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    CEOs de bancos dos EUA enfrentam Congresso pela 1ª vez desde crise financeira

    Por Imani Moise

    (Reuters) - Presidentes-executivos de alguns dos maiores bancos dos EUA vão testemunhar perante o Congresso nesta quarta-feira, dando aos parlamentares a primeira oportunidade de questioná-los desde a crise financeira de 2007-2009.

    Jamie Dimon, do JPMorgan Chase, Brian Moynihan, do Bank of America, Mike Corbat, do Citigroup, David Solomon, do Goldman Sachs, e James Gorman, do Morgan Stanley, enfrentarão o Comitê de Serviços Financeiros da Câmara dos Deputados.

    Liderado pela representante democrata Maxine Waters e composta por progressistas de alto perfil, incluindo Alexandria Ocasio-Cortez, o painel provavelmente questionará os CEOs sobre a segurança do sistema financeiro, compensação e diversidade, bem como seu papel no financiamento de fabricantes de armas e prisões privadas.

    Também devem estar presentes Ronald O'Hanley, CEO do State Street, e Charles Scharf, CEO do Bank of New York Mellon, os dois maiores bancos de custódia do país.

    O Wells Fargo não estará representado uma vez que o ex-CEO Tim Sloan renunciou abruptamente no mês passado, duas semanas depois de ter sido interrogado pelo mesmo comitê.

    Os executivos planejam argumentar que Wall Street reformou as práticas que alimentaram a crise e enfatizar a contribuição dos bancos à economia como um todo, segundo o testemunho divulgado na segunda-feira.

    Desde a crise, os maiores bancos do país acrescentaram mais de 800 bilhões de dólares em capital para fortalecer o sistema financeiro. Mas a equipe democrata do comitê escreveu em um memorando aos membros do painel na sexta-feira que 'permanecem dúvidas sobre se os EUA estão sendo bem servidos pelos maiores e mais importantes bancos do sistema'.

    Os bancos passaram as últimas semanas se preparando para a audiência, reunindo-se com os legisladores e aperfeiçoando seus pontos de discussão, e acreditam que eles têm uma história forte para contar, disseram fontes a par do que eles pensam.

    Nos meses que antecederam a audiência, os bancos também fizeram uma série de anúncios para mostrar como estão ajudando clientes e comunidades.

    O Bank of America informou nesta terça-feira que aumentará seu salário mínimo por hora de 15 dólares para 20 dólares até 2021.

    No mês passado, o JPMorgan informou que deixaria de financiar o setor prisional privado e investiria 350 milhões de dólares em programas de treinamento profissional.

    O Goldman Sachs estabeleceu publicamente metas para a contratação de mulheres e grupos minoritários, movimento que o Citigroup também fez no ano passado.

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    Governo escala Onyx para ouvir líderes e tentar melhorar clima no Congresso

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - Depois de dias tumultuados na relação com o Congresso, o Palácio do Planalto escalou o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, para, com a líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP), iniciar uma ofensiva para conversar com líderes partidários, tentar acalmar os ânimos e salvar o governo de derrotas em plenário.

    De acordo com uma fonte palaciana, Onyx deixou a reunião ministerial, na tarde desta terça, para se juntar a Joice na liderança do Governo no Congresso e começar a ouvir as reivindicações dos líderes partidários. A própria líder do governo confirmou a série de encontros.

    'A gente está conversando. Hoje há uma rodada de reuniões com líderes dos partidos lá na liderança. Eu e o ministro Onyx, a gente vai reunir uma série de parlamentares. E só tem um jeito de desarmar bombas: é no diálogo. Não tem outra forma', disse Joice ao deixar o Planalto depois de uma audiência em que levou um grupo de empresários para conversar com o presidente Jair Bolsonaro.

    Uma das bombas a que se refere a parlamentar é a votação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que torna o Orçamento mais impositivo ainda, que pode entrar em pauta nos próximos dias. A aprovação tiraria do Executivo a possibilidade de redirecionar recursos depois de o Orçamento ser aprovado pelo Congresso.

