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    Com presença de Bolsonaro, bloco Prosul é criado para coordenar países sul-americanos

    SANTIAGO (Reuters) - O presidente do Chile, Sebastián Piñera, anunciou nesta sexta-feira, ao lado de presidentes de países da região, entre eles o presidente Jair Bolsonaro, um novo bloco de nações sul-americanas denominado Prosul, para coordenar os países 'sem burocracia excessiva', em reação à forte rejeição ao grupo Unasul por sua postura na crise da Venezuela.

    Ao final de uma reunião de cúpula em Santiago, os presidentes de Argentina, Brasil, Colômbia, Chile, Equador, Paraguai e Peru assinaram uma declaração manifestando seu compromisso com a integração regional.

    'Damos início ao processo de criação do Prosul', disse o presidente conservador. 'Será um foro que terá um compromisso firme e claro com a democracia, com as liberdades e com o respeito pelos direitos humanos', acrescentou.

    Piñera disse que o Chile vai liderar a iniciativa em suas primeiras etapas e, posteriormente, o Paraguai vai presidir o bloco.

    A nova aliança política, forjada em um momento de predominância de governos de direita ou centro-direita na América do Sul, foi impulsionada a partir do início do ano pelo Chile em resposta aos fortes questionamentos sofridos pela debilitada Unasul.

    Instigada pelo falecido presidente venezuelano Hugo Chávez para cristalizar uma integração política regional, a Unasul foi criada em 2004, quando o pêndulo ideológico se inclinava para a esquerda.

    A declaração desta sexta-feira enfatizou que todos os países sul-americanos estão convidados a participar, sem considerar as diferenças ideológicas, mas a Venezuela esteve ausente da reunião, à qual só se enviou um convite ao líder opositor Juan Guaidó.

    (Por Marion Giraldo e Fabián Andrés Cambero)

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    Bolsonaro defende reestruturação de carreira e diz que proposta para militares é profunda

    SANTIAGO (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro defendeu nesta quinta-feira a proposta de reestruturação da carreira das Forças Armadas e de mudanças nas aposentadorias dos militares, entregue por eles ao Congresso na véspera, e disse que ela é mais profunda do que o texto sobre a Previdência dos servidores civis e da iniciativa privada.

    No Chile, onde se reunirá com o presidente Sebastián Piñera e participará de encontro com presidentes da América do Sul com vistas a criar um novo bloco regional, Bolsonaro disse que uma medida provisória editada em 2000, no governo Fernando Henrique Cardoso, tirou praticamente todos os direitos dos militares e que isso precisa ser levado em conta na análise da nova proposta para a categoria.

    'Ontem quando eu entreguei a proposta pessoalmente para o presidente Rodrigo Maia, eu pedi aos parlamentares, haviam muitos lá, muitas lideranças, que levassem em conta uma medida provisória que há 19 anos está sem ser votada', disse Bolsonaro, que é capitão da reserva do Exército, aos jornalistas.

    'Essa medida provisória foi muito fundo na questão da reforma previdenciária em 2000, que teria que ser feita, segundo o governo FHC na época, para todos os Poderes. Acabou sendo feita para nós. Então juntando a medida provisória 2215 com a proposta encaminhada ontem, a proposta de reforma para os militares é muito mais profunda do que a PEC entregue há poucas semanas no Parlamento.'

    Pouco depois, o presidente reiterou esses argumentos ao defender a proposta para os militares durante transmissão ao vivo nas redes sociais.

    A inclusão de uma reestruturação da carreira das Forças Armadas na proposta de mudanças nas aposentadorias dos militares gerou críticas até mesmo entre aliados do governo Bolsonaro, que avaliaram que a medida pode levar outras categorias a buscar o mesmo benefício.

    PESQUISA, PINOCHET E 1964

    Na chegada ao Chile, Bolsonaro também minimizou a pesquisa Ibope divulgada na quarta-feira que apontou queda de 15 pontos na avaliação positiva de seu governo desde janeiro, assim como uma queda de 16 pontos na aprovação de seu desempenho pessoal. [nL1N2171K5]

    Para Bolsonaro, o levantamento do Ibope não tem credibilidade.

    “Essas pesquisas agora têm o mesmo valor das pesquisas eleitorais do ano passado. Vários órgãos de pesquisa conhecidos diziam que eu perderia para todo mundo no segundo turno. Não estou preocupado com pesquisas porque também não têm credibilidade no Brasil”, disse o presidente.

