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    Guedes diz que Previdência é primeiro ataque potente às despesas públicas e vê aprovação no 1º semestre

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta sexta-feira que a reforma da Previdência proposta pelo governo de Jair Bolsonaro é o primeiro ataque potente às despesas públicas, afirmando que a expectativa é que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada nesta semana seja aprovada ainda no primeiro semestre.

    Em discurso na posse da nova presidente do IBGE, Susana Cordeiro Guerra, no Rio de Janeiro, Guedes afirmou que o governo está otimista quanto à aprovação do texto, estimando que o sistema previdenciário como está estruturado hoje deve registrar um déficit de 370 bilhões de reais neste ano.

    'A reforma da Previdência é o primeiro ataque potente no ajuste fiscal porque é a grande rubrica da despesas públicas', afirmou Guedes. 'Nosso endividamento está chegando a 4 trilhões de reais e isso é uma ameaça a aposentadorias futuras, Bolsa Família e a todas as políticas públicas de transferência de renda que queremos fazer.'

    No autógrafo do Orçamento de 2019 pelo Congresso, o déficit geral foi estimado em 305,6 bilhões de reais, composto por um rombo de 218 bilhões de reais do Regime Geral de Previdência Social, além de um resultado negativo em 44,3 bilhões de reais para servidores públicos civis e em 43,2 bilhões de reais para militares.

    Guedes voltou a dizer que os presidentes da Câmara e do Senado têm dito que vão dar seu apoio à mudança nas regras para a aposentadoria. E destacou que tem experimentado Brasília 'com ventos de otimismo', com Poderes que querem trabalhar juntos.

    'Claro que estou otimista para (a reforma ser aprovada) ainda no primeiro semestre', completou ele a jornalistas.

    Nesta sexta-feira, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) afirmou que o governo ainda não tem os votos necessários para aprovar a reforma da Previdência, mas há um sentimento na Casa favorável à votação da matéria.

    (Por Rodrigo Viga Gaier)

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    Guedes diz que ficará surpreso se Congresso mexer muito na proposta da reforma da Previdência

    (Reuters) - O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que ficará surpreso se deputados e senadores fizerem grandes alterações na proposta de reforma da Previdência entregue ao Congresso nesta quarta-feira.

    'Vai ser uma surpresa muito grande para mim se mexerem muito nesse projeto', disse Guedes em entrevista à TV Brasil, ressaltando que tem visto pouca resistência à reforma na classe política 'esclarecida'.

    O ministro defendeu o que o governo vem chamando de Nova Previdência como uma forma de escapar da armadilha do atual regime previdenciário, que está, segundo ele, obsoleto, comparando-o a um avião condenado a cair.

    Para Guedes, o atual regime enfrenta três problemas graves. O primeiro deles é uma bomba etária, já que cada vez mais o Brasil terá menos jovens, que são os que financiam o sistema hoje, e mais idosos, que usam esses recursos.

    Além disso, o alto desemprego reduz os número de trabalhadores que contribuem para a Previdência e os recursos gerados agora são gastos imediatamente, não são levados ao futuro, ao contrário do sistema de capitalização que será introduzido à frente. [nE6N1ZV011]

    O texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência, entregue nesta quarta-feira ao Congresso reiterou as idades mínimas já divulgadas na semana passada, de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens. Para os trabalhadores da iniciativa privada, o tempo mínimo de contribuição será de 20 anos e para os servidores de 25 anos.

    A proposta prevê forte endurecimento na concessão de benefícios assistenciais e aumento na alíquota de contribuição previdenciária dependendo das faixas salariais. Guedes ressaltou na entrevista, que para 75 por cento do trabalhadores, haverá redução nos encargos. [nL1N20F0L9][nL1N20F1UJ]

    Para Guedes, quanto antes a reforma for aprovada, mais rapidamente as contas públicas serão equilibradas e estarão dadas as condições para o crescimento da economia e geração de emprego.

    'Quanto mais rápido aprovarmos, mais rapidamente desaparecem as nuvens negras do horizonte fiscal brasileiro', defendeu Guedes.

    (Por Alexandre Caverni)

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    Guedes diz que economia de R$ 1 tri com reforma da Previdência é 'marca importante'

    Por Mateus Maia

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Economia, Paulo Guedes, avaliou que a economia de cerca de 1 trilhão de reais prevista com a reforma da Previdência é 'uma marca importante', destacando o apoio de governadores e do Congresso ao texto.

