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    Maia nega conversa com economista de Bolsonaro sobre mudanças em votações na Câmara

    Por Maria Carolina Marcello e Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), negou nesta sexta-feira a existência de uma conversa sobre mudanças na contabilização de votos em deliberações da Casa com Paulo Guedes, coordenador econômico da campanha de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência da República.

    Procurado pela Reuters, Guedes admitiu que houve conversas nesse sentido, sem mencionar Maia como interlocutor, mas disse que elas ocorreram há mais de seis meses, 'antes de o Bolsonaro me convencer que eu não entendo de política... quando foram interrompidas'.

    Reportagem do jornal O Globo relatou nesta sexta-feira que Guedes teria falado, na mesma reunião em que sugeriu a volta da CPMF, de um acordo com Maia para a adoção do que chamou de 'voto programático de bancada', em que todos os votos da bancada seriam computados integralmente a favor de um projeto se mais da metade dos integrantes daquele partido votarem neste sentido.

    'Não existiu', disse Maia à Reuters ao ser questionado sobre a suposta conversa.

    'Tenho maior admiração pelo Paulo Guedes mas prefiro as ideias dele na área econômica, tirando criação da CPMF, claro', acrescentou Maia.

    Guedes protagonizou nesta semana uma polêmica envolvendo suas propostas tributárias em uma conversa com investidores, dentre elas a unificação de alíquotas de Imposto de Renda e a recriação de um imposto nos moldes da CPMF no âmbito de uma reforma tributária.

    O episódio levou Bolsonaro a se manifestar, de dentro do hospital em São Paulo onde segue internado após ser esfaqueado no último dia 6, contrário à reedição de tributos.

    Sobre a matéria desta sexta de O Globo, Guedes chamou de 'comida requentada'.

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    Economista de Bolsonaro cancela três aparições públicas em dois dias após polêmica sobre CPMF

    Por Eduardo Simões

    SÃO PAULO (Reuters) - O economista Paulo Guedes, coordenador econômico do candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, cancelou três aparições públicas que faria entre quinta-feira e a sexta-feira, após a polêmica gerada em torno de uma proposta atribuída a ele de criar um imposto nos moldes da CPMF e de uma alíquota única para o Imposto de Renda.

    Guedes, que deve assumir o Ministério da Fazenda em caso de vitória de Bolsonaro na eleição de outubro, participaria de um encontro organizado pelo Credit Suisse na quinta e, na manhã desta sexta-feira, iria a uma reunião da Câmara Americana de Comércio (Amcham) e pela tarde de um evento da XP Investimentos. Ambos os eventos desta sexta foram cancelados pela manhã.

    O economista disse a um grupo de investidores, de acordo com matéria publicada na quarta-feira pelo jornal Folha de S.Paulo, que criaria um novo imposto nos moldes da CPMF e que unificaria todas as alíquotas de Imposto de Renda em 20 por cento.

    A proposta foi alvo de duras críticas de adversários de Bolsonaro na corrida presidencial e o próprio candidato do PSL, que está hospitalizado se recuperando de duas cirurgias de urgência a que se submeteu por causa da facada que sofreu no início do mês, foi mais de uma vez às redes sociais negar a recriação da CPMF e rejeitar aumentar impostos caso eleito.

    'Informamos o cancelamento da reunião com o economista Paulo Guedes, coordenador do programa econômico de Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência da República, que seria realizada hoje (20). Pedimos sinceras desculpas por possíveis transtornos e agradecemos a compreensão', informou o Credit Suisse em nota na quinta.

    Também em comunicado, a Amcham disse que Guedes informou que não compareceria 50 minutos antes da hora marcada para o início do evento.

    'O economista Paulo Guedes, coordenador do programa econômico de Jair Bolsonaro (PSL-RJ), comunicou às 8h40 desta manhã (21/9) que não poderá comparecer ao debate Presidenciáveis Amcham 2018 - Seu País, Sua Decisão - previsto para hoje. Fica, assim, cancelado o evento da série', informou a entidade.

    Nesta manhã, pela terceira vez nesta semana, Bolsonaro foi ao Twitter para rebater a informação de que pretende recriar a CPMF e elevar impostos.

    'Votei pela revogação da CPMF na Câmara dos Deputados e nunca cogitei sua volta. Nossa equipe econômica sempre descartou qualquer aumento de impostos. Quem espalha isso é mentiroso e irresponsável. Livre mercado e menos impostos é o meu lema na economia!', escreveu o presidenciável, que lidera as pesquisas de intenção de voto para a eleição de outubro.

