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    Rejeitado pelos EUA, líder da Coreia do Norte conversa com Putin

    Por Maria Vasilyeva e Vladimir Soldatkin

    VLADIVOSTOK, Rússia, April 25 (Reuters) – O presidente da Rússia, Vladimir Putin, recebeu o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, nesta quinta-feira, para uma cúpula concebida para mostrar que os Estados Unidos não são a única potência com influência suficiente para negociar com o Estado comunista recluso a respeito de seu programa nuclear.

    Os dois líderes tiveram um dia de reuniões em uma ilha no litoral de Vladivostok, cidade russa do Pacífico, dois meses depois de uma cúpula de Kim com o presidente dos EUA, Donald Trump, terminar em desentendimento, o que diminuiu as esperanças de um avanço no impasse nuclear de décadas.

    A primeira sessão, que consistiu de conversas pessoais com a presença de poucos assessores, durou o dobro dos 50 minutos programados.

    'Conversamos, é claro, sobre a situação na península coreana, trocamos opiniões sobre como e o que podemos fazer para haver boas perspectivas para uma melhoria na situação', disse Putin durante um intervalo nas conversas.

    Kim, que chegou a Vladivostok um dia antes em seu trem blindado, disse que a situação na península coreana 'é uma questão na qual o mundo está muito interessado'.

    Sentado diante de Putin e do restante da delegação russa, ele disse que foi à Rússia para se encontrar com Putin pessoalmente e para trocar opiniões sobre o impasse nuclear.

    Ele disse querer 'debater questões de estabilidade estratégica e administração conjunta da situação no futuro, e desenvolver nossas relações tradicionais para atender as exigências de um novo século'.

    Uma segunda sessão de conversas com delegações maiores terminou sem comunicados de nenhum lado.

    Depois os dois líderes compareceram a um jantar de gala, no qual brindaram um ao outro e assistiram números de música e de dança tradicionais apresentados por artistas russos.

    Como as conversas entre a Coreia do Norte e os EUA travaram, a cúpula de Vladivostok dá a Pyongyang a oportunidade de buscar apoio de um novo parceiro, a Rússia, e um possível alívio das sanções que prejudicam sua economia.

    Para o Kremlin, a reunião é uma chance de mostrar que o país é um protagonista diplomático global, apesar dos esforços de Washington e de outros países ocidentais para isolá-lo.

    (Reportagem adicional de Hyonhee Shin e Joyce Lee, em Seul, e Maria Kiselyova e Maxim Rodionov, em Moscou)

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    Seul pede cúpula com Coreia do Norte apesar de impasse nuclear

    Por Hyonhee Shin

    SEUL (Reuters) - O presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, disse nesta segunda-feira que 'se empenhará' pela realização de outra cúpula com Kim Jong Un, apesar das críticas recentes do líder da Coreia do Norte ao papel autoproclamado de Seul de mediadora das conversas nucleares.

    Moon está determinado a recuperar o ímpeto nas conversas com Kim desde que a segunda cúpula do líder norte-coreano com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Vietnã em fevereiro fracassou devido a exigências conflitantes – de Pyongyang por um alívio das sanções, e de Washington por medidas norte-coreanas abrangentes para abandonar seu programa nuclear.

    Na sexta-feira, Kim disse em um discurso que está disposto a realizar outra cúpula com Trump se os EUA mudarem seu cálculo e oferecerem uma 'atitude e metodologia apropriadas', estabelecendo um prazo até o final do ano.

    Enquanto a Coreia do Norte e os EUA vêm debatendo a desnuclearização norte-coreana, Seul, aliada de Washington, vem tomando medidas para melhorar seus laços com sua antiga rival.

    Moon e Kim tiveram três reuniões ao longo do último ano, e o governo Moon vem pleiteando uma quarta, possivelmente para marcar o aniversário da primeira em 27 de abril.

    Moon, que visitou Washington para se encontrar com Trump na semana passada, disse que o último discurso de Kim 'preparou o cenário' de uma quarta cúpula intercoreana, que pode ser 'um passo para uma oportunidade ainda maior e um desfecho mais significativo'.

