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    Cristina Kirchner diz que julgamento de corrupção é 'cortina de fumaça' política

    Por Nicolás Misculin

    BUENOS AIRES (Reuters) - A ex-presidente argentina Cristina Kirchner, que deve comparecer nesta terça-feira a um tribunal para enfrentar acusações de corrupção, chamou o processo de 'cortina de fumaça' política com a intenção de afetar sua candidatura a vice-presidente nas eleições deste ano.

    O julgamento abordará diversas alegações de corrupção que datam dos dois mandatos de Cristina como presidente, entre 2007 e 2015, incluindo acusações de que recebeu subornos de construtoras para conceder projetos pelos quais o Estado pagou valores exorbitantes.

    As alegações, que Cristina nega com firmeza, podem lançar uma sombra sobre a nova iniciativa da política polarizadora agora que ela tenta conquistar a ala mais moderada da oposição peronista para enfrentar o presidente de centro-direita Mauricio Macri nas eleições de outubro.

    Cristina, atualmente senadora com seguidores fervorosos, foi ao Twitter antes do julgamento e disparou contra seus acusadores e contra Macri, e se defendeu das alegações.

    'Claramente não é sobre justiça', escreveu. 'Apenas sobre a criação de uma nova cortina de fumaça que visa distrair os argentinos e a Argentina --cada vez com menos sucesso-- da dramática situação em que vivem nosso país e nosso povo.'

    A ex-presidente chocou a nação no sábado ao dizer que disputará a vice-presidência ao lado do ex-chefe de gabinete Alberto Fernández, político veterano que tanto a apoiou como a criticou no passado.

    Peronista militante de esquerda, Cristina era vista como a principal concorrente de Macri.

    As acusações contra ela podem lhe render uma pena de até 10 anos de prisão, caso seja considerada culpada de liderar um esquema de corrupção que fraudou o Estado em milhões de dólares.

    Na condição de senadora, porém, ela tem imunidade contra uma prisão.

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    Cristina Kirchner publica memórias em meio a especulações sobre candidatura presidencial

    Por Lucila Sigal

    BUENOS AIRES (Reuters) - O lançamento de um livro em Buenos Aires será o evento mais badalado da Argentina nesta semana.

    A ex-presidente Cristina Kirchner lançará um livro de memórias na noite desta quinta-feira, acontecimento que deve atrair milhares e está fomentando a especulação de que ela pode anunciar planos para concorrer nas eleições nacionais deste ano.

    Muitos acreditam que Cristina, líder de esquerda que comandou a Argentina de 2007 a 2015, desafiará o presidente de centro-direita Mauricio Macri, e ela está crescendo nas pesquisas agora que uma crise econômica abala o governo.

    A Argentina enfrenta uma inflação persistente e a desvalorização do peso, problemas que derrubaram o índice de aprovação de Macri nas pesquisas de opinião e alimentaram os rumores de que Cristina pode ter sucesso em sua volta.

    O livro, uma coletânea de histórias pessoas de 600 páginas que está vendendo rápido no país latino-americano, ataca seus rivais políticos autodenominados 'peronistas militantes' e se refere ao arqui-inimigo Macri como o 'caos'.

    Cristina ainda não anunciou planos para concorrer em outubro próximo oficialmente, mas tem mais de um mês até a data limite de 22 de junho para se pronunciar formalmente -- e pode muito bem passar ao largo do tema nesta quinta-feira.

    Em fevereiro, a Reuters noticiou que Cristina pretende enfrentar Macri, mas ela enfrenta resistências, inclusive na diversificada oposição peronista da qual é uma figura de ponta.

    A incerteza sobre os planos de candidatura de Cristina abalou os mercados locais. Investidores estrangeiros desconfiam da ex-presidente populista, que durante seu governo aumento as taxas de importação, elevou os subsídios e adotou controles monetários.

    Suas memórias serão lançadas na Feira Internacional do Livro de Buenos Aires sob um esquema forte de segurança, e telões de TV transmitirão o evento dentro e fora do local.