    '1 trilhão é a marca. Abaixo de 1 trilhão você já compromete, começa a comprometer lançamento para as novas gerações', afirmou Guedes após reunião com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

    'Nós vamos lançar um regime de capitalização para as novas gerações, nós precisamos de uma folga, de um impulso fiscal, de uma força fiscal suficiente, ou seja, acima de 1 trilhão que nos permita lançar o sistema novo.'

    Para Guedes, ainda há espaço para negociação do projeto no Congresso, mas uma diminuição das mudanças seria prejudicial para o plano da capitalização.

    'Se começar a desidratar essa reforma nós não conseguimos que as futuras gerações escapem dessa armadilha', explicou.

    De acordo com o ministro, a recepção dos governadores ao texto apresentado nesta quarta-feira foi muito boa, bem como dos presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

    'A recepção que os governadores nos deram foi extraordinária. O papel do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), foi excepcional no apoio à reforma. O papel de David Alcolumbre foi excepcional no apoio a reforma', disse.

    Segundo o ministro, serão levadas em consideração as sugestões propostas pelos governadores, que têm interesse em solucionar o problema previdenciário que hoje é fator importante nas condições precárias das contas dos Estados.

    “Uma flexibilização num ponto ou outro onde seja importante para acomodar a situação dos Estados. Evidentemente, nós estamos preocupados (com a situação dos Estados). O problema da Previdência atinge todos os brasileiros', completou.

    A proposta de reforma da Previdência do governo Jair Bolsonaro prevê forte endurecimento na concessão de benefícios assistenciais e aumento na alíquota de contribuição previdenciária por diferentes faixas salariais, visando uma economia de 1,072 trilhão de reais em dez anos.

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) foi levada por Bolsonaro ao Congresso Nacional na manhã desta quarta-feira. Por se tratar de uma PEC, a reforma previdenciária precisará, após passar por duas comissões da Câmara, de no mínimo 308 votos, de 513, em dois turnos de votações em plenário, para então ser aprovada pela Casa e seguir ao Senado.

    Guedes voltou a defender a reforma como essencial para a volta do crescimento econômico do país.

    'A nova Previdência vem para reduzir privilégios, remover privilégios, reduzir desigualdades e principalmente botar o Brasil para crescer', afirmou.

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    Guedes defende privatizações e diz que forma de fazer política mudou

    Por Luciano Costa

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu nesta sexta-feira a privatização de estatais, afirmando que a forma de fazer política mudou e que está recebendo apoio dos militares nesse movimento.

    Guedes afirmou, durante apresentação em evento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) sobre desestatizações no setor elétrico, que o exemplo de distribuidoras da Eletrobras é um caso excelente e que deve ser referência para os próximos programas de privatizações.

    'Eu falava que tinha que vender todas (as estatais), mas naturalmente nosso presidente e nossos militares às vezes olham para algumas delas com carinho, porque eles criaram elas como filhos desde lá atrás. Só que eu estou dizendo: olha só, seus filhos fugiram e estão drogados', disse Guedes no Rio de Janeiro.

    'Mas eles (os militares) têm sido extraordinários no apoio, não recebi nunca uma admoestação', completou, referindo-se a integrantes do ministério do presidente Jair Bolsonaro.

    De acordo com o ministro, a classe política já entendeu as mudanças em relação às estatais, afirmando que não vão mais alimentar uma forma equivocada de fazer política, e explicou que está tendo a melhor interlocução possível e que a classe está disposta a apoiar.

    'Os partidos que se organizem em torno desses valores. E não é uma política alimentada com votos de mercenários comprados através de posições em estatais. Esse modelo esta morrendo', disse.

    Para Guedes, os Estados e municípios em dificuldades financeiras ajudarão no processo, abastecendo o 'pipeline' do banco para as privatizações.

    'Uma vez vendido esse ativo o dinheiro volta, transfere para outras diretorias que estão ajudando a reestruturar Estados e municípios. Acho que tem um futuro de muito trabalho pela frente, mas tenho certeza que vamos fazer', disse.

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    Carteira verde e amarela não virá para tirar direitos, mas para dar opções a trabalhadores, diz Guedes

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro ainda vai se manifestar sobre a carteira verde e amarela, afirmou nesta quinta-feira o ministro da Economia, Paulo Guedes, defendendo que o instrumento não virá para acabar com os benefícios vigentes, mas para dar opções aos trabalhadores.

