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    Expansão do PIB do Brasil acelera a 0,8% no 3º tri com serviços e investimentos após greve

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - O crescimento da economia do Brasil acelerou no terceiro trimestre com o avanço do setor de serviços, do consumo e do investimento e registrou o melhor ritmo desde o início do ano passado, mostrando recuperação após a greve dos caminhoneiros ainda que em um ritmo gradual.

    Entre julho e setembro, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,8 por cento sobre o segundo trimestre, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira.

    O dado representa a leitura mais forte desde a alta de 1,1 por cento verificada no primeiro trimestre de 2017 e mostra aceleração em relação ao período de abril a junho, em um efeito diretamente ligado ao fato de a atividade ter sido fortemente deprimida pela greve dos caminhoneiros, em maio.

    No segundo trimestre, houve expansão de 0,2 por cento, taxa que não foi revisada pelo IBGE.

    'O resultado agora tem muito efeito da base que foi afetada pela greve dos caminhoneiros. Estamos em trajetória ascendente com sete trimestres de taxas positivas, mas o ritmo é gradual orientado pela demanda interna', explicou a economista do IBGE Rebeca Palis.

    Na comparação com o terceiro trimestre de 2017, a economia do país apresentou expansão de 1,3 por cento, resultado mais forte desde o quarto trimestre de 2017 (2,2 por cento).

    As expectativas em pesquisa da Reuters com analistas eram de expansão de 0,8 por cento do PIB no terceiro trimestre sobre o período anterior e de 1,6 por cento na comparação com um ano antes.

    REAÇÃO

    A pesquisa do IBGE mostrou que no período o destaque foi o aumento de 6,6 por cento por cento na Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) em um cenário em que os juros permanecem em mínima histórica e em que os investimentos ficaram travados durante a greve. Essa é a taxa de crescimento mais forte dos investimentos desde o quarto trimestre de 2009 (7,1 por cento).

    Parte disso está ligada aos efeitos da adoção do Repetro, um regime tributário especial para as atividades de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás no país.

    'A explicação passa pelo fator específico do Repetro, mas majoritariamente porque o investimento é mais sensível à atividade econômica, reage mais rápido à mudança na confiança', explicou o economista do Banco Votorantim Carlos Lopes.

    Ainda do lado das despesas, o consumo das famílias avançou 0,6 por cento no terceiro trimestre sobre o anterior, enquanto o consumo do governo teve alta de 0,3 por cento.

    'O consumo das famílias foi estimulado pelos juros mais baixos, inflação baixa, melhoras nos indicadores de emprego, e houve uma expansão nas operações de crédito', disse Rebeca.

    Na ótica da produção, o aumento de 0,5 por cento da atividade de serviços exerceu a principal influência para o resultado do PIB do terceiro trimestre, ainda que a agropecuária tenha subido 0,7 por cento. Já a indústria apresentou crescimento de 0,4 por cento no período.

    A atividade econômica se firmou durante o terceiro trimestre, mas ainda opera com alto grau de ociosidade e com o desemprego elevado no país. Até outubro, o país foi marcado pelas incertezas em torno das eleições e, agora, o foco se volta para o avanço das reformas fiscais, destacadamente da Previdência.

    Na pesquisa Focus conduzida semanalmente pelo Banco Central, a projeção mais recente é de um crescimento do PIB este ano de 1,39 por cento, avançando para 2,5 por cento em 2019.

    'O consumo das famílias deve ter uma moderação à frente, mas os resultados se mantiverem perto de 0,5 por cento (nos dois trimestres seguintes), compatível com uma recuperação sólida da economia, chegamos perto de 2,5 por cento no ano que vem', completou Lopes.

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    Crescimento econômico dos EUA desacelera menos que o esperado no 3º tri

    Por Lucia Mutikani

    WASHINGTON (Reuters) - A economia norte-americana desacelerou menos do que o esperado no terceiro trimestre, uma vez que a queda nas exportações de soja foi parcialmente compensada pelos gastos mais fortes do consumidor em quase quatro anos e pelo aumento do investimentos em estoques.

    O Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA cresceu a uma taxa anualizada de 3,5 por cento, também sustentado por gastos sólidos do governo, disse o Departamento de Comércio nesta sexta-feira em sua primeira estimativa do PIB do terceiro trimestre.