    'A gente entende que há insatisfações pontuais, em alguns casos por ansiedade de alguns parlamentares e de alguns partidos, em se sentirem parte do governo. Nós entendemos isso e queremos que tais partidos que querem estar no governo estejam conosco, sem dúvida alguma', disse a parlamentar. 'O que está faltando é só a gente ajustar o tom do violino para que a música saia mais bonita.'

    Durante a tarde desta terça, Onyx e Joice irão conversar, segundo a líder, com oito partidos. Entre eles, MDB, PRB, PP e PSD.

    As reclamações no Congresso pela falta de articulação do governo vem se avolumando e chegaram ao ápice na última semana, em que, atacado por partidários de Bolsonaro, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), avisou que não iria mais fazer parte da articulação da reforma da Previdência. Nas redes sociais, Maia foi defendido por parlamentares de vários partidos.

    Nesta terça, líderes de siglas que tradicionalmente defendem a reformar assinaram uma nota afirmando que não irão votar as propostas de modificação do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e aposentadoria rural que constam da reforma. Apesar das estimativas otimistas do Planalto, de que a reforma já teria hoje cerca de 250 votos, líderes no Congresso apontam que hoje a proposta não chega a 100 votos.

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    Após atritos, governo tenta retomar clima de normalidade no Congresso para reforma da Previdência

    Por Ricardo Brito e Maria Carolina Marcello

    BRASÍLIA (Reuters) - Após um acirramento do ambiente político nos últimos dias, que contou com a prisão de um ex-presidente da República e culminou com a troca de farpas entre o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), um dos principais fiadores da reforma da Previdência, e o presidente Jair Bolsonaro, o governo tenta virar a página e retomar o clima de normalidade no Congresso para tocar a proposta.

    Com a crise em seu ponto máximo, com o presidente da Câmara ameaçando deixar a articulação da reforma da Previdência e um bate-boca público em redes sociais, bombeiros  --como o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e o ministro da Economia, Paulo Guedes-- apressaram-se, desde sexta-feira, a buscar acalmar os ânimos.

    A operação teve desdobramentos ainda nesta segunda, quando ocorreu um almoço entre o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e Maia, tendo como anfitrião o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), numa tentativa de distensionar o clima entre Bolsonaro e  o comandante da Câmara, segundo disseram à Reuters duas fontes.

    Uma das fontes explicou que Onyx foi escalado por Bolsonaro para tentar melhorar a relação com Maia. No encontro, disse a fonte, o ministro da Casa Civil destacou a importância do presidente da Câmara para o avanço da reforma.

    Segundo uma fonte parlamentar consultada pela Reuters, a situação, de fato, está se acalmando. Segundo ela, o mal-estar começou a partir de sinais de que presidente Jair Bolsonaro estaria transferindo a responsabilidade --e o ônus-- da aprovação da reforma da Previdência ao Congresso Nacional.

    O estresse, relata o parlamentar, fez com que partidos travassem as conversas sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que muda as regras de aposentadoria, o que chegou a atrasar a indicação de um relator para a matéria na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.

    “Agora destravou”, garantiu a fonte. “As questões se dissolveram e os partidos vão destravar. Hoje já deu um tom de calmaria”, disse, acrescentando que o relator da proposta na CCJ deve ser designado ainda nesta semana, informação confirmada por uma segunda fonte.

    Nesta segunda, por meio de mensagem, o presidente da Câmara disse à Reuters que está “tudo tranquilo”.

    Em briefing no Palácio do Planalto, o porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros, afirmou que Bolsonaro vai buscar a paz com base na interlocução. E ainda brincou, dizendo que, embora o presidente não tenha sido um boina azul (numa referência às tropas de paz da ONU), ele é 'tudo pela paz'.

    Mas o líder do PSL, Delegado Waldir (PSL-GO), preferiu ser mais cauteloso. Para ele, não há pressa para a designação de um relator na CCJ, e isso só ocorrerá quando Maia e Bolsonaro “fumarem o cachimbo da paz”. Segundo Waldir, isso ainda não ocorreu.

