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    Trump indicará porta-voz do Departamento de Estado como nova embaixadora na ONU, dizem fontes

    Por Steve Holland

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicará a porta-voz do Departamento de Estado, Heather Nauert, como embaixadora na Organização das Nações Unidas (ONU), disseram duas fontes da Casa Branca na quinta-feira, escolhendo uma pessoa sem experiência política para lidar com alguns dos temas mais espinhosos do mundo.

    O anúncio da decisão é esperado para esta sexta-feira, disseram os funcionários, pedindo anonimato.

    Heather, cuja nomeação exigiria a confirmação do Senado, é ex-correspondente e âncora do canal Fox News. Ela se tornou porta-voz do Departamento de Estado em abril de 2017 e no início deste ano foi escolhida como subsecretária interina para diplomacia pública e assuntos públicos.

    Se confirmada, Heather, de 48 anos, sucederá Nikki Haley, que em outubro comunicou que deixaria o cargo na ONU no final do ano.

    O Departamento de Estado não quis comentar, e Heather não respondeu de imediato a pedidos de comentário.

    Heather, que no início deste ano foi considerada uma possível sucessora da porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, ganhou experiência na diplomacia trabalhando no Departamento de Estado, mas carece das credenciais políticas de Nikki, que é ex-governadora da Carolina do Sul.

    No entanto, contar com o apoio direto do presidente e do secretário de Estado, Mike Pompeo, pode fortalecer sua imagem entre os diplomatas globais na ONU, que repudiaram a política externa 'América Primeiro' de Trump.

    Ela enfrentará uma variedade de desafios se assumir o posto, entre eles defender os esforços dos EUA para conter a influência do Irã no Oriente Médio e fazer com que a entidade global mantenha a Coreia do Norte sujeita a sanções rígidas enquanto Washington tenta negociar o fim dos programas nuclear e de mísseis de Pyongyang.

    Trump já expressou ressalvas à ONU, queixando-se de seu custo para Washington e criticando-a por se concentrar na burocracia e em processos, ao invés de resultados.

    Ele retirou os EUA do organismo de direitos humanos da entidade em setembro, citando um preconceito contra Israel. Seu governo cortou o financiamento da agência de refugiados da ONU, e no ano passado propôs cortes de fundos norte-americanos na assistência e na diplomacia que poderiam limitar o trabalho da entidade global.

    (Reportagem adicional de Makini Brice, David Alexander e Arshad Mohammed)

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    ONU busca US$738 milhões para ajudar países vizinhos a lidar com fluxo de venezuelanos

    Por Stephanie Nebehay

    GENEBRA (Reuters) - A Organização das Nações Unidas (ONU) disse nesta terça-feira que está buscando 738 milhões de dólares para ajudar países vizinhos a lidar com a chegada de milhões de imigrantes e refugiados venezuelanos, que não têm 'nenhuma perspectiva de retorno no curto e médio prazo'.

    Essa foi a primeira vez que a crise do país sul-americano foi incluída no apelo de ajuda humanitária anual da ONU, cujo valor total é de 21,9 bilhões de dólares, sem a Síria.

    Três milhões de venezuelanos fugiram da crise econômica e política que afeta o país, a maioria desde 2015, segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur).

    'Existe uma crise para a qual pela primeira vez nós temos um plano de resposta, que é ajudar os países vizinhos da Venezuela a lidar com as consequência do grande número de venezuelanos deixando o país', disse o coordenador de ajuda emergencial da ONU, Mark Lowcock, em entrevista em Genebra.

    A maioria dos venezuelanos fugiu para 16 países da América Latina e do Caribe, sendo que a maioria foi para Brasil, Colômbia, Equador e Peru.

    'Em 2019, estimadas 3,6 milhões de pessoas precisarão de assistência e proteção, sem nenhuma perspectiva de retorno no curto e médio prazo', disse a ONU.

    A Colômbia, que já recebeu um milhão de venezuelanos, está 'carregando o maior peso de todos', disse Lowcock.

    O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, culpa os problemas econômicos do país a sanções financeiras impostas pelos Estados Unidos e a uma 'guerra econômica' liderada por adversários políticos. Maduro deve se reunir com o presidente russo, Vladimir Putin, em Moscou na quarta-feira.

