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    Maiores empresas do mundo preveem US$1 tri em custos climáticos

    Por Matthew Green

    LONDRES (Reuters) - Mais de 200 das maiores companhias com ações em bolsas de valores do mundo prevêem que a mudança climática pode custar um total combinado de quase 1 trilhão de dólares, com grande parte dos prejuízos ocorrendo nos próximos cinco anos, de acordo com um relatório publicado nesta terça-feira.

    Apesar disso, os resultados da pesquisa conduzida pela instituição de caridade CDP sugerem que muitas empresas ainda subestimam os riscos, já que os cientistas alertam que o sistema climático da Terra está em vias de atingir pontos de crise sem retorno se não houver cortes rápidos nas emissões de carbono.

    'A maioria das empresas ainda tem um longo caminho a percorrer em termos de avaliação adequada do risco climático', disse Nicolette Bartlett, diretora de mudanças climáticas do CDP, autora do relatório.

    Fundado no início dos anos 2000, o CDP - anteriormente conhecido como Carbon Disclosure Project - é uma voz respeitada em uma crescente coalizão de grupos de pressão, gestores de fundos, membros de bancos centrais e políticos que acreditam que o aquecimento global representa um risco sistêmico para o sistema financeiro.

    Ao pressionar os presidentes-executivos de companhias a confrontarem os riscos de suas operações, os defensores de uma maior divulgação esperam estimular investimentos suficientes em setores mais limpos, o que pode reduzir emissões de carbono a tempo de se cumprir metas climáticas globais.

    Em seu último estudo, o CDP analisou dados de pesquisas de 215 das maiores empresas, desde Apple e Microsoft até Unilever, UBS, Nestlé, China Mobile, Infosys, Sony e BHP.

    As empresas estimaram um total de 970 bilhões de dólares em custos extras devido a fatores que incluem temperaturas mais altas, clima caótico e preço das emissões de gases do efeito estufa. Cerca de metade desses custos foram vistos como 'praticamente certos'.

    Muitas empresas também viram um enorme potencial se o mundo conseguir se descarbonizar a tempo para evitar os cenários climáticos mais sombrios, que os cientistas vêem como um risco existencial para a civilização industrial.

    Por outro lado, as empresas do estudo do CDP, que têm um valor de mercado combinada de cerca de 17 trilhões de dólares, viram oportunidades em potencial de 2,1 trilhões, abrangendo a demanda mais rápida do que o esperado por veículos elétricos a investimentos em energias renováveis.

    21

    2 S

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    Ex-ministros do Meio Ambiente criticam Bolsonaro por desmontar proteções ambientais do Brasil

    Por Jake Spring

    BRASÍLIA (Reuters) - Oito ex-ministros do Meio Ambiente criticaram o presidente Jair Bolsonaro e seu governo em uma carta divulgada nesta quarta-feira, alegando que ele está desmontando as proteções ambientais do país.

    As ex-autoridades criticaram a decisão do governo de tirar a autoridade do Ministério do Meio Ambiente sobre agências de água e florestas, enquanto também dizem que a falta de diretrizes claras para combater mudanças climáticas está ameaçando a capacidade do Brasil de atender seus compromissos de cortar emissões de gases estufa

    'Tudo isso reforça na ponta a sensação de impunidade, que é a senha para mais desmatamento e mais violência', escreveram, alegando que esse desmantelamento é inconstitucional.

    O atual ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, respondeu ponto a ponto a carta em uma declaração e culpou forças externas pelo que vê como uma campanha contra o país.

    'O que vem causando prejuízos à imagem do Brasil é a permanente e bem orquestrada campanha de difamação promovida por ONGs e supostos especialistas, para dentro e para fora do Brasil', disse Salles em uma carta.

    Durante a campanha eleitoral do ano passado, Bolsonaro se posicionou contra o que chamou de 'indústria' de multas ambientais mirando produtores agrícolas e em certo ponto, cogitou tirar o Brasil do Acordo Climático de Paris. Ele ainda sustenta que a mudança climática pode não ser por culpa humana, embora o Brasil ainda esteja no acordo.

    Seus comentários geraram temores entre ambientalistas de que o desmatamento crescerá na parte brasileira da floresta Amazônica, que absorve vastos volumes de gases estufa.