    INSATISFAÇÃO

    A irritação de Maia com a atuação do governo em relação à reforma da Previdência atingiu níveis mais altos quando o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, defendeu que seu pacote anticrime poderia tramitar em paralelo à proposta que muda as regras das aposentadorias. Maia havia criado um grupo de trabalho para analisar o pacote em relação a projetos que já estavam na Casa, suspendendo sua tramitação por 90 dias, prorrogáveis por mais 90 dias.

    No briefing desta segunda, Rêgo Barros disse que Bolsonaro gostaria que a reforma da Previdência e o pacote anticrime pudessem caminhar em paralelo, mas entendia as necessidades de priorizar-se uma matéria em relação à outra.

    Contribuíram para a irritação de Maia, na semana passada, os ataques que sofreu nas redes sociais, inclusive de integrantes do PSL, partido de Bolsonaro, e do filho do presidente, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ).

    Nos últimos dias, o presidente da Câmara insistiu em declarações públicas que caberia a Bolsonaro conseguir os votos para passar o texto. O presidente, entretanto, devolvia bola, dizendo que a responsabilidade pela Previdência é do Congresso.

    Na manhã desta segunda, o presidente comandou uma reunião no Palácio do Planalto com a presença de Onyx, o ministro da Economia, Paulo Guedes, e outros ministros para discutir, entre outros assuntos, o avanço da Previdência, disse a fonte.

    A ordem dada por Bolsonaro no encontro foi 'pacificar' a relação com o Congresso e o ministro da Casa Civil já deve se reunir a partir de terça-feira com líderes partidários para intensificar as articulações em prol da reforma, disse a fonte.

    A avaliação é que os atritos entre Maia e Bolsonaro foram superdimensionados, segundo a fonte, e que isso deverá arrefecer após a escolha do relator da proposta na CCJ.

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    Congresso dos EUA propõe legislação para segurança de fronteira sem muro de Trump

    Por Richard Cowan

    WASHINGTON (Reuters) - O Congresso dos Estados Unidos tentou encerrar uma disputa sobre a segurança de fronteira nesta quinta-feira com uma legislação que ignora o pedido de 5,7 bilhões de dólares feito pelo presidente Donald Trump para ajudar a erguer um muro na fronteira com o México, mas evita uma nova paralisação parcial do governo.

    Na noite de quarta-feira, negociadores deram os últimos retoques na legislação para financiar o Departamento de Segurança Interna (DHS) até 30 de setembro, o encerramento do ano fiscal, e de várias agências federais.

    Correndo para cumprir o prazo da meia-noite de sexta-feira, quando acabam os fundos operacionais das agências que empregam cerca de 800 mil funcionários do DHS e dos departamentos de Agricultura, Comércio e Justiça, entre outros, o Senado e a Câmara dos Deputados pretendem aprovar a legislação até o final desta quinta-feira.

    Isso daria tempo para Trump analisar a medida e sancioná-la antes do vencimento do financiamento temporário de cerca de um quarto do governo.

    Não fazê-lo forçaria a interrupção de muitos programas governamentais, da manutenção de parques nacionais a programas de treinamento de controladores de tráfego aéreo e à coleta e publicação de dados importantes para os mercados financeiros, pela segunda vez neste ano.

    'Este acordo nega financiamento para o muro de fronteira do presidente Trump e inclui várias medidas cruciais para tornar nosso sistema imigratório mais benevolente', disse a presidente democrata do Comitê de Verbas da Câmara, Nita Lowey, em um comunicado.

    Segundo assessores parlamentares, a versão final do projeto de lei daria ao governo 1,3 bilhão em dinheiro novo para ajudar a construir 88,5 quilômetros de novas barreiras físicas na fronteira sul, muito menos do que Trump vinha exigindo.

    É o mesmo nível de financiamento que o Congresso destinou para medidas de segurança de fronteira em 2018, incluindo barreiras, mas não muros de concreto.