    Admirador declarado admirador do regime militar que governou o Brasil entre 1964 e 1985 e de líderes autoritários, como o ex-ditador paraguaio Alfredo Stroessner, a quem chamou recentemente de 'estadista', Bolsonaro esquivou-se de comentar sobre o ex-ditador chileno Augusto Pinochet.

    'Eu não vim aqui falar sobre Pinochet. Tem muita gente que gosta dele, gente que não gosta', disse o presidente. Entretanto, ele voltou a defender o período militar no Brasil iniciado em 1964 ao afirmar que o então presidente, João Goulart, foi deposto pelo Congresso Nacional, não pelos militares.

    'Eu estou dizendo para vocês que quem cassou João Goulart na época não foram os militares, foi o Congresso Nacional no dia 2 de abril de 1964', disse Bolsonaro.

    'Essa questão... tem que ser levada à luz da verdade... Não podemos dar voz à esquerda que sempre tem um lado pra dizer que aquele lado estava certo e não o outro', acrescentou.

    Goulart deixou Brasília em direção ao Rio Grande do Sul após um levante militar no dia 31 de março de 1964 e, antes mesmo de ele deixar o país rumo ao exílio, o Congresso declarou vaga a Presidência.

    (Por Fabian Cambero)

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    Brasil e Chile assinam acordo comercial para impulsionar investimentos e reforçar integração regional

    SANTIAGO (Reuters) - Brasil e Chile assinaram nesta quarta-feira um acordo de livre comércio voltado para dar um maior impulso aos investimentos e à troca de produtos entre os dois países, além de servir como aproximação entre os blocos Mercosul e Aliança do Pacífico.

    O presidente Michel Temer viajou a Santiago para firmar ao lado do presidente chileno, Sebastián Piñera, o documento que inclui 17 pontos não tarifados, como comércio de serviços, eletrônicos e medidas sanitárias y fitossanitárias, entre outros.

    Os dois governantes afirmaram que o acordo reforçará a integração regional, uma vez que o Chile é um dos membros da Aliança do Pacífico --bloco formado também por México, Colômbia e Peru-- e o Brasil lidera junto com a Argentina o Mercosul.

    'Quero ressaltar o agradecimento de termos feito uma aliança entre o Mercosul e a Aliança do Pacífico, resultado de diálogo', disse Temer em discurso ao lado de Piñera. 'Em menos de seis meses, fomos capazes de formatar e formalizar esse acordo. Isso é fruto de uma convergência natural que existe entre os nossos governos'.

    Entre janeiro e setembro deste ano, o intercâmbio comercial entre Brasil e Chile foi de 7,2 bilhões de dólares, uma alta anual de 13 por cento.

    O Brasil é o maior sócio comercial do Chile na América Latina e o maior destino do investimento direto chileno no exterior, com um saldo acumulado de 35,2 bilhões de dólares (1990-2017), o que equivale a 29,5 por cento do total dos investimentos diretos chilenos no mundo.

    O acordo de livre comércio será um complemento ao Acordo de Complementação Econômica 35, que regula o comércio entre o Chile e os países do Mercosul em temas tarifários e que atualmente tem tarifa zero para toda a lista de produtos.

    Essa é a primeira vez que o Brasil assume, em um acordo bilateral, compromissos em termos de comércio eletrônico, boas práticas regulatórias, transparência e anticorrupção, entre outros.

    (Reportagem de Antonio de la Jara)

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    Chile não é obrigado a negociar acesso ao mar com Bolívia, decide CIJ

    Por Stephanie van den Berg e Aislinn Laing

    HAIA (Reuters) - A Bolívia não pode forçar o Chile a negociar a concessão de um 'acesso soberano' ao Oceano Pacífico, decidiram juizes da Corte Internacional de Justiça (CIJ) nesta segunda-feira, em um revés para o presidente boliviano, Evo Morales.

    A Bolívia entregou a maior parte de seu antigo litoral ao Chile em 1904 em um tratado após a Guerra do Pacífico. Desde então, os dois países vizinhos têm realizado conversas ocasionais sobre a possível criação de um corredor para a Bolívia ter acesso ao mar, mas os juízes da CIJ decidiram que isso não faz com que o Chile seja obrigado a negociar um acesso.

