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    Oposição a plano de May para o Brexit ganha força e projeto pode ser derrotado

    Por Guy Faulconbridge e Elizabeth Piper e Gabriela Baczynska

    LONDRES/BRUXELAS (Reuters) - A estratégia da primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, para o Brexit foi atacada de todos os lados nesta segunda-feira, o que aumenta o risco de o plano do governo para a desfiliação da União Europeia ser rejeitado no Parlamento, forçando o país a uma caótica separação sem acordo.

    Faltando menos de cinco meses para a desfiliação do dia 29 de março, os negociadores ainda discutem um plano B para a fronteira terrestre entre a Irlanda do Norte, administrada pelo Reino Unido, e a Irlanda, membro do bloco, caso não haja acordo.

    O plano intermediário de May, que propõe manter laços comerciais estreitos com a UE no futuro, está sendo contestado por defensores do Brexit, por políticos pró-UE, pelo partido da Irlanda do Norte que sustenta seu governo e até por alguns de seus próprios ministros.

    'Acho que é o pior de todos os mundos', disse Justine Greening, ex-ministra da Educação, à rádio BBC, acrescentando que não vê nenhuma chance de o plano ser aprovado pelo Parlamento.

    'Ele nos deixa com menos influência, menos controles das regras que temos que seguir', disse Justine, que apoiou a permanência no bloco no referendo do Brexit em 2016.

    Também nesta segunda-feira, em Bruxelas, o negociador-chefe da UE para o Brexit disse a ministros dos outros 27 países-membros que está esperando May sinalizar que garantiu votos suficientes para aprovar o acordo no Parlamento.

    Fontes da UE dizem que, se esse sinal não chegar até o final de quarta-feira, uma cúpula especial do bloco para chancelar o acordo do Brexit não acontecerá em novembro. Agora os observadores do Brexit em Bruxelas contemplam o final de semana de 24 e 25 de novembro para uma possível cúpula no caso de um avanço.

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    Oposição precisa estar coesa e sem hegemonia de qualquer partido, diz líder do PCdoB

    BRASÍLIA (Reuters) - O líder do PCdoB na Câmara, Orlando Silva (SP), defendeu nesta terça-feira que a oposição se una e atue de forma objetiva em defesa da democracia, mas sem a hegemonia de qualquer partido, creditando a essa prática parte do “desastre” político vivido pelo país.

    O deputado comunista deve ser reunir, ainda nesta terça, com líderes do PSB e PDT e disse que o PT é bem-vindo.

    “Tem que ser um coesionamento de todos. Nós esperamos que o Partido dos Trabalhadores, que o PSOL, e eventualmente outros partidos possam se somar no campo de oposição, um coesionamento sem hegemonismos”, disse o líder do PCdoB.

    “Porque não adianta um partido querer se sobrepor a outros partidos. Porque hegemonismos e exclusivismos são parte da explicação do desastre político que o Brasil vive no tempo de hoje.”

    Para Orlando Silva, o governo de Jair Bolsonaro (PSL) já começa “batendo cabeça” e cita contradições entre o discurso do então candidato e do agora presidente eleito.

    “O candidato diz ‘nem pensar à proposta de Michel Temer para a Previdência’. O presidente eleito já faz apelos para se votar a proposta de Michel Temer”, citou o deputado comunista.

    “Esse exemplo da Previdência, essa batelão de cabeça do que era pré-campanha para o que é pós-eleição, é um sinal que vai ser um governo cheio de contradições e incapaz de liderar o Brasil num momento de crise tão aguda.”

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Com 47 milhões de votos, PT vê caminho para Haddad liderar uma frente de oposição a Bolsonaro

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - Os 47 milhões de votos obtidos por Fernando Haddad no segundo turno dessa eleição presidencial não podem ser desperdiçados, e o PT precisa agir para colocá-lo para ocupar o posto de principal liderança da oposição, disseram à Reuters líderes petistas alinhados com o ex-candidato, mas o partido terá que se reorganizar internamente.

    Ainda que derrotado no segundo turno da eleição, Haddad, 55 anos, ex-prefeito de São Paulo, conseguiu levar o PT a um patamar de votos que, depois do desastre enfrentado pelo partido nos últimos anos, pouca gente acreditava que aconteceria.

    'Foi muito a personalidade dele, a capacidade dele de conversar com todo mundo, de romper barreiras', disse uma das fontes.