    O lançamento ocorre semanas antes de ela ir a julgamento devido a acusações de corrupção, incluindo alegações de que liderou um esquema de corrupção envolvendo políticos e executivos durante seus anos no poder – mas ela tem imunidade de prisão por ser senadora.

    Cristina negou várias vezes as acusações.

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    Argentina fez reforma da Previdência 'meia-boca' e Macri está com problema agora, diz Bolsonaro

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro admitiu na tarde desta quinta-feira que a reforma da Previdência vai passar por mudanças no Congresso, mas disse esperar que a 'desidratação' não comprometa o impacto fiscal da proposta, e citou o exemplo da Argentina que, segundo ele, fez uma reforma 'meia-boca' e agora está com problemas.

    Na terceira fala no dia sobre o impacto fiscal da reforma, Bolsonaro se esquivou e não quis explicar o piso de 800 bilhões de reais de economia em dez anos com a aprovação da proposta que havia dito anteriormente.

    'Eu gostaria que a nossa proposta saísse na ponta da linha como entrou, mas nós sabemos, até pela minha experiência de sete legislaturas, que haverá mudanças. Agora não existe um dado mínimo, o Paulo Guedes fala em torno de 1,1 trilhão (de reais de economia)', disse.

    'A gente espera que, em havendo qualquer desidratação, não seja um número que comprometa a reforma. A Argentina fez uma reforma, no linguajar popular, meia-boca e o Macri está tendo problema agora', completou ele, em entrevista no Ministério da Educação, referindo-se ao presidente argentino, Mauricio Macri.

    Nesta quinta-feira pela manhã, o Ministério da Economia informou que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Previdência prevê uma economia total de 1,237 trilhão de reais em dez anos, ante o valor de 1,072 trilhão de reais que foi anunciado na apresentação da proposta, em fevereiro. [nL1N2270XW]

    Guedes tem repetido que, se a economia não for de pelo menos 1 trilhão de reais, ela não será robusta o suficiente para o lançamento de um sistema de capitalização.

    Embora o montante citado por Bolsonaro esteja abaixo do que o ministro da Economia vem defendendo publicamente, uma fonte parlamentar que participa ativamente das negociações argumentou que “se for 800 bilhões de reais já é mais do que a gente estava discutindo no melhor momento da reforma do ex-presidente Michel Temer”.

    (Reportagem de Ricardo Brito)

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    Antes aliados, agricultores da Argentina se voltam contra Macri

    Por Maximilian Heath

    BUENOS AIRES (Reuters) - O presidente da Argentina, Mauricio Macri, chegou ao poder em 2015 prometendo fortalecer o agronegócio e cortar impostos que freavam as exportações, e o setor que é a espinha dorsal do país o acolheu de braços abertos depois de anos de controles nas vendas ao exterior que visavam manter os preços domésticos baixos.

    Agora as relações da poderosa indústria com o líder de centro-direita estão esfriando, uma vez que o setor está frustrado com a volta das tarifas às exportações e com as taxas de empréstimos elevadas que vêm prejudicando os agricultores menores, uma preocupação para Macri antes das eleições nacionais deste ano.

    O agronegócio da Argentina, que responde por mais da metade dos dólares das exportações da segunda maior economia da América do Sul, é um barômetro essencial para Macri, que se apresentou como paladino dos negócios e da indústria.

    'Apoiamos publicamente o governo nas últimas eleições (de meio de mandato de 2017) por acreditarmos que estava administrando as políticas que os agricultores precisam', disse Carlos Iannizzotto, presidente da Confederação Intercooperativa Agropecuária, uma das quatro maiores organizações do agronegócio do país.

    'Hoje não podemos fazer o mesmo.'

    A Reuters conversou com os líderes das quatro maiores associações, que coletivamente formam a influente 'Mesa de Enlace'. Elas citaram o recuo de Macri no corte dos impostos sobre as exportações e o custo alto do crédito, com taxas de juros acima dos 60 por cento.

