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    Volta anunciada de Guaidó à Venezuela será desafio ao governo Maduro

    Por Brian Ellsworth e Sarah Marsh

    CARACAS (Reuters) - Primeiro ele se autoproclamou presidente interino, depois ensaiou retomar a Citgo, no final de semana ignorou uma proibição de viagem e, agora, Juan Guaidó disse que está voltando à Venezuela, em mais um desafio ao presidente Nicolás Maduro.

    Guaidó, reconhecido pela maioria das nações ocidentais como o líder legítimo do país, foi para a vizinha Colômbia na semana passada para liderar um esforço, no final das contas frustrado, para levar ajuda humanitária ao seu país, que vive uma crise econômica que tem levado desabastecimento à população.

    Depois de se encontrar com líderes regionais, entre eles o vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, em Bogotá, Guaidó deve retornar através da fronteira nos próximos dias e retomar suas atividades políticas, confrontando abertamente uma ordem da Suprema Corte venezuelana.

    'Voltarei a Caracas nesta semana', disse Guaidó em uma entrevista à emissora NTN24 na terça-feira. 'Meu papel e minha tarefa é estar em Caracas, apesar dos riscos.'

    Na semana passada ele partiu da capital venezuelana e atravessou o país em uma caravana, entrando na Colômbia por estradas secundárias ao longo da divisa de 2.200 quilômetros, segundo a mídia colombiana. Guaidó disse ter recebido ajuda de membros das Forças Armadas da Venezuela.

    Representantes de Guaidó não quiseram informar um cronograma para seu regresso, nem disseram se ele voltará pelo mesmo caminho. Voltar por uma rota oficial seria um desafio ainda mais impetuoso à autoridade de Maduro.

    Maduro enfrentou um repúdio regional nesta semana por repelir com violência as tentativas oposicionistas de enviar ajuda humanitária. Ele nega haver uma crise, apesar de ser responsável por um colapso econômico hiperinflacionário que provocou a escassez generalizada de alimentos e remédios.

    A volta de Guaidó forçará Maduro a decidir se arrisca causar uma revolta internacional ainda maior tentando prender o presidente da Assembleia Nacional de 35 anos ou se lhe permite esnobar abertamente as instituições estatais ligadas ao Partido Socialista governista.

    'Tentar administrar a situação Guaidó se tornou um verdadeiro problema para o governo, por ele (Guaidó) ter crescido tanto politicamente', opinou Luis Salamanca, cientista político e professor de lei constitucional da Universidade Central da Venezuela.

    Guaidó invocou cláusulas da Constituição para se declarar presidente interino em janeiro, afirmando que Maduro é um usurpador após sua reeleição de 2018, amplamente boicotada pela oposição, que apontou fraudes no processo.

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    Democratas assumem Câmara e desafiam Trump por paralisação do governo dos EUA

    Por Amanda Becker e Richard Cowan

    WASHINGTON (Reuters) - Os democratas não demoraram a demonstrar seu recém-adquirido comando da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos e já se articulavam para aprovar leis com o potencial de encerrar a paralisação parcial do governo dos EUA, em seu 13º dia, sem atender ao presidente Donald Trump, que demanda 5 bilhões de dólares para construção de um muro na fronteira.

    Esta quinta-feira é o primeiro dia, desde que Trump assumiu a Presidência em janeiro de 2017, de uma divisão de poderes em Washington, depois que os democratas assumiram o controle da Câmara no lugar dos republicanos, que permanecem à frente do Senado.

    A legislatura para os anos 2019 e 2020 do Congresso dos EUA abriu os trabalhos em meio a uma interrupção nos serviços de cerca de um quarto do governo, o que afeta em torno de 800 mil servidores, paralisação provocada pela exigência de Trump de que recursos para a construção de um muro na fronteira com o México sejam incluídos em qualquer legislação orçamentária aprovada daqui em diante – os democratas se opõem à liberação da verba.

    Líderes congressistas de ambos os partidos não conseguiram avançar nas conversas com Trump na quarta-feira na Casa Branca, e devem retornar para mais uma rodada de negociação na sexta, numa indicação de que a paralisação deve se prolongar até o fim da semana.

    Na Câmara, a veterana democrata Nancy Pelosi foi eleita presidente, no que será a segunda passagem da deputada liberal de San Francisco por um dos cargos mais poderosos de Washington. A expectativa é de que sejam logo votadas leis orçamentárias feitas pelos democratas.

    'Eu prometo que este Congresso será transparente, bipartidário e unificador, que buscaremos alcançar o outro lado do corredor (outro partido) nesta Câmara e em todas as divisões do nosso país', disse Pelosi.

    O pacote em duas partes elaborado pelos democratas inclui um projeto de lei para financiar o Departamento de Segurança Interna nos patamares já praticados até 8 de fevereiro, com a previsão de 1,3 bilhão de dólares para cercas nas fronteiras e 300 milhões de dólares para outros itens de segurança fronteiriça, incluindo equipamentos e câmeras.