    A fuga de venezuelanos, motivados pela violência, hiperinflação e escassez de alimentos e remédios, levou a ONU a fazer um pequeno apelo de emergência na semana passada, pedindo 9 milhões de dólares para projetos de saúde e nutrição dentro da Venezuela.

    Questionado se o governo venezuelano aceitaria o auxílio dentro do país, Lowcock disse:

    'Acho que há um entendimento compartilhado de que mais ajuda da ONU nesses tipos de áreas seria uma coisa muito útil para reduzir o sofrimento das pessoas dentro da Venezuela.'

    'O que nós acertamos com o governo da Venezuela é que nós devemos fortalecer nosso trabalho colaborativo e apoio, por exemplo, nas áreas de serviços de saúde e nutrição', disse.

    (Reportagem de Stephanie Nebehay)

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    EUA criticam Rússia na ONU e alertam sobre violação da soberania ucraniana

    Por Michelle Nichols

    NAÇÕES UNIDAS (Reuters) - A embaixadora dos Estados Unidos na Organização das Nações Unidas (ONU), Nikki Haley, alertou a Rússia nesta segunda-feira que a apreensão de três embarcações da Ucrânia havia sido, segundo ela, uma “violação ultrajante do território soberano ucraniano” e exigiu que Moscou reduzisse as tensões causadas pelo ato “arrogante”.

    Nikki Haley disse que havia falado com o presidente dos EUA, Donald Trump, e com o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, nesta segunda e que as declarações dela “refletem as preocupações no mais alto escalão”.

    “Como o presidente Trump disse muitas vezes, os Estados Unidos acolheriam uma relação normal com a Rússia. Mas ações ilegais como essa continuam a fazer disso impossível”, afirmou ela.

    A Rússia apreendeu duas pequenas embarcações de artilharia e um barco rebocador ucranianos, que, de acordo com Moscou, teriam entrado ilegalmente em águas russas. Kiev afirmou que as embarcações não fizeram nada de errado e acusou a Rússia de agressão militar.

    “Os Estados Unidos vão manter as sanções contra a Rússia relacionadas à Crimeia. Atos desse tipo que agravam ainda mais a situação só irão tornar as coisas piores. Vão minar ainda mais a posição da Rússia no mundo. Vai abalar ainda a mais as relações da Rússia com os EUA e com muitos outros países”, afirmou a embaixadora.

    O embaixador da Ucrânia na ONU, Volodymyr Yelchenko, fez um chamado para que a comunidade internacional “implemente um novo conjunto de sanções com o objetivo de lidar com a situação na região'.

    Ele afirmou que mais pressão política sobre Moscou ajudaria a melhorar a situação, mas também alertou que a Ucrânia estaria “pronta para usar todos os meios disponíveis no exercício dos direitos de autodefesa”.

    Dmitry Polyankiy, vice-embaixador da Rússia nas Nações Unidas, acusou a Ucrânia de planejar o incidente e sugeriu que isso havia ocorrido porque a popularidade do presidente Petro Poroshenko estava baixa, e há eleições marcadas para o ano que vem.

    “Como ele pode manter o poder nessas circunstâncias? É claro, organize uma provocação e mais uma vez acuse a Rússia por tudo, aumente os seus índices e se coloque como o salvador do país”, disse Polyanskiy.

    “Isso é para cancelar as eleições apesar de todas as garantias de Poroshenko sobre o contrário”, afirmou ele, alertando que a Rússia “nunca dá o primeiro golpe, mas sabe como se defender”.

    Yelchenko rejeitou os comentários de Polyanskiy. Ele disse ao conselho que o incidente era uma “clara ameaça a paz e segurança internacionais”.

    Rosemary DiCarlo, chefe de assuntos políticos da ONU, disse ao Conselho de Segurança, que as Nações Unidas não puderam verificar de forma independente o que havia acontecido.

    “Nós enfaticamente pedimos que tanto a Rússia quanto a Ucrânia evitem intensificar ações e retórica e lembramos os dois da necessidade de conter esse incidente para prevenir um agravamento sério”, disse ela.

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    Embaixadora dos EUA na ONU deixa cargo e nega ambições para 2020

    Por Roberta Rampton e Steve Holland

    WASHINGTON (Reuters) - Nikki Haley anunciou nesta terça-feira que está renunciando ao cargo de embaixadora dos Estados Unidos na Organização das Nações Unidas (ONU), mas a estrela republicana em ascensão negou imediatamente que está se preparando para desafiar o presidente Donald Trump na eleição presidencial de 2020.