    'Eu acho que é isso que o país espera dele, o que eu espero dele. O mundo está de olho no Brasil, é preciso ter um referência. A oposição é um movimento, mas quando ela é personificada, ela tem uma referência, essa pessoa pode falar sobre o que acontece no país', defendeu Emídio de Souza, um dos coordenadores da campanha de Haddad e um dos petistas hoje mais próximos do candidato.

    Em seu discurso ao final da apuração, Haddad deu a entender que aceitava o papel. Disse que um 'professor não foge à luta', disse que colocava sua vida à disposição do país e que as pessoas não deveriam ter medo 'porque estaremos aqui'.

    Fontes próximas ao ex-candidato, no entanto, apresentam algum ceticismo em relação a esse entusiasmo.

    'Tem que combinar com o resto do partido', disse um deles. 'Para ser um porta-voz ele precisa da bancada, precisa dos governadores. Isso não é fácil. O PT é complicado.'

    Haddad, de 55 anos, começou a campanha como candidato à vice na chapa com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Apesar de ter se tornado um dos petistas mais próximos do ex-presidente nos últimos anos, a quem Lula confiou o desenho de seu plano de governo, o ex-prefeito era contestado dentro do PT.

    Apesar do próprio Lula o ter apontado algumas vezes como plano B no caso de sua candidatura ser impugnada, o PT queria ver o senador eleito Jaques Wagner no cargo --que sempre negou ser uma alternativa.

    Parte dos petistas reclamava que Haddad não tinha jogo de cintura e seria pior do que a ex-presidente Dilma Rousseff na lide político. Outro grupo o acusava de não ser 'orgânico' do PT, apesar de ser filiado desde a juventude, por nunca ter se envolvido na organização partidária. Um terceiro ainda se ressentia da proximidade com Lula e o espaço que havia ganho por conta dessa amizade.

    Seu posto como vice, anunciado nos últimos minutos autorizados pela legislação, só foi pacificado por uma carta enviada por Lula em que o ex-presidente dizia que Haddad seria o melhor nome para o posto.

    Ao levar o partido a uma derrota honrosa, seus hoje defensores no partido acreditam que hoje essa resistência não pode existir mais.

    'Dissipou né. Essa campanha jogou por terra qualquer resistência a ele dentro do PT. Ele fez uma grande campanha. As condições não eram boas, mas ele fez uma grande campanha. Ele sai credenciado para liderar essa oposição', defende Emídio.

    O deputado Paulo Teixeira, um dos mais antigos defensores de Haddad no partido, também acredita que o ex-prefeito desmontou as resistências contra ele. 'Ele foi conquistando um espaço que hoje é dele, tem uma liderança', disse à Reuters.

    Uma das maiores resistências dentro do PT à Haddad vem justamente da presidente do partido, senadora Gleisi Hoffmann, que após a prisão de Lula passou a ocupar o posto de porta-voz do PT e do ex-presidente.

    Por algum tempo, Gleisi teria alimentado a ideia de ser ela mesma o plano B do presidente, contaram à Reuters fontes petistas, o que não foi adiante. Enquadrada por Lula, Gleisi passou a defender com afinco a candidatura de Haddad, mas dificilmente abriria mão de uma liderança para o ex-prefeito.

    O partido, no entanto, terá uma nova eleição em meados de 2019. Alguns petistas já defendem uma mudança na direção. A maioria não acredita que Haddad precise de um cargo na organização partidária, mas acreditam que é preciso oxigenar a direção e dar ao PT um presidente que circule melhor entre todos os grupos.

    Um nome que surge nas conversas é o do senador pernambucano Humberto Costa, recém reeleito. Costa tem trânsito partidário e responde a uma reivindicação dos petistas do Nordeste. Única região em que o partido manteve a hegemonia nesta eleição, os representantes da região defendem que está na hora de um nordestino dirigir o PT.

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    Haddad diz que responsabilidade agora é fazer oposição pelo interesse dos brasileiros

    Por Lisandra Paraguassu

    SÃO PAULO (Reuters) - Derrotado por Jair Bolsonaro no segundo turno da eleição presidencial, o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, afirmou na noite deste domingo que continuará na luta pelo país e que agora a sua responsabilidade e a de seu partido é fazer uma oposição que busque colocar os interesses dos brasileiros acima de tudo.

    'Temos a responsabilidade de fazer uma oposição e colocar os interesses dos brasileiros acima de tudo. Temos que ter compromisso de manter a democracia e não aceitar provocações e ameaças', disse Haddad em seu primeiro pronunciamento depois de anunciado o resultado que deu a vitória à Bolsonaro.

