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    NOTÍCIAS SOBRE novembro

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    Atividade econômica do Brasil cresce 0,29% em novembro, diz BC

    BRASÍLIA (Reuters) - A economia brasileira cresceu pelo segundo mês seguido em novembro, mas sem fôlego expressivo, indicando que 2018 deve ter terminado com pouca força no último trimestre.

    O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), avançou 0,29 por cento em novembro sobre o mês anterior, informou o BC em dado dessazonalizado nesta quinta-feira.

    Em outubro, o índice ficou praticamente estável, com aumento de apenas 0,02 por cento -- percentual que não foi revisado pelo BC.

    Na comparação com novembro de 2017, o IBC-Br apresentou crescimento de 1,86 por cento e, no acumulado em 12 meses, teve alta de 1,44 por cento, segundo números observados.

    Em novembro, o destaque positivo na economia ficou por conta das vendas no varejo, que subiram 2,9 por cento sobre outubro, no melhor dado para o mês em 18 anos, impulsionado pela Black Friday.

    A produção industrial brasileira chegou a interromper quatro meses de queda, mas o aumento de 0,1 por cento sobre o mês anterior foi o resultado mais fraco para novembro em três anos.

    Já o volume de serviços ficou estagnado pelo segundo mês seguido e teve o pior desempenho para novembro em dois anos, indicando moderação para o final do ano.

    A pesquisa Focus realizada semanalmente pelo BC junto a uma centena de economistas mostra que a expectativa é de que o PIB tenha crescido 1,28 por cento em 2018.

    Em um ambiente de baixa taxa de juros, aumento da confiança e expectativa de melhora dos gastos e investimentos passada a eleição presidencial, a projeção para 2019 é de uma expansão de 2,57 por cento.

    A melhora do mercado de trabalho e consumo doméstico, bem como aumento do crédito, dependem, entretanto, da manutenção da agenda de reformas e ajustes da economia pelo governo.

    (Por Marcela Ayres)

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    Varejo no Brasil tem melhor novembro em 18 anos aquecido pela 'Black Friday'

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - As vendas no varejo do Brasil registraram o melhor resultado para novembro em 18 anos aquecidas pela 'Black Friday' e recuperaram as perdas do mês anterior com ganhos generalizados entre as atividades.

    Em novembro, as vendas varejistas cresceram 2,9 por cento na comparação com outubro, quando houve queda de 1,1 por cento em dado revisado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira.

    Esse resultado representa o ritmo mais forte para o mês desde o início da série histórica do IBGE, em 2000. Também é a maior taxa desde janeiro de 2017, quando houve alta de 4 por cento.

    Anteriormente, o IBGE havia divulgado queda de 0,4 por cento em outubro.

    Na comparação com o mesmo mês de 2017, houve avanço de 4,4 por cento nas vendas.

    'O eixo do comércio tem se deslocado no fim do ano de dezembro para novembro. Há uma antecipação de compras de Natal aproveitando as promoções da 'Black Friday'. Nos últimos anos, novembro tem sido um mês até mais forte que dezembro', disse a gerente da pesquisa do IBGE, Isabella Nunes.

    Entre as oito categorias pesquisadas, seis tiveram alta em novembro, principalmente entre aquelas ligadas à 'Black Friday'. Os destaques foram o aumento nas vendas de Outros artigos de uso pessoal e doméstico (6,9 por cento), Móveis e eletrodomésticos (5,0 por cento) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (2,8 por cento).

    'Os setores que têm um venda online forte na 'Black Friday'... são os que têm o melhor desempenho por serem fortes nessa data', acrescentou.

    Apresentaram queda na comercialização somente Livros, jornais, revistas e papelaria (-1,9 por cento) e Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação

    (-0,2 por cento).

    No varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, as vendas subiram 1,5 por cento em novembro sobre o mês anterior.

    Após um ano de altos e baixos marcado por uma economia sem fôlego expressivo e alto nível de desemprego, coube à Black Friday, entre 23 e 25 de novembro, as expectativas de um final de ano mais forte para o varejo brasileiro, com o Natal ainda suscitando perspectivas de mais ganhos para o setor.

    Em dezembro, a confiança do comércio apurada pela Fundação Getulio Vargas (FGV) mostrou melhora significativa tanto na percepção dos empresários em relação à situação atual quanto nas expectativas, terminando o ano em seu maior valor em quase seis anos.