    Embora o resultado tenha representado uma desaceleração em relação ao ritmo de 4,2 por cento no segundo trimestre, ainda superou o potencial de crescimento da economia, que economistas calculam em 2 por cento.

    Em comparação com o terceiro trimestre de 2017, a economia cresceu 3 por cento, o melhor desempenho desde o segundo trimestre de 2015, mantendo-se no caminho para atingir a meta do governo de expansão de 3 por cento neste ano.

    A expansão econômica, agora em seu nono ano, é a segunda mais longa já registrada. Economistas consultados pela Reuters projetavam expansão do PIB a um ritmo de 3,3 por cento no terceiro trimestre.

    A economia é sustentada por um corte de impostos de 1,5 trilhão de dólares e aumento dos gastos do governo. O estímulo fiscal faz parte das medidas adotadas pelo governo do presidente Donald Trump para impulsionar o crescimento anual para 3 por cento em uma base sustentável.

    No entanto, o governo também está envolvido em uma guerra comercial com a China, além de disputas comerciais com outros parceiros e a desaceleração do último trimestre refletiu principalmente o impacto das tarifas retaliatórias de Pequim sobre as exportações dos EUA, incluindo a soja.

    Os produtores anteciparam embarques para a China antes que as tarifas entrassem em vigor no início de julho, impulsionando o crescimento no segundo trimestre. Desde então, as exportações de soja caíram a cada mês, aumentando o déficit comercial. Houve também quedas nas exportações de petróleo e bens de capital não automotivos. A forte demanda doméstica, no entanto, absorveu importações de bens de consumo e veículos automotores.

    O aumento do déficit comercial cortou 1,78 ponto percentual do crescimento do PIB no terceiro trimestre, maior nível desde os segundo trimestre de 1985 e reverteu a contribuição de 1,22 ponto no período entre abril e junho.

    Parte da recuperação das importações refletiu a corrida das empresas para estocar antes que as tarifas de importação dos EUA, principalmente sobre produtos chineses, entrassem em vigor. As importações exercem um peso sobre o crescimento do PIB. Mas algumas das importações provavelmente acabaram em armazéns, aumentando o estoque, o que contribui para o PIB.

    Os estoques aumentaram a uma taxa de 76,3 bilhões de dólares, após um declínio de 36,8 bilhões de dólares no segundo trimestre. Como resultado, o investimento em estoques adicionou 2,07 pontos percentuais ao crescimento do PIB, a maior contribuição desde o primeiro trimestre de 2015, após ter cortado 1,1 ponto percentual da produção no segundo trimestre.

    Excluindo os efeitos do comércio e dos estoques, o PIB cresceu a uma taxa de 3,1 por cento no terceiro trimestre, em comparação a um ritmo de 4,0 por cento no período de abril a junho.

    Um crescimento sólido no terceiro trimestre deve manter o Federal Reserve no curso de elevar os juros novamente em dezembro, apesar do recente aperto nas condições do mercado financeiro ter provocado vendas no mercado acionário e alta nos rendimentos dos Treasuries.

    O Fed elevou a taxa de juros em setembro pela terceira vez este ano e removeu a referência em seu comunicado à política monetária permanecer 'expansionista' .

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    China busca aumentar confiança após crescimento econômico atingir ritmo mais fraco desde 2009

    Por Kevin Yao e Elias Glenn

    PEQUIM (Reuters) - O crescimento econômico da China desacelerou para o ritmo trimestral mais fraco desde a crise financeira global no terceiro trimestre, com reguladores agindo rapidamente para acalmar os nervos dos investidores conforme a campanha de um ano para lidar com os riscos da dívida e a guerra comercial com os Estados Unidos começam a impactar.

    A economia cresceu 6,5 por cento no terceiro trimestre em comparação com o ano anterior, abaixo da expectativa de 6,6 por cento e contra 6,7 por cento no segundo trimestre, informou a Agência Nacional de Estatísticas nesta sexta-feira.

    Este foi o crescimento trimestral do PIB mais fraco na comparação anual desde o primeiro trimestre de 2009, no pico da crise financeira global.

    'A tendência de desaceleração está se fortalecendo apesar da promessa das autoridades chinesas de encorajar o investimento doméstico para sustentar a economia. A demanda doméstica está mais fraca do que as exportações inesperadamente sólidas', disse Kota Hirayama, economista sênior de mercados emergentes do SMBC Nikko Securities.