    'Agora é a hora de começar os preparativos com empenho', disse Moon em uma reunião com secretários de alto escalão, observando que, assim que os norte-coreanos estiverem prontos, está disposto a se reunir com Kim 'independentemente do local e da forma'.

    Em seus primeiros comentários públicos desde o pronunciamento de Kim, Moon contou que 'aceitou de bom grado' o discurso, dizendo que ele mostrou o compromisso 'inabalável' do colega com a desnuclearização e a reabertura das negociações.

    Mas Moon não respondeu especificamente às críticas de Kim de que a Coreia do Sul é muito subserviente à 'arrogância anacrônica e à política hostil dos Estados Unidos' e que os militares sul-coreanos persistem em uma 'hostilidade velada' ao realizar exercícios com forças dos EUA.

    Kim disse que o vizinho não deveria 'posar de 'mediador' e 'facilitador' intrometido' entre a Coreia do Norte e os EUA.

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    Malogro de cúpula põe em dúvida futuro de diplomacia nuclear entre EUA e Coreia do Norte

    Por Jeff Mason e Hyonhee Shin

    HANÓI (Reuters) - A segunda cúpula entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, fracassou nesta quinta-feira em torno do tema sanções, e os dois lados forneceram relatos conflitantes sobre exatamente o que aconteceu, levantando dúvidas sobre o futuro de suas negociações de desnuclearização.

    Trump disse que houve um bom progresso nos dois dias de negociações em Hanói, capital do Vietnã, na construção de relações e na questão-chave da desnuclearização, mas afirmou que é importante não se precipitar e acabar em um acordo ruim.

    'Foi tudo por causa das sanções', disse Trump em entrevista coletiva após as negociações serem encerradas antes do previsto.

    'Basicamente, eles queriam que as sanções fossem retiradas por completo, e não podemos fazer isso.'

    Entretanto, o ministro de Relações Exteriores da Coreia do Norte, Ri Yong Ho, disse em coletiva de imprensa realizada horas depois de Trump deixar Hanói que Pyongyang havia buscado apenas a suspensão parcial de sanções “relacionadas à subsistência da população e não relacionadas a sanções militares”.

    O chanceler disse que a Coreia do Norte fez uma proposta realista envolvendo o desmantelamento de todas as suas principais instalações nucleares em Yongbyon, incluindo unidades de plutônio e urânio, por engenheiros dos dois países.

    “Esse é o maior passo de desnuclearização que podemos tomar, com base no atual nível de confiança entre os dois países”, disse Ri, em uma rara entrevista de autoridades norte-coreanas.

    “É difícil dizer se haverá algo melhor do que o que oferecemos. Nós podemos não ter uma oportunidade como esta novamente. Nós precisamos de um primeiro passo como este no caminho para completar a desnuclearização. Nosso posicionamento fundamental nunca irá mudar e mesmo se os EUA buscarem conversas adicionais, nosso posicionamento não mudará”, disse Ri.

    A vice-chanceler norte-coreana, Choe Son Hui, disse durante a mesma coletiva de imprensa que tem a impressão que Kim “pode perder sua disposição de buscar um acordo”, depois que o lado norte-americano rejeitou uma suspensão parcial das sanções em troca da destruição de Yongbyon, “algo que nunca tínhamos oferecido antes”.

    Mais tarde, a agência de notícias estatal norte-coreana KCNA relatou que Kim e Trump decidiram dar continuidade a produtivas conversações para resolver os problemas discutidos durante sua cúpula em Hanói.

    Questionada sobre os comentários da Coreia do Norte, a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, disse que Trump está ciente dos comentários e que a Casa Branca não tem nada a acrescentar ao que o presidente disse durante a coletiva de imprensa em Hanói.

    O presidente dos EUA conversou com os líderes da Coreia do Sul e do Japão em seu trajeto de volta de Hanói e lhes disse que os Estados Unidos continuarão a trabalhar com eles e a dialogar com a Coreia do Norte, segundo a porta-voz.

    Trump e Kim encerraram suas conversas antes do previsto, pulando um planejado almoço de negociações no hotel colonial Metropole após uma manhã de reuniões.