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    Vendas do setor supermercadista no Brasil sobem 3,3% em novembro, diz Abras

    Por Gabriela Mello

    SÃO PAULO (Reuters) - As vendas de supermercados no Brasil em novembro cresceram 3,33 por cento em termos reais ante igual período de 2017 e 5,36 por cento sobre outubro, informou nesta sexta-feira a Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

    No ano até novembro, o setor apurou crescimento real de 1,97 por cento em relação aos 11 primeiros meses de 2017, de acordo com o levantamento.

    O desempenho acumulado fica aquém da alta de 2,53 por cento anteriormente projetada pela Abras para 2018, e a associação já considera que o resultado final do ano deverá ficar em torno de 2 por cento.

    'Mesmo assim, um resultado positivo sempre é bom, e será acima do PIB, que de acordo com as últimas projeções do mercado financeiro deverá encerrar o ano em torno de 1,3 por cento', disse o presidente da Abras, João Sanzovo Neto, em nota.

    Em termos nominais, as vendas supermercadistas em novembro cresceram 5,14 por cento sobre outubro e 7,51 por cento ante o mesmo mês de 2017. No acumulado, a variação nominal é de 5,58 por cento sobre os 11 primeiros meses do ano passado.

    PREÇOS

    Em novembro, a cesta de produtos Abrasmercado teve alta nominal de 3,81 por cento sobre igual mês de 2017, mas caiu 0,52 por cento sobre outubro, para 461,48 reais.

    Conforme a pesquisa, os itens que mais encareceram em relação ao mês anterior foram cebola (+42,3 por cento), batata (+23,5 por cento), tomate (+12,8 por cento) e refrigerante pet (+2,04 por cento).

    Na outra ponta, leite longa vida, xampu, arroz e pernil foram os que registraram as maiores quedas de preço.

    Ainda segundo a Abras, todas as regiões tiveram queda no valor da cesta Abrasmercado, com o Nordeste em destaque, com recuo de 1,93 por cento. Na sequência vieram Norte (-1,61 por cento), Sudeste (-1,12 por cento), Centro-Oeste (-1,07 por cento) e Sul (-0,4 por cento).

    (Por Gabriela Mello)

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    Gasolina e energia recuam e IPCA cai 0,21% em novembro, maior deflação para o mês em 24 anos

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - O Brasil registrou a maior deflação para o mês de novembro em 24 anos graças à queda dos preços principalmente de Habitação e Transportes e caminha para encerrar o ano com a inflação abaixo do centro da meta, favorecendo a visão de que o Banco Central deve demorar para elevar os juros.

    O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) teve em novembro queda de 0,21 por cento, ante alta de 0,45 por cento no mês anterior, de acordo com os dados divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Trata-se da maior queda do indicador desde junho de 2017 (-0,23 por cento), e a menor taxa para um mês de novembro desde a implantação do Plano Real, em 1994. O recuo também foi mais acentuado do que a expectativa mediana na pesquisa da Reuters com especialistas de queda de 0,10 por cento.

    No acumulado em 12 meses até novembro, o IPCA tem alta de 4,05 por cento, resultado mais fraco desde maio, ante avanço de 4,56 por cento em 12 meses até outubro. Com isso, o índice recuou abaixo do centro da meta de inflação --de 4,50 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Os analistas consultados na pesquisa da Reuters esperavam alta de 4,19 por cento em 12 meses, na mediana das projeções.

    'Para ficar no centro da meta, o IPCA de dezembro teria que ficar em 0,88 por cento --uma taxa fora do padrão dos últimos dois anos. Para dezembro não há pressões tão intensas previstas', disse o gerente da pesquisa no IBGE, Fernando Gonçalves.

    Neste final de ano, o alívio nos preços de combustíveis e das tarifas de eletricidade aliadas ao desemprego ainda alto e atividade ainda em ritmo fraco favorecem a manutenção do cenário de pressões inflacionárias contidas.

    O destaque em novembro ficou para as queda de 0,74 por cento de Transportes e de 0,71 por cento de Habitação, após altas respectivamente de 0,92 e 0,14 por cento no mês anterior.

    O recuo de 2,42 por cento nos preços dos combustíveis deu a maior contribuição para o resultado de Transportes, com a gasolina ficando em média 3,07 por cento mais barata.

    A Petrobras reduziu ao longo de novembro o preço médio da gasolina nas refinarias em quase 20 por cento, para 1,5007 real por litro, refletindo o tombo do petróleo no mercado internacional.

