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    Senado da Argentina rejeita projeto de lei para legalizar aborto

    Por Scott Squires

    BUENOS AIRES (Reuters) - Senadores argentinos rejeitaram um projeto de lei para legalizar o aborto no país em debate acalorado que se estendeu até a madrugada desta quinta-feira, contrariando uma onda crescente de apoio por parte de movimentos pelos direitos das mulheres.

    Com 38 votos a 31, o Senado rejeitou a medida, que teria legalizado o direito de mulheres fazerem um aborto até a 14ª semana da gravidez. O projeto de lei tinha sido aprovado por estreita margem na Câmara dos Deputados em julho.

    Famílias e clérigos usando bandanas azuis festejaram do lado de fora do Congresso quando o resultado foi anunciado pouco antes das 3h da manhã, balançando bandeiras da Argentina em apoio ao posicionamento da Igreja Católica contra o aborto no país natal do papa Francisco.

    'O que essa votação mostrou é que a Argentina ainda é um país que representa valores de família', disse a ativista antiaborto Victoria Osuna, de 32 anos, à Reuters.

    A lei atual da Argentina só permite o aborto em casos de estupro, ou se a saúde da mãe estiver em risco.

    Defensores do direito ao aborto, carregando bandanas verdes que se tornaram um símbolo do movimento, ocuparam as ruas da cidade até o fim da votação, apesar de forte vento e chuva.

    Muitos acamparam em frente ao Congresso desde a noite de quarta-feira.

    'Ainda estou otimista. Não foi aprovado hoje, mas será aprovado amanhã, será aprovado no próximo dia', disse a defensora do direito ao aborto Natalia Carol, de 23 anos. 'Isso não acabou'.

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    Senadores da Argentina debatem lei do aborto em meio a manifestações a favor e contra

    BUENOS AIRES (Reuters) - O Senado da Argentina começou a debater nesta quarta-feira um projeto de lei para legalizar o aborto, que já foi aprovado em parte pelos deputados, em meio a manifestações a favor e contra nos arredores do Congresso.

    A medida garante a possibilidade de abortar até a 14ª semana de gestação dentro do sistema público de saúde de maneira gratuita, algo que atualmente só é permitido em casos de estupro e de risco de vida para a gestante. Os deputados a aprovaram em junho depois de quase um dia de discussão.

    Nas últimas horas, senadores como José Alperovich, – da província de Tucumán, no norte – ou Silvina García Larraburu – de Río Negro, na Patagônia – se manifestaram contra o projeto, pelo que se avalia que o resultado da votação na Casa de 72 membros será negativo.

    'Se é verdade que não falei antes (...) é um tema que divide muito a sociedade. Depois de ter falado com muitos tucumanos e percorrido a província, vou votar contra o projeto', disse Alperovich em sua conta de Twitter.

    Silvina disse no domingo que, apesar de declarações prévias a favor, votará contra a proposta.

    O debate do projeto envolve tanto a oposição como os governistas e causou uma divisão profunda na sociedade – organizações de direitos humanos e grupos feministas defendem a medida, enquanto grupos católicos e religiosos a rejeitam.

    Os defensores da proposta, que se identificam com lenços verdes, argumentam que os abortos clandestinos são a principal causa de mortalidade materna na Argentina e que as mulheres com poucos recursos são as mais sujeitas a realizar estes procedimentos em condições insalubres.

    'O aborto legal, seguro e gratuito é a única forma de acabar com a morte de mais mulheres com gestações indesejadas', disse nesta quarta-feira no recinto o senador opositor Pedro Guastavino, da província de Entre Ríos.

    Se o projeto de lei for aprovado, a Argentina será o terceiro país da América Latina que permite às mulheres decidir a interrupção da gravidez e cujo sistema público de saúde a contempla. Só Cuba e Uruguai possuem uma legislação semelhante.

    (Por Eliana Raszewski)

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    Projeto para legalizar aborto na Argentina perde força após senadora de oposição retirar apoio

    Por Hugh Bronstein

    BUENOS AIRES (Reuters) - Perspectivas para a aprovação de um projeto de lei que legalizaria o aborto na Argentina diminuíram durante o final de semana, quando uma senadora de oposição disse ter mudado de opinião e que votará contra a medida quando o assunto for levado ao plenário na quarta-feira.