    'Parafraseando o hino nacional, a nação verá que um professor não foge à luta, nem teme quem adora a liberdade a própria morte. Nosso compromisso é um compromisso de vida com esse país', disse.

    Haddad acompanhou a apuração em um apartamento de um hotel em São Paulo apenas com a família -a esposa, Estela, os dois filhos, Ana Carolina e Frederico, a mãe Norma e duas irmãs, Lúcia e Priscila- enquanto na sala ao lado coordenadores de campanha, dirigentes do PT e parlamentares também esperavam.

    De acordo com uma fonte, o clima ficou ruim assim que o resultado na pesquisa de boca de urna do Ibope mostrou a vitória do candidato do PSL com uma diferença de 12 pontos percentuais.

    Ao saber do resultado, o ex-prefeito de São Paulo quebrou seu próprio protocolo: decidiu não telefonar para cumprimentar Bolsonaro pela vitória.

    'Não vai ligar, porque não é uma relação de uma campanha normal. Ele foi pessoalmente ofendido por Bolsonaro', disse Emídio de Souza, um dos coordenadores da campanha.

    Haddad desceu para um pronunciamento pouco depois das 20h, acompanhado da família e de boa parte dos principais nomes do PT, que se colocaram atrás do candidato em uma demonstração de união. Junto com Haddad, sua candidata à vice, Manuela D'Ávila, e o ex-candidato do PSOL à Presidência, Guilherme Boulos.

    Em sua fala, o petista lembrou que 45 milhões de pessoas, muitas sem ligações com partidos, associações ou organizações sociais, rejeitaram o nome de Bolsonaro e votaram nele.

    'Uma parte expressiva do povo brasileiro precisa ser respeitada nesse momento. Diverge da maioria, tem outro projeto de governo na cabeça e merece respeito', disse Haddad. 'É uma tarefa enorme defender o pensamento e a liberdade desses 45 milhões.'

    Sempre cobrado pela necessidade de um mea culpa do partido que governou o país por 13 anos, o ex-prefeito de São Paulo tratou da necessidade de se 'reconectar com as bases'.

    'Temos que fazer uma profissão de fé de que vamos continuar nossa caminhada, nos reconectando com as bases, com os pobres desse país. Retecer um programa de nação que irá sensibilizar o país', afirmou.

    Desde o final da tarde o clima onde o PT escolheu para acompanhar a apuração era tenso. Dirigentes do partido mostravam um 'otimismo cauteloso' para não aceitar a derrota iminente, mas parecia claro que os gritos de 'vamos virar', com que Haddad foi recebido, eram apenas um esforço retórico.

    A divulgação da pesquisa boca de urna e, em seguida, dos primeiros resultados oficiais, deixou o saguão do hotel em um silêncio desconfortável, só quebrado muito tempo depois, para cantar a chegada de Haddad no salão e chamar Bolsonaro, que aparecia no telão em um pronunciamento, de fascista.

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    Ciro diz que será oposição a qualquer que seja vencedor da disputa presidencial

    (Reuters) - Terceiro colocado no primeiro turno da eleição para a Presidência, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) disse neste domingo que fará oposição a qualquer que seja o vencedor da disputa entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), acrescentando que o eleito não terá condições de desarmar uma 'bomba de ódio' que vem destruindo a economia brasileira.

    Ciro votou em Fortaleza um dia após ter anunciado em vídeo, divulgado nas redes sociais, que não tomaria posição pública no segundo turno da corrida pelo Palácio do Planalto. Ele alegou que sua consciência lhe impunha a preservação de um 'caminho' para servir de referência aos brasileiros no enfrentamento do que chamou de 'dias terríveis' pela frente.

    'Existem dois projetos em votação pelo Brasil que não respondem à necessidade de desarmar essa bomba de ódio, de confrontação miúda, que vem destruindo a economia brasileira e agravando dramaticamente a condição social do povo mais pobre do país', disse Ciro a repórteres.

    'O Brasil precisa, desesperadamente, desarmar essa bomba. Eu espero muito que eu esteja errado e que aquele amanhã vitorioso possa desarmar essa bomba por si só e possa restaurar a paz política no Brasil para que a gente possa resolver a equação social e econômica do Brasil. Entretanto, eu não acredito e, por não acreditar, eu estou anunciando claramente que a minha posição será de oposição a quem quer que vença as eleições de hoje.'

