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    Petrobras aprova venda de fatia na BR por meio de oferta secundária

    SÃO PAULO (Reuters) - A Petrobras informou nesta quarta-feira que seu conselho de administração aprovou o modelo de venda adicional de sua participação na BR Distribuidora, a ser conduzida por meio de uma oferta pública secundária de ações, em importante etapa de seu plano de desinvestimentos.

    Após a oferta, a participação remanescente da Petrobras no capital social da BR será inferior a 50%, disse a empresa em fato relevante, confirmando sinalização anterior de um executivo da estatal.

    A Petrobras, que detém 71,25 por cento do BR, maior distribuidora de combustíveis do país, poderia levantar cerca de 6 bilhões de reais se vendesse uma fatia superior a 21,25 por cento na companhia, considerando com valor de mercado da empresa, de 27,3 bilhões de reais.

    O valor levantado pode ser ainda maior se a empresa levar adiante um plano de reduzir a participação na BR para até 40 por cento, conforme afirmou uma fonte com conhecimento do assunto à Reuters anteriormente.

    A petroleira estatal, que projetou no ano passado desinvestimentos potenciais de 26,9 bilhões de dólares, no período do plano de negócios 2019-2023, tem na BR um de seus principais ativos do programa de vendas.

    No final de 2017, a Petrobras levantou cerca de 5 bilhões de reais com uma oferta inicial da ações (IPO, na sigla em inglês) da BR, vendendo fatia de quase 30 por cento na distribuidora.

    A empresa não detalhou como será a oferta secundária, mas em geral companhias listadas abrem tais operações para todas as classes de investidores.

    Em comunicado separado, a BR afirmou que, a pedido da Petrobras, está convocando assembleia de acionistas para deliberar sobre alterações do estatuto social para adequação da potencial nova composição acionária.

    A Petrobras tem vendido ativos para reduzir dívidas e melhorar a alocação do capital da companhia, especialmente na produção de petróleo e gás no pré-sal.

    O atual presidente da BR, Rafael Grisolia, quando ainda era diretor financeiro da Petrobras, disse que o plano da empresa era vender uma fatia adicional a distribuidora, mas seguir como acionista relevante.

    Segundo ele, a empresa de combustíveis terá mais valor se puder tomar decisões de forma mais ágil um mercado competitivo.

    As ações da BR fecharam em baixa de 1,84 por cento nesta quarta-feira, enquanto as da Petrobras caíram 0,42 por cento, em dia de baixa de apenas 0,13 por cento do Ibovespa.

    (Por Roberto Samora)

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    Petrobras avalia alternativas para mitigar impacto de naufrágio de módulos da P-71

    Por Luciano Costa

    SÃO PAULO (Reuters) - A Petrobras tem avaliado alternativas de reposição de equipamentos após o naufrágio durante o final de semana de uma balsa que carregava dois módulos de geração de energia da plataforma P-71, visando evitar impactos sobre o cronograma da unidade, disse a estatal em comunicado nesta quarta-feira.

    A embarcação que carregava os equipamentos naufragou na noite de sábado perto de Itajaí, em Santa Catarina, mas não foram registrados feridos e nem vazamento de óleo devido ao incidente.

    A Petrobras disse que uma inspeção realizada por meio de submarino operado remotamente constatou o naufrágio, acrescentando que instaurou uma comissão de investigação para investigar as causas do incidente enquanto avalia alternativas de reposição dos módulos danificados.

    'Análises, preliminares, indicam que, ainda que ocorra a perda integral dos módulos, é possível mitigar o impacto do acidente na conclusão da obra de construção e montagem da Unidade. A Petrobras está envidando todos os esforços necessários para que não haja atraso na data prevista de entrada em operação da plataforma P-71, tampouco perda de receita para o consórcio', afirmou a companhia.

    O comunicado da estatal veio após questionamento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em meio a notícias na imprensa sobre o naufrágio.