    'Às vezes você tem que ir embora, e esta foi uma dessas vezes', disse Trump acrescentando: 'foi um abandono amigável.'

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    Trump e Kim preveem sucesso em encontro sobre programa nuclear norte-coreano

    Por Jeff Mason e Soyoung Kim

    HANÓI (Reuters) - O líder norte-coreano, Kim Jong Un, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se encontraram em Hanói nesta quarta-feira para uma segunda cúpula que, os EUA esperam, vai persuadir a Coreia do Norte a abrir mão de suas armas nucleares em troca de promessas de paz e desenvolvimento.

    Trump publicou no Twitter após jantar com Kim no hotel Metropole de Hanói que os dois tiveram 'ótimas reuniões' e um 'diálogo muito bom', enquanto a Casa Branca disse que os líderes planejam assinar um 'acordo conjunto' após conversas adicionais na quinta-feira.

    Kim e Trump trocaram um aperto de mãos e sorriram brevemente diante de uma fileira de bandeiras dos dois países no hotel.

    Trump disse aos repórteres que acredita que as conversas serão muito bem-sucedidas e, ao ser indagado se está 'recuando' na desnuclearização, respondeu 'não'.

    Em sua histórica primeira cúpula em Cingapura, ocorrida em junho, Trump e Kim prometeram trabalhar para a desnuclearização completa e pela paz permanente da península coreana, mas pouco progresso foi alcançado desde então.

    Kim disse que os dois superaram obstáculos para realizar a segunda cúpula e elogiou Trump por sua 'decisão corajosa' de iniciar o diálogo.

    'Agora que estamos nos encontrando aqui novamente desta forma, tenho confiança de que haverá um desfecho excelente que todos saudarão, e farei meu melhor para que isso aconteça', afirmou.

    Trump e Kim tiveram uma conversa sozinhos de 20 minutos, antes de sentarem para jantar com o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, com o chefe de gabinete em exercício de Trump, Mick Mulvaney, com o principal embaixador de Kim, Kim Yong Chol, e com o ministro de Relações Exteriores da Coreia do Norte, Ri Yong Ho.

    Na quinta-feira, os dois líderes participarão de uma série de reuniões no Metropole, começando com uma segunda sessão individual de 45 minutos, disse a Casa Branca.

    Os dois ainda realizarão uma 'cerimônia de assinatura de um acordo conjunto' ao final das reuniões, seguida por uma coletiva de imprensa de Trump às 15h50 (horário local), acrescentou.

    A Casa Branca não deu nenhuma indicação do que pode ser abordado na cerimônia de assinatura, embora os dois lados tenham discutido a possibilidade de emitir um comunicado político declarando o fim da Guerra da Coreia, de 1950-1953. As Coreias do Norte e do Sul estão tecnicamente em guerra desde o conflito, no qual os EUA apoiaram Seul e que terminou em uma trégua, não um tratado de paz.

    Questionado se declarará o fim formal da Guerra da Coreia, o que Pyongyang pede há tempos, mas que alguns analistas têm dito que seria prematuro, Trump disse: 'Veremos.'

    'Nós teremos um dia muito ocupado amanhã', disse um sorridente e aparentemente relaxado Trump, antes do jantar, sentado ao lado de Kim em uma mesa redonda com as outras quatro autoridades e dois intérpretes.

    'Nosso relacionamento é um relacionamento muito especial.'

    Especialistas disseram que a dupla está ansiosa para demonstrar que seu relacionamento melhorou desde a primeira cúpula, com suas linguagens corporais estreitamente refletindo um ao outro.

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    Pompeo diz que nova cúpula Trump-Kim deve acontecer na Ásia em fevereiro

    WASHINGTON (Reuters) - O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, disse na quarta-feira que está enviando uma equipe para se encarregar dos preparativos para a próxima cúpula entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, que acontecerá em algum lugar da Ásia no final de fevereiro.

    Em entrevista à Fox News, Pompeo disse que os norte-coreanos concordaram em realizar a segunda reunião dos dois líderes nesta ocasião. 'Nós a faremos em algum lugar da Ásia', disse.

