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    Número de jornalistas presos por exercício da profissão chega perto de recorde, diz relatório

    Por Joseph Ax

    NOVA YORK (Reuters) - Um número quase recorde de jornalistas de todo o mundo está atrás das grades por causa de seu trabalho, inclusive dois repórteres da Reuters cuja prisão em Mianmar atraiu críticas internacionais, segundo um relatório divulgado nesta quinta-feira.

    Até 1º de dezembro havia 251 jornalistas presos por fazerem seu trabalho, disse o Comitê de Proteção dos Jornalistas (CPJ) em um estudo anual. Pelo terceiro ano consecutivo mais da metade estão na Turquia, na China e no Egito, onde as autoridades acusaram repórteres de atividades antigovernamentais.

    'Parece uma tendência agora', disse a autora do relatório, Elana Beiser, em uma entrevista. 'Parece o novo normal'.

    O número de jornalistas aprisionados devido a acusações de 'notícias falsas' foi de 9 em 2016 e 21 no ano passado para 28, de acordo com o CPJ, entidade sem fins lucrativos sediada nos Estados Unidos que defende a liberdade de imprensa.

    O relatório criticou o presidente dos EUA, Donald Trump, por caracterizar a cobertura midiática negativa frequentemente como 'notícias falsas', uma frase que também é usada por líderes contra seus críticos em países como as Filipinas e a Turquia.

    O estudo foi publicado na mesma semana em que a revista Time escolheu vários jornalistas como sua 'Personalidade do Ano'.

    Este grupo incluiu os repórteres da Reuters Wa Lone e Kyaw Soe Oo, que na quarta-feira completaram um ano de prisão, e o jornalista saudita Jamal Khashoggi, assassinado no consulado saudita de Istambul dois meses atrás.

    Wa Lone, de 32 anos, e Kyaw Soe Oo, de 28 anos, foram condenados a 7 anos de prisão em setembro por violarem a Lei de Segredos Oficiais de Mianmar. Eles investigavam o massacre de 10 meninos e homens rohingyas durante uma repressão do Exército que levou centenas de milhares de refugiados a Bangladesh.

    Advogados dos dois repórteres da Reuters entraram com uma apelação contra a condenação.

    A líder de Mianmar, Aung San Suu Kyi, disse que a prisão dos repórteres não teve relação com a liberdade de expressão, mas que eles foram condenados por manejar segredos oficiais e que 'não foram presos por serem jornalistas'.

    A Turquia continua sendo a pior violadora da liberdade de imprensa em todo o mundo, disse o CPJ, já que ao menos 68 jornalistas estão presos por acusações de afronta ao governo. Ao menos 25 jornalistas estão encarcerados no Egito.

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    Lugar mais perigoso para mulheres é a própria casa, diz ONU

    Por Sonia Elks

    LONDRES (Thomson Reuters Foundation) - O lar é o lugar mais perigoso para uma mulher, indicou estudo da Organização das Nações Unidas (ONU) que descobriu que o número de mulheres assassinadas por parceiros ou familiares está crescendo globalmente.

    Cerca de 50 mil mulheres foram assassinadas em todo o mundo no ano passado por um atual ou ex-parceiro ou por um familiar --o equivalente a 137 mortes por dia, ou seis por hora-- informou o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC, na sigla em inglês).

    'Embora a vasta maioria de vítimas de homicídio seja de homens, as mulheres continuam a pagar o preço mais alto como resultado da desigualdade de gênero, da discriminação e de estereótipos negativos', disse o diretor-executivo do UNODC, Yury Fedotov, em comunicado.

    Apesar de recentes campanhas de destaque, como a #MeToo, na qual mulheres denunciaram publicamente casos de assédio sexual, elas ainda têm muito mais probabilidade de serem assassinadas por seus parceiros ou familiares.

    O número total de assassinatos deste tipo subiu levemente entre 2012 e 2017 --e a proporção de vítimas assassinadas por parceiros ou familiares subiu de menos de meio, em 2012, para quase seis em dez mulheres no ano passado, indicou o estudo.

    Muitas foram assassinadas por parceiros abusivos, enquanto outras foram vítimas dos chamados crimes de honra ou de disputas por dotes, acrescentou.

    Assassinatos cometidos por parceiros ou familiares normalmente não são ataques únicos, mas resultado de abusos domésticos anteriores, segundo o relatório.

    'Essas descobertas chocantes demonstram as consequências devastadoras da desigualdade de gênero que perpetua a violência contra as mulheres', disse Sarah Masters, diretora do grupo de direitos humanos Womankind Worldwide, à Thomson Reuters Foundation.

    O relatório do UNODC pediu por mais ações para combater a violência de gênero, incluindo maior coordenação entre a polícia, médicos e serviços sociais, assim como esforços para garantir que serviços de apoio especializado estejam disponíveis para mulheres em situações de risco.

    Homens também devem ser envolvidos em programas para combater normas de gênero nocivas desde a educação primária, acrescentou.

    (Reportagem de Sonia Elks)

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    Meta de acabar com pobreza extrema até 2030 dificilmente será cumprida, diz Banco Mundial

    Por Sonia Elks

    LONDRES (Thomson Reuters Foundation) - O número de pessoas que vivem com menos de 1,90 dólar por dia no mundo diminuiu para cerca de 655 milhões, ou 9 por cento da população mundial, mas a meta global de acabar com a pobreza extrema até 2030 dificilmente será cumprida, alertou o Banco Mundial nesta quarta-feira.

    Sem mudanças de políticas significativas, cerca de 480 milhões de pessoas --aproximadamente 6 por cento do mundo-– continuará na pobreza extrema em 2030, a maioria em países africanos pobres que estão ficando para trás, disse a entidade em uma previsão.

    'A taxa de pobreza global hoje é a mais baixa já registrada', disse o presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim.

    'Mas se formos acabar com a pobreza até 2030, precisamos de muito mais investimento, particularmente na formação de capital humano, para ajudar a promover o crescimento inclusivo que será preciso para chegar aos pobres restantes'.

    Erradicar a pobreza extrema até 2030 é uma meta central dos 17 objetivos globais de desenvolvimento acordados pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2015.

    Mas ao menos 10 por cento dos habitantes da África subsaariana continuarão na pobreza extrema até 2030 'em todos, menos o mais otimista, dos cenários', disse o banco.

    O mundo não está oferecendo ajuda suficiente --muitos países não cumprem a meta da ONU de gastar 0,7 por cento do Produto Interno Bruto com auxílio-- ou direcionando-a aos mais necessitados, disse o centro de estudos Instituto de Desenvolvimento Estrangeiro (ODI), sediado em Londres, na semana passada.

    'Países de renda média recebem 10 vezes a quantidade de ajuda dos países de renda baixa, e está claro que essa não é uma maneira sensata de dar ajuda', disse o autor do documento, Marcus Manuel, à Thomson Reuters Foundation. 'Precisamos inverter isso'.

    Selim Jahan, diretor do Escritório de Acompanhamento do Desenvolvimento Humano da ONU --que produz um relatório anual de indicadores essenciais como saúde, educação e renda-- discordou da análise do ODI, mas concordou a respeito da necessidade de mais fundos e ações.

    'Houve um progresso considerável na redução da pobreza extrema', disse.

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