    O desmatamento no Brasil, no entanto, caiu 34 por cento ano a ano nos primeiros quatro meses do ano, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

    Os ex-ministros do Meio Ambiente que assinam a carta incluem Rubens Ricúpero, que ocupou o cargo na década de 1990, e Edson Duarte, que deixou o cargo no fim do governo anterior.

    Em sua resposta, que é mais longa que a carta original, Salles disse concordar com o pedido dos ex-ministros por regulamentações ambientais mais robustas e eficientes.

    'O atual governo não rechaçou, nem desconstruiu, nenhum compromisso previamente assumido e que tenha tangibilidade, vantagem e concretude para a sociedade brasileira', escreveu.

    Salles criticou a falta de ação de governos anteriores em diversas áreas. Ele defendeu mover a autoridade sobre serviços florestais e a agência de águas ANA a outros ministérios, alegando que isso ajudaria a dar um ponto de partida para ação nessas áreas.

    'Reafirmamos o nosso compromisso no combate ao desmatamento ilegal, com ações efetivas e não meramente retóricas', escreveu ele.

    ((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447723))

    REUTERS LM ES

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    Ministro defende mudança em acúmulo de rejeitos de mineração após desastre

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A indústria mineradora do Brasil precisa substituir técnica de acúmulo de rejeitos de minérios em barragens, por tecnologia a seco onde for possível, e estruturas existentes serão fiscalizadas, em ordem de prioridade, afirmou nesta segunda-feira o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, em entrevista à Globonews.

    As afirmações ocorrem após rompimento de barragem da Vale em Brumadinho (MG), na sexta-feira, que matou dezenas de pessoas e deixou centenas desaparecidas.

    'No caso específico das barragens, havendo alternativa técnica, não tem porque manter algo superado, algo antigo e que tem um risco inerente, que é esse modelo de barragens, sobretudo essa, construída a montante que mostrou sua fragilidade', disse Salles.

    'O que a indústria mineradora precisa agir rapidamente? Substituir a técnica superada de barragem, (pela de) mineração sistema 'dry', que é o a seco, não sei se em todos os casos isso é possível, mas em todos que for, precisa fazer e rápido.'

    O ministro destacou que há mais de 700 barragens em funcionamento em situações análogas, que precisam ser fiscalizadas urgentemente no Brasil, priorizando as que demandam maior emergência.

    'Estamos trabalhando para dar uma resposta que seja viável, factível, sem exageros, mas que tenha uma conclusão, uma resposta à sociedade imediata', afirmou.

    Salles ressaltou declaração da Vale de que a barragem que se rompeu em Brumadinho estava paralisada há cerca de três anos e que isso gera ainda mais preocupação em relação às demais estruturas que estão em operação.

    O desastre ocorreu pouco mais de três anos após o rompimento de uma barragem da Samarco (joint venture da Vale com a anglo-australiana BHP), em Mariana (MG), que deixou 19 mortos, centenas de desabrigados, e poluiu o rio Doce, no maior desastre ambiental do país.

    'Nós precisamos ser muito incisivos nisso, ter muita objetividade e exigir rapidamente uma solução que seja inclusive diferente do que aconteceu após Mariana, nesses três anos que se passaram. Tem que tomar a lição de Mariana, do porquê que não foi eficiente o processo de reparação e prevenção pós-Mariana, para que isso não aconteça nesse momento também', afirmou.

    MUDANÇAS REGULATÓRIAS

    Salles adiantou que o governo planeja realizar mudanças estruturais do trabalho do ministério, que ele acredita não estar sendo realizado de forma eficiente.

    'Porque hoje você está usando o grupo de analistas e técnicos para cuidar de tudo no mesmo patamar, praticamente, está equivocado. Nós precisamos colocar o foco nas prioridades e essa ausência de foco fez com que a gente tivesse um processo de licenciamento e de fiscalização ineficiente', afirmou.

    Segundo o ministro, chegou a hora do país ter uma atuação mais incisiva, coordenar as diversas esferas, os órgãos estaduais e federais, Agência Nacional de Mineração, Ibama, os estaduais de fiscalização de meio ambiente. 'Tem que ter mais foco, mais eficiência', afirmou.