    Após mais uma grande queda das ações chinesas na quinta-feira, as autoridades lançaram uma tentativa coordenada de acalmar os mercados, com o presidente do banco central, Yi Gang, afirmando que as valorizações das ações não estão em linha com os fundamentos econômicos.

    Pequim já vem aumentando o suporte nos últimos meses para impulsionar o crescimento.

    Yi e outras autoridades prometeram medidas específicas para ajudar os problemas de financiamento das empresas e encorajar os bancos comerciais a impulsionar os empréstimos para empresas privadas. O vice-primeiro-ministro da China, Liu He, que supervisiona a economia e o setor financeiro, também contribuiu para melhorar o sentimento.

    O índice Xangai Composite, que registrou queda de mais de 1 por cento no início do pregão desta sexta-feira, subiu fortemente e fechou com alta de 2,6 por cento.

    O crescimento no terceiro trimestre foi afetado pela produção industrial mais fraca desde fevereiro de 2016 em setembro, com as montadoras reduzindo a produção em mais de 10 por cento em meio ao enfraquecimento das vendas.

    'A fraqueza está vindo da indústria secundária, mas destacadamente da manufatura. Podemos revisar nossas estimativas para o quarto trimestre', disse Betty Wang, economista sênior do ANZ.

    Na comparação trimestral, o crescimento desacelerou para 1,6 por cento de 1,7 por cento no segundo trimestre, igualando as expectativas.

    Mas a expansão no segundo trimestre foi revisada para baixo de 1,8 por cento informado anteriormente, sugerindo que a economia entrou com menos força no segundo semestre do que muitos analistas esperavam.

    Antes da divulgação dos dados, economistas esperavam que o crescimento da China no ano chegasse a 6,6 por cento, atingindo confortavelmente a meta do governo de 6,5 por cento, e fosse a 6,3 por cento em 2019.

    Mas agora alguns dizem que a expansão pode enfraquecer ainda mais no próximo ano.

    'Olhando à frente, o cenário econômico não é otimista com as exportações enfrentando mais obstáculos com as tarifas dos EUA e a demanda de países emergentes caindo. O crescimento do PIB deve desacelerar a 6,0-6,2 por cento no próximo ano', disse Nie Wen, analista do Hwabao Trust Shanghai.

    INDÚSTRIA

    Dados separados divulgados nesta sexta-feira mostraram que o crescimento da produção industrial da China enfraqueceu para 5,8 por cento em setembro em relação ao ano anterior, enquanto o investimento em ativos fixos se expandiu em um ritmo ligeiramente superior ao que era esperado, a 5,4 por cento, nos primeiros nove meses do ano.

    O investimento em infraestrutura aumentou 3,3 por cento em relação ao ano anterior no período de janeiro a setembro, um ritmo mais lento que o crescimento de 4,2 por cento nos primeiros oito meses do ano.

    As vendas no varejo avançaram 9,2 por cento em setembro em relação ao mesmo período do ano anterior, saltando após vários meses de crescimento fraco.

    Na semana passada, o Banco do Povo da China anunciou o quarto corte de compulsório de bancos deste ano, aumentando as medidas para reduzir os custos de financiamento.

    E mais medidas de apoio podem vir, disseram analistas, à medida que a China começa a arcar com o peso total da disputa comercial com os Estados Unidos.

    'A China está puxando todas as alavancas para sustentar a demanda doméstica diante desta pressão comercial. Já existe uma grande aceleração nos empréstimos em curso e agora o Banco do Povo da China está anunciando novos passos', disse Ray Attrill, diretor de estratégia cambial da NAB.

    'No final, a China fará o que for preciso para preservar sua economia e mostrar para os EUA que: 'Ei, nós não precisamos de vocês''.

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    Crescimento do PIB dos EUA no 2º trimestre fica em 4,2%, inalterado ante estimativa anterior

    WASHINGTON (Reuters) - O crescimento econômico dos Estados Unidos acelerou no segundo trimestre em seu ritmo mais rápido em quase quatro anos, assim como estimado anteriormente, colocando a economia no caminho para atingir a meta de 3 por cento de crescimento anual do governo do presidente Donald Trump.