    Nos esclarecimentos à CVM, a Petrobras não comentou possíveis impactos financeiros do naufrágio e afirmou que 'não reconhece' valores publicados na imprensa sobre eventuais perdas caso a P-71 não seja concluída no cronograma antes previsto.

    'A companhia está mobilizando todos os recursos que tem à sua disposição para mitigar os eventuais efeitos decorrentes deste acidente e informará ao mercado caso ocorram impactos relevantes no seu Plano de Negócios e Gestão 2019-2023', finalizou a petroleira.

    O Plano de Negócios 2019-2023 da Petrobras prevê a entrada em operação de mais uma plataforma em 2019 (P-68) e uma unidade em 2020 (P-70), mas não estima um prazo para a P-71.

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    Lucro da Petrobras cai 42% no 1º tri, com impacto de norma contábil e produção menor

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Petrobras informou nesta terça-feira que o seu lucro líquido caiu 42 por cento entre janeiro e março, ante o mesmo período de 2018, para 4,03 bilhões de reais, com a redução da produção de petróleo e menores preços da commodity atingindo as exportações, além de uma nova norma contábil que impactou os resultados.

    Na comparação com o quatro trimestre, o lucro líquido cresceu 92 por cento, com redução de 1,1 bilhão de reais nas despesas com imposto de renda e contribuição social, em razão da baixa de créditos de prejuízos fiscais registrados no período anterior, além de maior resultado no setor petroquímico (400 milhões de reais).

    Já o lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda) ajustado somou 27,49 bilhões de reais entre janeiro e março, alta de 7 por cento ante o mesmo período de 2018 e queda de 6 por cento em relação aos últimos três meses do ano passado.

    Desconsiderando-se efeitos dos itens especiais e de nova norma internacional contábil de arrendamentos mercantis (IFRS 16), adotada pelas empresas abertas a partir deste ano, o lucro líquido da companhia seria de 5,1 bilhões de reais e o Ebitda ajustado de 25,2 bilhões de reais.

    A receita de vendas da empresa no período somou 80 bilhões de reais, queda de 14 por cento versus o último trimestre de 2018, devido principalmente à queda das cotações internacionais do petróleo, menor volume de vendas de derivados no mercado interno e queda da receita com exportações.

    Mas, na comparação anual, a receita de vendas foi 5,5 bilhões de reais superior ao mesmo período de 2018, com maior comercialização no mercado interno, devido aos maiores volumes e preços médios de derivados. Adicionalmente, a valorização dos preços do gás natural e o preço de realização de energia elétrica contribuíram para o aumento de 2,5 bilhões de reais na receita do segmento de gás e energia.

    A Petrobras ressaltou que os preços internacionais do petróleo ficaram 7 por cento menores no primeiro trimestre versus o quarto trimestre de 2018 e tiveram queda de 5 por cento na comparação anual, para 63,20 dólares por barril.

    Já o volume total de vendas caiu 4 por cento entre janeiro e março, ante os três últimos meses de 2018, para 3,06 milhões de barris por dia, caindo ainda 2 por cento na comparação anual.

    IMPACTO NA DÍVIDA

    O IFRS 16 também trouxe efeito importante para o endividamento da companhia.

    A dívida líquida da Petrobras somou 372,2 bilhões de reais ao fim do primeiro trimestre, alta de 38 por cento ou 103,4 bilhões de reais em relação ao trimestre anterior.

    Desconsiderando os efeitos da norma, o endividamento líquido da petroleira seria de 266,3 bilhões de reais, ante 268,8 bilhões no último trimestre de 2018.

    Mas a empresa destacou que 'não adquiriu novas dívidas e não houve aquisição de novos ativos, sendo os impactos apenas normativos e sem efeitos no caixa e equivalentes de caixa'.