    (Por Marta Nogueira)

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    4 M

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    Ainda não está decidida fusão de Ministérios da Agricultura e Meio Ambiente, diz Nabhan Garcia

    (Reuters) - O presidente eleito Jair Bolsonaro ainda não decidiu se vai juntar os Ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente, disse seu aliado Luiz Antônio Nabhan Garcia nesta quarta-feira, um dia após o futuro chefe da Casa Civil, deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), afirmar que as pastas seriam unificadas.

    'Existe a possibilidade de seguirem separados e existe a possibilidade de seguirem com uma fusão. Não tem nada decidido ainda, pelo menos foi o que o presidente me disse', declarou Nabhan Garcia a jornalistas no Rio de Janeiro, após se reunir com Bolsonaro.

    Nabhan Garcia é líder da União Democrática Ruralista (UDR), entidade que se notabiliza pela defesa da propriedade rural e combate a movimentos de sem-terra, como o MST.

    Na terça-feira, Onyx anunciou que as pastas da Agricultura e do Meio Ambiente seriam unificadas sob um único ministério, depois de Bolsonaro ter afirmado que estaria aberto à sugestão de setores do agronegócio que defendiam a manutenção da separação das duas pastas.

    O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, posicionou-se de maneira frontalmente contrária à proposta de fusão das pastas, afirmando que a decisão 'trará prejuízos incalculáveis ao agronegócio brasileiro'.

    O atual ministro do Meio Ambiente, Edson Duarte, também criticou a medida. Em nota, disse que o superministério teria 'dificuldades operacionais' que poderiam prejudicar as duas agendas e resultar em retaliação comercial por parte de países importadores de produtos agropecuários.

    (Por Tatiana Ramil, em São Paulo)

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    7 M

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    Ministro da Agricultura diz que fundir pasta com Meio Ambiente trará prejuízo ao Brasil

    Por Jake Spring

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Agricultura do Brasil, Blairo Maggi, posicionou-se de maneira frontalmente contrária à proposta de fusão da pasta com o Ministério do Meio Ambiente, anunciada na véspera pela equipe do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL).

    Em comentários no Twitter, Maggi, conhecido também por sua atuação como investidor no setor de soja, afirmou entender que a decisão de unir os ministérios 'trará prejuízos incalculáveis ao agronegócio brasileiro'.

    'Lamento a decisão do presidente eleito', escreveu ele.

    Em comentários em separado, enviados por meio da assessoria de imprensa, ele afirmou que o Brasil é 'muito cobrado pelos países da Europa pela preservação do meio ambiente'.

    O Brasil é um dos maiores produtores de alimentos do mundo, sendo líder na exportação de commodities como soja, açúcar, café e suco de laranja.

    O deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), futuro chefe da Casa Civil de Bolsonaro, disse na terça-feira que a 'Agricultura e o Meio Ambiente andarão de mãos dadas'. Unificar as duas pastas foi uma promessa de campanha do capitão reformado, que depois se disse aberto a sugestões de setores do agronegócio que defendiam a manutenção da separação das duas pastas.

    Com dados da Embrapa Territorial, o Ministério da Agricultura disse em nota que 66 por cento do território brasileiro se mantém preservado graças à ação dos produtores, um discurso que 'pode ser prejudicado com a fusão das duas pastas'.

    Ainda conforme o Ministério, Maggi avalia que as pastas são convergentes em alguns pontos, mas no geral possuem temas próprios que necessitam de atenção.

    'Existem muitos fóruns importantes nos quais o Brasil deve marcar sua posição, mas não será possível para um ministro participar de todos sozinho', afirmou ele, destacando que o trabalho do Meio Ambiente não se dá apenas sobre assuntos do agronegócio, abrangendo também áreas como infraestrutura, mineração e energia.

    'Como um ministro da Agricultura vai opinar sobre um campo de petróleo ou exploração de minérios?', questionou.

    As declarações de Maggi ocorrem no mesmo dia em que o Ministério do Meio Ambiente também criticou a proposta de Bolsonaro, dizendo que fragilizar a autoridade da pasta seria 'temerário'.

    (Por Jake Spring)

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    7 M

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