    'Ninguém mexe nos direitos, só dá mais opções', disse ele a jornalistas, após se encontrar com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). 'O assunto é muito sério, o presidente vai se manifestar', completou.

    Guedes reiterou que o lugar da equipe econômica é simplesmente de formular e reiterou que a Proposta de Emenda à Constituição sobre a Previdência não mexerá em regras trabalhistas, mas abrirá a porta para que esses temas sejam trabalhados à frente.

    Mais cedo, Guedes explicou que a nova carteira verde e amarela será amparada pelo regime previdenciário de capitalização. Mas pontuou que essa regulamentação da nova opção trabalhista 'seguramente' virá depois, não sendo contemplada na PEC.

    Questionado sobre a reação contrária de centrais de trabalhadores, apontando que a carteira criaria uma segunda classe de trabalhadores, Guedes afirmou que o governo está buscando solucionar os defeitos do sistema atual, que, na sua visão, não promove a criação de empregos.

    Guedes também apontou que Bolsonaro irá se debruçar sobre o assunto no momento devido.

    'O presidente está se recuperando, é um timing que nós precisamos respeitar, quando ele voltar ele tem que definir algumas variáveis importantes, como o tempo de transição, as idades, se esse novo regime (de capitalização) vem agora ou vem depois. Porque é perfeitamente possível você consertar esse regime que está aí (de repartição) e lançar as bases de um novo regime para, de novo, encaminhar ao Congresso para estabelecer essas novas bases', disse.

    'Os sindicatos têm que ter paciência também. A única certeza que os sindicatos podem ter é que a vida não vai ser como antigamente, onde os líderes sindicais têm vida muito boa às custas dos trabalhadores, que não têm emprego nem benefícios previdenciários corretos', acrescentou.

    PERSPECTIVA NO SENADO

    Falando sobre o tempo de análise da reforma da Previdência no Senado, Alcolumbre pontuou que há consenso entre os senadores para acompanharem a tramitação do texto ainda na Câmara dos Deputados para, depois, tocarem o processo com celeridade.

    O presidente do Senado, contudo, não estimou um prazo para a conclusão da votação.

    Para ser aprovada, uma PEC precisa do aval de três quintos dos parlamentares, em votação em dois turnos em cada Casa do Congresso.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Reforma da Previdência não incluirá mudança trabalhista ligada à carteira verde e amarela, diz Guedes

    Reforma da Previdência não incluirá mudança trabalhista ligada à carteira verde e amarela, diz Guedes

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quinta-feira que a reforma da Previdência não trará mudança nas regras trabalhistas, com a instituição de um novo arcabouço para a carteira verde e amarela, processo que exigirá regulamentação posterior.

    'Não há uma mudança de regra trabalhista nessa PEC que está indo', disse ele a jornalistas. 'Nós não vamos misturar isso e atrapalhar o trâmite não. Ao contrário. A gente fala: estamos reformando isso daqui e lançando essa proposta', completou.

    Segundo o ministro, a ideia é promover a transição para um regime novo, de capitalização, 'que contemple escolhas dos jovens a respeito da legislação trabalhista'. Na avaliação de Guedes, hoje eles 'são prisioneiros de uma legislação do trabalho fascista'.

    Questionado se esse modelo abarcaria o fim de benefícios como 13º e férias, Guedes afirmou ser muito cedo para falar disso.

    No sistema de capitalização, cada trabalhador contribui para uma conta individual e retira daí os proventos de sua aposentadoria. Descontado do salário, o dinheiro é administrado por gestores em fundos de pensão.

    No atual sistema de repartição, as contribuições dos trabalhadores na ativa são utilizadas para bancar os benefícios dos aposentados. O modelo está em franco desequilíbrio devido ao envelhecimento acelerado da população e ao fato de as famílias terem cada vez menos filhos.

    Guedes explicou que a carteira verde e amarela será amparada pelo regime previdenciário de capitalização. Mas essa regulamentação da nova opção trabalhista 'seguramente' virá depois, não sendo contemplada na reforma da Previdência.

    O jovem que optar pela nova carteira terá menos direitos trabalhistas, já que as empresas não terão custo sobre a folha de pagamento. A contrapartida, de acordo com Guedes, será 'a empregabilidade enorme'.

    'É o que o presidente tem dito, talvez a gente esteja indo em direção a uma escolha. Há dois sistemas e você pode escolher: um sistema que tem muitos direitos e não tem emprego. E o outro sistema onde você tem muitos empregos e esses direitos são os que você escolher ter', afirmou.