    'Estou enviando uma equipe para lá. Eles estão seguindo para lá agora para assentar as fundações do que espero que será um passo adicional substancial rumo ao caminho não somente da desnuclearização da península, mas de um futuro mais brilhante para o povo norte-coreano', afirmou Pompeo.

    O secretário não identificou o local da cúpula. Na semana passada o Vietnã disse que não foi informado de nenhuma ocasião ou local para uma possível cúpula Trump-Kim, mas que confia em sua capacidade de sediar tal encontro.

    Há duas semanas, autoridades e diplomatas disseram que o Vietnã está disposto a sediar a cúpula, e duas fontes disseram à Reuters que Hanói se prepara para uma visita de Estado de Kim.

    Cingapura, onde Trump e Kim se encontraram em junho, e Bancoc também foram mencionadas como possibilidades para a cúpula planejada.

    A cúpula de junho --a primeira entre um presidente dos EUA no exercício da função e um líder norte-coreano-- rendeu um compromisso vago de Kim de desnuclearizar a península coreana, mas ele ainda não adotou o que Washington vê como medidas concretas nesta direção.

    (Por Mohammad Zargham)

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    Líderes mundiais se reúnem em Buenos Aires para cúpula do G20 ofuscada por disputas

    Por Matt Spetalnick e Eliana Raszewski

    BUENOS AIRES (Reuters) - Uma cúpula dos países com as maiores economias do mundo terá início nesta sexta-feira com líderes que terão que lidar com as repercussões de uma guerra comercial entre os Estados Unidos e a China e se preparar para o tipo de drama geopolítico polarizador que o presidente norte-americano, Donald Trump, muitas vezes leva à arena internacional.

    A reunião anual de dois dias será um grande teste para o G20, grupo que reúne as nações mais industrializadas e cujos líderes se reuniram pela primeira vez em 2008 para ajudar a resgatar a economia mundial de sua pior crise financeira em sete décadas, mas que agora enfrenta dúvidas sobre sua relevância para lidar com as mais recentes crises.

    Paira sobre a cúpula em Buenos Aires uma disputa comercial agressiva entre EUA e China, as duas maiores economias do mundo, que impuseram tarifas de centenas de bilhões de dólares às respectivas importações.

    Todos os olhos estarão em uma reunião prevista entre Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, no sábado, para ver se conseguem encontrar uma maneira de acalmar os ânimos e avançar para a resolução de diferenças que ameaçam a economia global.

    Na véspera da cúpula, países-membros do G20 ainda corriam para chegar a um acordo sobre grandes questões, como o comércio, a imigração e a mudança climática, que em anos anteriores foram equacionadas com muita antecedência. Estas divisões ressaltaram as fraturas no grupo.

    O ceticismo de Trump quanto ao aquecimento global ser causado pela atividade humana até colocou em questão se os países conseguirão obter consenso suficiente sobre o tema para incluí-lo no comunicado final da cúpula.

    O encontro também será marcado pela escalada do conflito entre a Rússia e Ucrânia, um tópico que estará nas mentes de muitos líderes quando encontrarem o presidente russo, Vladimir Putin.

    Também há dúvidas sobre como lidar com a presença constrangedora do príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman. O governante de fato da Arábia Saudita chegou em meio a uma polêmica a respeito do assassinato do jornalista Jamal Khashoggi no consulado saudita em Istambul em outubro.

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    Apec não chega a consenso com maior divisão entre EUA e China

    Por Philip Wen e Jonathan Barrett e Tom Westbrook

    PORT MORESBY (Reuters) - Líderes da região Ásia-Pacífico não conseguiram chegar a um acordo em um encontro em Papua Nova Guiné neste domingo pela primeira vez em sua história, uma vez que expressivas divergências entre os Estados Unidos e a China sobre comércio e investimentos minaram o ambiente de cooperação.

    A competição entre norte-americanos e chineses pelo Pacífico também foi colocada em foco, com Washington e seus aliados ocidentais adotando uma resposta coordenada ao programa chinês 'Belt and Road'.