    A proposta, que ampliaria os direitos ao aborto permitido segundo a lei atual somente em casos de estupro ou quando a saúde da mãe está em risco, foi aprovada na Câmara dos Deputados no mês passado com 129 votos contra 125.

    Desde então, ativistas religiosos, especialmente em partes rurais da Argentina, têm pressionado contra a medida, que é apoiada por feministas e grupos de direitos humanos estimulados nos últimos anos por esforços para acabar com a violência contra as mulheres.

    A lei tornaria a Argentina o terceiro país da América Latina a legalizar amplamente o aborto, depois do Uruguai e de Cuba.

    A mudança de opinião da senadora Silvina García Larraburu leva a 37 a estimativa de votos contrários, representando a maioria no Senado de 72 membros da Argentina.

    Aliada da ex-presidente Cristina Kirchner, García Larraburu acusou o presidente Mauricio Macri de usar o debate sobre o aborto como uma distração para a economia instável do país, uma acusação que o governo Macri nega.

    Kirchner pode concorrer à presidência no próximo ano, quando acredita-se que Macri irá tentar a reeleição.

    García Larraburu disse a mídia local que sua mudança de opinião 'também tem a ver com minhas convicções mais intimas'.

    O projeto de lei, que permitira o aborto até as primeiras 14 semanas de gravidez, pode ser alterado pelo Senado e enviado de volta à Câmara dos Deputados.

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    CORREÇÃO (OFICIAL)-Argentina fecha base de acordo com MPF para usar delações da Lava Jato feitas no Brasil

    (Corrige matéria publicada na segunda-feira, após MPF esclarecer que foram fechadas as bases para o acordo, e não o acordo em si)

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - Autoridades argentinas deverão poder usar informações de delações premiadas e de acordos de leniência firmados no Brasil no âmbito da operação Lava Jato em investigações conduzidas no país vizinho, como nos diversos casos referente à empreiteira Odebrecht por lá, informou a Procuradoria-Geral da República (PGR) nesta segunda-feira, após o fechamento das bases de um acordo para o compartilhamento de informações. As bases do acordo de cooperação judicial foram fechadas entre as procuradorias-gerais do Brasil e da Argentina e, uma vez que o acordo for oficializado, permitirá que os tribunais do país vizinho aceitem essas informações da Lava Jato brasileira.

    Segundo o MPF, a expectativa é que, de posse das informações e provas fornecidas pelo Brasil, 'será possível, pela primeira vez (na Argentina), acusar ex-funcionários envolvidos em irregularidades'.

    Os termos do acordo, que ainda não foi formalizado, foram fechado na sexta-feira, e são resultado do trabalho da Secretaria de Cooperação Internacional do Ministério Público Federal (MPF).

    A secretária de Cooperação Internacional do MPF, a procuradora regional da República Cristina Romanó, intensificou as negociações nos últimos seis meses, segundo a assessoria de imprensa da PGR.

    O objetivo é conseguir que os países cheguem a um entendimento comum sobre os termos da cooperação jurídica. A Argentina está resistente em conceder imunidade aos delatores em troca das informações, mas, segundo a secretaria, esse ponto foi superado.

    “Depois de um trabalho longo de negociação e diálogo entre a SCI e autoridades argentinas, conseguimos chegar a um acordo para que as delações envolvendo corrupção na Argentina possam ser disponibilizadas aos procuradores de lá. Trata-se de um enorme avanço na relação de cooperação jurídica internacional entre os dois países e mais um grande passo na luta contra a corrupção”, destacou Cristina Romanó, em nota distribuída pelo MPF à imprensa.

    A procuradora regional disse que o documento com as bases do acordo foi finalizado de forma a proteger os colaboradores e o conteúdo dos acordos celebrados no Brasil. De acordo com informações da secretaria, esse mesmo tipo de termo de compromisso – para envio de informações – já foi firmado com Suíça, Noruega e Holanda. O único país que ainda não aceitou oficialmente o compartilhamento de delações do Brasil foi Portugal.

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    Técnico Sampaoli acerta saída da seleção argentina

    BUENOS AIRES (Reuters) - O técnico Jorge Sampaoli acertou na noite de sábado a rescisão do contrato de treinador da seleção argentina, uma semana depois de a federação de futebol do país anunciar sua continuidade no cargo, de acordo com relatos da imprensa local. 