    Os lobbies do agronegócio não influenciam diretamente os votos de uma grande proporção de eleitores, observaram analistas e institutos de pesquisa, mas disseram que o apoio declinante é um sinal de alerta importante para Macri antes da votação de outubro, que deve ser muito disputada.

    No ano passado, uma crise financeira aguda forçou Macri a pedir um socorro de 56,3 bilhões de dólares ao Fundo Monetário Internacional (FMI), oferecendo em troca a promessa de equilibrar o déficit do país, o que incluiu readotar impostos sobre as exportações.

    As vendas de colheitadeiras, tratores e máquinas agrícolas despencaram no ano passado, segundo dados do próprio governo.

    Mas nem todos os agricultores estão rompendo com Macri, que ainda é visto por muitos como o candidato mais pró-mercado.

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    Argentina anuncia medidas para conter inflação e reativar consumo em meio à crise

    Por Nicolás Misculin

    BUENOS AIRES (Reuters) - O governo da Argentina anunciou nesta quarta-feira uma série de medidas com o objetivo de conter a inflação galopante e reativar o consumo no país, em meio a uma crise que compromete seriamente as probabilidades de reeleição do presidente Mauricio Macri.

    O anúncio foi feito um dia depois de dados mostrarem que a inflação foi de 4,7 por cento apenas em março, acumulando 54,7 por cento nos últimos 12 meses, o que vem afetando a atividade econômica do país e aumentou a pobreza.

    'As medidas principais que estamos lançando são fruto de um acordo com empresas líderes para manter por ao menos seis meses os preços de 60 produtos essenciais e o não aumento de tarifas de serviços públicos para este ano', informou o governo em comunicado.

    Após a divulgação da alta inflação de março, o banco central argentino anunciou na terça-feira um maior aperto na política monetária para ajudar a conter os preços no varejo.

    A Argentina sofre com inflação alta há décadas, mas a depreciação do peso, a moeda local, em 2018 alimentou os ajustes de preços --incluindo tarifas de serviços públicos que são reguladas pelo governo--, que ainda permanecem.

    Em meio à crise cambial do ano passado, Macri buscou ajuda do Fundo Monetário Internacional (FMI), com o qual acertou uma linha de crédito de 56 bilhões de dólares. Vários candidatos da oposição à Presidência já disseram que vão rever o acordo se eleitos.

    O peso argentino avançava nesta quarta-feira, após as medidas anunciadas pelo banco central argentino, o que dava alívio ao governo. No entanto, o mercado de ações e os títulos caíam, e o risco país subia.

    Até meses atrás, analistas davam como certa a reeleição de Macri nas eleições de outubro, mas sua imagem sofreu um colapso nas pesquisas, que agora são lideradas pela ex-presidente de centro-esquerda Cristina Fernández de Kirchner.

    'Nós vamos vencer essa batalha', disse Macri nesta quarta-feira em vídeo no qual ele é mostrado conversando com um casal de cidadãos comuns na sala de sua casa, transmitido pelo governo.

    (Reportagem adicional de Walter Bianchi e Jorge Otaola)

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    Brasil e Argentina declaram apoio a candidato da oposição venezuelana ao BID

    BUENOS AIRES/BRASÍLIA (Reuters) - Brasil e Argentina apoiam o candidato indicado pelo líder da oposição venezuelana, Juan Guaidó, para representar o país no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), disseram autoridades de ambos os governos à Reuters na terça-feira.

    Guaidó declarou-se presidente interino da Venezuela em janeiro após afirmar que a reeleição do presidente Nicolás Maduro em 2018 foi uma fraude. Ele indicou o economista Ricardo Hausmann para representar a Venezuela no BID.

    Um porta-voz do Ministério da Economia da Argentina confirmou que o país vai apoiar Hausmann em uma votação que deve ocorrer ainda nesta semana. Em Brasília, tanto o Ministério da Economia como o Ministério das Relações Exteriores disseram apoiar o candidato de Guaidó.

