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    Trump pede que parlamentares republicanos desistam de legislação imigratória até novembro

    Por Doina Chiacu

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um apelo aos parlamentares republicanos nesta sexta-feira para desistirem de seus esforços para aprovar uma legislação imigratória abrangente até depois das eleições de novembro, que ele espera que fortaleçam a maioria do partido no Congresso.

    Trump, alvo de uma revolta pública devido à sua política de separar crianças de seus pais imigrantes na fronteira com o México, tentou mudar o foco do debate sobre a imigração no Congresso com uma série de comentários publicados logo cedo no Twitter.

    Apesar do controle republicano na Câmara dos Deputados e no Senado, a maioria apertada de 51-49 do partido nesta última Casa do Congresso torna necessário obter algum apoio democrata para aprovar a maioria das leis.

    Elejam mais republicanos em novembro e aprovaremos os melhores, mais justos e mais abrangentes projetos de lei de imigração de qualquer lugar do mundo , tuitou Trump.

    Os republicanos deveriam parar de perder tempo com a imigração até depois de elegermos mais senadores e congressistas homens e mulheres em novembro. Os democratas estão só jogando, não têm intenção de fazer nada para resolver este problema de décadas. Podemos aprovar ótimas leis depois da Onda Vermelha! , disse.

    Na verdade, muitos analistas dizem que o partido poderá sofrer perdas em novembro, quando todos os 435 assentos da Câmara e um terço das 100 vagas do Senado estarão em disputa.

    Trump fez forte pressão na quarta-feira e assinou um decreto que acaba com a separação de crianças de suas famílias enquanto os pais são processados por cruzar a fronteira ilegalmente. Ele disse ainda que deseja que o Congresso aprovasse uma lei de imigração mais abrangente.

    Na quinta-feira, a Câmara rejeitou um projeto de lei apoiado por conservadores que teria interrompido a prática de dividir famílias e que abordava uma gama de outras questões ligadas à imigração.

    O projeto de lei foi derrotado por 231 votos a 193, e 41 republicanos se uniram à oposição. A Câmara também adiou, provavelmente até a semana que vem, a votação de um projeto de lei mais moderado para tentar angariar mais apoio --mas os tuítes mais recentes de Trump podem frustrar esta iniciativa.

    Jogo encerrado , disse o deputado Mark Sanford, um republicano crítico de Trump que entrou na mira do presidente antes de perder uma eleição primária neste mês.

    Isso tira todo o ímpeto do que poderia ter sido um final de semana bastante produtivo em termos de procurar um meio-termo , disse Sanford à CNN. Sem o presidente dar apoio aos parlamentares, de maneira nenhuma eles correrão os riscos que seriam inerentes a um grande projeto de lei de reforma.

    Os dois projetos de lei receberam apoio de Trump, mas foram rejeitados por democratas e grupos pró-imigrantes que os consideraram rígidos demais. Eles financiariam o muro que Trump propôs construir na fronteira com o México e reduziriam a imigração legal.

    ((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447702)) REUTERS AC

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    Trump instrui agências federais a reunir famílias de imigrantes na fronteira; Melania visita região

    Por Richard Cowan e Steve Holland

    WASHINGTON/MCALLEN, Texas (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira que está instruindo agências federais a começarem a reunir pais e filhos que foram separados na fronteira com o México depois de entrarem no país ilegalmente, um primeiro passo para implantar um decreto presidencial que reverte uma política que atraiu críticas de todo o mundo.

    O anúncio de Trump ocorreu no momento em que sua esposa, Melania, procurava apaziguar os ânimos visitando um centro de detenção de fronteira do Texas onde crianças estão sendo detidas. Vídeos de crianças sentadas em jaulas e uma gravação de áudio de crianças chorando provocaram indignação ao serem divulgados mundialmente.

    Trump disse em uma reunião de gabinete que instruiu os Departamentos de Justiça, Segurança Interna e Saúde e Serviços Humanos a trabalharem juntos para manter as famílias de imigrantes juntas durante o processo de imigração e reaproximar os grupos previamente separados .

    Diante do repúdio internacional à política de separações, Trump assinou um decreto na quarta-feira ordenando que fossem interrompidas e que as famílias sejam mantidas unidas no decorrer dos procedimentos de imigração. O decreto ainda pode ser contestado na Justiça, e advogados do governo devem apresentar uma solicitação ainda nesta quinta-feira para modificar um acordo judicial de 1997 que limita a detenção federal de menores a 20 dias.