    A Petrobras informou ainda investimentos de 2,33 bilhões de dólares no primeiro trimestre, queda de 30 por cento ante o quarto trimestre e de 24 por cento na comparação anual. No segmento de Exploração e Produção, os investimentos totalizaram 2 bilhões de dólares e concentraram-se, principalmente, nas atividades relativas ao desenvolvimento da produção de novos campos de petróleo no pólo pré-sal da Bacia de Santos.

    PRODUÇÃO EM QUEDA

    A produção de petróleo e LGN da Petrobras no Brasil caiu 6 por cento no primeiro trimestre, ante o mesmo período do ano passado, para 1,971 milhão de barris por dia, principalmente devido à venda de 25 por cento da participação do campo de Roncador, na Bacia de Campos, maior concentração de manutenções em plataformas e declínio natural de produção em campos antigos.

    Na comparação com o trimestre anterior houve uma queda de 4 por cento, em função da maior concentração de manutenções em plataformas no período e do comissionamento dos novos sistemas do campos de Búzios.

    Somando a produção de petróleo e gás natural no Brasil, a empresa produziu no primeiro trimestre 2,46 milhões de barris de óleo equivalente por dia, queda de 5 por cento na comparação anual.

    Segundo a empresa, as paradas afetaram a produção de fevereiro, com reflexos adicionais na produção até a última semana de abril, a partir de quando a produção retornou ao patamar de 2,7 milhões de barris de óleo equivalente por dia.

    A Petrobras destacou que as paradas foram parcialmente compensadas pelo início de operação de três novas plataformas em 2019 (P-67, na área norte de Lula, e P-76 e P-77, no campo de Búzios).

    'A expectativa é de crescimento da produção no segundo trimestre, à medida que os novos sistemas avancem no processo de ramp-up', apontou a Petrobras.

    (Por Marta Nogueira)

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    ANÁLISE-Fim do monopólio de refino no Brasil é difícil apenas com plano da Petrobras

    Por Gram Slattery e Marta Nogueira

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Petrobras atraiu aplausos de investidores no mês passado ao anunciar estudos para vender oito de suas refinarias, em um processo que a companhia diz que poderá levantar 15 bilhões de dólares.

    Mas analistas e especialistas do setor dizem que, embora os desinvestimentos ajudem a Petrobras a sustentar suas finanças, podem falhar na tentativa de criar um mercado de refino competitivo no Brasil, um objetivo frequentemente apontado por reguladores e executivos da Petrobras.

    Isso porque a empresa prevê manter suas refinarias nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, lar de mais de 60 milhões de brasileiros. Juntas, podem processar cerca de 1,1 milhão de barris de petróleo por dia, segundo dados no site da Petrobras, cerca de metade da capacidade total da empresa.

    'Eu acho que é um pouco para 'inglês ver', para dar a sensação de abertura para investidores em refino. Mas não fará diferença nenhuma para a concorrência, pois as distâncias entre refinarias são grandes e os fretes serão elevados para tentar concorrer', disse Alberto Barriga, ex-executivo da área de refino da Petrobras e sócio da consultoria Bizup.

    O BTG Pactual também pontuou que combustíveis geralmente não são transportados por longas distâncias e que não seria positivo para a concorrência se um único licitante puder adquirir mais de uma refinaria em locais próximos.

    'Além disso, fica claro que a Petrobras (pelo menos inicialmente) quer manter o controle da capacidade nos aglomerados do Sudeste (ou a jóia da coroa como alguns chamariam)', disse o BTG, em relatório enviado a clientes na semana passada.

    'Então, também questionamos se isso será suficiente para quebrar o monopólio virtual da Petrobras (ou até mesmo a capacidade de atrair o interesse de potenciais compradores), dada a maior importância da região no mercado geral de combustíveis do Brasil.'

    À Reuters, a Petrobras disse que, independentemente do Estado em que estão localizadas, as refinarias estão sujeitas à competição de importadores e, futuramente, também de outros refinadores, que serão livres para realizar o transporte de cabotagem ao longo da costa para atenderem aos mercados que julgarem atrativos.