    Morales acompanhou o julgamento na corte e disse a repórteres do lado de fora do Palácio da Paz, em Haia, onde fica localizado o CIJ, que vai continuar lutando pelo acesso ao mar para a Bolívia.

    O presidente do Chile, Sebastian Piñera, comemorou com assessores na capital Santiago e disse a repórteres que, apesar de o Chile sempre estar aberto ao diálogo com seus vizinhos, Morales criou uma 'expectativa falsa' entre os bolivianos.

    Ao ler a decisão da corte por 12 votos 3, o juiz Abdulqawi Yusuf disse que, apesar do longo histórico de conversas entre os dois países, o Chile nunca se comprometeu com negociações que levariam à concessão de território, como a Bolívia argumentou.

    Portanto 'a corte é incapaz de concluir... que o Chile tem a obrigação de negociar com a Bolívia para chegar a um acordo concedendo à Bolívia completo acesso soberano ao Oceano Pacífico'.

    Atualmente o Chile fornece à Bolívia acesso livre de impostos ao porto de Arica, perto de sua fronteira com o Peru. A Bolívia quer, entretanto, ter um corredor para o mar incluindo uma linha férrea e um porto sob seu próprio controle.

    Em 2012, Morales interrompeu negociações que via como sem resultados, e passou a buscar uma decisão judicial para fortalecer o caso da Bolívia.

    Os juizes observaram que sua decisão, embora fique do lado do Chile, não pretende impedir que os países retomem as negociações 'no espírito da boa vizinhança'.

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    Maduro acusa Chile, Colômbia e México de auxiliarem ataque com drone

    CARACAS (Reuters) - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acusou os governos de direita do Chile, Colômbia e México de ajudarem 'terroristas' que tentaram matá-lo durante um ataque com drone no início de agosto.

    Os três países com governos de direita refutaram as acusações do líder socialista venezuelano de estarem envolvidos no ataque, que usou aeronaves de controle remoto com explosivos durante um desfile militar, na crise mais recente entre a diplomaticamente isolada Caracas e o restante da América Latina.

    Maduro mostrou um vídeo de um jovem venezuelano, identificado como Henryberth Rivas, que disse em uma transmissão de televisão exibida na noite de segunda-feira que participou do ataque com drone contra o presidente.]

    No vídeo, Rivas disse que depois da ação foi instruído por um colega conspirador a buscar refúgio na embaixada chilena em Caracas, de onde lhe disseram que ele seria levado em segredo à embaixada mexicana, depois para a embaixada colombiana e finalmente para a Colômbia através da fronteira.

    Mas a embaixada chilena estava fechada e o plano fracassou, disse Rivas.

    'Hoje posso dizer que temos elementos convincentes da participação de diplomatas chilenos, colombianos e mexicanos na proteção destas pessoas que cometeram um ato terrorista', disse Maduro, que também exibiu um vídeo da suposta prisão de Rivas.

    A Reuters não conseguiu corroborar os acontecimentos descritos no vídeo.

    Maduro não forneceu provas do suposto papel das embaixadas. O Ministério da Informação não respondeu de imediato a um pedido de maiores informações.

    Críticos do governo dizem que Maduro faz acusações infundadas contra nações estrangeiras ideologicamente contrárias com frequência para tentar culpar outros pela hiperinflação que corrói os salários, a grande escassez de alimentos e o crime desenfreado.

    No final de semana o ministro da Informação, Jorge Rodríguez, disse que Caracas concluiu que Chile, Colômbia e México se envolveram no ataque.

    Os três países negaram as acusações.

    'O Chile rejeita as acusações caluniosas do governo venezuelano, que não tem credibilidade para distrair suficientemente da situação humanitária muito séria do país', disse o ministro de Relações Exteriores chileno, Roberto Ampuero, aos repórteres na segunda-feira.

    A chancelaria mexicana disse que solicitou a presença da embaixadora da Venezuela no México, Maria Lourdes Urbaneja, para lhe entregar uma carta rejeitando o que classificou como 'acusações infundadas'.