    A saída de Sampaoli foi confirmada depois de uma série de comunicações por telefone entre o presidente da Federação Argentina de Futebol (AFA), Claudio Tapia, e o advogado do treinador, Fernando Baredes. 

    Apesar de não querer deixar o cargo, o treinador aceitou uma cifra muito inferior à que correspondia à rescisão do seu contrato de cinco anos (até a Copa do Catar em 2022), e seu advogado notificou Tapia, indicou a imprensa argentina.

    “A AFA queria mandar Jorge (Sampaoli) embora, mas não queria demiti-lo pelo dinheiro que deveria pagar”, disse à Reuters uma fonte da comissão técnica. “Foram desgastando-o para que chegasse a este acordo”. 

    Após 13 meses no cargo, a continuidade de Sampaoli era questionada pelos dirigentes da federação devido ao desempenho ruim da seleção na Copa do Mundo, em que foi eliminada nas oitavas de final contra a França. 

    Mauricio Pochettino (Tottenham, da Inglaterra), Diego Simeone (Atlético de Madrid, da Espanha), e Marcelo Gallardo (River Plate, da Argentina) são os candidatos preferidos dos dirigentes argentinos, segundo a imprensa local. 

    Também foram mencionados nomes como José Pékerman e Ricardo Gareca, argentinos que conduziram Colômbia e Peru à Copa do Mundo, Jorge Almirón (Atlético Nacional, da Colômbia) e Matías Almeyda (ex-treinador do Chivas, do México). 

    (Reportagem de Ramiro Scandolo)

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    ANÁLISE-Eliminação da Argentina não surpreende após trajetória conturbada

    Por Marcelo Androetto

    KAZAN, Rússia, 30 jun (Reuters) - A seleção argentina foi eliminada da Copa do Mundo da Rússia neste sábado com uma derrota para a França nas oitavas de final, um resultado que não surpreende pelos problemas enfrentados desde as eliminatórias, e que certamente marcará o fim de uma geração que joga junta há uma década, sem jamais ter sido campeã.

    A eliminação é resultado de um processo de ruína em que os sinais negativos já estavam claros desde muito antes de a bola rolar na partida em Kazan.

    A Argentina terá de esperar ao menos mais quatro anos para erguer sua terceira Copa do Mundo --já se passaram 32 anos desde o título de 1986 no México-- e Lionel Messi provavelmente terá de se conformar com a ideia de que jamais será campeão mundial vestindo a camisa da seleção argentina.

    A eliminação argentina tem uma série de razões e responsáveis: alguns jogadores históricos de uma geração desgastada, uma comissão técnica fraca --que nunca encontrou sua formação titular-- e dirigentes que foram somando erros e decisões difíceis de serem explicadas nos últimos anos.

    A albiceleste esteve a sete minutos de ser eliminada do Mundial da Rússia ainda na primeira fase, sem ganhar nenhum jogo. Foi salva dessa catástrofe por um gol de MarcosRojo contra a Nigéria.

    Conseguir a vaga, como segunda colocada do Grupo D, para enfrentar a França escondeu a campanha ruim da equipe do técnico Jorge Sampaoli, mas não muda o conceito: a Argentina fez uma Copa do Mundo decepcionante.

    O processo vinha mal há tempos. Desde a Copa do Mundo de 2006 na Alemanha a Argentina já teve sete treinadores diferentes e ideias de jogo divergentes e até mesmo antagônicas.

    Apesar de ter chegado à Rússia como atual vice-campeã mundial, foram muitas as frustrações acumuladas desde a derrota para a Alemanha na final de 2014 no Maracanã: também perdeu para o Chile nas finais das Copas Américas jogadas nos anos seguintes.

    ELIMINATÓRIAS SOFRIDAS

    A Argentina se classificou de forma sofrida para a Rússia. Foi apenas a quarta colocada das eliminatórias sul-americanas, assegurando a vaga apenas na última rodada. No total, foram três treinadores no período de classificação: Gerardo Martino, Edgardo Bauza e Sampaoli.

    Para piorar, Messi só apareceu no Mundial em conta-gotas: errou um pênalti contra a Islândia, desapareceu em campo contra a Croácia, ressurgiu com um golaço na vitória sobre a Nigéria, e voltou a decepcionar contra a França.

    Com quatro Mundiais disputados, o camisa 10 só foi o jogador decisivo que sua equipe necessitava em alguns poucos momentos, e também não teve ao seu lado uma equipe que tirasse melhor proveito dele, como ocorre no Barcelona.