    Em Habitação, a energia elétrica, com queda de 4,04 por cento, deu a maior contribuição negativa no IPCA de novembro, com a entrada em vigor a partir de 1º de novembro da bandeira tarifária amarela, o que significa redução de custos para os consumidores frente aos cinco meses anteriores.

    Na outra ponta, Alimentação e Bebidas exerceu a maior pressão de alta, embora o avanço tenha desacelerado a 0,39 por cento, de 0,59 por cento em outubro.

    'A alimentação impediu uma queda mais forte em novembro por conta de tomate, batata, cebola e hortaliças. Questões climáticas afetaram a oferta desses produtos', disse Gonçalves.

    O BC volta a se reunir na próxima semana para discutir a taxa básica de juros, já tendo indicado que não há urgência para elevar a Selic.

    A expectativa no mercado é de manutenção da Selic no atual patamar de 6,5 por cento, com a pesquisa Focus do BC mostrando que em 2019 ela deve terminar a 7,75 por cento. O levantamento mostra ainda que os economistas veem o IPCA encerrando este ano com alta de 3,89 por cento.

    No próximo ano o BC passará a ser comandado por Roberto Campos Neto, indicado pelo governo Bolsonaro para substituir Ilan Goldfajn.

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    Venda de veículos no Brasil vai superar expectativas em 2018, deve avançar em 2019

    SÃO PAULO (Reuters) - A indústria automotiva do Brasil deve encerrar 2018 com crescimento acima do esperado nas vendas de veículos novos, e seguir avançando em 2019, mas a produção não vai acompanhar o ritmo, pressionada por recuo das exportações para a Argentina, quadro que deve começar a ser revertido apenas a partir da segunda metade do próximo ano, segundo estimativas da associação que representa o setor, Anfavea, divulgadas nesta quinta-feira.

    As vendas de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus novos no Brasil acumularam crescimento de 15 por cento de janeiro a novembro sobre um ano antes ante expectativa da Anfavea para 2018 de alta de 13,7 por cento. Já a produção nos 11 primeiros meses do ano subiu 8,8 por cento sobre o mesmo período ante uma previsão da entidade de alta de 11 por cento.

    'Felizmente erramos na previsão de vendas, deve encerrar o ano com uma alta de em torno de 15 por cento', disse o presidente da Anfavea, Antonio Megale, a jornalistas. 'Quanto às exportações, achávamos que podíamos bater recorde neste ano, mas o número mais realista está mais próximo de 600 mil a 650 mil unidades', acrescentou.

    A Anfavea começou o ano apostando em exportações recordes de até 800 mil veículos, o que corresponderia a um crescimento de cerca de 4 por cento sobre 2017, mas no acumulado do ano até novembro as vendas externas registram queda de 15,3 por cento, a 597,4 mil unidades.

    A Argentina, que vive um quadro de forte queda na demanda por veículos em meio a uma crise econômica, é responsável por 70 por cento das exportações de veículos do Brasil. As vendas externas já tinham recuado em outubro e registraram nova queda em novembro, tombando 53 por cento no comparativo anual e 11,3 por cento no mensal, a 34,5 mil unidades.

    Segundo Megale, as medidas tomadas pelo governo argentino para lidar com uma forte desvalorização do peso, que incluem um pacote de ajuda negociado com o Fundo Monetário Internacional (FMI), devem surtir efeito apenas em meados do próximo ano, levando a reboque o mercado local de veículos e as exportações brasileiras.

    Por conta dessa fraqueza nas vendas externas este ano, algo que a indústria nacional está tentando contornar com ampliação de exportações para mercados menores como Chile e Colômbia, a produção brasileira de veículos deve ficar abaixo das 3 milhões de unidades projetadas pela entidade, o que marcaria um crescimento de 11 por cento em 2018 ante alta de 8,8 por cento acumulada no ano até novembro.

    O que está segurando a indústria de veículos neste ano é o mercado interno, que segue impulsionado por melhora do apetite dos bancos em financiar compras em meio ao ambiente de aumento na confiança dos consumidores e empresários e juros da economia na mínima histórica. Em novembro, a média de venda de veículos novos por dia útil foi de 11,5 mil unidades, mesmo valor de outubro e considerado pelo presidente da Anfavea como 'importante' ao sinalizar um forte volume de vendas em dezembro, o mês mais movimentado de vendas da indústria.

