga, ajudado pelo empoçamento de recursos em ministérios. Em diversas ocasiões o secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, apontou que bilionários montantes já tinham sido liberados para pagamento, mas não foram executados pelas pastas por uma série de amarras e vinculações.

    Mais cedo neste mês, economistas ouvidos pelo relatório Prisma, do ministério da Fazenda, estimaram déficit primário de 131 bilhões de reais em 2018, uma sobra de 28 bilhões de reais em relação à meta. [nL2N1XP0G4]

    REGRA DE OURO

    No relatório, o governo passou a ver uma suficiência de 12,5 bilhões de reais para cumprir neste ano a chamada regra de ouro das contas públicas, que impede o governo de emitir dívida para pagar despesas correntes, como salários e aposentadorias.

    Para 2019, a insuficiência para cumprimento da regra de ouro segue projetada em 260,5 bilhões de reais, sendo que o governo pode utilizar 'o resultado positivo do Banco Central e de outras fontes superavitárias' para levá-lo a 109,2 bilhões de reais, disseram os ministérios no documento.

    Entretanto, mesmo se recorrer ao expediente, o próximo governo eleito terá que obter no Congresso Nacional a aprovação de 258,2 bilhões de reais em crédito suplementar, apontou o relatório de receitas e despesas.

    Isso porque a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) aprovada para o ano que vem autorizou a inclusão de despesas condicionadas à aprovação de crédito suplementar nesse montante, independentemente do tamanho do buraco da regra de ouro em 2019.

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    Médico congolês e ativista iraquiana ganham Nobel da Paz por combate à violência sexual

    Por Nerijus Adomaitis e Terje Solsvik

    OSLO (Reuters) - Denis Mukwege, um médico que ajuda vítimas de violência sexual na República Democrática do Congo, e Nadia Murad, ativista yazidi de direitos humanos e sobrevivente da escravidão sexual nas mãos do Estado Islâmico no Iraque, conquistaram o Prêmio Nobel da Paz de 2018 nesta sexta-feira.

    O Comitê Norueguês do Nobel disse tê-los premiado por seus esforços para acabar com o uso da violência sexual como arma de guerra.

    'Ambos os laureados fizeram uma contribuição crucial para concentrar a atenção em tais crimes de guerra e combatê-los', disse a entidade em comunicado ao anunciar os ganhadores.

    Mukwege dirige o Hospital Panzi em Bukavu, cidade do leste congolês. Aberta em 1999, a clínica recebe milhares de mulheres todos os anos, muitas das quais precisam de cirurgias por causa da violência sexual sofrida.

    Ele devotou a vida à defesa destas mulheres, disse a citação.

    Nadia é uma defensora da minoria yazidi do Iraque e dos direitos de refugiados e mulheres em geral. Ela foi escravizada e estuprada por combatentes do Estado Islâmico em Mosul, no Iraque, em 2014.

    Ela é uma testemunha que denuncia os abusos cometidos contra ela e outros, segundo comunicado.

    'Cada um deles, à sua maneira, ajudou a dar maior visibilidade à violência sexual dos tempos de guerra para que os perpetradores possam ser responsabilizados por suas ações'.

    Nadia tinha 21 anos em 2014 quando militantes do Estado Islâmico atacaram o vilarejo do norte iraquiano onde ela cresceu. Os militantes mataram aqueles que se recusaram a se converter ao islã, incluindo seis de seus irmãos e sua mãe.

    Ela, assim como muitas das mulheres jovens do vilarejo, foi sequestrada pelos combatentes e vendida diversas vezes como escrava sexual, o que se tornou uma prática comercial do Estado Islâmico.

    Nadia acabou fugindo do cativeiro com a ajuda de uma família muçulmana sunita de Mosul, a capital de facto do grupo no Iraque, e se tornou uma porta-voz dos direitos de sua comunidade em todo o mundo.

    Em 2017 Nadia publicou um livro de memórias sobre sua provação, 'The Last Girl'.

    Nele ela narrou os detalhes arrepiantes de seus meses de cativeiro, sua fuga e seu engajamento como ativista.

    'A certa altura havia estupros e mais nada. Isso se torna um dia normal para você', escreveu.

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    Após reorganização contábil, governo vê sobra de R$600 mi para cumprir regra de ouro em 2018

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - O governo passou a ver uma sobra de 600 milhões de reais para cumprir a regra de ouro este ano, apontaram os Ministérios da Fazenda e do Planejamento, após grande reorganização contábil que contou com a ajuda de 4,4 bilhões de reais devolvidos pelo Banco do Brasil a título de retorno de operação de crédito.