    Sentada ao lado de Trump no Salão Oval, Nikki disse que seus 18 meses na ONU foram 'o orgulho de toda uma vida' e que continuará até o final do ano.

    Ex-governadora da Carolina do Sul e filha de imigrantes indianos, ela é a mulher mais proeminente do gabinete de Trump e muitas vezes é vista como uma possível candidata presidencial.

    Mas ela disse em sua carta de demissão a Trump que 'com certeza não será candidata a nenhum cargo em 2020' e que apoiará sua reeleição. Ela disse aos repórteres no Salão Oval nesta terça-feira: 'Não, não concorrerei em 2020'.

    Nikki declarou não ter planos para o futuro e não apresentou uma razão para renunciar, mas Trump disse que seis meses atrás ela lhe disse que estava pensando em sair no final do ano 'para tirar algum tempo de folga'.

    A ascensão rápida de Nikki, do legislativo de um Estado do sul norte-americano para a arena mundial, leva a crer que a republicana de 46 anos tem ambições políticas maiores.

    Descrevendo seu período na ONU como 'fantástico' e 'incrível', Trump a elogiou efusivamente. Ele aceitou sua renúncia e disse que escolherá seu sucessor dentro de duas a três semanas.

    Nikki foi a garota-propaganda da política 'A América Primeiro' de Trump na ONU, liderando o rompimento dos EUA com vários programas da entidade e defendendo ardorosamente suas diretrizes linha-dura contra o Irã e a Coreia do Norte em reação aos programas nucleares de ambos.

    Mas algumas vezes ela também se distanciou de seu chefe.

    Nikki foi cogitada como uma possível colega de chapa republicana nas duas últimas eleições presidenciais, e ela também pode se tornar senadora se Lindsey Graham, seu correligionário da Carolina do Sul, ocupar um posto no governo Trump, como se especulou muitas vezes.

    Convertida ao cristianismo quando tinha cerca de 20 anos depois de se criada como sikh, Nikki é popular entre conservadores religiosos no sul do país.

    Seu status de candidata em potencial para um cargo nacional ganhou força em 2015, quando ela ordenou que a bandeira dos Confederados fosse retirada das dependências da legislatura estadual da Carolina do Sul depois que um supremacista branco matou nove fiéis negros a tiros em uma igreja.

    Nikki também aplaudiu as mulheres que vieram a público denunciar casos de abuso ou má conduta sexual de homens e disse que deveriam ser ouvidas, mesmo que estivessem acusando Trump.

    (Reportagem adicional de Doina Chiacu, Makini Brice, Susan Heavey, Patricia Zengerle e Lisa Lambert em Washington e Michelle Nichols nas Nações Unidas)

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    ONU pede inquérito sobre morte de parlamentar venezuelano de oposição na prisão

    GENEBRA (Reuters) - O escritório de direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) pediu nesta terça-feira um inquérito independente sobre a morte de um parlamentar venezuelano de oposição que as autoridades dizem ter se matado pulando de um edifício da agência de inteligência do país, mas cujo partido afirma que foi assassinado.

    O vereador Fernando Albán, de 56 anos, foi preso na sexta-feira devido ao seu suposto envolvimento na explosão de dois drones durante um desfile militar em agosto que era comandado pelo presidente Nicolás Maduro, disse o ministro do Interior, Néstor Reverol.Em uma publicação no Twitter, Reverol disse que, quando estava na sala de espera do 10º andar da sede da agência estatal de inteligência Sebin, Albán saltou pela janela.O relato divergiu daquele feito pelo procurador-geral da Venezuela, Tarek Saab, que disse em comentários televisionados que Albán pediu para usar o banheiro e pulou dali.'Estamos preocupados com a notícia da morte, e também preocupados com o fato de que ele não foi apresentado a um juiz dentro de 48 horas, que é a exigência da lei da Venezuela', disse a porta-voz de direitos humanos da ONU, Ravina Shamdasani, em um boletim à imprensa em Genebra.