    Desde sua campanha de 2016, Trump vem exigindo bilhões de dólares para erguer um muro na fronteira sul, dizendo que condições de 'crise' pedem uma reação rápida para interromper o fluxo de drogas ilegais e de imigrantes sem documentos, a maioria da América Central.

    Inicialmente ele disse que o México pagaria pelo muro de concreto de 3.200 quilômetros de extensão – ideia que o país vizinho descartou.

    Trump ainda não disse se sancionará a proposta caso a Câmara, de maioria democrata, e o Senado, majoritariamente republicano, a aprovem, embora muitos de seus correligionários do Congresso o estejam fazendo um apelo para que ele sancione a medida.

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    Na volta do Congresso, Poderes mostram sintonia na prioridade para reforma da Previdência

    Por Maria Carolina Marcello, Lisandra Paraguassu e Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - A reforma da Previdência dominou a sessão solene de retomada das atividades do Congresso Nacional, nesta segunda-feira, ainda que outros assuntos como o diálogo e o respeito institucional tenham perpassado as falas das autoridades.

    Logo no início, em sua primeira mensagem presidencial ao Parlamento, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que a reforma da Previdência será responsável por um grande impulso para melhoria do ambiente econômico do país, com o aumento da confiança, dos negócios e dos empregos. O governo, no entanto, ainda não tem a proposta de reforma fechada.

    'O grande impulso deste novo ambiente virá com o projeto da Nova Previdência. Estamos concebendo uma proposta moderna e, ao mesmo tempo, fraterna, que conjuga o equilíbrio atuarial com o amparo a quem mais precisa, separando 'previdência' de 'assistência', ao tempo em que combate fraudes e privilégios', disse o presidente na mensagem.

    Entregue aos parlamentares pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni na abertura do ano legislativo de 2019, a mensagem sustenta ainda que a nova Previdência será baseada na Poupança Individual de Aposentadoria --a chamada capitalização, em que o empregado poupa para pagar sua própria aposentadoria no futuro. Bolsonaro segue internado em hospital de São Paulo após cirurgia na semana passada para retirada da bolsa de colostomia.

    Na mesma linha da mensagem encaminhada pelo chefe do Executivo, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou que a reforma é o 'objetivo da grande união nacional' e defendeu um pacto nacional para aprová-la, assim como tem pregado o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli.

    'Deverá ser feito um grande pacto nacional em torno da Previdência brasileira', disse Onyx a jornalistas após a sessão solene de abertura do Legislativo.

    'O governo trabalha na construção de um projeto que conceitualmente conserta a atual Previdência e por outro lado cria um novo mecanismo para o Brasil no que diz respeito à Previdência Social, como estava na mensagem presidencial', afirmou o ministro.

    Ao discursar na solenidade Toffoli defendeu, assim como quando assumiu a presidência do STF, um pacto entre os três Poderes para a realização das reformas previdenciária, tributária e fiscal e destacou que o diálogo é 'fundamental' para o avanço da agenda de reformas.

    'Por isso, venho propondo a celebração de um novo grande pacto entre os três Poderes da República, que envolva reformas fundamentais, como a previdenciária e a fiscal/tributária, e compreenda, necessariamente, uma repactuação federativa, evitando que Estados e municípios cheguem a um quadro insustentável de inadimplência', disse o presidente do STF.

    E em consonância dos representantes dos outros poderes, tanto o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que também preside o Congresso Nacional, quanto o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defenderam a aprovação das reformas em seus discursos, com destaque para a da Previdência.

    'É importante que o presidente da República, do STF e do Congresso estejam sintonizados na mesma frequência', disse o presidente do Senado, que também propôs um pacto nacional, entre a sociedade e os três Poderes, que citou a 'importância vital para o equilíbrio e a sustentabilidade das finanças públicas'.

    'Para que essas reformas sejam bem-sucedidas, deverá ser promovida a mais ampla discussão possível', defendeu o senador.

    Maia, por sua vez, admitiu a possibilidade de discutir 'questões pontuais' da reforma da Previdência, um dos temas prioritários do governo.