    Na íntegra do relatório de receitas e despesas do 4º bimestre, o governo informou ter adquirido em 2011, com emissão de títulos públicos, parte da carteira dos contratos de renegociação do BB no âmbito do Pesa (Programa Especial de Saneamento de Ativos), destinado à securitização agrícola.

    'Essa carteira tinha como garantia do principal títulos CTN (Certificados do Tesouro Nacional) com vencimento a partir de maio de 2018. Em 2018, o Tesouro Nacional iniciou o pagamento destes CTN com a devida transferência dos valores para o BB. Entretanto, como o credor do principal da dívida é o Tesouro, aquele banco passou a devolver os referidos valores para o Tesouro', trouxe o documento.

    Antes, a previsão era de uma insuficiência de 98,4 bilhões de reais para o cumprimento em 2018 da regra constitucional, que determina que o governo não pode emitir dívida para pagar despesas correntes, como salários e aposentadorias.

    'Para 2018, após a efetivação de diversas medidas, estima-se uma suficiência para cumprimento da regra de ouro', diz o relatório.

    Mesmo no cenário anterior, o governo defendia que a regra seria honrada, pois ainda esperava o efeito positivo de medidas para fechar essa conta, incluindo eventual uso do resultado positivo do Banco Central do primeiro semestre, alavancado pela alta do dólar, possibilidade que havia cogitado apenas para 2019 anteriormente.

    Diante da margem positiva estimada agora, o governo pontuou que o lucro contábil do BC ainda pode ser utilizado neste ano 'para que se obtenha uma margem maior que possa acomodar eventuais frustrações em relação ao cenário básico'.

    'Vale destacar que a adoção de medidas para liberar fontes existentes que estão indisponíveis no caixa, principalmente devido a vinculações, pode criar meios para a execução de despesas orçamentárias que, de outra forma, teriam que ser financiadas por meio da emissão de dívida, com impacto negativo na regra de ouro', alertou.

    Para chegar à sobra de 600 milhões de reais, o governo considerou uma série de medidas de equacionamento de que lançou mão este ano e que já havia mencionado antes, incluindo a devolução total de 130 bilhões de reais pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES) ao Tesouro Nacional, além de 27,5 bilhões de reais de recursos do Fundo Soberano, que foi extinto.

    O governo também contabilizou 17,4 bilhões de reais do Fundo Nacional de Desenvolvimento (FND), 6,7 bilhões de reais do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel) e mais 13,1 bilhões de reais com realocação orçamentária de recursos já disponíveis de concessões e permissões.

    INSUFICIÊNCIA EM 2019

    Para 2019, a insuficiência para cumprimento da regra de ouro segue projetada em 260,5 bilhões de reais, sendo que o governo pode utilizar o resultado positivo do BC de 169,3 bilhões de reais para diminuir esse buraco, levando-o a 91,2 bilhões de reais, disseram os ministérios no documento.

    Entretanto, mesmo se recorrer ao expediente, o próximo governo eleito terá que obter no Congresso Nacional a aprovação de 258,2 bilhões de reais em crédito suplementar, apontou o relatório de receitas e despesas.

    Isso porque a lei de diretrizes orçamentárias (LDA) aprovada para o ano que vem autorizou a inclusão de despesas condicionadas à aprovação de crédito suplementar independentemente da insuficiência da margem da regra de ouro de 2019.

    'Assim, apesar de, na prática, o resultado positivo do Bacen do primeiro semestre de 2018 reduzir a margem de insuficiência da regra de ouro, em 2019, o governo ainda precisará por força da LDO aprovar 258,2 bilhões de reais de crédito suplementar', disse o relatório.

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    Governo abre espaço para gastar mais R$4 bi em 2018 após calcular folga sobre meta

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - O governo abriu espaço no Orçamento para gastar mais 4 bilhões de reais em 2018 após ter calculado uma folga maior para o cumprimento da meta fiscal, diante do aumento nas receitas com impostos e royalties de petróleo e uma queda nas despesas no ano.

    Segundo os Ministérios da Fazenda e do Planejamento, contudo, a decisão pelo efetivo gasto será tomada na próxima semana.

    Em coletiva de imprensa, o secretário de Orçamento Federal, George Soares, pontuou que as demandas dos ministérios estão hoje por volta de 6,7 bilhões de reais.