    'De fato pedimos uma investigação transparente e independente para esclarecer as circunstâncias de sua morte. Entendemos que existem relatos conflitantes sobre o que exatamente aconteceu'.O partido opositor Primeiro Justiça, para o qual Albán atuava como vereador em Caracas, disse que ele foi assassinado e que sua prisão se deveu a declarações que ele fez em reuniões recentes da ONU na cidade de Nova York denunciando violações de direitos humanos na Venezuela.(Por Stephanie Nebehay)

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    Presidente da Venezuela diz estar disposto a conversar com Trump

    NOVA YORK (Reuters) - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse na noite de quarta-feira em discurso na Assembleia Geral da ONU que está disposto a estender a mão e discutir uma 'agenda aberta' com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    Horas antes, Trump havia manifestado disposição de se encontrar com Maduro, que chegou na quarta-feira à tarde a Nova York de forma surpreendente para participar do encontro da Organização das Nações Unidas.

    'Os que têm diferenças neste mundo são os que têm que dialogar... Trump disse que está preocupado em ajudar a Venezuela, estou disposto a falar com agenda aberta, com humildade', disse Maduro em seu pronunciamento de 51 minutos à Assembleia Geral.

    Maduro acrescentou que, apesar das 'imensas diferenças sociais e ideológicas' --lembrando que era motorista de ônibus, e não um magnata como Trump-- estaria disposto a apertar a mão do presidente dos Estados Unidos para discutir os assuntos da região.

    Em sua primeira participação na ONU desde 2015, o líder venezuelano disse também que 'fabricou-se uma crise migratória' de cidadãos venezuelanos como uma forma de 'justificar uma intervenção em país'.

    Segundo a ONU, cerca de 2,3 milhões de venezuelanos deixaram o país devido a uma crise marcada por recessão econômica, hiperinflação, escassez de alimentos e remédios, e problemas com serviços públicos básicos como água e eletricidade.

    (Reportagem de Vivian Sequera, Deisy Buitrago e Mayela Armas, em Caracas)

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    Trump e Rouhani trocam ameaças e insultos na Assembleia-Geral da ONU

    Por Steve Holland e Parisa Hafezi

    NAÇÕES UNIDAS (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente iraniano, Hassan Rouhani, trocaram provocações na Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas nesta terça-feira, com Trump prometendo mais sanções contra Teerã e Rouhani sugerindo que seu equivalente norte-americano sofre de 'fraqueza intelectual'.

    Trump utilizou seu pronunciamento anual nas Nações Unidas para atacar a 'ditadura corrupta' do Irã, elogiar o 'bicho-papão' do ano passado, a Coreia do Norte, e para deixar uma mensagem desafiadora de que irá rejeitar o globalismo e proteger os interesses da América do Norte.

    Mas a maior parte do seu pronunciamento de 35 minutos foi direcionado ao Irã, que é acusado pelos Estados Unidos de ter ambições nucleares e de fomentar a instabilidade no Oriente Médio através de seu apoio a grupos militantes na Síria, no Líbano e no Iêmen.

    'Os líderes do Irã semeiam caos, morte e destruição', disse Trump no discurso. 'Eles não respeitam seus vizinhos ou fronteiras ou os direitos soberanos de outras nações'.

    Rouhani, que se dirigiu aos líderes mundiais depois do presidente dos EUA, criticou a decisão de Trump de se retirar do acordo nuclear de 2015 com o Irã, disse que não tinha 'necessidade alguma para uma oportunidade de foto' com Trump e sugeriu que a retirada do presidente norte-americano de instituições globais seria um desvio de caráter.

    'Confrontar o multilateralismo não é sinal de força. É na verdade um sintoma de fraqueza intelectual - entrega uma falta de habilidade para entender um mundo complexo e interconectado', disse.

    O pronunciamento de Trump foi recebido com silêncio dos líderes mundiais ainda não confortáveis com as visões isolacionistas que enfraqueceram as relações dos Estados Unidos com aliados tradicionais pelo mundo.

    Seu discurso, embora feito de maneira discreta, foi ainda assim uma reafirmação de sua política 'América Primeiro'. Trump abalou a ordem mundial ao retirar os EUA do acordo nuclear com o Irã e do acordo do Clima de Paris, ameaçando ainda punir os países da Otan que não pagassem mais por sua defesa comum.

    'Nós nunca iremos entregar a soberania da América a uma burocracia global que não é eleita e não é responsável', disse Trump no mesmo linguajar que é popular entre sua base política. 'A América é governada por americanos. Rejeitamos a ideologia do globalismo, e abraçamos a doutrina do patriotismo'.