    'A realidade aponta para a necessidade inexorável da reforma; podem-se discutir, entretanto, questões pontuais envolvidas na sua implantação', discursou o presidente da Câmara.

    O deputado defendeu ainda que é preciso ter 'sensibilidade' para evitar que o 'sacrifício' da reforma imposto à população não seja 'demasiado'.

    'Devemos aprovar uma reforma adequada às exigências de dinamização da nossa economia. Ao mesmo tempo, precisamos ter sensibilidade para evitar que o sacrifício imposto ao conjunto da população venha a ser demasiado, e injustamente distribuído', argumentou Maia.

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    Reforma da Previdência deve ser apresentada após eleição das mesas do Congresso, diz Mourão

    BRASÍLIA (Reuters) - A proposta do governo de Jair Bolsonaro para a reforma da Previdência só deve ser apresentada após a eleição das presidências da Câmara dos Deputados e do Senado, afirmou nesta segunda-feira o vice-presidente Hamilton Mourão, que exerce interinamente a presidência da República.

    “Acho que apresentada só depois da eleição para a presidência da Câmara e do Senado”, disse o vice-presidente, questionado sobre a reforma por jornalistas. Mourão ocupa a Presidência interinamente pois Bolsonaro está em Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial.

    Câmara e Senado reúnem-se do dia 1º de fevereiro para escolher os presidentes e a composição das mesas diretoras das duas Casas.

    Mais cedo, o presidente em exercício defendeu a tributação das pensões de viúvas de militares na reforma da Previdência, bem como um aumento do tempo de contribuição dos militares para 35 anos dentre as mudanças a serem propostas pelo governo.

    Sobre o caso das movimentações financeiras atípicas do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente da República, e do ex-assessor dele Fabrício Queiroz, Mourão reforçou a tese de que o assunto não diz respeito ao governo e negou que o tema tenha influência nas negociações sobre a reforma da Previdência.

    “Vou responder pela enésima vez... esse problema é um problema do senador Flávio Bolsonaro e do assessor dele”, disse o presidente em exercício, aproveitando para negar que o assunto preocupe o governo.

    “Não, o governo, não. Pode preocupar o presidente, como pai, em relação ao filho, né. Todos nós nos preocupamos com os nossos filhos. Acho que talvez isso aí. Apesar dele não ter me dito nada a respeito.”

    Segundo o vice-presidente, o discurso de Bolsonaro em Davos deve focar nas reformas da área econômica que o governo pretende promover, principalmente a reforma da Previdência.

    “E também mostrar que ele não é o Átila, o huno, que ele é mais um brasileiro que nem nós”, disse Mourão, em referência ao conquistador que avançou pela Europa no Século 5.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Congresso da Venezuela declara que Maduro é 'usurpador' da democracia

    Por Mayela Armas e Corina Pons

    CARACAS (Reuters) - O Congresso controlado pela oposição na Venezuela declarou formalmente, nesta terça-feira, que o presidente Nicolás Maduro é um “usurpador” cujas ações devem ser consideradas nulas, após ele ter tomado posse para um contestado segundo mandato na semana passada.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cogita reconhecer o presidente do Congresso, Juan Guaido, como legítimo presidente da Venezuela, segundo três fontes anônimas citadas pelo canal CNN.

    Maduro tomou posse em 10 de janeiro sob fortes críticas de que sua liderança é ilegítima, devido a uma eleição amplamente considerada como fraudulenta em 2018. Diversos países do mundo não reconheceram seu governo.

    Os Estados Unidos e países da América Latina afirmam que Maduro se tornou um ditador, e que suas fracassadas políticas estatais mergulharam a Venezuela em sua pior crise econômica da história, e sem recuperação à vista. Maduro diz que uma “guerra econômica” liderada pelos EUA tenta tirá-lo do poder à força.

    “Hoje o Congresso declarou que neste momento não há presidente da República”, disse Jorge Millan, parlamentar oposicionista, em seu discurso. “Vamos começar o processo de recuperação da ordem constitucional”, acrescentou.

    O Congresso também aprovou uma medida que pede a dezenas de países que congelem as contas bancárias controladas pelo governo de Maduro.