    O decreto, um recuo incomum para Trump, transfere pais com crianças para o início da fila de procedimentos de imigração, mas não encerra a política de tolerância zero que exige processos contra imigrantes que atravessem a divisa ilegalmente, como manda o estatuto de entradas criminosas do país.

    O governo também pediu uma legislação permanente, mas republicanos do Congresso disseram que a Câmara dos Deputados provavelmente rejeitará dois projetos de lei concebidos para deter a prática de separar famílias e abordar uma gama de outras questões ligadas à imigração.

    Os deputados republicanos Ralph Norman e Mark Meadows, membros proeminentes do conservador Caucus da Liberdade, disseram aos repórteres que não acreditam que nenhum dos projetos de lei tem apoio suficiente para passar pela Câmara de maioria republicana.

    O presidente da Câmara, Paul Ryan, disse que os governistas ainda estão tentando angariar votos, mas não pareceu confiante.

        Os dois projetos de lei –apoiados por Trump, mas rejeitados por democratas e ativistas pró-imigração– financiariam o muro que Trump propôs construir na fronteira com o México e reduziriam a imigração legal, em parte negando vistos a alguns parentes de moradores dos EUA e cidadãos vivendo no exterior.

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    Trump recua e assina decreto para encerrar separações de famílias na fronteira dos EUA

    Por Roberta Rampton e Steve Holland

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, desistiu nesta quarta-feira de uma política de imigração que gerou críticas no país e no exterior, assinando um decreto presidencial para encerrar a separação de crianças de seus pais quando famílias imigrantes forem pegas atravessando ilegalmente a fronteira entre EUA e México.

    O decreto exige que famílias imigrantes sejam detidas juntas quando entrarem ilegalmente no país, pelo tempo que durar o processo penal.

        O decreto também transfere pais com crianças para a frente da fila para procedimentos imigratórios. O decreto não encerra uma política de “tolerância zero” que exige processos criminais contra imigrantes que atravessem a fronteira ilegalmente.

        “É sobre manter famílias unidas, e ao mesmo tempo garantir que tenhamos uma fronteira muito poderosa, muito forte”, disse Trump ao assinar o decreto em um encontro organizado às pressas no Salão Oval da Casa Branca.

    Vídeos de jovens em gaiolas e uma gravação de áudio de crianças chorando provocaram a indignação de grupos que vão de religiosos a líderes empresariais influentes nos EUA, além de críticas do exterior, como a do papa Francisco.

        Trump, um espectador frequente de noticiários da TV a cabo, reconheceu que a questão de separações de famílias era um problema político crescente, disseram fontes da Casa Branca. A primeira-dama, Melania Trump, em conversas particulares com o presidente, pediu para ele fazer algo, disse uma autoridade da Casa Branca.

        “A primeira-dama tem tornado sua opinião clara ao presidente há algum tempo, de que ele precisa fazer tudo que puder para ajudar a manter famílias juntas”, declarou uma autoridade.

    No Salão Oval, Trump disse que ouviu da filha Ivanka sobre a política também.

    Ivanka sente muito fortemente. Minha esposa sente muito fortemente sobre isso. Eu sinto muito fortemente sobre isso. Acho que qualquer um com um coração se sentiria muito fortemente sobre isso , afirmou Trump.

        A ação desta quarta-feira marca uma rara ocasião desde que Trump assumiu, em janeiro de 2017, na qual ele mudou de rumo em uma política controversa, ao invés de aprofundá-la.

        Trump tem feito de sua dura postura sobre imigração uma peça central de sua Presidência. Nos dias recentes, o presidente republicano insistiu que suas mãos estavam atadas pela lei na questão de separações familiares e buscou culpar democratas, embora tenha sido seu governo que implementou a política de adesão estrita da lei de imigração.

    O Congresso dos EUA, controlado pelos republicanos, também está considerando legislação para tratar da questão. A Câmara dos Deputados planeja votar na quinta-feira dois projetos de lei feitos para cessar a prática de separar famílias e para tratar de outras questões imigratórias.