    Acrescentou que as quatro refinarias de São Paulo operam fisicamente conectadas através de uma densa malha de dutos, sendo difícil a segregação de uma delas para operação independente, uma vez que foram concebidas para operarem de maneira integrada.

    'Além disto, as refinarias de São Paulo e a Reduc (no Rio) são estratégicas para o escoamento do gás produzido nas Bacias de Campos e Santos, exercendo papel essencial na garantia da confiabilidade da produção de petróleo e gás dos campos em que a Petrobras é a dona natural', afirmou.

    POTENCIAIS OBSTÁCULOS

    Caminhoneiros que protestavam contra os altos preços do diesel no ano passado levaram o governo brasileiro, sob o comando do ex-presidente Michel Temer, a lançar um programa de subsídio que custou bilhões aos cofres públicos e ainda levou à renúncia do então presidente da Petrobras Pedro Parente.

    Essa intervenção e uma mais recente do novo presidente Jair Bolsonaro, que fez a Petrobras recuar de um reajuste anunciado no diesel, destacam como a política muitas vezes afeta o setor energético brasileiro.

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, assim como outros analistas do setor de petróleo defendem que romper com o monopólio da Petrobras no refino poderia ajudar a reduzir os preços na bomba, aumentando a concorrência e diminuindo a exposição da empresa a interferências de Brasília.

    Mas a permanente perspectiva de ingerência política poderia diminuir o interesse dos investidores nas refinarias, na avaliação de analistas.

    'Se não atrapalha o negócio em si, gera perda de valor potencial (para as refinarias)', afirmou Helder Queiroz, ex-diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

    'Desde a greve dos caminhoneiros, nenhuma solução estrutural e duradoura foi realizada, foi tudo por remendo da subvenção, custou muito aos cofres públicos, e depois essa intervenção do Bolsonaro... ainda há pouca transparência com relação à prática dos preços, principalmente para a atração de novos 'players' para esse mercado.'

    O plano da Petrobras de reter as refinarias na principal região econômica do país também poderia entrar em conflito com o órgão antitruste Cade, que em dezembro abriu um inquérito contra a Petrobras para apurar suposto abuso de posição dominante no mercado nacional de refino de petróleo.

    'Seja qual for o modelo que a Petrobras usar, terá que passar pelo Cade. Isso estimula a concorrência? Ou gera monopólios regionais?', questionou Adriano Pires, consultor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE).

    'Pode ser que o Cade faça com que eles vendam alguma coisa (no Rio ou em São Paulo).'

    Entre os compradores naturais das refinarias estão empresas nacionais de distribuição de combustíveis, como Raízen, joint venture da Shell com a Cosan, e Ipiranga, do Grupo Ultra, bem como tradings que estabeleceram presença no Brasil, como a Glencore e Vitol, dizem analistas.

    A BR, distribuidora controlada pela Petrobras, também é vista como uma potencial candidata após a planejada privatização, além das gigantes petroleiras que participam de consórcios no pré-sal, como estatais chinesas.

    Mas, para uma venda bem-sucedida, o governo terá que provar suas credenciais de livre mercado.

    'O governo precisa decidir se acredita no mercado ou não', disse em entrevista recente à Reuters Edmar de Almeida, professor e pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

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    Gasolina da Petrobras volta a superar R$2/litro na refinaria após reajuste de 3,5%

    SÃO PAULO (Reuters) - A Petrobras elevou nesta terça-feira o preço médio da gasolina nas refinarias em 3,54 por cento, para 2,0450 reais por litro, o maior patamar desde 23 de outubro do ano passado, conforme informações no site da estatal.

    O último reajuste na cotação do combustível fóssil havia sido em 23 de abril. Por meio de uma sistemática em vigor desde setembro, calcada em operações de hedge, a petroleira pode segurar o valor do produto nas refinarias por até 15 dias.