    A medida pede que os EUA, a União Europeia e diversos país latino-americanos instruam suas agências reguladoras a “proibir qualquer movimentação de ativos líquidos pelo Estado da Venezuela em contas bancárias locais”.

    Os EUA e a UE já impuseram sanções para limitar a venda de títulos pelo governo venezuelano e congelar ativos pertencentes a Maduro e a diversos membros de seu gabinete.

    O Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela, pró-governo e em conflito com os parlamentares desde 2016, quando a oposição assumiu o controle do Legislativo, invalidou preventivamente qualquer norma aprovada pelo Congresso.

    Ao ser questionado se novas sanções estão no gatilho, um porta-voz da Casa Branca disse que os EUA consideram “todas as ferramentas diplomáticas, políticas e econômicas em seu arsenal para responder à usurpação do poder pelo ilegítimo governo de Maduro”.

    Indagado sobre a reportagem da CNN, o porta-voz disse: “Os Estados Unidos têm expressado seu apoio a Juan Guaido, que como presidente da Assembleia Nacional democraticamente eleita declarou sua autoridade constitucional para... solicitar eleições justas e livres.”

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    Reunião de Trump com parlamentares termina sem sinais de avanço para encerrar paralisação

    Por Jeff Mason e Amanda Becker

    WASHINGTON (Reuters) - Líderes democratas e republicanos do Congresso dos Estados Unidos saíram de uma reunião com o presidente Donald Trump na quarta-feira sem dar sinais de um avanço para encerrar paralisação parcial do governo, que está no 12º dia, enquanto Trump mantinha firme sua demanda por 5 bilhões de dólares em financiamento para um muro na fronteira.

    O líder republicano da Câmara, Kevin McCarthy, disse a repórteres que Trump pediu aos líderes do Congresso que voltem à Casa Branca na sexta-feira para mais conversações com o objetivo de encerrar a paralisação.

    Os democratas disseram que vão prosseguir com os planos de manter votação na quinta-feira, quando assumirão formalmente o controle da Câmara dos Deputados, sobre legislação que acabaria com a paralisação sem fornecer o dinheiro para o muro, como quer Trump. A Casa Branca chamou o pacote de duas partes de inaceitável.

    'Pedimos ao presidente que abra o governo', disse a repórteres na Casa Branca a democrata Nancy Pelosi, que deve assumir a presidência da Câmara, depois que importantes parlamentares se reuniram com Trump e suas autoridades de segurança interna a portas fechadas.

    A demanda de Trump por 5 bilhões de dólares em fundos para um muro ao longo da fronteira dos EUA com o México provocou a paralisação que afetou cerca de um quarto do governo federal e 800.000 trabalhadores federais. Antes de se reunir com parlamentares, Trump disse que a paralisação duraria 'o tempo que fosse necessário'.

    'Pode ser um longo tempo', disse Trump a repórteres durante uma reunião do gabinete, 'ou pode ser rápido'.

    'Sabemos que temos um desafio ao longo da fronteira', afirmou McCarthy. 'Queremos resolver essa questão. Queremos ter certeza de abrir o governo. E acho que, no final das contas, o presidente quer resolver isso também.'

    Quando os democratas, liderados provavelmente por Pelosi, assumirem Câmara dos Deputados na quinta-feira, eles planejam aprovar um pacote de gastos em duas partes para acabar com a paralisação. Mas suas perspectivas de aprovação no Senado são sombrias, já que os republicados detêm a maioria.

    As medidas dos democratas não incluem os 5 bilhões de dólares para o muro --uma das promessas-chave da campanha de Trump-- e preparam o terreno para a primeira grande batalha do novo Congresso entre a Câmara democrata liderada por Pelosi e um Senado republicano liderado por Mitch McConnell.

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    Congressso dos EUA deve se reunir sem previsão de fim de paralisação federal

    Por David Morgan

    WASHINGTON (Reuters) - O Congresso norte-americano deve se reunir nesta quarta-feira sem nenhum sinal de um plano viável para acabar com uma paralisação parcial de 12 dias de cerca de um quarto do governo dos Estados Unidos, enquanto o presidente Donald Trump permanece firme com sua demanda de 5 bilhões de dólares para fundos de fronteira.