    O presidente da Anfavea evitou fazer projeções precisas, mas disse que a entidade 'tem convicção' de que as vendas de veículos novos no Brasil em 2019 vão crescer pelo menos dois dígitos baixos, marcando um terceiro ano de expansão do setor. A expectativa é baseada nas projeções de alta do Produto Interno Bruto (PIB) do próximo ano, de 2,53 por cento, ante 1,3 por cento em 2018.

    Sobre a produção, o setor trabalha com um intervalo de crescimento de entre 5 e 10 por cento em 2019. Na véspera, o Instituto Aço Brasil (IABr), que reúne os produtores de aço do país, informou que a projeção para a produção de veículos em 2019 é de alta de 9 por cento.

    (Por Alberto Alerigi Jr.)

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    Brasil tem superávit comercial abaixo do esperado em novembro; acumulado do ano supera US$50 bi

    BRASÍLIA (Reuters) - O Brasil teve superávit comercial de 4,062 bilhões de dólares em novembro, resultado abaixo do esperado pelo mercado, mas com o acumulado no ano já batendo a projeção do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) para o desempenho fechado de 2018.

    Em pesquisa Reuters, a expectativa era de um saldo positivo em 4,3 bilhões de dólares em novembro.

    No acumulado dos 11 meses deste ano, o superávit das trocas comerciais chegou a 51,698 bilhões de dólares, queda de 16,6 por cento sobre igual período de 2017, mas já acima da marca de 50 bilhões de dólares anteriormente projetada pelo MDIC para todo ano de 2018, informou a pasta nesta segunda-feira.

    Em 2017, a balança teve um saldo positivo recorde de 67 bilhões de dólares. A desaceleração neste ano veio na esteira de maior fôlego das importações, que têm ganhado tração diante de maior ímpeto da atividade econômica.

    De janeiro a novembro, as importações tiveram um crescimento de 21,3 por cento, pela média diária, a 168,304 bilhões de dólares. Já as exportações avançaram 9,4 por cento, a 220,002 bilhões de dólares.

    'Importante destacar ... que os resultados até novembro de 2018 mostram de maneira inequívoca que, apesar de um superávit expressivo, mas menor que o de 2017, o desempenho do comércio exterior brasileiro em 2018 supera em qualidade e em dimensão os resultados do ano passado', afirmou o secretário de Comércio Exterior do MDIC, Abrão Neto.

    'Exemplo disso é que os valores das exportações e importações, até novembro, já ultrapassaram o valor total das importações e exportações do ano de 2017', acrescentou.

    Questionado se a guerra comercial tem ajudado o Brasil, Abrão ponderou que, no longo prazo, as tensões sempre serão prejudiciais para o comércio global e, por conseguinte, para o país. No curto prazo, porém, reconheceu que o país tem registrado ganhos.

    'É claro que em alguns setores específicos, e a soja é o exemplo mais claro disso, houve alguns transbordamentos para o comércio exterior brasileiro', disse.

    Após os presidentes dos Estados Unidos e da China terem concordado no final de semana em suspender novas tarifas comerciais por 90 dias, Abrão avaliou que esse congelamento é um sinal positivo.

    'Obviamente há muitos capítulos dessas conversas bilaterais entre EUA e China e esperamos que conduzam a um cenário mais previsível no comércio internacional geral', disse.

    Nos 11 meses de 2018, houve elevação de 32 por cento das exportações de soja à China, a 25,8 bilhões de dólares. O embarque tem sido favorecido pela guerra comercial já que, em uma das várias retaliações que adotou, Pequim impôs em julho tarifa de 25 por cento sobre a soja dos EUA, respondendo a medidas do governo de Donald Trump de taxar importados chineses para forçar a revisão da pauta comercial e diminuir o déficit com o gigante asiático.

    MÊS

    Em novembro, as importações avançaram 28,3 por cento sobre igual mês do ano passado, pela média diária, a 16,860 bilhões de dólares. As exportações, por sua vez, tiveram alta de 25,4 por cento na mesma base, a 20,922 bilhões de dólares.

    As importações tiveram como destaque a expansão de 170,2 por cento em bens de capital. Enquanto isso, as compras de bens intermediários subiram 15,7 por cento e as de combustíveis e lubrificantes, 12,6 por cento. Em contrapartida, as importações de bens de consumo caíram 7,1 por cento.

    Já as exportações em novembro foram puxadas principalmente pela venda de básicos (+40,1 por cento), com manufaturados (+25 por cento) e semimanufaturados (4,5 por cento) aparecendo em seguida.