    'Você conhece os dois grandes gigantes da sala', disse o primeiro-ministro Peter O'Neill, de Papua Nova Guiné, em entrevista coletiva, quando perguntado sobre qual dos 21 membros do grupo de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec) poderia não chegar a um acordo.

    O'Neill, que presidiu a reunião, disse que o ponto crítico era se a menção da Organização Mundial do Comércio (OMC) e sua possível reforma deveriam estar na Declaração dos Líderes.

    'A Apec não tem carta sobre a Organização Mundial do Comércio, isso é um fato. Essas questões podem ser levantadas na Organização Mundial do Comércio.'

    A estrutura multilateral de comércio em que a Apec foi criada em 1989 para proteger está desmoronando à medida que o posicionamento chinês no Pacífico e as tarifas dos EUA pressionam as relações na região e dividem as lealdades.

    Uma declaração de líderes foi emitida após cada reunião anual de líderes da Apec desde a primeira em 1993, mostra o site do grupo.

    O'Neill disse que, como anfitrião da Apec, ele divulgaria uma declaração do presidente, embora não esteja claro quando.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, não compareceu à reunião e nem seu colega russo, Vladimir Putin. O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, esteve presente no lugar de Trump.

    O presidente chinês, Xi Jinping, chegou na quinta-feira e foi homenageado por autoridades da Papua Nova Guiné. Ele alimentou a preocupação ocidental na sexta-feira, quando conheceu os líderes das ilhas do Pacífico para apresentar sua iniciativa 'Belt and Road' - proposta pela primeira vez em 2013 para expandir as ligações terrestres e marítimas entre a Ásia, a África e a Europa, com bilhões de dólares em investimento em infraestrutura da China.

    Os Estados Unidos e seus aliados Japão, Austrália e Nova Zelândia reagiram no domingo com um plano de 1,7 bilhão de dólares para entregar eletricidade confiável e internet para a Papua Nova Guiné.

    Wang Xiaolong, funcionário do alto escalão da área econômica da delegação chinesa na Apec, disse que o fracasso quanto a uma declaração conjunta 'não é exatamente um ponto de discórdia entre dois países em particular'.

    A maioria dos membros afirmou seu compromisso com a preservação do sistema multilateral de comércio e apoiou uma OMC robusta e eficiente, disse ele.

    'Falando francamente, estamos em um estágio muito inicial dessas discussões e diferentes países têm ideias diferentes sobre como levar esse processo adiante', disse Wang.

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    Enviados sul-coreanos encontram Kim na Coreia do Norte para preparar nova cúpula

    Por Hyonhee Shin e Joyce Lee

    SEUL (Reuters) - A Coreia do Sul disse que enviados do país se encontraram com o líder norte-coreano, Kim Jong Un, em Pyongyang, nesta quarta-feira, para preparar uma terceira cúpula intercoreana no final deste mês, com a esperança de recuperar o ímpeto das conversas interrompidas entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos a respeito da desnuclearização norte-coreana.

    Kim e o presidente dos EUA, Donald Trump, chegaram a um acordo amplo, mas vago, sobre a desnuclearização da Coreia do Norte em uma cúpula realizada em Cingapura em junho, mas essas conversas travaram depois que Trump cancelou uma visita do secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, à Coreia do Norte, no mês passado.

    Os enviados especiais do presidente sul-coreano, Moon Jae-in, foram liderados pelo chefe da segurança nacional do país, Chung Eui-yong, e a delegação incluiu o diretor do Serviço Nacional de Inteligência, Suh Hoon.

    Os enviados conversaram com Kim, entregaram uma carta de Moon e jantaram com autoridades norte-coreanas não especificadas, segundo o porta-voz da Casa Azul, Kim Eui-kyeom.

    'Os enviados voltariam depois do jantar', disse ele em um comunicado, acrescentando que maiores detalhes serão anunciados na quinta-feira.

    A delegação de 11 membros foi recebida em Pyongyang por Ri Son Gwon, presidente de um comitê norte-coreano encarregado de assuntos fronteiriços que conduziu negociações intercoreanas de alto nível, de acordo com o secretário de imprensa de Moon, Yoon Young-chan.