    'Se você quiser escolher os direitos atuais, você entra no sistema atual (de repartição). Se você quiser optar pelo sistema novo, você vai para a carteira verde e amarela. É um sistema de capitalização, os encargos são diferentes, as empresas não têm o custo sobre a folha de pagamento, vamos financiar esse sistema de outra forma', disse.

    Questionado sobre como isso seria feito, Guedes afirmou que isso ainda está sendo simulado para posterior avaliação pelo presidente Jair Bolsonaro.

    Guedes também indicou que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para a Previdência deverá ser enviada do zero, após o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, afirmar que a proposta do ex-presidente Michel Temer alterada por emenda aglutinativa não poderia ir direto a plenário.

    'Em vez de fazer isso em dois meses, isso leva mais tempo, leva três, quatro meses. Do ponto de vista de ajuste fiscal é ruim, nos prejudica, mas nós entendemos que é o rito processual correto. Então confiamos plenamente na condução dessa matéria dentro da Câmara dos Deputados e do Congresso da forma que ele (Maia) achar que tem que encaminhar', disse.

    Guedes afirmou que haverá sim mudanças nas regras previdenciárias para militares, mas pontuou que isso não precisa ser feito na PEC, e sim por projeto de lei. Sobre o envio simultâneo ou não das iniciativas, ele afirmou que a decisão caberá a Bolsonaro, mas indicou que os militares poderão ficar para depois.

    'Suponha que a classe política não aprove a PEC e você aprovou a lei deles fazendo mais sacrifício quando eles dizem que já foram sacrificados. Então tem um problema de sincronização aí e isso tudo o presidente tem que resolver', disse.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Expectativa é de economia de ao menos R$1 tri em 10 anos com reforma da Previdência, diz Guedes

    Expectativa é de economia de ao menos R$1 tri em 10 anos com reforma da Previdência, diz Guedes

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta terça-feira que o governo busca uma economia de pelo menos 1 trilhão de reais em 10 anos com a reforma da Previdência que encaminhará ao Congresso Nacional, cujos detalhes seguem na mesa de discussão.

    Guedes ressaltou, em entrevista a jornalistas após reunião com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que o time econômico segue calibrando o texto da reforma e que o presidente Jair Bolsonaro ainda tem que bater o martelo a respeito.

    'Ele tem o cálculo político dele, não adianta mandar proposta que não é aceita', disse o ministro.

    Segundo Guedes, o governo tem duas ou três versões alternativas e o material será devidamente apresentado a Bolsonaro após o presidente retomar sua rotina, após ter passado por uma cirurgia na semana passada, para a retirada de uma bolsa de colostomia.

    O ministro ressaltou ainda que a reforma seguirá o rito democrático convencional, após Maia ter afirmado a jornalistas que o texto não poderia ir direto a plenário, como inicialmente aventado pela equipe econômica.

    'Importante é que ela (reforma) tenha potência fiscal para resolver o problema, a primeira coisa. Segundo que ela inaugure um período novo para Previdência, nós vamos ter um novo regime trabalhista a previdenciário', afirmou o ministro da Economia.

    Guedes também disse que a reforma é uma construção democrática do governo, destinada a desarmar um 'mecanismo perverso de transferência de renda', e que a mídia vai entender as linhas estruturantes da proposta e não cair na armadilha corporativista dos que 'vazam e tentam atacar o tempo inteiro'.

    A fala veio um dia após uma minuta da proposta ter vindo a público, com detalhes como a fixação de idade mínima de 65 anos tanto para homens como para mulheres e a necessidade de contribuição por 40 anos para acesso integral ao valor da aposentadoria.

    O ministro afirmou que o governo será 'bem mais preciso' sobre a Previdência muito brevemente, já que ainda está acertando a formatação final da proposta.

    (Por Marcela Ayres)

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    ENTREVISTA-Reforma da Previdência pode render economia de até R$1,3 tri em 10 anos, diz Guedes

    Por Mark Bendeich

    DAVOS (Reuters) - O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quarta-feira que a proposta de reforma da Previdência que está sendo estruturada pelo governo pode render uma economia de 700 bilhões a 1,3 trilhão de reais em dez anos, podendo chegar a dois terços a mais do que o esforço do governo anterior, que falhou.