    No acumulado de abril, a gasolina da Petrobras apresentou elevação de 11,6 por cento, refletindo, em parte, os ganhos do petróleo no mercado internacional. A commodity é um dos parâmetros utilizados pela companhia em sua política de preços de combustíveis, que também leva em conta o câmbio.

    No caso do diesel, a cotação média nas refinarias segue mantida em 2,2470 reais por litro. Alguma alteração só poderá ocorrer a partir de quinta-feira, já que para este produto a Petrobras adotou uma sistemática que permite reajustes em períodos iguais ou superiores a 15 dias.

    O diesel comercializado pela petroleira em mais de 30 pontos de venda teve apenas um aumento em todo este mês, de 4,84 por cento, no dia 18, logo após a polêmica que envolveu o presidente Jair Bolsonaro. Dias antes, a companhia chegou a anunciar uma elevação maior, mas o reajuste foi revogado.

    Apesar da redução no ritmo de reajustes, a Petrobras segue afirmando que sua política de combustíveis está alinhada ao mercado internacional e que tem autonomia para executá-la.

    Importadores, contudo, afirmam que há defasagem ante o exterior.

    (Por José Roberto Gomes)

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    Petrobras espera obter até US$20 bi com vende de 8 ativos de refino, diz fonte da empresa

    Por Rodrigo Viga Gaier

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Petrobras espera obter até 20 bilhões de dólares com a venda de oito ativos de refino em um processo que deve durar um ano e meio para ser concluído, disse uma fonte da empresa à Reuters.

    Na noite de sexta-feira, a Petrobras informou que seu Conselho de Administração aprovou novas diretrizes para a gestão do portfólio de ativos da companhia, considerando a venda de oito refinarias, mas sem estimar um valor.

    O ajuste no plano de gestão também inclui a venda de rede de postos da Petrobras no Uruguai, além de participação adicional na BR Distribuidora.

    “São ativos consolidados, de padrão, e que valem por baixo 15 bilhões. Achamos que valem até 20 bilhões de dólares”, afirmou a fonte, ao comentar sobre as refinarias, situadas em Pernambuco, Paraná (duas unidades), Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Amazonas e Ceará.

    Além de serem ativos importantes para o plano de desinvestimento da empresa, algo fundamental para a companhia reduzir seu elevado endividamento, a venda das refinarias é chave para a Petrobras deixar de ser monopolista no setor.

    Com mais operadores de refino, poderia haver maior concorrência no estabelecimento de preços e a Petrobras se livraria de polêmicas relacionadas aos preços dos combustíveis, como a que envolveu recentemente o presidente Jair Bolsonaro.

    Segundo a fonte da companhia, que pediu para não ser identificada, a venda equivale a cerca de 50 por cento do atual parque de refino da companhia.

    A ideia da empresa é vender os ativos para diferentes grupos de forma a estimular a competição no mercado interno de refino e, consequentemente, na formação de preço final para os derivados de petróleo.

    “A ideia é vender pulverizado atendendo a uma recomendação do Cade (órgão antitruste) para gerar mais competitividade no mercado interno”, disse.

    Juntas, as refinarias que devem ser negociadas somam capacidade total de 1,1 milhão de barris de petróleo por dia, disse a Petrobras na véspera.

    São elas: Abreu e Lima (Rnest), Unidade de Industrialização do Xisto (Six), Refinaria Landulpho Alves (Rlam), Refinaria Gabriel Passos (Regap), Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), Refinaria Isaac Sabbá (Reman) e Lubrificantes e Derivados de Petróleo do Nordeste (Lubnor).

    Questionada sobre quem estaria interessado, a fonte afirmou que não seriam apenas os chineses os potenciais compradores, mas também distribuidoras, tradings e petroleiras que já são parceiras da Petrobras no pré-sal.