    Bolsonaro já admitiu publicamente que não entende de economia e, quando questionado sobre o tema, muitas vezes se refere a Guedes, a quem chama de seu 'Posto Ipiranga' para assuntos econômicos. O programa de governo do candidato do PSL prevê a criação de um 'superministério' para cuidar da economia.

    A proposta de um novo imposto nos moldes da CPMF e de unificação das alíquotas do Imposto de Renda foi alvo de críticas, por exemplo, do candidato do PDT, Ciro Gomes, que a classificou de 'fascista', e do presidenciável do PSDB, Geraldo Alckmin, que afirmou que as ideias tributárias atribuídas a Guedes são um 'tiro' de Bolsonaro no contribuinte. O tucano também usou seu programa na TV para afirmar que o rival do PSL cobrará mais impostos dos mais pobres.

    SEM RESTRIÇÃO

    O coordenador da campanha de Bolsonaro em São Paulo, deputado federal Major Olimpio (PSL-SP), afirmou que não foi imposta qualquer restrição para que Guedes participe de eventos após o episódio sobre a discussão da criação de um imposto nos moldes da CPMF. Segundo ele, o motivo do cancelamento da presença dele nos eventos se deveu ao fato de Guedes decidir se concentrar na confecção do programa de governo para a área econômica.

    'Eu, o Jair, nenhum de nós nunca perguntamos onde ele iria se reunir, com quem vai se reunir, qual a agenda de palestras. Ele sempre teve total liberdade e vai continuar tendo', assegurou.

    Para Olimpio, não há o que Guedes tenha de justificar sobre o episódio da proposta de recriação da CPMF, porque ele 'não errou'. Segundo o coordenador, a intenção do economista jamais foi instituir novamente a CPMF de forma a aumentar a carga tributária.

    Na quarta-feira, uma fonte com trâmite na campanha de Bolsonaro disse à Reuters que um imposto nos moldes da CPMF, com incidência sobre movimentações financeiras, viria no lugar da adoção de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) em simplificação tributária promovida em eventual governo do candidato do PSL.

    Também na quarta-feira, o coordenador da campanha de Bolsonaro em São Paulo, deputado federal Major Olimpio, disse à Reuters que o candidato do PSL telefonou de seu leito hospitalar para Guedes no mesmo dia que a proposta atribuída a ele pela Folha, para pedir explicações sobre a proposta.

    (Reportagem adicional de Ricardo Brito, em Brasília)

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    Paulo Guedes quer imposto nos moldes da CPMF e alíquota única de IR, diz Folha

    (Reuters) - O economista Paulo Guedes, coordenador do programa econômico do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL), quer recriar um imposto sobre movimentação financeira nos moldes da CPMF e pretende estabelecer uma alíquota única de Imposto de Renda de 20 por cento para pessoas físicas e jurídicas, que incidiria também sobre a distribuição de lucros e dividendos, de acordo com o jornal Folha de S.Paulo desta quarta-feira.

    Guedes também pretende eliminar a contribuição patronal para a Previdência, que tem a mesma alíquota de 20 por cento e incide sobre a folha de pagamentos, acrescentou o jornal.

    De acordo com a colunista da Folha Mônica Bergamo, o pacote tributário que Guedes pretende implantar caso Bolsonaro seja eleito foi apresentado a uma plateia restrita reunida pela GPS Investimentos, gestora especialista em grandes fortunas, na terça-feira.

    O novo imposto sobre movimentações financeiras se chamaria Contribuição Previdenciária e seria destinado a financiar o INSS, segundo a Folha. A equipe econômica liderada por Guedes defende o modelo de capitalização para a Previdência, mas o atual sistema seguiria existindo paralelamente, e a contribuição seria criada para garantir sua solvência, acrescentou o jornal.

    Em mensagem publicada no Twitter nesta manhã, Bolsonaro afirmou que sua equipe econômica trabalha para reduzir a carga tributária. O candidato não citou as declarações de Paulo Guedes.

    'Nossa equipe econômica trabalha para redução de carga tributária, desburocratização e desregulamentações. Chega de impostos é o nosso lema! Somos e faremos diferente. Esse é o Brasil que queremos!', disse Bolsonaro na publicação.

    Bolsonaro, que está hospitalizado desde o dia 6 de setembro após levar uma facada durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG), lidera as pesquisas de intenção de voto para a eleição de outubro. O candidato tem utilizado as redes sociais para fazer campanha enquanto internado.

