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    Magno Malta repete ideia de aumentar número de ministros do STF para 'equilibrar o jogo'

    Por Rodrigo Viga Gaier

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O senador Magno Malta (PR-ES) disse nesta segunda-feira que se fosse eleito presidente proporia o aumento no número de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para 'equilibrar o jogo', mas que não se cogita fechar a corte suprema do país, em meio à polêmica sobre um vídeo do filho do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

    “Se eu fosse eleito como ele vai ser, ungido pelo povo, no primeiro mês de mandato proporia ao Congresso aumentar o número de ministros (do STF) para equilibrar o jogo”, disse Malta em entrevista à Reuters, repetindo ideia defendida pelo presidenciável algum tempo atrás.

    “Temos que acabar com o viés ideológico do STF”, acrescentou o senador.

    Durante a pré-campanha eleitoral, Bolsonaro chegou a defender aumentar de 11 para 21 o número de ministros do Supremo.

    Pela regra em vigor, o presidente eleito poderá indicar ao menos dois ministros que atingirão 75 anos até 2022 e terão que se aposentar compulsoriamente, o decano Celso de Mello e Marco Aurélio Mello.

    O senador Magno Malta manifestou seu desconforto com a atuação da atual composição do STF, que, para ele, tem ministros que agem como se fossem suplentes de Deus.

    “Defendo que tenham mandato de oito anos e sempre falei isso', disse Malta.

    O senador acrescentou que as decisões do supremo indicam que há interesses por trás das sentenças polêmicas de integrantes da corte. 'O STF está completamente politizado e com viés ideológico e ninguém nega isso.“

    Apesar disso, Malta garantiu que 'não existe intenção' de fechar o STF.

    'Claro que não. Temos instituições e somos um país democrático mesmo com a ditadura do Judiciário no Brasil“, disse.

    Em vídeo que viralizou nas redes sociais no domingo, Eduardo Bolsonaro fala que seria preciso apenas um soldado e um cabo para fechar o STF. Também no domingo, o deputado tuitou negando que tenha defendido o fechamento do STF, afirmando que apenas repetiu uma brincadeira. [nL2N1X10AH]

    O próprio presidenciável no domingo negou essa possibilidade. 'Não tem isso de fechar o STF', disse o candidato a presidente pelo PSL.

    Para Malta, tudo que os filhos de Bolsonaro falarem vai ter repercussão justamente por serem filhos do presidenciável.

    “Até domingo vão tentar de tudo e inventar tudo... entrou na fase do esperneamento”, disse.

    Magno Malta que não conseguiu se reeleger senador pelo seu Estado disse que está pronto para ir para onde Bolsonaro mandar em seu eventual futuro governo.

    “Sou um soldado e estou do lado dele e temos que ganhar a eleição. Estou à disposição“, frisou ele. “Vou estar perto dele o tempo todo, sendo ou não ministro... acho que ele já está com as duas mãos na faixa.'

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    Rússia inicia maiores exercícios militares desde colapso da União Soviética

    Por Andrew Osborn

    MOSCOU (Reuters) - A Rússia iniciou nesta terça-feira os maiores jogos de guerra desde o colapso da União Soviética com exercícios perto da fronteira com a China, mobilizando 300 mil soldados em uma demonstração de força que incluirá exercícios conjuntos com o Exército chinês.

    China e Rússia já realizaram exercícios conjuntos, mas não de escala tão grande, e a manobra Vostok-2018 (Leste-2018) sinaliza laços militares mais estreitos e funciona como um lembrete silencioso a Pequim de que Moscou é capaz e está disposta a defender seu extremo leste escassamente povoado.

    O Vostok-2018 coincide com um aumento na tensão entre o Ocidente e a Rússia, e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) disse que monitorará o exercício atentamente, assim como os Estados Unidos, que têm uma presença militar forte na região Ásia-Pacífico.

    O Ministério da Defesa russo transmitiu nesta terça-feira imagens de caminhões militares sendo transportados em trens, colunas de tanques, veículos blindados e navios de guerra em trânsito, além de helicópteros de combate e caças decolando.