    A maioria dos países do conselho do BID deve apoiar Hausmann, exceto aqueles que não reconheceram Guaidó, como México, Uruguai, Nicarágua, Bolívia e China, de acordo com uma autoridade do banco que pediu para não ser identificada.

    A eleição de Hausmann para o conselho do BID marcaria a primeira escolha de um membro da oposição venezuelana para uma grande instituição internacional.

    Hausmann é ex-ministro do Planejamento da Venezuela e serviu como economista-chefe do BID de 1994 a 2000. Ele leciona desenvolvimento econômico em Harvard.

    (Reportagem de Gabriel Burin, em Buenos Aires, e Anthony Boadle, em Brasília)

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    OMS emite alerta sobre surto letal de hantavírus na Argentina

    (Reuters) - Ao menos 11 pessoas morreram na Argentina após serem infectadas com hantavírus, uma doença transmitida por ratos e outros roedores, de acordo com alerta da Organização Mundial da Saúde (OMS).

    De 29 casos da doença confirmados por exames laboratoriais entre outubro de 2018 e 20 de janeiro de 2019, quase 60 por cento foram identificados em mulheres ou meninas, segundo a OMS.

    Em cerca de 50 por cento dos casos confirmados --todos em Epuyén, na província argentina de Chubut --os infectados reportaram os sintomas dentro das últimas três semanas.

    “A potencial transmissão de humanos para humanos está sob investigação”, disse a OMS.

    Não há nenhum tratamento, cura ou vacina para a infecção por hantavírus e a taxa de mortalidade por caso pode chegar a entre 35 e 50 por cento.

    A OMS advertiu autoridades de saúde da região a estarem vigilantes e a intensificarem os esforços para detectar, investigar, gerir e controlar os casos da doença. A organização disse que atenção especial deve ser destinada a viajantes retornando das áreas afetadas.

    O hantavírus é uma doença respiratória viral normalmente transmitida pelo contato com excrementos ou saliva de ratos e outros roedores contaminados. A enfermidade é caracterizada por dores de cabeça, tontura, febre, náusea, diarreia e dor de estômago, seguidas pelo repentino desencadeamento de severos sintomas respiratórios.

    (Por Kate Kelland)

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    Moro anuncia revisão de tratado de extradição com Argentina para acelerar procedimentos

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, afirmou que será assinada nesta quarta-feira uma revisão do tratado de extradição com a Argentina como forma de acelerar procedimentos criminais entre os países vizinhos e evitar situações como a do italiano Cesare Battisti, que fugiu do Brasil.

    'Às vezes tem uma situação urgente. Precisa prender o cara. E se você segurar o canal diplomático, acontece igual o Battisti', afirmou Moro a jornalistas no Palácio do Planalto antes do encontro do presidente Jair Bolsonaro com o presidente da Argentina, Mauricio Macri.

    Moro explicou que a revisão do tratado de extradição vai permitir que informações sejam trocadas entre os países fora dos canais diplomáticos de comunicação. Segundo ele, a mudança do tratado é um 'aprimoramento'.

    'Existe já um tratado de extradição um pouco antigo, feito em uma outra época, as formas de comunicação são outras e há a percepção de que há uma necessidade de sempre agilizar esses mecanismos de cooperação. Então esse tratado vai permitir uma comunicação mais rápida entre os dois países', disse Moro, em rápida fala à imprensa.

    O ministro brasileiro reuniu-se mais cedo com os ministros argentinos da Justiça e Direitos Humanos, Gérman Garavano, e da Segurança Pública, Patrícia Bullrich, para tratar de ações conjuntas entre os dois países.

    No caso de Battisti, o ex-guerrilheiro italiano fugiu do Brasil para a Bolívia no final do ano passado para evitar ser extraditado para a Itália, mas acabou preso por autoridades bolivianas e enviado de volta ao país europeu para cumprir pena quase quatro décadas após ter fugido de uma prisão italiana.

    (Reportagem de Ricardo Brito)

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