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    Subida de Bolsonaro é 'pedido por ordem' e alta do dólar é natural por incerteza política, diz Paulo Guedes

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - Coordenador do programa econômico de Jair Bolsonaro (PSL-RJ), o economista Paulo Guedes disse à Reuters nesta quarta-feira que o avanço do candidato à Presidência nas pesquisas de intenção de voto é 'pedido por ordem' no país, e que a alta do dólar sobre o real 'é natural' em função das incertezas que rondam as eleições.

    'Ele (Bolsonaro) está subindo, podem dizer o que quiser a respeito do estatismo dele, a respeito de ser estatizante, ele não está na frente por temas econômicos, ninguém está nem aí para mim. O fenômeno eleitoral se chama Jair Bolsonaro, não se chama Paulo Guedes', disse.

    Guedes, a quem Bolsonaro costuma se referir como seu 'Posto Ipiranga' para a economia, avaliou que o avanço do candidato é calcado sobretudo na postura de combate à violência e defesa da vida e propriedade privada. Ele também afirmou que Bolsonaro é 'flexível e pragmático o suficiente' para se posicionar a favor de propostas liberais após já ter tido 'visão do Brasil grande que os militares tiveram'.

    Segundo pesquisa Datafolha, Bolsonaro lidera a corrida presidencial com 22 por cento das intenções de voto quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não aparece na disputa, seguido por Marina Silva (Rede), com 16 por cento. Neste cenário, Geraldo Alckmin (PSDB), que é visto como o candidato favorito do mercado, crava 9 por cento.

    Reagindo ao quadro que já vinha sendo pintado em levantamentos anteriores, o dólar voltou a subir nesta quarta-feira, chegando próximo de 4,10 reais na máxima do dia. Terminou a 4,0559 reais na venda, maior nível desde 16 de fevereiro de 2016.

    Para Guedes, o mercado financeiro brasileiro 'tem inclinação por candidaturas do establishment'.

    'Mercado teme o desconhecido, ele prefere uma situação desconfortável conhecida do que às vezes arriscar melhora em situação de incerteza. Então é natural que haja certa insegurança', afirmou ele, após classificar que os últimos governos no Brasil consagraram um 'paraíso para rentistas'.

    Ele também ponderou que o atual cenário não deixa de ser influenciado pelos desdobramentos externos.

    'Do início dos anos 80 até meados dos anos 2000 tivemos praticamente 25 anos de juros declinantes (no mundo). E depois tivemos nos últimos 10 anos juros muito baixos. Esse período acabou. Os juros agora vão subir vários anos, devagar, devagarzinho', disse.

    'Ambiente que foi extraordinariamente favorável para Brasil, que tinha comércio livre, juros baixos, isso está acabando. Agora tem briga, tem guerra comercial, tem juros subindo, tem uma incerteza econômica lá fora', acrescentou.

    A caminho de sua terceira conversa recente com membros da atual equipe econômica nesta quarta-feira, Guedes afirmou que o encontro com o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, foi marcado desta vez a seu pedido.

    O objetivo, segundo ele, é construir propostas para enfrentamento de problemas reais a partir da análise dos números e do painel de controle do governo.

    Sobre o programa sob sua responsabilidade, Guedes voltou a defender uma reformulação tributária que culmine num imposto único, com 'base e incidência diferentes'. Sem dar mais detalhes, ele estimou que essa mudança poderia eliminar os encargos trabalhistas, abrindo espaço para geração de 5 a 10 milhões de empregos num prazo de dois a três anos.

    Guedes também ressaltou que, para implementar as reformas consideradas necessárias, um eventual governo Bolsonaro buscará firmar uma aliança de centro-direita na política, amparada por uma reorganização federativa, com mais recursos direcionados a Estados e municípios.

    Falando a respeito do nível dos juros aos consumidores no Brasil, ele avaliou que o alto déficit do governo é a principal causa do problema, pois acarreta a necessidade de uma Selic mais alta para o país se financiar. Pontuou, por outro lado, que há 'spread brutal' para o tomador final de empréstimos, e que a concentração bancária é 'seguramente um fator'.

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    Coordenador econômico de Bolsonaro indica que pode manter parte da equipe de Temer

    Por Marcela Ayres e Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - Coordenador do programa econômico do pré-candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL-RJ), Paulo Guedes afirmou que terá total liberdade para montagem de sua equipe caso se torne o titular da Fazenda e indicou que pode manter alguns integrantes da atual equipe econômica do governo Temer.