        Mas republicanos disseram estar incertos se alguma das medidas terá apoio suficiente para ser aprovada. Trump disse aos republicanos da Câmara na noite de terça-feira que iria apoiar qualquer um dos projetos de lei sob consideração, mas não deu uma preferência.

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    Trump se reunirá com republicanos em meio a revolta por tratamento a filhos de imigrantes

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alvo de uma avalanche de críticas devido à detenção de crianças separadas de seus pais imigrantes na fronteira com o México, deve se reunir com parlamentares republicanos nesta terça-feira antes de votações sobre a legislação imigratória.

    As separações familiares, documentadas em vídeos publicados na internet que mostram jovens detidos em jaulas, recolocaram Trump no centro de uma polêmica relativa à imigração, uma questão que ele tratou de forma incendiária como candidato presidencial e que levou para seu governo.

    Trump irá ao Capitólio enquanto os democratas denunciam o tratamento bárbaro de crianças e seus colegas republicanos trabalham pela adoção de uma legislação que reduzirá, se não chegar a suspender inteiramente, a prática de separar famílias.

    A política de tolerância zero do governo Trump ordena a prisão de todos os adultos flagrados entrando no país ilegalmente, inclusive postulantes a asilo.

    Enquanto os pais são mantidos em prisões, seus filhos são enviados a centros de detenção diferentes, alguns em locais remotos.

    Trump e autoridades do governo disseram que a diretriz é necessária para proteger a fronteira e deter a imigração ilegal. Mas os democratas e alguns republicanos criticaram o governo por separar quase duas mil crianças de seus pais entre meados de abril e o final de maio.

    Vídeos online mostraram crianças detidas em jaulas com pisos de concreto em centros de detenção.

    Uma gravação de áudio que supostamente capturou o som de crianças imigrantes chorando em uma instalação de detenção está circulando na internet. A Reuters não conseguiu verificar sua autenticidade de forma independente.

    Uma grande negociação no Congresso que finalmente resolva as divisões profundas relativas à lei de imigração parece improvável, já que Trump está focado na obtenção de fundos para construir um muro que promete há tempos na fronteira sul com o México.

    Trump e republicanos da Câmara dos Deputados devem debater na noite desta terça-feira dois projetos de lei cuja votação está marcada para a quinta-feira. Os dois foram formulados sem a participação dos democratas. Os republicanos controlam a Câmara, o Senado e a Casa Branca.

    Um dos projetos quer limitar, mas não proibir totalmente, as separações familiares, custear o muro de fronteira e oferecer garantias legais a imigrantes jovens conhecidos como Dreamers .

    (Por Amanda Becker, Susan Cornwell, Makini Brice e Lisa Lambert)

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    Trump responsabiliza imigração na Europa por mudança de cultura

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, responsabilizou imigrantes na Europa pelo que descreveu incorretamente como um aumento nos índices de violência na Alemanha e por uma mudança de cultura, acrescentando que os Estados Unidos enfrentam ameaças semelhantes.

    O povo alemão está se voltando contra sua liderança à medida que a imigração abala a já tênue coalizão de Berlim. O crime na Alemanha está muito mais alto. Grande erro cometido em toda a Europa ao permitir a entrada de milhões de pessoas que mudaram tão fortemente e violentamente sua cultura , disse Trump em publicação no Twitter.

    Entretanto, os índices de criminalidade caíram bastante na Alemanha, com o Ministério do Interior do país reportando 5,76 milhões de infrações criminais em 2017, o número mais baixo desde 1992, levando à menor taxa de criminalidade da Alemanha em mais de 30 anos.

    Muitos culpam a política de portas abertas de Merkel pelo crescimento do partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD), que atualmente é a maior sigla opositora no Parlamento.

    Mais de 1,6 milhão de imigrantes, em sua maioria muçulmanos fugindo de guerras no Oriente Médio, chegaram à Alemanha desde 2014.

    O governo Trump está enfrentando fortes críticas por parte de ativistas de direitos humanos, democratas e alguns membros de seu próprio Partido Republicano por separar filhos de seus pais na fronteira entre os Estados Unidos e o México, uma política destinada a impedir a imigração ilegal.