    Além de reduzir a dívida, a Petrobras também busca com seu plano de desinvestimento se concentrar no que considera ser o seu principal negócio: a exploração e produção de petróleo e gás.

    Em um plano anterior para a área de refino, lançado ano passado, ainda sob outra gestão, a empresa previa a venda de 60 por cento da participação em ativos de refino e logística no Nordeste e Sul do país.[nE6N1R800N]

    Pelo plano atual, a empresa continuaria com ativos no Sudeste, principal polo consumidor.

    O atual presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, vem defendendo a venda de refinarias inteiras, como parte de um plano de desinvestimentos mais ousado.

    A fonte não comentou sobre os valores que podem ser obtidos com a venda de fatia adicional na BR, maior distribuidora de combustíveis do país, na qual a Petrobras detém 71,25 por cento.

    Uma outra fonte afirmou à Reuters na sexta-feira que o plano da empresa é reduzir participação na BR para até 40 por cento.

    A Petrobras informou nesta semana que, considerando as transações de desinvestimentos assinadas e uma operação concluída, o valor total de alienação de ativos em 2019 já é de 11,3 bilhões de dólares.

    Procurada pela Reuters, a Petrobras informou que 'estimativas de valor são informações estratégicas em qualquer processo de negociação, dependem da avaliação do vendedor e do apetite do comprador'.

    'Conforme a Sistemática para Desinvestimentos, valores só são divulgados após a conclusão da operação', afirmou a assessoria de imprensa da estatal.

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    Petrobras quer vender 8 refinarias, reduzir fatia na BR e negociar postos no Uruguai

    Por Marta Nogueira

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O Conselho de Administração da Petrobras aprovou nesta sexta-feira novas diretrizes para a gestão do portfólio de ativos da companhia, considerando a venda de oito refinarias, de sua rede de postos no Uruguai e de participação adicional na BR Distribuidora, segundo fato relevante ao mercado.

    Juntas, as refinarias que devem ser negociadas somam capacidade total de 1,1 milhão de barris de petróleo por dia, disse a Petrobras, acrescentando que no caso da BR Distribuidora encontra-se estudo realização de oferta secundária de ações (follow-on).

    As novas orientações sobre os desinvestimentos são parte do processo de elaboração do Plano de Negócios e Gestão 2020-2024 da petroleira, que afirmou que o documento deve ser aprovado e divulgado no quarto trimestre.

    Os ativos de refino incluídos no programa de desinvestimento serão Abreu e Lima (Rnest), Unidade de Industrialização do Xisto (Six), Refinaria Landulpho Alves (Rlam), Refinaria Gabriel Passos (Regap), Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), Refinaria Isaac Sabbá (Reman) e Lubrificantes e Derivados de Petróleo do Nordeste (Lubnor).

    Mais cedo, a Reuters publicou que o conselho da Petrobras havia aprovado uma revisão do plano de negócios, prevendo estudos para venda de refinarias e a privatização da BR Distribuidora, reduzindo a participação da estatal na companhia dos atuais 71,25 para até 40 por cento, segundo duas fontes a par das negociações. [nL1N2281GO]

    A Reuters também havia adiantado que as refinarias dos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro ficariam fora do plano de vendas.

    As refinarias que a Petrobras disse nesta sexta-feira que pretende vender ficam em Pernambuco, Paraná (duas unidades), Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Amazonas e Ceará.

    Em um plano anterior para a área de refino, lançado ano passado, ainda sob outra gestão, a empresa previa a venda de 60 por cento da participação em ativos de refino e logística no Nordeste e Sul do país.[nE6N1R800N]

    Mas o atual presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, vinha defendendo a venda de refinarias inteiras desde pouco após sua posse, como parte de um plano de desinvestimentos mais ousado, que busca deixar a empresa mais focada em petróleo e gás natural, além de contribuir com a redução de sua dívida.

    Atualmente, a companhia é responsável por quase 100 por cento da capacidade de refino do Brasil.