    No grupo dos básicos, as vendas de soja subiram 145,8 por cento sobre o mesmo mês do ano passado, para 2 bilhões de dólares, com as vendas de petróleo em bruto subindo 103,6 por cento, a 1,8 bilhão de dólares.

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    Confiança de serviços no Brasil sobe em novembro para maior nível em 4 anos e meio, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - As expectativas dos empresários de serviços no Brasil melhoraram com o fim do período eleitoral e a confiança do setor atingiu em novembro o nível mais alto em de quatro anos e meio, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira.

    Com alta de 5,1 pontos, o Índice de Confiança de Serviços (ICS) atingiu 93,4 pontos na comparação com outubro, seu maior patamar desde abril de 2014.

    'O avanço significativo da confiança em novembro está intimamente ligado à melhora das expectativas empresariais que, por sua vez, parece refletir os efeitos do resultado do processo eleitoral', explicou o consultor da FGV Silvio Sales em nota.

    'Essa melhora no ânimo das empresas, no entanto, não altera o fato de os indicadores de confiança permanecerem ainda na faixa abaixo dos 100 pontos, o que significa dizer que há o predomínio de respostas negativas sobre o ambiente de negócios', completou ele.

    Em novembro, 85 por cento das 13 principais atividades pesquisadas tiveram alta no índice de confiança.

    De acordo com a pesquisa, o Índice da Situação Atual (ISA-S) teve alta de 1,8 ponto em novembro, chegando a 87,7 pontos, seu maior nível desde outubro de 2014.

    Já o Índice de Expectativas (IE-S) avançou 8,3 pontos, para 99,4 pontos em novembro, o maior patamar desde fevereiro de 2014.

    'A confirmação da melhora na curva de confiança do setor estará, provavelmente, condicionada ao andamento do processo de transição para o novo governo', destacou Sales.

    Também nesta quinta-feia a FGV divulgou que a confiança da indústria do Brasil subiu em novembro pela primeira vez em seis meses.

    (Por Stéfani Inouye)

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia IGP-M recua 0,49% em novembro e tem primeira queda mensal em quase 1 ano e meio, diz FGV

    IGP-M recua 0,49% em novembro e tem primeira queda mensal em quase 1 ano e meio, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) recuou 0,49 por cento em novembro e fechou um mês com deflação pela primeira vez em quase um ano e meio diante do recuo dos preços no atacado e da pressão fraca no varejo, informou nesta quinta-feira pela Função Getulio Vargas (FGV).

    Após alta de 0,89 por cento em outubro, a queda registrada neste mês ficou praticamente em linha com a expectativa em pesquisa da Reuters era de recuo de 0,47 por cento.

    O IGP-M já havia registrado queda tanto na primeira quanto na segunda prévia de novembro, e a última vez que encerrou o mês com deflação foi em julho de 2017 (-0,72 por cento).[nL1N1XK00A]

    Em novembro, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60 por cento do índice geral e apura a variação dos preços no atacado, apresentou recuo de 0,81 por cento, contra alta de 1,11 por cento em outubro.

    O IPA mostrou que os preços do grupo de Bens Intermediários teve queda de 0,55 por cento, depois de uma alta de 2,05 por cento em outubro, com destaque para o subgrupo de combustíveis e lubrificantes para a produção.

    Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30 por cento no índice geral, desacelerou a alta a 0,09 por cento no mês, de 0,51 por cento em outubro.

    O grupo de Transportes deu a maior contribuição para o resultado ao recuar 0,10 por cento em novembro, depois de uma alta de 1,06 por cento no mês anterior.

    O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou 0,26 por cento em novembro, depois de subir 0,33 por cento no mês anterior.

    O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis.

    (Por Stéfani Inouye)

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    IPCA-15 desacelera a 0,19% e tem menor nível para novembro em 15 anos com alívio de combustíveis e energia

    SÃO PAULO (Reuters) - O alívio nos preços de combustíveis e energia elétrica fez a prévia da inflação oficial do Brasil desacelerar ao nível mais baixo em 15 anos para novembro e mais do que o esperado, voltando a ficar abaixo do centro da meta oficial em 12 meses e mantendo o Banco Central na rota da manutenção dos juros no curto prazo.

    O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) subiu 0,19 por cento em novembro, contra alta de 0,58 em outubro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira.

    Essa é a taxa mais baixa para o mês desde 2003, e levou o resultado acumulado em 12 meses para uma alta de 4,39 por cento, de 4,53 por cento em outubro.