    Tanto o Senado como a Câmara dos Representantes, retornando de uma breve pausa para o feriado de Ano Novo, se reunirão brevemente no último dia de um Congresso controlado por Republicanos em 2017 e 2018, que foi marcado por uma profunda divisão partidária.

    Separadamente, Trump convidou os principais líderes democratas e republicanos do Congresso para a Casa Branca nesta quarta-feira, para o que fontes do Congresso descreveram como um 'briefing' de segurança nas fronteiras.

    Na quinta-feira, quando os democratas assumirem a Câmara no Congresso para 2019 e 2020, eles planejam aprovar um pacote de gastos em duas partes para acabar com a paralisação. Mas suas perspectivas desagradam o Senado republicano, que já aprovou medidas semelhantes no plenário ou no comitê, mas que desde então se ajustou às exigências de Trump para financiar um muro na fronteira entre os EUA e o México.

    A legislação prepara o terreno para a primeira grande batalha do novo Congresso entre os democratas da Câmara liderados por Nancy Pelosi e pelo líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell.

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    Câmara dos EUA aprova fundos para muro de Trump e aumenta ameaça de paralisação do governo

    Por Richard Cowan e Ginger Gibson

    WASHINGTON (Reuters) - Republicanos da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos acrescentaram na quinta-feira 5 bilhões de dólares ao projeto de lei de gastos governamentais para ajudar o presidente Donald Trump a cumprir a promessa de construir um muro na fronteira com o México, uma medida que tornou mais provável uma paralisação parcial do governo federal neste fim de semana.

    É altamente improvável que o Senado aprove a legislação que passou pela Câmara, que financia agências responsáveis por atividades federais de aplicação da lei, verificações de segurança em aeroportos, exploração espacial e programas agrícolas, até o prazo de meia-noite desta sexta-feira.

    Trump disse que não sancionará um projeto de lei separado aprovado pelo Senado para manter o governo funcionando até 8 de fevereiro porque o texto carece de fundos para o muro, uma de suas principais promessas de campanha em 2016, por isso os republicanos da Câmara se apressaram para acrescentar os recursos e acalmar o presidente.

    Trump exigiu 5 bilhões de dólares para um muro na fronteira com o México que argumenta ser necessário para conter imigrantes ilegais e drogas, uma primeira parcela de um projeto gigantesco que os democratas rejeitaram por considerar ineficaz e um desperdício.

    'O projeto de lei que está no plenário da Câmara todos sabem que não passará no Senado', disse o líder democrata no Senado, Chuck Schumer, a repórteres antes da votação.

    Trump, que acusou democratas de politizarem o muro da fronteira, disse que o vê como um trunfo em sua campanha de reeleição de 2020. Na semana passada, em um encontro na Casa Branca com líderes democratas do Congresso, ele disse que teria 'orgulho de paralisar o governo pela segurança na fronteira'.

    'Deixei minha posição muito clara. Qualquer medida que financie o governo tem que incluir a segurança na fronteira', disse Trump no evento na Casa Branca.

    Na noite de quarta-feira o Senado aprovou um projeto de lei que amplia os fundos existentes para agências por sete semanas, empurrando a questão orçamentária para o próximo Congresso.

    Mas especialistas conservadores de direita e parlamentares exortaram Trump a insistir no custeio do muro agora porque será impossível obtê-lo depois que os democratas assumirem o controle da Câmara em 3 de janeiro.

    A incerteza sobre o financiamento abalou os mercados na quinta-feira, mas posteriormente foi ofuscada por outra bomba do governo Trump: a renúncia do secretário de Defesa, Jim Mattis.

    (Reportagem de Richard Cowan, Steve Holland e Ginger Gibson; Reportagem adicional de Lisa Lambert, Susan Heavey, Makini Brice, Mohammad Zargham e Chuck Mikolajczak)

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