    Ciro viajou para a França logo após a votação do primeiro turno, em 7 de outubro, e retornou ao Brasil apenas na sexta-feira. Ele frustrou as expectativas do PT ao não manifestar apoio a Haddad, que esperava um gesto explícito do pedetista e chegou a estimar que isso lhe daria de 3 a 4 pontos percentuais na eleição.

    O PDT, como partido, anunciou 'apoio crítico' a Haddad, e o próprio Ciro, após a derrota no primeiro turno, havia dito 'ele não, com certeza', numa referência ao slogan que tem sido usado contra Bolsonaro, mas em nenhum momento declarou voto em Haddad.

    O presidente do PDT, Carlos Lupi, afirmou após o primeiro turno que o partido já prepara a candidatura de Ciro para a eleição presidencial de 2022.

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    Bolsonaro diz que aceita oposição, mas que maioria é quem decide futuro do país

    (Reuters) - O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, disse nesta segunda-feira que a oposição é útil, explicou que se referiu à cúpula do PT e de outras entidades quando falou na véspera sobre deixarem o país ou irem para a cadeia e ressaltou que é a maioria quem decide o futuro do país.

    Em entrevista, questionado sobre declaração de domingo, quando falou 'essa turma se quiser ficar aqui vai ter que se colocar sob a lei de todos nós, ou vão para fora ou vão para a cadeia', Bolsonaro disse que se referia à cúpula do PT.

    'É a cúpula que teima em fazer com que os brasileiros que foram doutrinados por eles têm que fazer algo que interesse para essa cúpula e não para o Brasil, essa cúpula do PT, essa cúpula do MST, do MTST, eles vão ter que se adequar às leis, porque algumas nós aprovaremos dentro do Parlamento, de modo que temos um país pacificado', disse o candidato à TV Record.

    Bolsonaro repetiu que não se pode admitir invasão de propriedade em nome de movimentos sociais. 'Esse é o recado que eu dei no dia de ontem no discurso para a Paulista', disse, referindo-se ao discurso transmitido na véspera a uma grande manifestação em São Paulo.

    No discurso de domingo, o presidenciável do PSL afirmou que 'esses marginais vermelhos serão banidos de nossa pátria' e que a “pretalhada, vai tudo para a ponta da praia, vocês não terão mais vez em nossa pátria”, entre outras declarações duras contra seu adversário no segundo turno da eleição, Fernando Haddad (PT), e seus apoiadores.

    Na entrevista divulgada nesta segunda-feira, Bolsonaro procurou amenizar o tom, mas insistiu que a oposição não pode querer parar o país em nome da minoria.

    'A oposição é boa para você até refletir sobre aquilo que por ventura você não esteja fazendo acertadamente. Agora, a oposição não pode simplesmente querer parar o Brasil em nome de uma minoria. A maioria é quem decide o futuro de uma nação', disse. 'Não havendo como compor, ganha quem tem mais votos.'

    Questionado se desrespeitaria alguém por ser petista ou de oposição em um governo seu, o presidenciável afirmou que 'de jeito nenhum'.

    'Eu digo que tem Estados que temos governadores do PT ou do PCdoB e nós não faremos política diferente contra aquele Estado por causa desses governadores. Vamos atender a população como um todo.'

    (Por Alexandre Caverni)

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    Oposição da Venezuela homenageia político que morreu na prisão

    CARACAS/GENEBRA (Reuters) - Cantando o hino nacional enquanto carregavam um caixão, parlamentares da Venezuela homenagearam na terça-feira um político da oposição que autoridades dizem ter se matado pulando da janela de uma prisão, mas cujo partido afirma que foi assassinado.O vereador Fernando Albán, de 56 anos, foi preso na sexta-feira devido ao suposto envolvimento na explosão de dois drones durante um desfile militar em agosto que era comandado pelo presidente Nicolás Maduro, disse o ministro do Interior, Néstor Reverol.

    Em uma publicação no Twitter, Reverol disse que, quando estava na sala de espera do 10º andar da sede da agência venezuelana de inteligência, Albán saltou pela janela.

    Este relato divergiu daquele do procurador-geral venezuelano, Tarek Saab, que disse em comentários televisionados que Albán pediu para usar o banheiro e pulou de lá.

    Adversários do socialista Maduro dizem que Albán, um católico devoto e homem de família, não poderia ter se suicidado, e acusaram as autoridades de acobertarem um assassinato.