    Assim, o IPCA-15 volta a ficar abaixo do centro da meta da inflação --de 4,50 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Os resultados ficaram abaixo das expectativas em pesquisa da Reuters de avanços de 0,24 por cento na comparação mensal e de 4,44 por cento em 12 meses, segundo a mediana das projeções.

    Em novembro, o avanço dos preços do grupo Transportes enfraqueceu para 0,31 por cento, de 1,65 por cento no mês anterior. Isso se deveu principalmente ao comportamento dos combustíveis, que subiram 0,69 por cento depois de registrarem avanço de 4,74 por cento em outubro.

    A partir de 31 de outubro, a Petrobras reduziu o preço médio da gasolina nas refinarias em 6,20 por cento, no maior corte já feito pela estatal desde o anúncio de uma política de reajustes diários do combustível.

    Habitação, por sua vez, registrou deflação de 0,13 por cento em novembro, contra alta de 0,15 por cento no mês anterior, depois que os preços da energia elétrica recuaram 1,46 por cento com a entrada em vigor a partir de 1º de novembro da bandeira tarifária amarela, com redução de custos para os consumidores frente aos cinco meses anteriores.

    Por outro lado, o grupo Alimentação e bebidas acelerou a alta dos preços para 0,54 por cento em novembro, de 0,44 por cento antes, pressionado pela alimentação em domicílio com tomate, batata inglesa e cebola.

    O BC já indicou que não há urgência para elevar os juros, em um cenário de pressões inflacionárias confortáveis, com o nível alto de desemprego e atividade fraca contendo avanços mais fortes.

    A expectativa no mercado é de que a taxa básica de juros, atualmente em 6,5 por cento, não será elevada na reunião de dezembro do BC, que no ano que vem passará a ser comandado por Roberto Campos Neto, indicado pelo governo Bolsonaro para substituir Ilan Goldfajn.

    Veja detalhes na variação mensal (%):

    Grupo Outubro Novembro

    Índice Geral +0,58 +0,19

    Alimentação e Bebidas +0,44 +0,54

    Habitação +0,15 -0,13

    Artigos de Residência +0,49 +0,59

    Vestuário +0,28 +0,02

    Transportes +1,65 +0,31

    Saúde e Cuidados Pessoais +0,66 -0,35

    Despesas Pessoais +0,22 +0,38

    Educação +0,21 -0,01

    Comunicação +0,01 -0,02

    (Por Camila Moreira)

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    Em palestra, Onyx diz que governo estará montado em novembro e que não vai 'atrapalhar' empreendedores

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou, em palestra a portas fechadas nesta quarta-feira, que o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) anunciará toda a equipe de ministros até o fim de novembro e que a nova gestão não vai 'atrapalhar' empreendedores no país, segundo relatos de dois presentes ao encontro à Reuters.

    No encontro promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) em um hotel em Brasília, Onyx afirmou que o futuro governo ainda não definiu o número de ministérios que terá. Disse que poderá ter de 16 a 20 pastas -- atualmente são 29 autoridades com status de ministros de Estado.

    Sem anunciar qualquer medida concreta no evento, Onyx afirmou que o novo governo estará de 'portas abertas' para ajudar o setor da construção a voltar a crescer e que não vai dificultar o empreendedor -- ao contrário, ele enfatizou que trabalhará para garantir a liberdade para que as pessoas não dependam do Estado.

    'O Estado tem que dar um passo para atrás para que a população possa dar um passo para a frente', disse Onyx, segundo relato de uma das fontes. Destacou que o novo governo vai refundar a relação entre o público e o privado no país.

    No encontro, o presidente da CBIC, José Carlos Martins, chamou a atenção para o fato de que há 3 mil obras paradas no país e que, se reativadas, podem ajudar na melhoria do nível de emprego. Atualmente, segundo último dado do IBGE, existem 12,5 milhões de pessoas desempregadas.

    Onyx não se pronunciou no encontro a portas fechadas sobre a eventual criação do superministério da Infraestrutura, que poderia abranger áreas como o transporte e a construção civil, e também sobre o superministério da Economia - que abrangeria as atuais pastas da Fazenda, do Planejamento e da Indústria e Comércio Exterior e cuja fusão já foi anunciada por Bolsonaro. Parte do setor de construção defende que o ministério da Indústria, chamado de MDIC, deveria ficar separado.

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    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

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