    Ele (Bolsonaro) fala que é porteira fechada e não vai ter nenhuma indicação política , disse o economista em entrevista na quinta-feira à Reuters, a respeito dos cargos nos Ministérios da Fazenda e do Planejamento e no Banco Central. Sobre a permanência de alguns membros da equipe de Temer, mostrou ver vantagens na estratégia.

    O setor público tem extraordinários quadros e quem tem que fazer as reformas e ajudar a corrigir todos os erros são exatamente esses quadros de excepcional qualidade , disse, ao ser questionado se manteria parte do quadro se Bolsonaro vencer as eleições.

    Guedes elogiou o atual secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, de quem disse ter tido “ótima impressão” por seu “espírito público e conhecimento técnico”. Ambos estiveram juntos há poucas semanas no Ministério da Fazenda após Guedes pedir um encontro para ouvi-lo sobre a situação fiscal do país.

    Os comentários foram feitos pouco antes de Guedes se encontrar novamente com membros da atual equipe econômica em Brasília, desta vez a convite do ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, e na companhia do presidente do BC, Ilan Goldfajn, no âmbito de conversas que têm sido pedidas pela Fazenda com economistas de pré-candidatos.

    Tanto o coordenador quanto o próprio Bolsonaro já afirmaram publicamente que Ilan seria um excelente nome para seguir no atual cargo. Guedes disse nesta quinta-feira ver necessidade, para o presidente do BC, de autonomia operacional e mandato não coincidente com o do presidente da República.

    Com Ph.D. na Universidade de Chicago, considerada o templo mundial do liberalismo, Guedes voltou a ressaltar que o programa de Bolsonaro será estruturado em torno de reformas fiscais, como a da Previdência, reorganização federativa, com mais recursos direcionados a Estados e municípios, e diminuição da dívida pública, investida turbinada por privatizações de estatais.

    REFORMA TRABALHISTA

    O economista defendeu o aprofundamento da reforma trabalhista, com a substituição gradual do atual sistema de encargos baseado na folha salarial que conta com alíquotas altíssimas . Para ele, a mudança vai impulsionar a contratação de novos postos de trabalho e ampliar a formalização do número de pessoas economicamente ativas. Atualmente, o país possui cerca de 13 milhões de desempregados.

    Vamos acabar com esses encargos, acabar com esse troço. Nós vamos botar no lugar uma base de incidência bem mais ampla, em vez de só alguns pagando muito. Esse é um princípio que estamos vendo , disse.

    Segundo Guedes, o novo modelo de encargos trabalhistas --mais simples e com custo menor-- faria parte de uma reforma tributária mais ampla a ser implementada de maneira gradual.

    Só que a gente não vai fazer nenhuma aventura. A gente não vai desarmar o sistema , disse ele, indicando que a substituição de um regime por outro será feito em dois ou quatro anos.

    Aí você vai fazendo 'phase in' em um e 'phase out' em outro, vai calibrando. Justamente como a gente não vai fazer aventura, a gente não pode abrir mão da base tributária atual. Você reduz um pouquinho e introduz a outra. Essa outra está indo superbem, você acelera ela e retira a antiga , complementou.

    RELAÇÃO COM O CONGRESSO

    O economista afirmou que a governabilidade de uma eventual gestão Bolsonaro se dará, para além da noção de um novo pacto federativo, com o apoio dos partidos em cima de propostas em discussão no Congresso.

    Uma das críticas a Bolsonaro é a de que ele, se eleito, não terá uma forte base de apoio. Atualmente o PSL, a pequena legenda a qual o deputado é filiado, tem apenas 8 deputados federais e nenhum senador.

    Guedes disse que o coordenador informal da pré-campanha de Bolsonaro, o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), disse-lhe que até o final do mês o nome do PSL ao Palácio do Planalto contará com o apoio suprapartidário de 120 deputados federais. Para o economista, é um apoio que está sendo bem encaminhado por ocorrer antes do fechamento das alianças partidárias.

    O número fica abaixo do necessário para a aprovação de reformas constitucionais --que na Câmara precisam de ao menos 308 votos. Mas Guedes afirmou que, no pós-Lava Jato, o apoio dos partidos no Congresso se dará em torno das agendas do governo.

    É uma valorização dos temas e votação no atacado. Esse partido está conosco, aí temos 30, 40 votos do partido, justamente para acabar com a compra mercenária de votos no varejo , disse.

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