    'Só o regime de Maduro é responsável pelo assassinato de Fernando Albán', disse a parlamentar de oposição Delsa Solorzano durante uma sessão especial do Congresso em homenagem a Albán.

    O partido de oposição Primeiro Justiça, ao qual Albán pertencia, disse que a prisão dele se deveu a declarações que fez em reuniões recentes da ONU na cidade de Nova York denunciando violações de direitos humanos na Venezuela.

    As autoridades ainda não divulgaram o relatório da autópsia.

    Um dos advogados de Albán, Joel Garcia, disse a repórteres que uma autópsia realizada no instituto médico legal nacional mostrou sinais de traumatismo grave no crânio, no peito e nos quadris, além de indícios de uma queda.

    Na terça-feira o escritório de direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) pediu uma investigação independente.

    A porta-voz de direitos humanos da ONU, Ravina Shamdasani, disse em um boletim à imprensa em Genebra que o escritório está preocupado com a notícia da morte de Albán e também por ele não ter sido apresentado a um juiz dentro de 48 horas, como exigido pela lei da Venezuela.

    'De fato pedimos uma investigação transparente e independente para esclarecer as circunstâncias de sua morte', disse. 'Entendemos que existem relatos conflitantes sobre o que exatamente aconteceu'.

    (Reportagem de Stephanie Nebehay, em Genebra; e Angus Berwick, Vivian Sequera e Alexandra Ulmer, em Caracas)

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    Partido Trabalhista votará contra plano de May para o Brexit, diz líder

    Por Elizabeth Piper e Kylie MacLellan

    LIVERPOOL, Inglaterra (Reuters) - O líder do Partido Trabalhista britânico, Jeremy Corbyn, disse nesta quarta-feira que a legenda de oposição votará contra um acordo para a saída do Reino Unido da União Europeia baseado nas propostas da primeira-ministra Theresa May, no alerta mais forte até o momento para uma premiê cujos planos para o Brexit estão por um fio.

    No último dia da conferência anual do partido, Corbyn procurou mostrar que está pronto para assumir as rédeas do poder, dando detalhes do que ele chamou de 'um plano radical para reconstruir' o Reino Unido, incluindo a promessa de 'uma revolução de empregos 'verdes''.

    Corbyn também fez uma aposta direta pelo apoio daqueles de fora da capital britânica que votaram para deixar a UE, frequentemente frustrados por terem sido desprezados por uma elite baseada em Londres, dizendo que o Partido Trabalhista estava pronto para assumir as difíceis negociações do Brexit.

    O Reino Unido não deve ter uma nova eleição antes de 2022, mas os trabalhistas estão se preparando para uma possível votação inesperada. A posição de May, já precária, foi abalada ainda mais na última semana quando a UE rejeitou sua proposta de Brexit, conhecida como proposta de Chequers, que também é impopular dentro do seu próprio Partido Conservador.

    Corbyn disse que o Partido Trabalhista respeita o resultado de um referendo de 2016, quando britânicos votaram a favor de deixar a UE, na maior mudança de política comercial e exterior em mais de 40 anos.

    'Como está, o Trabalhista votará contra o plano Chequers ou o que sobrar dele, e irá se opor a deixar a UE sem acordo', disse Corbyn em um salão lotado durante a conferência da legenda na cidade de Liverpool.

    'E é inconcebível que nós saiamos da Europa sem acordo -- isso seria um desastre nacional. É por isso que, se o Parlamento votar um acordo dos conservadores ou se o governo falhar em alcançar algum acordo, nós pressionaríamos por uma eleição geral', disse ele sendo ovacionado.

    O Brexit divide o Partido Trabalhista assim como faz dentro do Conservador e na maior parte do país, mas Corbyn tem tentado remendar a divisão de seu partido ao manter aberta a opção de realizar um segundo referendo sobre a permanência na UE.

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    Juiz da Nicarágua emite mandado de prisão para líder de oposição

    MANÁGUA (Reuters) - Um juiz de Manágua emitiu na segunda-feira um mandado de prisão para o líder de oposição da Nicarágua Felix Maradiaga, acusado pelo governo de financiar violentos protestos que têm abalado o país da América Central.

    O governo de Daniel Ortega alega que Maradiaga financiou os protestos e treinou manifestantes por meio de uma organização que lidera, o Instituto de Estudos Estratégicos e Políticas Públicas.

    'Minha consciência está limpa. Sempre fui guiado pela justiça, pela não violência e pela integridade. Hoje eu tenho mais convicção moral do que nunca', escreveu Maradiaga em publicação no Twitter.