    Messi, que na Copa do Catar em 2022 terá 35 anos, continua sem conquistar nenhum grande título com a camisa da Argentina.

    O técnico Sampaoli, por sua vez, se perdeu a partir das constantes mudanças de sistema e de nomes em seu pouco mais de um ano de trabalho.

    Durante o Mundial, a imprensa argentina falou sobre um suposto complô de jogadores para que o técnico fosse demitido, algo que ambas as partes negaram.

    Sua lista de convocados para a Copa também deixou mais perguntas do que respostas. Sampaoli descartou jogadores de grande presença na seleção como Lautaro Martínez e Ricardo Centurión, ou de comprovado sucesso na Europa, como Mauro Icardi.

    E só devido a contusões de outros nomes decidiu levar o goleiro Franco Armani e o meio-campista Enzo Pérez, que acabaram se tornado titulares na Rússia.

    Os dirigentes também não estavam à altura. Depois da

    morte de Julio Grondona, que presidiu a Associação de Futebol Argentino (AFA) com mão de ferro por 35 anos, a disputa pela sucessão resultou em um eleição escandalosa que acabou com 38 votos para cada candidato, quando os eleitores eram 75.

    Depois que a AFA sofreu uma intervenção, finalmente uma nova votação colocou Claudio Chiqui Tapia na primeira posição, mas ele foi responsável por erros que afetaram a preparação da seleção para a Rússia, como programar um amistoso em Jerusalém contra Israel que foi suspenso alguns dias antes de ocorrer por razões de segurança.

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    Argentina garante vaga na fase eliminatória com gol no fim e enfrentará a França

    Por Simon Evans

    SÃO PETERSBURGO (Reuters) - A Argentina e seu talismã Lionel Messi avançaram à fase de mata-mata da Copa do Mundo por pouco nesta terça-feira, após um gol aos 41 do segundo tempo do defensor Marcos Rojo dar ao time uma vitória por 2 x 1 sobre a Nigéria, eliminando o time africano.

    A seleção bicampeã mundial irá enfrentar a França nas oitavas de final, enquanto a Croácia, que avançou como líder do Grupo D com nove pontos após vencer a Islândia por 2 x 1, jogará contra a Dinamarca.

        A Nigéria estava a minutos de avançar, até o zagueiro Rojo marcar depois de cruzamento de Gabriel Mercado.

        A Islândia lutava simultaneamente com toda sua força nórdica por uma vitória sobre a Croácia em Rostov-on-Don, que poderia garantir sua classificação. Os argentinos, no entanto, tinham muito pela frente para se preocupar com a Nigéria.

    Messi colocou a Argentina na frente aos 14 minutos do primeiro tempo com um belo gol, mas os africanos igualaram com pênalti cobrado por Victor Moses aos 6 do segundo tempo. A Argentina lutou para responder ao empate, mas teve uma atuação irregular no segundo tempo.

    Apesar de todo seu talento ofensivo, foi o zagueiro Rojo que conseguiu o golpe decisivo, com um poderoso e preciso chute de primeira, sem deixar a bola cair no chão.

    “O que importa é que avançamos”, disse Messi, que foi saudado pelo compatriota Diego Maradona, que assistia na arquibancada, junto à grande e apaixonada torcida argentina.

        “Nós sabíamos que iríamos vencer, nós estávamos confiantes que Deus iria nos ajudar, que tudo sairia bem. Mas nós não esperávamos a complicação do empate, sofrer tanto.”

        O jogo começou de forma ideal para o time de Jorge Sampaoli, que havia conseguido somar apenas um ponto em seus dois primeiros jogos.

        Uma bola diagonal de Éver Banega foi dominada de forma sublime na coxa de Messi, que então superou o jovem goleiro nigeriano, Francis Uzoho, para abrir o placar.

        A escolha de Banega se mostrou uma opção inspirada de Sampaoli, com o meia do Sevilha fornecendo o serviço de qualidade que até o momento estava em falta na Rússia.

        Foi um primeiro tempo impressionante para a Argentina, mas o jogo iria mudar pouco depois do intervalo.

        Defendendo um escanteio, o argentino Javier Mascherano marcou Leon Balogun dentro da área e então o nigeriano caiu e o árbitro turco Cuneyt Cakir apitou um pênalti.