    (Reportagem de Lisa Lambert)

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    Merkel diz ter apoio necessário para negociar imigração com aliados da Baviera

    Por Paul Carrel e Jörn Poltz

    BERLIM/MUNIQUE (Reuters) - A chanceler alemã, Angela Merkel, disse que seu partido, a União Democrata-Cristã (CDU), chegou a um meio-termo com a aliada da Baviera União Social-Cristã (CSU) para aumentar os controles de imigração do país, garantindo o apoio necessário para buscar acordos antes de uma cúpula da União Europeia no final de junho.

    Merkel disse em coletiva de imprensa nesta segunda-feira que um plano para repelir pessoas nas fronteiras da Alemanha pode desencadear um efeito dominó, mas disse ter concordado com uma demanda da CSU de proibir a entrada de pessoas que já haviam sido expulsas do país.

    A CSU tinha pedido nesta segunda-feira novas medidas para conter a imigração, mas disse que um plano para repelir imigrantes na fronteira ainda precisava ser trabalhado.

    Uma crise surgida entre Merkel e seus aliados conservadores da CSU referente à imigração se agravou na última semana, mas surgiram sinais de uma possível concessão quando o presidente da sigla, Horst Seehofer, disse no domingo que a desavença pode ser superada.

    Seehofer, que é ministro do Interior da Alemanha, quer o direito de rejeitar imigrantes que já se registraram em outro país da União Europeia, mas Merkel se opõe a qualquer medida unilateral de Seehofer que reverta sua política de portas abertas adotada em 2015 e mine sua autoridade.

    Já se especula que a aliança conservadora de 70 anos entre a CSU e a CDU pode ruir se as duas siglas não resolverem suas diferenças. Neste caso a coalizão de três meses da chanceler, que também inclui os Social Democratas de centro-esquerda, perderia sua maioria parlamentar.

    Ao chegar para uma reunião de líderes da CSU em Munique nesta segunda-feira, o primeiro-ministro bávaro, Markus Soeder, disse que a CSU quer apoiar o plano-mestre para limitar a imigração na fronteira, mas que deixará para Seehofer decidir como implantar a medida.

    Uma parte importante do plano-mestre é a possibilidade de repelir as pessoas na fronteira , disse Soeder aos repórteres ao chegar para uma reunião da Presidência do partido na capital do país.

    A absoluta maioria da população alemã apoia esta ideia e este conceito, e é por isso que queremos oferecer apoio hoje para implantá-la , disse. Caberá ao ministro do Interior decidir a implantação .

    Ao apoiar o plano-mestre , a CSU desafiaria Merkel e criaria o risco de desestabilizar sua coalizão, mas deixar que Seehofer decida sua adoção pode postergar o debate por ora e lhe permitir chegar a um meio-termo com Merkel.

    Muitos culpam a política de portas abertas de Merkel pelo crescimento do partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD), que atualmente é a maior sigla opositora no Parlamento.

    Mais de um milhão de imigrantes, a maioria fugindo de conflitos no Oriente Médio, entraram na Alemanha desde 2015.

    (Reportagem adicional de Madeline Chambers e Michelle Martin)

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    Democratas e ativistas protestam contra política imigratória de Trump que separa familiares

    Por Joseph Ax

    ELIZABETH, Estados Unidos (Reuters) - Parlamentares democratas se uniram a manifestantes reunidos diante de centros de detenção de imigrantes nos Estados norte-americanos de Nova Jersey e Texas, no domingo, para realizar protestos no Dia dos Pais dos Estados Unidos contra a prática do governo Trump de separar crianças de seus pais na fronteira entre os EUA e o México.

    Isto não deve ser o que somos como nação , disse o deputado Jerrold Nadler, um dos sete parlamentares de Nova York e Nova Jersey que se encontraram com cinco detidos dentro de um centro de Elizabeth, em Nova Jersey, entre eles três que afirmaram que familiares mais jovens foram retirados de seus cuidados depois que buscaram asilo na fronteira.

    Os acontecimentos coincidiram com reportagens focando as separações familiares que intensificaram a pressão política sobre a Casa Branca, até mesmo por parte de alguns colegas republicanos do presidente norte-americano, Donald Trump.

    Na sexta-feira, autoridades norte-americanas disseram que quase duas mil crianças foram separadas de adultos na divisa entre meados de abril e o final de maio.

    Em maio, o secretário de Justiça dos EUA, Jeff Sessions, anunciou uma política de tolerância zero segundo a qual todas as pessoas apreendidas entrando no país ilegalmente, inclusive postulantes a asilo, serão acusadas criminalmente, o que geralmente faz com que as crianças sejam separadas de seus pais.