    Além de se dirigir ao Irã, Trump também criticou a China por suas práticas comerciais, mas não fez menções à interferência russa na guerra da Síria ou sobre a suspeita de intervenção nas eleições norte-americanas.

    VISÃO ALTERNATIVA DE MACRON

    Ao oferecer uma visão alternativa quando foi sua vez no púlpito, o presidente francês, Emmanuel Macron, disse aos delegados da ONU que a lei da sobrevivência do mais forte, o protecionismo e o isolacionismo apenas levariam ao aumento das tensões.

    Defendendo o multilateralismo e a ação coletiva, Macron alertou que o nacionalismo levaria ao fracasso e que se países pararem de defender princípios básicos, as guerras globais poderiam voltar.

    'Eu não aceito a erosão do multilateralismo e não aceito a nossa história se desdobrando', disse Macron à assembleia, por vezes levantando seu tom de voz. 'Nossas crianças estão assistindo.'

    Macron, citando o exemplo do Irã, disse que essa tendência ao unilateralismo levaria diretamente a conflitos.

    Trump, que começa seus comícios políticos se gabando de seu histórico econômico em menos de dois anos de governo, usou a mesma retórica diante do público de líderes mundiais e diplomatas, dizendo a eles que conseguiu mais do que qualquer outro presidente norte-americano no passado.

    A afirmação provocou risos e murmúrios do público, o que surpreendeu o mandatário norte-americano.

    'Eu não esperava essa reação, mas tudo bem', disse.

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    Trump chama Irã de 'ditadura corrupta' em discurso duro na ONU

    Por Steve Holland e Jeff Mason

    NOVA YORK (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou o Irã nesta terça-feira, descrevendo o país como uma 'ditadura corrupta' que está roubando da população para pagar por agressões no exterior, usando seu discurso na Assembleia-Geral da ONU para enviar uma mensagem dura a Teerã.

    'Os líderes do Irã semeiam o caos, a morte e a destruição', disse Trump durante o encontro anual. 'Eles não respeitam os vizinhos, fronteiras ou os direitos de soberania das nações'.

    Trump fez uma comparação entre o relacionamento dos EUA e Irã com o que descreveu como laços melhores com o líder norte-coreano, Kim Jong Un, a quem elogiou por interromper testes nucleares e de mísseis e por devolver restos mortais de militares norte-americanos da Guerra da Coreia.

    O presidente norte-americano usou seu discurso para pedir reformas no comércio internacional e insistiu que seu principal objetivo como presidente é proteger a soberania norte-americana. Ele pediu que a Organização de Países Exportadores de Petróleo (Opep) pare de aumentar os preços do petróleo, e criticou as práticas comerciais da China.

    Trump provocou alguns murmúrios da plateia de líderes mundiais e diplomatas presentes quando declarou que tinha realizado mais como presidente do que quase qualquer outra administração na história.

    'Eu não esperava essa reação, mas tudo bem', disse ele.

    Mas a principal mensagem de Trump foi destinada ao Irã e tentar criar uma tensão entre Teerã e seu povo, dias depois de um ataque no sudoeste iraniano durante um desfile militar que matou 25 pessoas e desestabilizou o país.

    Em declarações a repórteres antes de seu discurso, Trump disse que não irá se encontrar com os iranianos até que 'mudem de tom'.

    Trump e o líder iraniano, Hassan Rouhani, estavam participando do evento anual da ONU.

    'O Irã agiu muito mal', disse Trump. 'Estamos ansiosos para

    ter um ótimo relacionamento com o Irã, mas isso não vai acontecer agora.'

    Inimigos por décadas, Washington e Teerã entraram

    cada vez mais em desacordo desde maio, quando a administração Trump retirou os EUA do acordo nuclear internacional de 2015 com

    o Irã e potências mundiais anunciou sanções contra o país.

    O acordo, negociado pelo ex-presidente norte-americano, Barack Obama, retirou a maioria das sanções internacionais contra Teerã em troca do Irã restringir seu programa nuclear.

    Trump também usou seu discurso para pedir reformas do comércio internacional e cobriu seus comentários com promessas de proteger a soberania norte-americana e rejeitar o globalismo.

    'A América é governada por americanos. Nós rejeitamos a ideologia do globalismo e abraçamos a doutrina do patriotismo', disse ele.

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