        Após longos e exaltados protestos dos jogadores argentinos, Moses conseguiu manter a calma e superar o goleiro Franco Armani para igualar o placar.

        

    CHANCES PERDIDAS

    A Nigéria perdeu diversas chances de virar o placar e assegurar sua vaga nas oitavas de final e ficou furiosa que a revisão do árbitro de vídeo não concedeu um pênalti por um possível toque de mão de Rojo.

        Do outro lado, Gonzalo Higuaín chutou para longe quando livre na área, um erro que poderia assombrá-lo quase tanto quanto o gol que perdeu na partida contra a Alemanha há quatro anos no Brasil.

        Mas para salvar Higuaín e seus companheiros de equipe de maneira improvável surgiu Rojo, do Manchester United, que manteve vivas as esperanças da Argentina no torneio e deixou a Nigéria em total desespero.

        “É o que é. Não era para ser”, disse o capitão da Nigéria, John Obi Mikel.

        “Este é um time jovem, no entanto, e em quatro anos a maioria estará pronta para este torneio. Estou orgulhoso dos garotos, eles foram muito bem.”

        Enquanto a Nigéria mira o futuro, a Argentina olha para o presente, à medida que segue para a fase de mata-mata pela quarta vez consecutiva em Copas do Mundo, desde que foi eliminada na fase de grupos em 2002.

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    Messi é assombrado por mau desempenho e risco de eliminação precoce na Copa do Mundo

    Por Andrew Cawthorne

    NIZHNY NOVGOROD, Rússia (Reuters) - Enquanto um empolgado Diego Maradona girava a camisa nas arquibancadas e milhares de torcedores da Argentina gritavam antes do início do jogo contra a Croácia, Lionel Messi foi visto esfregando a testa e aparentando tensão.

    O camisa 10 só tocou na bola 20 vezes durante o primeiro tempo do jogo, menos do que qualquer outro jogador argentino, e saiu de campo abatido.

    Mas as coisas ainda piorariam no segundo tempo do pesadelo argentino de quinta-feira em Nizhny Novgorod, quando a Croácia destruiu o time de Messi com três gols e provocou a pior derrota da Argentina na fase de grupos de um Mundial em 60 anos.

    Prestes a completar 31 anos no final de semana, o craque do Barcelona deixou o campo parecendo solitário e desolado depois de uma partida que pode ter acabado com suas chances de conquistar uma Copa do Mundo.

    Maradona, campeão mundial de 1986 ao qual os argentinos o comparam constantemente, começou o jogo acenando com uma camisa 10 de Messi e o terminou enxugando lágrimas.

    Nas redes sociais e entre os torcedores, os grandes debates sobre Messi --ele é tão grande quanto Maradona? É melhor do que o português Cristiano Ronaldo?- pegaram fogo rapidamente.

    Estou com vergonha dessa camisa. Nesse momento, quero queimá-la. Onde estava Messi? Onde estava a Argentina? , disse Renzo Alvarez, de 47 anos, gritando raivosamente entre um grupo de torcedores igualmente raivosos, todos vestindo camisas de Messi e alguns até máscaras de seu rosto.        

    Viemos até aqui, gastamos milhares de dólares que mal podemos bancar, torcemos com todo o entusiasmo e eles não mostram nenhuma emoção, nenhuma garra pela nação. Simplesmente não consigo acreditar .

    Disputando seu quarto Mundial ainda marcado pela derrota de 1 x 0 para a Alemanha na final de 2014 no Brasil, Messi agora encara com a Argentina a perspectiva chocante de uma eliminação na primeira fase a menos que os outros resultados do Grupo D os favoreçam.

    Ele já havia se aposentado da seleção uma vez depois de perder uma decisão nos pênaltis contra o Chile na final da Copa América de 2016, mas foi persuadido a voltar pelos apelos de torcedores, familiares, colegas de time e até de Maradona.

    Mas tendo em conta que terá 35 anos na próxima Copa do Mundo e que está cedendo visivelmente ao peso das expectativas, a maioria das pessoas acredita que Messi deixará a seleção de vez algum tempo depois do torneio da Rússia.

    Leo é nosso corpo e alma, mas não conseguimos achá-lo com a bola , disse o técnico Jorge Sampaoli, pedindo que os torcedores voltem sua ira contra ele próprio, e não contra o jogador.

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