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    Presidente do México apela a lado 'anti-establishment' de Trump e busca reformulação do Nafta

    Por Sharay Angulo e Julia Love

    CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - O presidente eleito do México, Andrés Manuel López Obrador, enviou uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pedindo uma conclusão rápida das negociações sobre o Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta) e dando a entender que os dois líderes podem trabalhar bem devido ao seu estilo anti-establishment, disseram autoridades mexicanas no domingo.

    A carta foi entregue durante uma reunião recente com autoridades norte-americanas de alto escalão no México, e detalhes foram revelados assim que Trump a recebeu, disse López Obrador, político de esquerda que venceu a eleição presidencial mexicana de 1º de julho com ampla vantagem.

    Marcelo Ebrard, indicado do presidente eleito a ministro de Relações Exteriores, leu uma cópia da carta em uma coletiva de imprensa com López Obrador segundo a qual o objetivo do novo governo será 'iniciar um novo capítulo no relacionamento entre o México e os Estados Unidos, baseado no respeito mútuo'.

    Trump tem se referido ao México com palavras duras no tocante ao comércio e à imigração desde que tomou posse.

    Apesar de suas visões políticas contrastantes, López Obrador se mostrou otimista em relação ao seu relacionamento de trabalho com Trump.

    'Fico encorajado pelo fato de que nós dois sabemos fazer o que dizemos, e nós dois enfrentamos a adversidade com sucesso', escreveu López Obrador. 'Conseguimos colocar nossos eleitores e cidadãos no centro e deslocar o establishment.'

    López Obrador, que toma posse em 1º de dezembro, também pediu que os dois países redobrem seus esforços para encerrar as conversas para modernizar o Nafta de 25 anos entre EUA, México e Canadá.

    'Prolongar a incerteza pode frear o investimento no médio e longo prazo, o que certamente dificultaria o crescimento econômico', escreveu López Obrador na carta.

    As tratativas para reformar o Nafta começaram quase um ano atrás, depois que Trump pediu que o acordo seja reformulado para servir melhor aos interesses dos EUA.

    As negociações, que na prática travaram por causa das ressalvas mexicanas e canadenses para acomodar as exigências norte-americanas de grandes mudanças, serão retomadas em Washington na quinta-feira.

    Jesús Seade, ex-economista da Organização Mundial do Comércio (OMC), acompanhará a delegação mexicana como representante de López Obrador, disse Ebrard.

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    Trump e López Obrador discutem imigração e comércio em primeiro telefonema

    Por Stefanie Eschenbacher e David Alire Garcia

    CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o próximo líder do México, Andrés Manuel López Obrador, discutiram imigração, comércio e questões de segurança em um telefonema nesta segunda-feira, com os dois iniciando um diálogo em meio a relações tensas entre os países vizinhos.

    López Obrador, ex-prefeito de 64 anos da Cidade do México, venceu por maioria esmagadora a eleição de domingo, dando um forte golpe aos partidos do establishment e se tornando o primeiro político de esquerda a conquistar a Presidência mexicana desde que a regra de partido único encerrou em 2000.

    Relações entre Trump e López Obrador serão observadas de perto porque Trump tem regularmente criticado o México. Em comentários a repórteres, Trump disse acreditar que López Obrador irá ajudar os Estados Unidos a protegerem sua fronteira no sul.

    “Acho que o relacionamento será muito bom. Veremos o que acontece, mas eu realmente acredito que será muito bom”, disse Trump.

    Ele afirmou que no telefonema comentaram sobre um possível acordo comercial entre os EUA e o México.

    Pouco depois, López Obrador deu sua descrição do telefonema em publicação no Twitter, dizendo que propôs um acordo abrangente para criar empregos, diminuir imigração e aumentar segurança.

    A Reuters informou no mês passado sobre o plano de segurança, que López Obrador vê como uma alternativa ao muro fronteiriço de Trump.

    Em sua descrição, López Obrador não mencionou comércio, e Trump não deu mais detalhes sobre um possível pacto comercial. Conversas entre EUA, Canadá e México para revisar o Tratado Norte-Americano de Livre Comércio, de 1994, têm sido complicadas.

    López Obrador, no passado cético do Nafta e que moderou suas opiniões em sua terceira disputa à Presidência, disse em entrevista na TV mexicana nesta segunda-feira que deseja um acordo do Nafta que seja bom para o México.

    “Nós vamos acompanhar o governo atual nesta negociação, nós vamos ser muito respeitosos, e nós vamos apoiar a assinatura do acordo”, disse à Milenio TV.

    López Obrador, que diz desejar relações firmes, mas amigáveis, com Washington, disse que irá discutir o Nafta com o presidente de saída Enrique Peña Nieto quando tiverem o primeiro encontro após a eleição, marcado para terça-feira.

    Trump tem sido antagônico em relação ao México no que envolve comércio e imigração. As conversas atuais do Nafta começaram no ano passado, após Trump pedir que o acordo fosse renegociado para servir melhor aos interesses dos EUA.

    Apesar do tom conciliatório de Trump, uma assessora da Casa Branca repetiu nesta segunda-feira uma das promessas de campanha mais controversas que o líder norte-americano levou para sua Presidência.        

    “No caso do México, obviamente nós compartilhamos uma fronteira com eles e este presidente deixou muito claro sobre construir um muro e fazer com que o México pague por isto”, disse a assessora, Kellyanne Conway, à Fox News.

    Mexicanos de todo o espectro político disseram que o México não irá pagar pelo muro proposto por Trump na fronteira do sul dos EUA, que ele disse ser necessário para manter longe imigrantes ilegais e drogas.

    López Obrador, que irá assumir em 1º de dezembro, conquistou mais de 53 por cento dos votos na eleição de domingo, segundo resultados preliminares, com mais que o dobro de votos que seu rival mais próximo. Esta é a maior porcentagem de votos em uma eleição presidencial mexicana desde o começo dos anos 1980 e dá a ele um forte mandato para responder aos problemas internos do México e enfrentar desafios externos, como tarifas norte-americanas.

    Em seu discurso de vitória, López Obrador buscou tranquilizar investidores de que irá buscar políticas econômicas prudentes e independência do banco central. Seus assessores econômicos repetiram esta mensagem em uma teleconferência com investidores nesta segunda-feira e em uma entrevista à Reuters.

    (Reportagem adicional de Dave Graham, Julia Love, Christine Murray, Anthony Esposito, Berengere Sim, Delphine Schrank e Frank Jack Daniel)

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