    A segunda parte do pacote seria destinada ao financiamento de outras agências federais que encontram-se sem recursos, incluindo os departamentos de Agricultura, Interior, Transporte, Comércio e Justiça. Nesse caso, as verbas estão previstas para durar até 30 de setembro, quando se encerra o atual ano fiscal.

    O líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, indicou que os senadores não devem aprovar a legislação dos democratas, a qual chamou de “teatro político, não legislação produtiva”.

    “Não vamos desperdiçar o tempo”, disse ele no plenário do Senado. “Não vamos começar com o pé errado com os democratas da Câmara, que usam sua plataforma para apresentar posições políticas em vez de soluções sérias”.

    McConnell disse que o Senado não vai votar nenhuma proposta que não tenha uma chance real de ser sancionada por Trump.

    Depois das eleições parlamentares de novembro, os republicanos mantiveram maioria de 53 senadores, ante 47 dos democratas, enquanto estes obtiveram 235 assentos na Câmara, ante 199 dos republicanos.

    O muro é uma das principais promessas feitas na campanha de Trump em 2016, quando ele disse que o México pagaria pela obra, que diz ser necessária para combater a imigração ilegal e o tráfico de drogas. Para os democratas, o muro é imoral, ineficaz e medieval.

    “Não, não. Nada para o muro”, disse Nancy Pelosi em uma entrevista veiculada nesta quinta-feira pelo canal NBC.

    (Reportagem de Richard Cowan, Ginger Gibson e Amanda Becker)

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    Superministério da Economia de Bolsonaro vai enfrentar desafios para ser posto de pé

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - O superministério da Economia vai enfrentar desafios para virar realidade e de fato entregar ganhos de eficiência, afirmou uma fonte com trânsito e trabalho de anos nas pastas que passarão por fusão, apontando que será necessário uma boa dose de energia para unificá-las, o que ameaça consumir um tempo que poderia ser melhor investido nas propostas para a economia.

    Nesta terça-feira, o futuro ministro da Casa Civil do governo de Jair Bolsonaro (PSL), Onyx Lorenzoni (DEM-RS), afirmou que os Ministérios da Fazenda, do Planejamento e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) serão unidos no ano que vem. A proposta já constava no programa de Bolsonaro, mas após receber representantes da indústria recentemente o presidente eleito afirmou estar aberto a deixar o MDIC de fora do plano.

    'Vai dar uma dor de cabeça para fazer porque são carreiras diferentes, são processos diferentes, são TIs diferentes. Há uma série de processos que têm rotinas diferenciadas, então você vai gastar uma energia enorme com isso e aí aquelas pautas que são fundamentais para a economia podem se perder nesse processo', disse a fonte, que falou em condição de anonimato.

    Num exercício teórico, essa fonte projetou que a fusão implicará uma redistribuição de mais de 38 unidades de trabalho --entre secretarias, órgãos, institutos, escolas e assessorias -- sob uma única aba.

    Hoje, são 12 sob a Fazenda, 17 sob o Planejamento e 9 sob o MDIC.

    Uma ideia para diminuir a demanda em relação ao ministro, que será instado a receber inúmeros parlamentares para tratar dos mais diversos assuntos, é criar duas secretarias-executivas, uma para a área econômica e outra para a área de gestão, disse a fonte.

    Na área econômica, estimou que uma só Secretaria de Assuntos Econômicos, por exemplo, poderia reunir sete secretarias que hoje estão distribuídas nos três ministérios: de Política Econômica, de Acompanhamento Fiscal, Energia e Loteria e de Promoção da Produtividade e Advocacia da Concorrência, na Fazenda; de Planejamento e Assuntos Econômicos e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), hoje no Planejamento; e de Desenvolvimento e Competitividade Industrial e de Comércio e Serviços, pertencentes ao MDIC.

    Apesar das possibilidades de sinergia, a fonte lembrou que a fusão vai ter baixíssimo impacto em termos de economia fiscal e também trará complicações logísticas.

    'O cara está lá no bloco P e vai ter que gerir pessoas que estão no bloco J. Isso também tem que ser visto', disse, sobre a configuração da Esplanada, com um edifício diferente para cada um dos ministérios hoje.

    A fusão repete fórmula usada pela última vez pelo ex-presidente Fernando Collor de Mello, em 1990, mas apesar de suscitar lembranças de uma política econômica que deu errado, é também vista com simpatia por parte do atual quadro do governo. [nL2N1X2107]

    Parte do time à frente da economia avalia que colocar principalmente a Secretaria de Orçamento Federal, hoje integrante do Planejamento, sob a Fazenda alinharia a programação orçamentária à financeira, nos moldes do que já é feito em boa parte do mundo.

    Levantamento da Organização para a Cooperação Econômica e Desenvolvimento (OCDE) de 2014 mostra que dentre 32 países que integram o grupo somente quatro não têm o Ministério da Fazenda como único responsável pelo Orçamento.

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