    Eles se reuniram por 20 minutos com Ri e Kim Yong Chol, que juntamente com Pompeo teve um papel fundamental nos preparativos da cúpula de Cingapura, disse Yoon sem dar detalhes.

    Os EUA e a Coreia do Norte ainda não combinaram se a desnuclearização ou um passo rumo à normalização das relações bilaterais por meio de uma declaração do fim da Guerra da Coreia de 1950-53 deveria vir primeiro.

    A guerra foi encerrada por um armistício, não um tratado de paz, o que significa que as forças da Organização das Nações Unidas (ONU) lideradas pelos EUA, incluindo a Coreia do Sul, ainda estão tecnicamente em guerra com Pyongyang.

    Washington quer que a Coreia do Norte abdique de suas armas nucleares sem condições, e esta disse em conversas fracassadas realizadas anos atrás que pode cogitá-lo se os EUA derem garantias de segurança retirando suas tropas da Coreia do Sul e desmontando seu chamado guarda-chuva nuclear de dissuasão da Coreia do Sul e do Japão.

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    Coreias planejam terceira cúpula entre Kim e Moon em setembro

    Por Hyonhee Shin e Joyce Lee

    SEUL (Reuters) - Coreia do Sul e Coreia do Norte concordaram, nesta segunda-feira, em realizar uma cúpula em Pyongyang em setembro, em outro passo para melhorar a cooperação entre as antigas rivais, mesmo enquanto crescem as dúvidas sobre os esforços norte-coreanos para acabar com seu programa de armas nucleares.

    Autoridades de ambos os lados que se encontraram no vilarejo de Panmunjom, na zona desmilitarizada que separa as duas Coreias, chegaram a um acordo para realizar a cúpula entre os líderes dos dois países na capital norte-coreana em setembro.

    Nenhuma data foi anunciada para o que será a terceira reunião deste ano entre o líder norte-coreano, Kim Jong Un, e o presidente sul-coreano, Moon Jae-in.

    Eles se encontraram pela primeira vez em abril em Panmunjom, em uma reaproximação marcante depois de mais de um ano de tensão crescente e de temores de guerra em resultado do desenvolvimento norte-coreano de armas nucleares e mísseis balísticos.

    Lá eles combinaram que Moon visitaria Pyongyang no outono, mas os dois líderes voltaram a se encontrar em maio para uma reunião sem aviso prévio em Panmunjom.

    Nenhum detalhe da pauta das conversas do mês que vem foi anunciado, mas as duas Coreias vêm debatendo uma série de temas, de uma possível declaração de paz a projetos econômicos e de infraestrutura conjuntos.

    O progresso entre as duas Coreias coincide com um momento em que a Coreia do Norte e os Estados Unidos enfrentam dificuldades para combinar como levar a cabo a desnuclearização norte-coreana prometida por Kim em uma cúpula histórica com o presidente norte-americano, Donald Trump, em Cingapura, em junho.

    Autoridades dos EUA disseram à Reuters que a Coreia do Norte ainda não acertou um cronograma para a eliminação de seu arsenal nuclear ou para revelar seu tamanho, que os EUA estimam ser de 30 a 60 ogivas.

    Depois das conversas desta segunda-feira, Ri Son Gwon, presidente de um comitê norte-coreano que visa a 'reunificação pacífica' da península, disse ao seu homólogo sul-coreano, o Ministro da Unificação Cho Myoung-gyon, que é importante remover 'obstáculos' que impedem o avanço das relações intercoreanas.

    'Se as questões que foram mencionadas nas conversas não forem resolvidas, problemas inesperados podem surgir e as questões que já estão na pauta podem enfrentar dificuldades', disse Ri, sem entrar em detalhes.

    Um dos temas que revoltaram Pyongyang recentemente foi o caso de uma dezena de funcionários de um restaurante norte-coreano que foram para a Coreia do Sul em 2016 via China.

    A Coreia do Norte diz que eles foram sequestrados pela Coreia do Sul e deveriam ser devolvidos, insinuando a possibilidade de a questão representar um obstáculo para o reencontro de algumas famílias divididas pela Guerra da Coreia de 1950-53, programado para a próxima semana.