    O Produto Interno Bruto (PIB) aumentou a uma taxa anualizada de 4,2 por cento, disse o Departamento de Comércio nesta quinta-feira em sua terceira estimativa de crescimento do PIB para o trimestre de abril a junho. Esse foi o ritmo mais rápido desde o terceiro trimestre de 2014 e inalterado em relação à estimativa divulgada em agosto.

    A economia cresceu a um ritmo de 2,2 por cento no período de janeiro a março. As revisões para cima de gastos em estruturas residenciais e em bens não-duráveis, como a gasolina, foram compensadas por um rebaixamento do investimento em estoques.

    A economia expandiu 3,2 por cento no primeiro semestre de 2018. O crescimento no segundo trimestre foi impulsionado pelo pacote de corte de impostos de 1,5 trilhão de dólares do governo Trump, que impulsionou os gastos do consumidor depois de quase estagnarem no início do ano.

    Houve um carregamento antecipado das exportações de soja para a China para evitar as tarifas de retaliação, o que também impulsionou o crescimento. Os economistas esperavam que o crescimento do PIB no segundo trimestre não fosse revisado a um ritmo de 4,2 por cento.

    (Por Lucia Mutikani)

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    Economia do Brasil cresce 0,2% no 2º tri, mas greve e incertezas eleitorais pesam

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    SÃO PAULO/RIO DE JANEIRO (Reuters) - A economia do Brasil cresceu lentamente no segundo trimestre deste ano com a greve dos caminhoneiros pesando sobre a indústria e os investimentos, mas ainda assim acelerou sobre os três meses anteriores, destacando a instabilidade da atividade em meio às incertezas às vésperas da eleição presidencial de outubro.

    No período entre abril e junho, o Produto Interno Bruto (PIB) do país registrou crescimento de 0,2 por cento sobre os três meses anteriores, de acordo com os dados divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Esse foi o ritmo mais forte desde o terceiro trimestre de 2017 (0,6 por cento) e também mostrou aceleração em relação ao primeiro trimestre. Mas isso porque o IBGE revisou para baixo o dado do início do ano, a uma expansão de 0,1 por cento entre janeiro e março depois de divulgar anteriormente taxa de 0,4 por cento.

    'Não dá para falar em aceleração do PIB, mas sim numa estabilidade do PIB nos últimos 3 trimestres', afirmou a economista do IBGE Rebeca Palis.

    Na comparação com o segundo trimestre de 2017, a expansão foi de 1,0 por cento, resultado mais baixo nessa base de comparação em um ano.

    As expectativas em pesquisa da Reuters com analistas eram de avanço de 0,1 por cento do PIB no segundo trimestre sobre o período anterior e de 1,1 por cento na comparação com um ano antes.

    A atividade de serviços foi o destaque no segundo trimestre, com elevação de 0,3 por cento sobre os três meses anteriores, Na outra ponta, a indústria registrou contração de 0,6 por cento, num período abalado pela greve dos caminhoneiros no final de maio. A agropecuária, por sua vez, mostrou estagnação.

    'Os serviços são a atividade mais importante do PIB, e isso puxou para cima. Por outro lado, a indústria de transformação foi afetada pela greve de caminhoneiros. Os serviços mais que compensaram a queda da indústria, mas o comércio foi afetado pela greve também', explicou Rebeca.

    INVESTIMENTO

    O destaque negativo ficou para a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), uma medida de investimentos, que despencou 1,8 por cento no período. Com isso, interrompeu série de quatro trimestres seguidos de alta mesmo tendo os juros em mínima histórica como pano de fundo, levantando um sinal de alerta.

    'Toda a incerteza política, eleitoral e econômica faz com que o investimento fique parado', explicou a economista do IBGE Claudia Dionísio.

    Já o consumo das famílias avançou 0,1 por cento entre abril e junho, enquanto o consumo do governo subiu 0,5 por cento sobre o primeiro trimestre.

    A greve dos caminhoneiros prejudicou diretamente a atividade e abalou a confiança de empresariado e consumidores após as manifestações no final de maio fecharem estradas e prejudicarem o abastecimento de combustíveis, alimentos e outros insumos.

    As manifestações foram um golpe para a recuperação econômica, que ainda luta para engrenar um ritmo sustentado em um ambiente de desemprego elevado e confiança abalada que contêm o consumo.

    A situação se agrava ainda mais agora com as incertezas relacionadas à eleição, que tendem a diminuir as perspectivas de planejamento ou investimento por parte das empresas.