    Se o novo plano for adiante, a Petrobras irá se desfazer tanto de sua mais nova refinaria quanto da mais antiga do Brasil, ambas no Nordeste.

    A Rlam, a mais antiga, foi construída em 1950, 'impulsionada pela descoberta do petróleo na Bahia e pelo sonho de uma nação independente em energia', segundo informações no site da Petrobras.

    Já a mais nova, Rnest, iniciou operações em 2014, após longas polêmicas. Inicialmente, havia uma previsão de que a petroleira venezuelana PDVSA fizesse parte do projeto, em acordo com o então presidente Hugo Chávez, mas a parceria não avançou.

    Posteriormente, em meio a atrasos e estouros no orçamento, os contratos para a construção da refinaria ainda foram foco de investigações da operação Lava Jato.

    'Os projetos de desinvestimento das refinarias, além do reposicionamento do portfólio da companhia em ativos de maior rentabilidade, possibilitarão também dar maior competitividade e transparência ao segmento de refino no Brasil', disse a Petrobras no fato relevante.

    A empresa não revelou prazos para definir a venda dos ativos anunciados e pontuou que os processos vão seguir a sistemática de desinvestimentos da companhia.

    (Por Marta Nogueira)

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    Petrobras aprova estudos para venda da BR e refinarias em ajuste de plano, dizem fontes

    Por Marta Nogueira

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O Conselho de Administração da Petrobras aprovou uma revisão do Plano de Negócios e Gestão 2019-2023 nesta sexta-feira, que prevê estudos para a privatização da BR Distribuidora, reduzindo a participação da estatal na companhia dos atuais 71,25 para até 40 por cento, disseram duas fontes a par das negociações.

    Na semana passada, um executivo da Petrobras havia dito que a fatia na BR, maior distribuidora de combustíveis do Brasil, provavelmente seria reduzida para menos de 50 por cento.

    Em esclarecimento ao mercado nesta semana, a empresa informou que avaliava diversas alternativas para a venda, inclusive a opção de uma oferta pública secundária de ações. Alguns bancos já teriam sido 'engajados'.

    A forma e o cronograma para a venda da participação na empresa ainda serão estudados, informaram as fontes, na condição de anonimato.

    A partir dos ajustes, o plano também prevê a venda de refinarias da Petrobras fora do eixo Rio-São Paulo, segundo as fontes. Mas estudos para modelo, cronograma e demais detalhes ainda serão realizados pela companhia.

    No plano anterior para a área de refino, lançado ano passado, a empresa previa a venda de 60 por cento da participação em ativos de refino e logística no Nordeste e Sul do país.

    Mas o atual presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, vem defendendo a venda de refinarias inteiras, como parte de um plano de desinvestimentos mais ousado.

    Atualmente, a companhia tem 13 refinarias, responsáveis por quase 100 por cento da capacidade de refino do Brasil.

    Procurada, a Petrobras não respondeu imediatamente a um pedido de comentários.

    MAIS RESILIÊNCIA

    Com o ajuste no plano, a Petrobras busca ficar mais resiliente para poder enfrentar cenários mais adversos no setor de petróleo global, caso ocorra uma piora de preços.

    Segundo uma das fontes, o plano da empresa irá prepará-la para atuar em um cenário de preços de até 50 dólares por barril.

    'Tentar olhar tudo com petróleo a 50 dólares para se preparar para o pior e, depois, se vier coisa melhor, ótimo. Mas a empresa tem que estar focada em estar preparada para tudo funcionar se o petróleo cair até 50 dólares', afirmou.

    Com a venda de ativos, a Petrobras vai estar cada vez mais dependente da produção de petróleo e gás, na medida em que centraliza investimentos na produção do pré-sal.