    Agora, o governo irá se debruçar sobre os pedidos, numa triagem que irá priorizar a eliminação de contas em atraso, o pagamento de compromissos internacionais e a destinação de recursos para obras em andamento, segundo Soares.

    No pacote a ser analisado, também está, por exemplo, eventual injeção para o FGE (Fundo de Garantia à Exportação), que cobre calotes dados por países que o Brasil financiou via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), como a Venezuela.

    No relatório bimestral de receitas e despesas do quarto bimestre, divulgado nesta sexta-feira, o governo calculou uma margem de 8,225 bilhões de reais para cumprimento da meta fiscal. Deste montante, contudo, só é possível liberar 4,124 bilhões de reais respeitando a regra do teto de gastos em 2018.

    Os 4,101 bilhões de reais restantes só podem ser empregados em despesas que não precisam obedecer ao teto, como a capitalização de empresas estatais, por exemplo. Mas o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, pontuou que a tendência é que os recursos melhorem o resultado primário do ano.

    'Mesmo com economia com crescimento em torno de 1,6 por cento, a receita tem crescido muito além do esperado, isso se manteve em julho e agosto', disse.

    'O crescimento de receita vai praticamente para excesso de primário, melhora em relação à meta. Já a queda da despesa obrigatória abre espaço para aumento de despesa discricionária de alguns ministérios', acrescentou.

    No relatório, a equipe econômica manteve a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 1,6 por cento este ano, mas ajustou a estimativa para a inflação a 4,1 por cento, ante 4,2 por cento antes.

    A meta de rombo primário deste ano é de 159 bilhões de reais para o governo central (Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência) e, mesmo diante dos solavancos na economia, agravados pela greve dos caminhoneiros, o governo tem reiterado que ela será cumprida com tranquilidade.

    Mansueto lembrou que o governo central deve se beneficiar ainda de uma economia de 15 bilhões de reais com recursos empoçados até o final do ano. Esse dinheiro já foi liberado para pagamento, mas não foi executado pelas pastas por uma série de amarras e vinculações.

    Mansueto reiterou que as estatais podem fechar 2018 com superávit de 5 bilhões de reais, ajudadas por pagamento que será feito por Itaipu, ante meta de déficit de 3,5 bilhões de reais.

    Para Estados e municípios, o governo calculou um superávit de 9,7 bilhões de reais, frente a uma meta de saldo positivo em 1,2 bilhão de reais para 2018.

    Tudo posto, o setor público consolidado pode fechar o ano com um rombo primário de 125 bilhões de reais, bem menor que o déficit de 161,3 bilhões de reais fixado como meta.

    'Claro que é resultado muito melhor do que o que estava estabelecido na meta, mas não é motivo para comemoração', disse Mansueto, reforçando que o país caminha para seu quinto ano consecutivo no vermelho, não conseguindo, com isso, conter a trajetória de crescimento da dívida pública.

    NOVOS CÁLCULOS

    De um lado, o governo cortou em 4,296 bilhões de reais a projeção de gastos totais em 2018, a 1,381 trilhão de reais. Contribuíram para tanto as menores despesas esperadas com pessoal e encargos sociais (-1,453 bilhão de reais), subsídios, subvenções e Proagro (-1,374 bilhão de reais) e abono e seguro-desemprego (-1,323 bilhão de reais).

    Na outra ponta, o governo elevou em 3,929 bilhões de reais a previsão para a receita líquida em 2018, a 1,230 trilhão de reais, principalmente pela previsão de maior arrecadação com Contribuição Social sobre Lucro Líquido (+1,376 bilhão de reais), Imposto de Importação (+1,287 bilhão de reais) e Imposto sobre a Renda (+999,7 milhões de reais).

    O governo também ressaltou no relatório que espera 1,530 bilhão de reais a mais no ano com exploração de recursos naturais, linha sensibilizada pelo crescimento dos royalties do petróleo, num movimento ajudado pela alta do dólar.

    A moeda norte-americana tem reagido aos desdobramentos da cena externa, com a normalização monetária nos Estados Unidos, e à cena doméstica, em meio às incertezas ligadas às eleições presidenciais de outubro e à capacidade do novo ocupante do Palácio do Planalto de tocar as reformas econômicas.

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    Governo eleva a R$ 8,225 bi previsão de folga para cumprimento da meta fiscal em 2018

    BRASÍLIA (Reuters) - O governo aumentou a folga prevista para o cumprimento da meta fiscal deste ano a 8,225 bilhões de reais, após estimar um aumento nas receitas com impostos e royalties de petróleo e uma queda nas despesas no ano.