    'O resultado...consolida a visão de que a recuperação foi perdendo força ao longo de 2018. À medida que o aperto das condições financeiras começou a afetar o terceiro trimestre, que existe uma condição externa mais desafiadora e há no mercado doméstico toda uma incerteza quanto ao avanço das reformas, isso afeta o câmbio, o preço dos ativos em bolsa e a curva de juros, com reflexo no crescimento da economia', afirmou o economista do Itaú Artur Passos.

    O resultado do PIB corrobora a série de revisões que vêm sendo promovidas nas projeções de crescimento para 2018, inclusive dentro do governo. A pesquisa Focus mais recente realizada pelo Banco Central junto a especialistas mostra expectativa de crescimento de 1,47 por cento, quando antes dos protestos esse número era de 2,5 por cento.

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    Economia do Brasil cresce 0,2% no 2º tri, mas greve pesa sobre indústria e investimentos

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    SÃO PAULO/RIO DE JANEIRO (Reuters) - A economia do Brasil cresceu lentamente no segundo trimestre deste ano com a greve dos caminhoneiros pesando sobre a indústria e os investimentos, mas ainda assim acelerou sobre os três meses anteriores, destacando a instabilidade da atividade às vésperas da eleição presidencial de outubro.

    No período entre abril e junho, o Produto Interno Bruto (PIB) do país registrou crescimento de 0,2 por cento sobre os três meses anteriores, de acordo com os dados divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). [nL2N1VM0IN]

    Esse foi o ritmo mais forte desde o terceiro trimestre de 2017 (0,6 por cento) e também mostrou aceleração em relação ao primeiro trimestre. Mas isso porque o IBGE revisou para baixo o dado do início do ano, a uma expansão de 0,1 por cento entre janeiro e março depois de divulgar anteriormente taxa de 0,4 por cento.[nE6N1TY014]

    Na comparação com o segundo trimestre de 2017, a expansão foi de 1,0 por cento, resultado mais baixo nessa base de comparação em um ano.

    As expectativas em pesquisa da Reuters com analistas eram de avanço de 0,1 por cento do PIB no segundo trimestre sobre o período anterior e de 1,1 por cento na comparação com um ano antes.[nL2N1VF0MV]

    Os dados do IBGE mostram elevação de 0,3 por cento no nível da atividade de serviços no segundo trimestre sobre os três meses anteriores, contra queda de 0,6 por cento da indústria, num período abalado pela greve dos caminhoneiros no final de maio. A agropecuária, por sua vez, mostrou estagnação.

    A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), uma medida de investimentos, despencou 1,8 por cento no período, interrompendo série de quatro trimestres seguidos de alta mesmo tendo os juros em mínima histórica como pano de fundo.

    Já o consumo das famílias avançou 0,1 por cento entre abril e junho, enquanto o consumo do governo subiu 0,5 por cento sobre o primeiro trimestre.

    A greve dos caminhoneiros prejudicou diretamente a atividade e abalou a confiança de empresariado e consumidores após as manifestações no final de maio fecharem estradas e prejudicarem o abastecimento de combustíveis, alimentos e outros insumos.

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    Crescimento do PIB dos EUA no 2º trimestre é revisado para cima a 4,2%

    WASHINGTON (Reuters) - O crescimento econômico dos Estados Unidos foi um pouco mais forte do que o projetado anteriormente no segundo trimestre, registrando o melhor desempenho em quase quatro anos uma vez que as empresas aumentaram os gastos com software e as importações caíram.

    O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu a uma taxa anualizada de 4,2 por cento, disse o Departamento de Comércio nesta quarta-feira em sua segunda estimativa para o trimestre de abril a junho. O dado ficou um pouco acima da taxa de 4,1 por cento que o departamento informou em julho, e foi a mais forte desde o terceiro trimestre de 2014.

    As empresas gastaram mais em software do que o estimado anteriormente no segundo trimestre e o país também importou menos petróleo. Gastos empresariais mais fortes e uma conta de importação menor compensaram a pequena revisão para baixo nos gastos do consumidor.

    Em comparação com o segundo trimestre de 2017, a economia cresceu 2,9 por cento em vez dos 2,8 por cento relatados anteriormente. A produção expandiu 3,2 por cento no primeiro semestre de 2018, em vez de 3,1 por cento, colocando a economia no caminho certo para atingir a meta de crescimento anual de 3 por cento do governo do presidente Donald Trump.

