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    EXCLUSIVO-Irã transferiu mísseis ao Iraque em alerta para inimigos, dizem fontes

    Por John Irish e Ahmed Rasheed

    PARIS/BAGDÁ (Reuters) - O Irã enviou mísseis balísticos a aliados xiitas no Iraque e está desenvolvendo recursos para fabricar mais armas no país vizinho para impedir ataques contra seus interesses no Oriente Médio e para obter os meios de atacar inimigos regionais, disseram fontes iranianas, iraquianas e ocidentais.

    Qualquer sinal de que o Irã está preparando uma política de mísseis mais agressiva vai exacerbar as tensões entre Teerã e os Estados Unidos, já agravadas pela decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de retirar seu país de um acordo nuclear de 2015 fechado pela República Islâmica com potências mundiais.

    Também constrangeria França, Alemanha e Reino Unido, os três signatários europeus do acordo, que vêm tentando salvar o pacto apesar das novas sanções norte-americanas contra Teerã.

    De acordo com três autoridades iranianas, duas fontes de inteligência iraquianas e duas fontes de inteligência ocidentais, o Irã transferiu mísseis balísticos de curto alcance para aliados no Iraque ao longo dos últimos meses.

    Cinco das autoridades disseram que o Irã está ajudando estes grupos a fabricar seus próprios mísseis.

    'A lógica era ter um plano B se o Irã fosse atacado', disse uma autoridade iraniana de alto escalão à Reuters. 'O número de mísseis não é alto, só umas duas dúzias, mas pode ser elevado se necessário'.

    O Irã disse anteriormente que suas atividades de mísseis balísticos são de natureza puramente defensiva. Autoridades iranianas não quiseram comentar quando indagadas a respeito da movimentação mais recente.

    O governo e os militares do Iraque não quiseram comentar.

    Os mísseis Zelzal, Fateh-110 e Zolfaqar em questão têm alcances que variam de cerca de 200 a 700 quilômetros, o que coloca a capital da Arábia Saudita, Riad, ou a cidade israelense de Tel Aviv dentro de seu raio de ação se as armas forem posicionadas no sul ou no oeste do Iraque.

    A Força Quds, braço da poderosa Guarda Revolucionária do Irã no exterior, tem bases nestas duas áreas. Qassem Soleimani, comandante da Força Quds, está supervisionando o programa, segundo três das fontes.

    Países ocidentais já acusaram o Irã de transferir mísseis e tecnologia para a Síria e outros de seus aliados, como os rebeldes houthis do Iêmen e o Hezbollah libanês.

    Os vizinhos sunitas do Irã no Golfo Pérsico e seu arqui-inimigo Israel expressaram preocupação com as atividades regionais de Teerã, que veem como uma ameaça à sua segurança.

    Washington vem pressionando seus aliados para que adotem uma postura anti-Irã rígida desde que reativou sanções neste mês.

    (Reportagem adicional de Phil Stewart e Jonathan Landay, em Washington)

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    Japão suspenderá simulações contra mísseis norte-coreanos após cúpula entre Trump e Kim, diz agência

    TÓQUIO (Reuters) - O Japão decidiu interromper simulações de retirada realizadas em preparação para um possível ataque de mísseis norte-coreano, devido a redução de tensões depois de uma cúpula histórica entre os líderes dos Estados Unidos e da Coreia do Norte, relatou a agência de notícias Kyodo nesta quinta-feira.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se encontrou com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, em Cingapura na semana passada, quando Kim se comprometeu a trabalhar pela completa desnuclearização da península coreana e Trump disse que irá interromper o que chamou de exercícios militares provocativos entre os EUA e a Coreia do Sul.

    O Japão elogiou a cúpula, que viu como o primeiro passo para a desnuclearização da Coreia do Norte, mas também disse que os exercícios entre Washington e Seul são um elemento dissuasivo vital contra as ameaças norte-coreanas.

    No ano passado, Pyongyang lançou dois mísseis que sobrevoaram o Japão e realizou seu sexto teste nuclear.

    O secretário-chefe do gabinete japonês, Yoshihide Suga, repetiu que é vital que a Coreia do Norte adote medidas concretas para o desmantelamento completo, verificável e irreversível de todas as suas armas e mísseis de destruição em massa.

    Suga observou, entretanto, que Pyongyang disse que não realizará mais testes e que Kim se comprometeu com a completa desnuclearização.

    A situação é diferente daquela do ano passado, quando os lançamentos de mísseis eram frequentes, e não é uma situação na qual os mísseis virão voando em breve , disse, em coletiva de imprensa, acrescentado que a questão das simulações está sendo analisada.

    (Reportagem de Nobuhiro Kubo, Ami Miyazaki e Takashi Umekawa)

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