    Em entrevista à Reuters durante o Fórum Econômico Mundial na estação de esqui suíça de Davos, Guedes ressaltou a dimensão de uma reforma previdenciária que investidores consideram a pedra fundamental da agenda econômica do presidente Jair Bolsonaro.

    'Estamos estudando os números e eles variam de 700 a 800 bilhões a 1,3 trilhão de reais, então é uma reforma significativa e nos dará um importante ajuste estrutural fiscal', disse Guedes.

    'Isso terá um poderoso efeito fiscal e vai resolver por 15, 20, 30 anos', disse ele, que acrescentou mais tarde: 'É isso ou seguimos (o caminho da) Grécia'.

    Os investidores saudaram as promessas de Bolsonaro de abrir a economia brasileira, reduzir e simplificar os impostos e privatizar estatais. O principal índice da Bovespa atingiu nova máxima recorde e o dólar caiu após seis altas.

    A proposta de reforma do governo anterior, de Michel Temer, originalmente previa economia de 800 bilhões de reais em 10 anos antes de parlamentares fazerem emendas que reduziram a economia estimada a 480 bilhões de reais. A proposta foi abandonada conforme escândalos atingiram o governo Temer.

    Uma importante fonte do Ministério da Economia disse à Reuters na quarta-feira que o governo vai usar o discurso de justiça social e combate às fraudes como principal arma na estratégia de comunicação da reforma da Previdência para aprová-la no Congresso até o meio do ano.

    Segundo a fonte, ao não detalhar até o momento as linhas mestras da proposta que apertará as regras para a aposentadoria, o governo quer evitar a oposição de setores que serão diretamente afetados pelas mudanças.

    IMPOSTO DE RENDA

    Sobre o Imposto de Renda cobrado das empresas, Guedes disse que o governo analisa reduzir a alíquota de 34 para 15 por cento. Esse corte 'brutal' seria compensado pela taxação de dividendos, hoje isentos, pontuou Guedes. Segundo ele, essa mudança aumentará a competitividade.

    Guedes disse ainda que o governo pretende reduzir a carga tributária do Brasil para 30 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), de 36 por cento atualmente.

    O ministro sinalizou também que o governo considera extinguir 50 estatais num prazo de 3 a 5 meses.

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    REEDIÇÃO-ENTREVISTA-Reforma da Previdência pode render economia de até R$1,3 tri em 10 anos, diz Guedes

    (Corrige a moeda na declaração para reais, como está no titulo e no 1º paragrafo, em lugar de dólares)

    Por Mark Bendeich

    DAVOS (Reuters) - O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quarta-feira que a proposta de reforma da Previdência que está sendo estruturada pelo governo pode render uma economia de 700 bilhões a 1,3 trilhão de reais em dez anos, podendo chegar a dois terços a mais do que o esforço do governo anterior, que falhou.

    Em entrevista à Reuters durante o Fórum Econômico Mundial na estação de esqui suíça de Davos, Guedes ressaltou a dimensão de uma reforma previdenciária que investidores consideram a pedra fundamental da agenda econômica do presidente Jair Bolsonaro.

    'Estamos estudando os números e eles variam de 700 a 800 bilhões a 1,3 trilhão de reais, então é uma reforma significativa e nos dará um importante ajuste estrutural fiscal', disse Guedes.

    'Isso terá um poderoso efeito fiscal e vai resolver por 15, 20, 30 anos', disse ele, que acrescentou mais tarde: 'É isso ou seguimos (o caminho da) Grécia'.

    Os investidores saudaram as promessas de Bolsonaro de abrir a economia brasileira, reduzir e simplificar os impostos e privatizar estatais. O principal índice da Bovespa

    A proposta de reforma do governo anterior, de Michel Temer, originalmente previa economia de 800 bilhões de reais em 10 anos antes de parlamentares fazerem emendas que reduziram a economia estimada a 480 bilhões de reais. A proposta foi abandonada conforme escândalos atingiram o governo Temer.

    Sobre o Imposto de Renda cobrado das empresas, Guedes disse que o governo analisa reduzir a alíquota de 34 para 15 por cento. Esse corte 'brutal' seria compensado pela taxação de dividendos, hoje isentos, pontuou Guedes. Segundo ele, essa mudança aumentará a competitividade.

    Guedes disse ainda que o governo pretende reduzir a carga tributária do Brasil para 30 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), de 36 por cento atualmente.

    O ministro sinalizou também que o governo considera extinguir 50 estatais num prazo de 3 a 5 meses.

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