    (Por Alexandra Ulmer, em Caracas; Reportagem adicional de Antonio de la Jara, em Santiago, e Anthony Esposito, na Cidade do México)

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    Ameaças de bombas obrigam 9 aviões a mudar rota na América do Sul, diz agência chilena

    Por Aislinn Laing e Felipe Iturrieta

    SANTIAGO (Reuters) - Nove aviões foram forçados a fazer mudanças de emergência em suas rotas dentro dos espaços aéreos de Chile, Argentina e Peru, na quinta-feira, devido a ameaças de bombas feitas à agência de aviação civil chilena, disse o diretor-geral da agência a jornalistas.

    Ao menos dois dos aviões eram operados pela Latam Airlines e três pela companhia chilena de baixo custo Sky, confirmaram as companhias.

    O diretor-geral da agência de aviação civil do Chile (DGAC), Victor Villalobos Collao, disse que no total 11 ameaças foram feitas na quinta-feira, sendo duas 'fictícias' e nove relacionadas a voos reais.

    Todos os aviões foram declarados livres de explosivos, e ao menos uma aeronave pôde retomar seu voo, disse.

    Segundo Collao, ligações advertindo sobre bombas a bordo dos aviões foram feitas aos escritórios da Latam e à agência de aviação civil do Chile, e a polícia está agora tentando rastrear sua origem.

    'Nós sempre temos uma ou duas malas abandonadas, isso é normal', disse a jornalistas em coletiva de imprensa no aeroporto de Santiago. 'Mas esse é um caso totalmente excepcional'.

    Quatro dos aviões tinham a capital chilena como origem ou destino, acrescentou a DGAC em comunicado.

    Um dos voos, o Sky 162, decolou do aeroporto Arturo Merino Benítez, em Santiago, com destino a cidade de Antofagasta, no norte do Chile, mas foi instruído a retornar à capital chilena, segundo o comunicado.

    O voo 2369 da Latam, que decolou de Lima a caminho de Santiago, foi forçado a aterrissar na cidade peruana de Pisco, acrescentou.

    O Ministério de Transportes do Peru disse que ninguém ficou ferido e que uma equipe responsável por desativar explosivos foi notificada. 'Agora, a situação está sob controle', disse em publicação no Twitter.

    A polícia do Chile não respondeu a pedido por comentário.

    (Reportagem de Aislinn Laing e Felipe Iturrieta)

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    Mineiro chileno envia mensagem de esperança para meninos presos em caverna na Tailândia

    (Reuters) - Um dos 33 mineiros chilenos que foram resgatados em 2010 após passarem 69 dias debaixo da terra em uma mina que desmoronou mandou uma mensagem de encorajamento e esperança para os 12 meninos tailandeses e seu técnico de futebol que estão presos em um complexo de cavernas alagado na Tailândia.

    Eu gostaria de enviar saudações e muita força às autoridades e às famílias dessas 12 crianças , disse Mario Sepúlveda, em vídeo publicado em sua conta no Twitter.

    Eu não tenho dúvidas de que se o governo desse país fizer todos os esforços humanamente possíveis, esse resgate será bem-sucedido. Que Deus abençoe vocês , disse o mineiro, usando um capacete vermelho e um colete de proteção amarelo.

    Mergulhadores de resgate encontraram os 12 meninos e seu técnico na segunda-feira, amontoados em uma rocha elevada em uma parte parcialmente alagada da caverna, nove dias depois de desaparecerem, logo antes da temporada de fortes chuvas atingir a província de Chiang Rai, no norte da Tailândia.

    Os meninos estavam pálidos e fracos, mas com boa saúde.

    Agora, autoridades precisam descobrir como retirá-los através de diversos quilômetros de túneis inundados, e eles podem precisar permanecer na caverna até que o nível da água abaixe, no final da temporada de chuvas em cerca de quatro meses.

    Os 33 mineiros chilenos passaram mais de dois meses debaixo da terra depois que sua mina de ouro e cobre desmoronou no dia 5 de agosto de 2010. Durante os primeiros 17 dias, acreditava-se que todos estavam mortos.

    Estamos rezando por cada um de vocês, por cada uma das famílias e por essas crianças , disse Sepúlveda.

    Quero que vocês saibam que nós sabemos pelo que vocês estão passando --a angústia, a tristeza, o desespero, e a agonia que vocês estão sentindo , acrescentou sua mulher, Katty Valdivia, em email.

    (Reportagem de Ng Yi Shu, Clara Ferreira-Marques e Chang-Ran Kim)

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