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    Guedes diz que 'burocracia' na Petrobras dificulta planos para baratear gás

    Por Rodrigo Viga Gaier

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta sexta-feira que o governo não cogita por enquanto a privatização da Petrobras, mas quer superar a 'burocracia antiga' na estatal que limita um plano para o barateamento do preço do gás.

    Após reunião com o ministro da Fazenda da Argentina, Nicolás Dujovne, Guedes disse que seria possível baixar o preço do gás em 30 a 45 dias, e que o governo já está trabalhando celeremente em medidas para isso, dando 'um choque de energia barata' no curto prazo.

    Mais uma vez, o ministro da Economia não deu detalhes do plano do governo para executar o barateamento do insumo, que ajudaria no orçamento dos brasileiros e estimularia uma 'reindustrialização' do setor produtivo.

    'Nos interessa dar um choque de energia barata... mas tem uma burocracia antiga na Petrobras que quer proteger, esconder e até ocultar os excessos', afirmou ele, sem explicar, ao falar a jornalistas na porta da sede do Ministério da Fazenda no Rio de Janeiro.

    O ministro da Economia é bastante próximo do presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, que estudou na Universidade de Chicago, uma instituição de linha liberal, assim como Guedes.

    O ministro acrescentou que existe uma resistência dentro da empresa com relação à quebra do monopólio do gás, uma vez que a companhia é a principal produtora do país e dona de boa parte da malha de dutos.

    A Petrobras já fechou a venda de duas importantes unidades de gás, a Nova Transportadora do Sudeste (NTS), por mais de 5 bilhões de dólares, em 2016, e a Transportadora Associada de Gás, mais recentemente, por 8,6 bilhões de dólares.

    Ainda dentro do plano de desinvestimento, a Petrobras está preparando a venda de mais três gasodutos, segundo disseram à Reuters três fontes com conhecimento do assunto.

    Guedes revelou que colocou um consultor dentro da empresa para estudar o mercado de gás, mas disse que ele acabou sendo 'dominado' pela burocracia da Petrobras.

    'Estou até arrependido de ter enviado para lá (para Petrobras) um consultor, que nos ajudou durante a campanha, porque ele já está capturado pela burocracia e já está querendo proteger e ocultar o custo da ineficiência e da corrupção passada', declarou o ministro, sem revelar o nome do consultor.

    Guedes destacou que a abertura do mercado de gás poderia ser feita com medidas normativas e uma desregulamentação do setor, e poderia envolver órgãos como Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a reguladora do setor de petróleo e gás (ANP) e outros.

    'Nos interessa resolver isso com celeridade até por que o presidente Bolsonaro está entusiasmado com isso', frisou ele, ao destacar que já há conversas com governadores do Sudeste para apoiar a quebra do monopólio de distribuição do gás para baratear o custo da energia no país.

    Guedes destacou que para dinamizar e aumentar a competitividade da economia brasileira é preciso, entre outras medidas, acabar com o monopólio da Petrobras no setor do gás, refino e distribuição de combustíveis.

    PRIVATIZAÇÃO

    Guedes lembrou que o presidente Jair Bolsonaro aceitou falar sobre a privatização da companhia.

    'O que vamos fazer é devolver a Petrobras à sua atividade 'core' (principal), que é a exploração do petróleo. O resto, os monopólios queremos tirar', disse ele.

    'Não tem privatização da Petrobras agora; o que o presidente (Bolsonaro) falou é que pela primeira vez ele está considerando o assunto', adicionou.

    Na semana passada, Bolsonaro comentou 'em tese' a possibilidade de avaliar a privatização da Petrobras, segundo o porta-voz da Presidência, após Guedes ter comentado, em entrevista à Globonews, que o presidente 'levantou a sobrancelha' sobre o tema, em meio à recente polêmica em torno dos preços do diesel praticados pela companhia.

    O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, já defendeu publicamente, mais de uma vez, a privatização da companhia, ressaltando que a ideia não encontrava um respaldo integral do Palácio do Planalto.

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