    Esta atividade foi parte do primeiro estágio do exercício, que vai até 17 de setembro, disse o ministério em um comunicado. Ele envolve a mobilização de forças adicionais no extremo leste russo e um reforço naval abrangendo suas frotas do norte e do Pacífico.

    O objetivo principal é verificar a prontidão dos militares para movimentar soldados em distâncias longas, testar o quão estreitamente a infantaria e as forças navais cooperam e aperfeiçoar procedimentos de comando e controle. Estágios posteriores envolverão ensaios de situações defensivas e ofensivas.

    A Rússia também realizou um grande exercício naval no leste do Mediterrâneo neste mês, e seu caças voltaram a bombardear a região síria de Idlib, o último grande bastião de rebeldes combatendo o presidente sírio, Bashar al-Assad, seu aliado.

    O fato de o principal local de treinamento do Vostok-2018 estar a cinco mil quilômetros ao leste de Moscou significa que o exercício provavelmente será observado com atenção pelo Japão e pelas Coreias do Norte e do Sul, além da China e da Mongólia, cujos Exércitos participarão de manobras no final desta semana.

    Analistas dizem que Moscou teve que convidar os militares chineses e mongóis por causa da proximidade dos jogos de guerra de suas fronteiras e porque, devido à sua escala, os países vizinhos provavelmente os veriam como uma ameaça se fossem excluídos.

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    Califórnia combate maior incêndio florestal de sua história

    Por Dan Whitcomb

    LOS ANGELES (Reuters) - O maior incêndio florestal da história da Califórnia continuava se alastrando nesta terça-feira, e o calor e o vento dificultavam o trabalho dos milhares de bombeiros que enfrentam oito grandes focos fora de controle em todo o Estado norte-americano.

    O chamado incêndio de Mendocino chegou a 114.526 hectares na segunda-feira, quando dois incêndios florestais se fundiram no extremo sul da Floresta Nacional de Mendocino, disse o Departamento de Florestas e Proteção contra Incêndios da Califórnia (Cal Fire).

    Trata-se do maior de oito grandes focos fora de controle na Califórnia, o que levou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a declarar um 'grande desastre' no Estado.

    O tamanho do atual incêndio superou o do incêndio Thomas do ano passado, que devastou 114 mil hectares nos condados de Santa Barbara e Ventura e destruiu mais de 1 mil estruturas.

    O incêndio Mendocino incendiou 75 casas e obrigou milhares de pessoas a fugirem até o momento.

    As temperaturas podem chegar a 43 graus Celsius no norte da Califórnia nos próximos dias, já que rajadas de vento atiçarão as chamas, disse um meteorologista do Serviço Nacional do Clima.

    Na segunda-feira, os 3.900 bombeiros que combatem as chamas estavam empenhados em impedir que as chamas rompessem as barreiras antifogo no cume de colinas que abrigam as comunidades de Nice, Lucerne, Glen Haven e Clearlake Oaks, disse Tricia Austin, porta-voz do Cal Fire.

    Em outras partes da Califórnia foram emitidas ordens de retirada de cabanas em cânions da Floresta Nacional de Cleveland, no condado de Orange, na tarde de segunda-feira, porque um incêndio irrompeu e se espalhou rapidamente, chegando a 283 hectares.

    O incêndio Carr --que já consumiu 66.535 hectares na região de Shasta-Trinity, situada ao norte de Sacramento, desde que surgiu no dia 23 de julho-- está 47 por cento contido.

    Várias mortes foram atribuídas ao Carr, inclusive a de Jay Ayeta, guarda-fios de 21 anos da Pacific Gas and Electric Company que, segundo a empresa informou no domingo, morreu em uma colisão de veículos quando trabalhava com colegas em um terreno perigoso.

    'Os incêndios florestais da Califórnia estão se ampliando e se agravando por causa das leis ambientais ruins que não estão permitindo que uma quantidade imensa de água prontamente disponível seja devidamente utilizada', escreveu Trump no Twitter.

    (Reportagem adicional de Brendan O'Brien, em Milwaukee)

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