    Cho não disse se a Coreia do Norte abordou o caso dos funcionários do restaurante nesta segunda-feira, dizendo meramente que o país vizinho não abordou assuntos novos.

    (Reportagem adicional de Josh Smith, Haejin Choi e Daeun Yi)

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    Establishment da Rússia vê cúpula com Trump como vitória para Putin

    Por Christian Lowe

    MOSCOU (Reuters) - O establishment político e a mídia da Rússia consideraram as conversas entre Vladimir Putin e Donald Trump em Helsinque como uma vitória para o presidente russo por acabarem com a determinação ocidental de tratar seu país como um pária.

    'As tentativas do Ocidente para isolar a Rússia fracassaram', disse a manchete de uma reportagem do jornal estatal Rossiisskaya Gazeta sobre a cúpula de segunda-feira na Finlândia.

    O elogio da elite russa ao desempenho de Putin na cúpula contrastou acentuadamente com a reação em Washington, onde o próprio Partido Republicano, de Trump, o acusou de ser incapaz de fazer frente a Putin.

    Em Moscou se reconheceu que a cúpula não produziu qualquer avanço em temas como a Síria, a Ucrânia ou o controle de armas. Na véspera do encontro o Kremlin minimizou as expectativas de grandes progressos.

    Ao invés disso, o foco foi o simbolismo de o líder da maior superpotência mundial se reunir pessoalmente com Putin depois de quatro anos de um isolamento internacional provocado pela anexação russa da região ucraniana da Crimeia em 2014.

    'É curioso lembrar a insensatez de Obama e companhia a respeito de a Rússia ser uma 'potência regional' fraca', disse Alexey Pushkov, membro da câmara alta do Parlamento russo, referindo-se ao ex-presidente norte-americano Barack Obama.

    'A atenção de todo o mundo está concentrada em Helsinque hoje, e está claro para todos: o destino do mundo está sendo decidido entre a Rússia e os Estados Unidos, os líderes das duas maiores potências de nosso planeta estão reunidos', disse Pushkov no Twitter na segunda-feira.

    Indagado por repórteres em Helsinque como as conversas transcorreram, o ministro de Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, respondeu: 'Magníficas... melhores que super'.

    A oportunidade para Putin se apresentar como um igual do presidente dos EUA era um dos grandes objetivos do Kremlin nos preparativos para a cúpula, segundo pessoas próximas do establishment de política externa russo.

    Putin baseou grande parte de seu apelo doméstico – tanto entre as pessoas comuns quanto entre as elites – em uma narrativa a respeito da restauração do prestígio internacional que a Rússia perdeu quando a União Soviética desmoronou em 1991.

    A coletiva de imprensa pós-cúpula de Trump e Putin foi 'tudo que o Kremlin poderia ter esperado pensando de maneira realista', disse Mark Galeotti, acadêmico especializado em Rússia do Instituto de Relações Internacionais de Praga.

    (Reportagem adicional de Denis Pinchuk, em Helsinque)

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    Trump critica Alemanha e cobra aliados na Otan a dobrarem gastos com defesa

    Por Jeff Mason e Sabine Siebold e Robin Emmott

    BRUXELAS (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou a Alemanha nesta quarta-feira de estar refém da Rússia devido à sua dependência energética, em uma crítica surpreendente antes de uma cúpula da Otan na qual pressionou aliados a mais do que dobrarem os gastos com suas próprias defesas.

    Após repetidas críticas aos países-membros da Otan pelo que afirma ser um investimento em defesa aquém do necessário por não gastarem uma meta de 2 por cento de seus PIBs no setor, o que ele diz fazer com que os contribuintes norte-americanos tenham que pagar para mantê-los a salvo da Rússia, Trump disse nesta quarta-feira aos líderes da aliança que gostaria de uma meta de 4 por cento do PIB --semelhante aos níveis dos EUA--, de acordo com autoridades norte-americanas e estrangeiras.