    No relatório bimestral de receitas e despesas do quarto bimestre, divulgado nesta sexta-feira, os ministérios da Fazenda e do Planejamento também divulgaram que, diante do quadro, há espaço para o governo liberar 4,124 bilhões de reais em despesas respeitando a regra do teto de gastos em 2018.

    O restante só pode ser empregado em gastos que não precisam obedecer ao teto, como a capitalização de empresas estatais, por exemplo.

    'Mesmo com economia com crescimento em torno de 1,6 por cento, a receita tem crescido muito além do esperado, isso se manteve em julho e agosto', disse o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida.

    'O crescimento de receita vai praticamente para excesso de primário, melhora em relação à meta, já a queda da despesa obrigatória abre espaço para aumento de despesa discricionária de alguns ministérios.'

    No documento, os ministérios da Fazenda e do Planejamento mantiveram a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 1,6 por cento este ano, mas ajustaram a estimativa para a inflação a 4,1 por cento, ante 4,2 por cento antes.

    A meta de rombo primário deste ano é de 159 bilhões de reais para o governo central (Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência) e, mesmo diante dos solavancos na economia, agravados pela greve dos caminhoneiros, o governo tem reiterado que ela será cumprida.

    De um lado, o governo cortou em 4,296 bilhões de reais a projeção de gastos totais em 2018, a 1,381 trilhão de reais. Contribuíram para tanto as menores despesas esperadas com pessoal e encargos sociais (-1,453 bilhão de reais), subsídios, subvenções e Proagro (-1,374 bilhão de reais) e abono e seguro-desemprego (-1,323 bilhão de reais).

    Na outra ponta, governo elevou em 3,929 bilhões de reais a previsão para a receita líquida em 2018, a 1,230 trilhão de reais, principalmente pela previsão de maior arrecadação com Contribuição Social sobre Lucro Líquido (+1,376 bilhão de reais), Imposto de Importação (+1,287 bilhão de reais) e Imposto sobre a Renda (+999,7 milhões de reais).

    O governo também ressaltou no relatório que espera 1,530 bilhão de reais a mais no ano com exploração de recursos naturais, linha sensibilizada pelo crescimento dos royalties do petróleo, num movimento ajudado pela alta do dólar.

    Em outra frente, a expectativa com arrecadação líquida para o Regime Geral de Previdência Social subiu 1,951 bilhão de reais, afetada pela atualização da massa salarial.

    (Por Marcela Ayres)

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    Tesouro volta atrás e diz que pode usar resultado do BC para regra de ouro em 2018

    BRASÍLIA (Reuters) - O secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, voltou atrás nesta quinta-feira e disse que o governo pode usar parte do resultado positivo do Banco Central do primeiro semestre para cumprimento da regra de ouro este ano, possibilidade que havia cogitado apenas para 2019 anteriormente.

    Em coletiva de imprensa, ele estimou que o uso poderá ser de 20 bilhões de reais dos 165,9 bilhões de reais que o BC transferirá ao Tesouro.

    Segundo o Tesouro, há incerteza sobre iniciativas que foram pensadas para tapar esse buraco, incluindo a permissão para cálculo de recursos em dois fundos, em relação aos quais não deu detalhes.

    Além disso, há uma discussão no Tribunal de Contas da União (TCU) para o aval ou não à contabilização de recursos de fundos de royalties do petróleo. Se o órgão de controle for favorável ao entendimento da Fazenda, essa medida pode ter um impacto positivo de 12 bilhões de reais ou de 5 bilhões de reais para a regra de ouro.

    No mês passado, Mansueto havia dito que o lucro do BC no primeiro semestre só seria usado para ajudar no cumprimento da regra de ouro em 2019. A regra impede que o governo emita dívida para pagar despesas correntes, como salários e aposentadorias.

    Apesar de indicar o uso do lucro contábil do BC para esse propósito, o próprio governo já demonstrou ser a favor de mudança na relação entre Tesouro e BC, pauta que faz parte da agenda institucional da autoridade monetária. A ideia é que o BC não mais transfira resultados positivos à conta única do Tesouro, operação que muitos veem como financiamento implícito.

    Em vez disso, a ideia seria o BC passar a contar com uma reserva de resultados. Um projeto de lei sobre o tema chegou a ser aprovado no Senado, mas acabou estacionado na Câmara dos Deputados.