    'Aqueles de nós que amam a Nicarágua e acreditam na liberdade têm a obrigação ética de continuar firmemente nessa luta civil'.

    Atualmente Maradiaga não está na Nicarágua.

    Cerca de 300 pessoas foram presas na Nicarágua desde que os protestos começaram em abril, de acordo com ativistas de direitos humanos locais. Mais de 300 pessoas morreram durante as manifestações, em repressões lideradas pela polícia e por grupos armados de apoio ao governo, afirmaram grupos de direitos humanos.

    Os protestos começaram depois que o governo de esquerda de Ortega sinalizou uma redução nos benefícios sociais, mas logo se transformaram em uma ampla oposição a Ortega, que está no poder desde 2007. Ortega também liderou o país na década de 1980, durante a guerra civil da Nicarágua.

    (Reportagem de Ismael Lopez)

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    Venezuela determina prisão de políticos oposicionistas após explosão de drones

    Por Alexandra Ulmer e Shaylim Castro

    CARACAS (Reuters) - A Venezuela confirmou a prisão de um parlamentar e ordenou a detenção de outro nesta quarta-feira, acusando políticos da oposição de planejarem o assassinato do presidente Nicolás Maduro com drones carregados com explosivos em um comício no fim de semana passado.

    Dois drones explodiram durante uma parada militar no sábado, ferindo sete oficiais e fazendo com que soldados buscassem cobertura durante um discurso de Maduro transmitido ao vivo na TV. Maduro não ficou ferido.

    O Tribunal Supremo de Justiça, pró-governo, informou nesta quarta-feira que o líder da oposição Julio Borges, ex-presidente do Congresso, estava envolvido no esquema e ordenou sua prisão. Borges, que está na capital colombiana, Bogotá, não respondeu imediatamente a pedidos de comentários.

    Outro parlamentar, o ex-líder estudantil de 29 anos Juan Requesens, foi preso na noite de terça-feira, também em relação ao lançamento de dois drones DJI M600 repletos de explosivos C4.

    “Eles são verdadeiros assassinos!”, disse Elvis Amoroso, vice-presidente da poderosa Assembleia Constituinte.

    Autoridades forneceram evidências escassas que ligam os parlamentares ao incidente, além de uma suposta confissão transmitida na TV estatal.

    Adversários do governo disseram que Maduro está usando o incidente para reprimir dissidentes e cimentar seu poder no país rico em petróleo, que sofre com escassez de alimentos, hiperinflação e frequentes cortes de energia.

    “Este é um governo covarde que não cansa de perseguir, com mentiras, quem pensa de forma diferente”, tuitou o parlamentar da oposição Jorge Millan.

    “EU NÃO SEI SOBRE AMANHÔ

    A detenção de Requesens aumenta o escalão de ativistas da oposição forçados ao exílio, presos ou barrados da política durante uma repressão feita por Maduro, um ex-motorista de ônibus de 55 anos e ex-líder sindical eleito em 2013 para substituir o falecido Hugo Chávez.

    “Muitos de nossos irmãos estão fora do país, muitos estão debaixo da terra porque foram mortos – porque você os matou, Nicolás!”, disse Requesens na terça-feira ao Congresso, liderado pela oposição, antes de ser preso à noite.

    “Hoje posso falar com vocês aqui, mas eu não sei sobre amanhã”, acrescentou Requesens, que esteve frequentemente no fronte de grandes protestos contra Maduro em 2014 e 2017.

    O pai de Requesens disse que a família não possuía informações sobre seu paradeiro, embora tivesse suspeitas de que ele estava preso na sede em Caracas da agência de inteligência Sebin. Alguns parlamentares se juntaram na frente da prisão nesta quarta-feira para exigir sua libertação.

    Nesta quarta-feira, o procurador-chefe Tarek Saab disse que havia 19 pessoas ligadas ao ataque, com seis delas atrás das grades. As identidades não foram imediatamente reveladas e Saab não respondeu pedidos de maiores detalhes.

    O governo informou que o incidente foi realizado por 11 homens recrutados durante manifestações anti-Maduro e treinados na fronteira com a Colômbia. Autoridades disseram que financistas em Bogotá e na Flórida prometeram ao grupo 50 milhões de dólares e permanência nos Estados Unidos em troca do assassinato de Maduro.

    (Reportagem adicional de Deisy Buitrago, Andreina Aponte e Vivian Sequera)

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