    Autoridades do governo defenderam a tática argumentando que ela é necessária para proteger a fronteira e insinuaram que ela desestimulará a imigração ilegal.

    Mas a política atraiu críticas de profissionais de saúde, líderes religiosos e ativistas pró-imigração, que alertam que algumas crianças podem sofrer traumas psicológicos duradouros. As crianças são mantidas em instalações do governo, entregues a cuidadores adultos ou transferidas temporariamente para lares adotivos.

    No domingo vários parlamentares democratas, como o senador Jeff Merkley, visitaram um Centro de Processamento da Patrulha de Fronteira de McAllen, no sul do Texas, para denunciar a diretriz, e o deputado Beto O'Rourke, que concorre ao senado texano, liderou uma passeata rumo a um centro de detenção temporária para crianças imigrantes montado perto de El Paso.

    Trump vem tentando culpar os democratas ao dizer que o apoio destes a um projeto de lei imigratória mais abrangente acabaria com as separações.

    A assessora da Casa Branca Kellyanne Conway disse no programa Meet the Press , da NBC, no domingo: Como mãe, como católica, como alguém que tem consciência ... vou dizer que ninguém gosta dessa política .

    Você viu o presidente (dizendo) na câmera que ele quer que isso acabe , acrescentou.

    Uma porta-voz de Melania Trump disse à CNN no domingo que a primeira-dama dos EUA odeia ver crianças separadas de suas famílias , e espera que os parlamentares de ambos os partidos concordem com a reforma da imigração.

    (Reportagem adicional de Lindsay Dunsmuir e Valerie Volcovici, em Washington)

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    Itália e França tentam resolver disputa sobre imigração; papa cobra mudança de postura de políticos

    Por Steve Scherer e Massimiliano Di Giorgio

    ROMA (Reuters) - Itália e França tentaram resolver nesta quinta-feira uma disputa sobre imigração, enquanto o papa Francisco pediu que políticos do mundo todo trabalhem em conjunto para ajudar os refugiados e respeitem sua dignidade.

    A Itália convocou um enviado da França na quarta-feira e exigiu desculpas do presidente francês, Emmanuel Macron, que havia dito que a medida de Roma de impedir o desembarque de um navio de resgate de imigrantes em seus portos havia sido um ato de cinismo e irresponsabilidade .

    Macron, em uma ligação telefônica na noite de quarta-feira com o primeiro-ministro da Itália, Giuseppe Conte, disse que não teve a intenção de ofender a Itália e o povo italiano , de acordo com uma nota. 

    Os dois líderes confirmaram uma reunião de almoço na sexta-feira para discutir novas iniciativas para a imigração, um dia após o ministro italiano do Interior, Matteo Salvini, anunciar um eixo com a Alemanha e a Áustria para combater a imigração ilegal. 

    A França não quer a escalada do conflito, é contraproducente. Precisamos manter o diálogo , disse uma fonte próxima a Macron, enquanto o presidente visitava a cidade de Rochefort, no oeste do país. A fonte acrescentou que Macron não aceitaria nenhuma retaliação . 

    Salvini prometeu continuar a bloquear embarcações humanitárias estrangeiras nos portos italianos enquanto a Europa tenta entender como dividir a responsabilidade de lidar com migrantes que tentam adentrar a União Europeia a partir de zonas de conflito e países empobrecidos, a maioria deles na África e no Oriente Médio. 

    Mais de 1,8 milhão de migrantes chegaram à Europa desde 2014, e a Itália agora abriga mais de 170 mil em pessoas em busca de asilo, assim como cerca de 500 mil imigrantes sem registro. Uma cúpula da União Europeia irá discutir as regras de asilo político do bloco no final deste mês. 

    O papa Francisco, que fez da defesa dos refugiados uma plataforma de seu papado, repreendeu políticos por não respeitarem a dignidade dos imigrantes e exigiu uma mudança de mentalidade . 

    Ao discursar em uma conferência sobre imigração no Vaticano, o papa disse que países precisam trabalhar em conjunto e parar de considerar os outros como ameaças ao nosso conforto, valorizando-os como pessoas cujas vidas, experiências e valores podem contribuir imensamente para o enriquecimento de nossa sociedade .

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