    Pelo modelo de hoje, o lucro do BC deve ser transferido ao Tesouro. No caso de prejuízo, o Tesouro tem que emitir dívida para cobertura das perdas. O lucro do primeiro semestre foi impulsionado pela valorização do dólar, que subiu 16,98 por cento sobre o real, impactando positivamente as operações com as reservas internacionais do país, hoje na casa de 380 bilhões de dólares.

    Questionado se a medida para o ano que vem não representaria uma postura contraditória, já que a equipe econômica é a favor da mudança nessa sistemática, Mansueto havia dito que não.

    'Esse projeto continua sendo muito importante e, repetindo, esse governo não vai usar um centavo do resultado positivo do Banco Central para cumprir a regra de ouro', chegou a dizer em julho.

    REAJUSTE DOS SERVIDORES

    Em coletiva de imprensa nesta quinta-feira, Mansueto também projetou que o reajuste salarial aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) tem um efeito cascata de 1,4 bilhão de reais ao ano, considerando somente a União.

    O presidente Michel Temer já afirmou publicamente que não irá se opor à investida para o Orçamento de 2019, cujo projeto de lei será enviado na sexta-feira para o Congresso Nacional.

    Após o Rio de Janeiro também ter aprovado, separadamente, reajuste a servidores do Judiciário, Mansueto avaliou que a iniciativa poderá resultar na exclusão do Estado do Regime de Recuperação Fiscal.

    A jornalistas, ele explicou que um conselho de supervisão formado por um representante do Estado, do Tribunal de Contas da União e um indicado pelo ministério da Fazenda deve elaborar um relatório pedindo informações ao Rio de Janeiro, alertando que determinadas ações podem ser contra o regime.

    Depois das devidas respostas do governo fluminense, outro parecer será escrito pelo conselho e enviado para o ministro da Fazenda, que poderá recomendar ou não ao presidente que exclua o Rio de Janeiro do regime de recuperação.

    'Mas isso é um processo que não é imediato, pode levar um mês, dois meses', afirmou.

    'Se houver claramente a adoção de medidas do Estado que sejam vedadas pelas regras do regime de recuperação fiscal ... poderá sim haver a indicação para exclusão do Rio de Janeiro, o que seria algo muito ruim porque ... o Estado deixou de pagar de dívida desde que entrou no regime de recuperação fiscal 18 bilhões de reais. Isso é algo significativo e o Estado precisa dessa folga de liquidez ao longo dos próximos anos para fazer o ajuste fiscal', completou Mansueto.

    O governo do Estado do Rio de Janeiro protocolou na véspera uma ação judicial no STF contra o reajuste aprovado pela Assembleia Legislativa para os servidores estaduais do judiciário, Ministério Público e defensoria pública.

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    Bolton diz que advertiu Rússia contra interferência nas eleições deste ano nos EUA

    GENEBRA (Reuters) - John Bolton, conselheiro de segurança nacional do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira que advertiu Moscou contra qualquer interferência nas eleições norte-americanas de novembro, durante conversas com o chefe do Conselho de Segurança Nacional da Rússia, Nikolai Patrushev.

    Bolton disse que também discutiu com Patrushev a possibilidade de reforçar as sanções econômicas contra o Irã e a retirada da presença iraniana da Síria.

    'Eu deixei claro que não iremos tolerar interferência (eleitoral) em 2018 e que estamos preparados para tomar os passos necessários para impedir que isso aconteça', disse Bolton em coletiva de imprensa, após mais de cinco horas de conversas com Patrushev em Genebra.

    Os Estados Unidos já impuseram sanções econômicas contra a Rússia por sua suposta interferência na eleição presidencial de 2016. Moscou nega as alegações.

    Bolton disse que a questão sobre a interferência eleitoral impediu que os dois lados emitissem um comunicado final conjunto.

    Em relação ao Irã, Bolton disse que após a decisão dos Estados Unidos de se retirar do acordo internacional de 2015 que visava reduzir o programa nuclear de Teerã, o objetivo do governo Trump é 'colocar pressão máxima sobre o regime' ao tornar as sanções mais extensivas e efetivas.

    Falando sobre o papel do Irã no conflito da Síria, Bolton disse: 'Nosso objetivo é que todas as forças iranianas retornem ao Irã... E falamos sobre uma variedade de maneiras de como isso pode ser alcançado em uma série de etapas.'

    (Reportagem de Stephanie Nebehay e Babak Dehghanpisheh)

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