    Isso representaria uma enorme reviravolta nas prioridades orçamentárias na Europa, onde a Alemanha e muitos outros prometeram chegar a 2 por cento de gastos com defesa até 2030. Solicitado a confirmar a proposta de Trump, o secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, não deu uma resposta direta, mas disse que o primeiro objetivo era chegar a 2 por cento.

    Uma autoridade da Casa Branca disse que 4 por cento não é uma proposta formal. Os gastos com defesa dos EUA em 2017 foram de 3,6 por cento do PIB.

    Os líderes dos países-membros da Otan reiteraram formalmente seu compromisso inabalável de aumentar os gastos e dividir melhor os custos da defesa conjunta.

    Antes da reunião com os outros líderes, Trump disse a Stoltenberg que a Alemanha estava errada em apoiar um gasoduto no Mar Báltico de 11 bilhões de dólares para importar ainda mais gás russo, enquanto tem sido lenta para cumprir as metas de gastos com a Otan justamente para proteção contra a Rússia.

    Deveríamos estar nos protegendo contra a Rússia, e a Alemanha vai e paga bilhões e bilhões de dólares por ano para a Rússia , disse Trump na presença de repórteres.

    Trump pareceu exagerar substancialmente a dependência alemã na energia russa e por sugerir que Berlim estava financiando um gasoduto que a chanceler alemã, Angela Merkel, diz ser um empreendimento privado.

    Merkel respondeu à observação de Trump de que a Alemanha é totalmente controlada pela Rússia devido às importações de gás contrastando sua própria experiência de criação na Alemanha Oriental controlada pelos soviéticos com a soberana Alemanha unida que agora desempenha um papel importante na Otan.

    Trump e Merkel mais tarde tiveram uma conversa bilateral nos bastidores da cúpula. Trump disse que tem um relacionamento muito bom com Merkel, que descreveu sua relação com Trump como de bons parceiros .

    REFÉM DA RÚSSIA

    Uma fonte próxima ao presidente francês, Emmanuel Macron, disse que Trump expressou seu apego pessoal à Europa e deu mensagens positivas e construtivas a seus aliados.

    Mas com as tensões em alta na aliança ocidental devido às tarifas comerciais de Trump sobre o aço europeu e suas demandas por mais contribuições de defesa para aliviar o fardo sobre os contribuintes dos EUA, suas observações sobre a Alemanha alimentaram preocupações entre aliados para o papel dos EUA em manter a paz que tem reinado desde a Segunda Guerra Mundial.

    Stoltenberg, da Otan, disse a repórteres que Trump, que se encontrará com o presidente russo, Vladimir Putin, na semana que vem, usou linguagem muito direta , mas que os gastos da Otan tem aumentado fortemente.

    Depois de brincar que seu café da manhã com Trump na residência do embaixador dos EUA tinha sido pago pelos Estados Unidos, o chefe da Otan foi franco sobre o impacto das críticas de Trump aos aliados ocidentais em um nível mais amplo.

    Há divergências sobre o comércio. Isso é sério. Minha tarefa é tentar minimizar o impacto negativo na Otan , disse.

    Até agora, isso não impactou muito a Otan. Não posso garantir que esse não será o caso no futuro. O laço transatlântico não é apenas um, são muitos laços, alguns deles foram enfraquecidos .

    Trump disse que o fechamento de usinas nucleares e de carvão da Alemanha por motivos ambientais aumentou a dependência energética do país, como de grande parte do restante da Europa, do gás russo, e a tornou refém da Rússia .

    Estamos protegendo a Alemanha, estamos protegendo a França, estamos protegendo todos esses países. E então muitos dos países saem e fazem um acordo de oleoduto com a Rússia, onde estão pagando bilhões de dólares para os cofres da Rússia , disse. Eu acho isso muito inapropriado.

    Ele ainda acrescentou: A Alemanha é totalmente controlada pela Rússia porque está recebendo entre 60 por cento e 70 por cento de sua energia da Rússia . Na realidade, cerca de 20 por cento do consumo energético alemão vem das importações de petróleo e gás da Rússia.

    (Reportagem adicional de Robin Emmott, Alissa de Carbonnel, Humeyra Pamuk e Phil Stewart)

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