    Mas é improvável que o crescimento robusto do segundo trimestre seja sustentado dado fatores pontuais, como um pacote de corte de 1,5 trilhão de dólares em impostos que proporcionou um choque nos gastos do consumidor após um apático primeiro trimestre e um carregamento antecipado de exportações de soja para a China para evitar tarifas comerciais retaliatórias.

    O governo informou na terça-feira que o déficit comercial saltou em julho 6,3 por cento, para 72,2 bilhões de dólares, uma vez que a queda de 6,7 por cento nos embarques de alimentos pesou sobre as exportações.

    Embora os gastos dos consumidores tenham se mantido fortes no início do terceiro trimestre, o mercado imobiliário enfraqueceu ainda mais, com a construção residencial subindo menos que o esperado em julho e as vendas de novas moradias e de moradias usadas diminuindo.

    Os economistas esperavam que o crescimento do PIB no segundo trimestre fosse revisado para baixo a 4,0 por cento. A economia cresceu a uma taxa de 2,2 por cento no período de janeiro a março.

    (Por Lucia Mutikani)

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    Crescimento do PIB dos EUA no 2º trimestre é revisado para cima a 4,2%

    WASHINGTON (Reuters) - O crescimento econômico dos Estados Unidos foi um pouco mais forte do que o projetado anteriormente no segundo trimestre, registrando o melhor desempenho em quase quatro anos uma vez que as empresas aumentaram os gastos com software e as importações caíram.

    O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu a uma taxa anualizada de 4,2 por cento, disse o Departamento de Comércio nesta quarta-feira em sua segunda estimativa para o trimestre de abril a junho. O dado ficou um pouco acima da taxa de 4,1 por cento que o departamento informou em julho, e foi a mais forte desde o terceiro trimestre de 2014.

    As empresas gastaram mais em software do que o estimado anteriormente no segundo trimestre e o país também importou menos petróleo. Gastos empresariais mais fortes e uma conta de importação menor compensaram a pequena revisão para baixo nos gastos do consumidor.

    Em comparação com o segundo trimestre de 2017, a economia cresceu 2,9 por cento em vez dos 2,8 por cento relatados anteriormente. A produção expandiu 3,2 por cento no primeiro semestre de 2018, em vez de 3,1 por cento, colocando a economia no caminho certo para atingir a meta de crescimento anual de 3 por cento do governo do presidente Donald Trump.

    Mas é improvável que o crescimento robusto do segundo trimestre seja sustentado dado fatores pontuais, como um pacote de corte de 1,5 trilhão de dólares em impostos que proporcionou um choque nos gastos do consumidor após um apático primeiro trimestre e um carregamento antecipado de exportações de soja para a China para evitar tarifas comerciais retaliatórias.

    O governo informou na terça-feira que o déficit comercial saltou em julho 6,3 por cento, para 72,2 bilhões de dólares, uma vez que a queda de 6,7 por cento nos embarques de alimentos pesou sobre as exportações.

    Embora os gastos dos consumidores tenham se mantido fortes no início do terceiro trimestre, o mercado imobiliário enfraqueceu ainda mais, com a construção residencial subindo menos que o esperado em julho e as vendas de novas moradias e de moradias usadas diminuindo.

    Os economistas esperavam que o crescimento do PIB no segundo trimestre fosse revisado para baixo a 4,0 por cento. A economia cresceu a uma taxa de 2,2 por cento no período de janeiro a março.

    (Por Lucia Mutikani)

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    PESQUISA-Greve praticamente paralisa economia do Brasil no 2º tri

    Por Bruno Federowski

    BRASÍLIA (Reuters) - A economia brasileira quase não cresceu no segundo trimestre deste ano sob o efeito da greve dos caminhoneiros, mostrou pesquisa da Reuters nesta sexta-feira, soando um alerta sobre a perspectiva econômica antes das eleições de outubro.

    O Produto Interno Bruto (PIB) provavelmente cresceu apenas 0,1 por cento em relação aos primeiros três meses do ano, de acordo com a mediana de 28 estimativas.

    Seria o ritmo mais lento desde que o Brasil emergiu, no início de 2017, de sua recessão mais profunda em décadas e evidência de que a expansão econômica global está se tornando cada vez mais desigual, mesmo entre economias emergentes.

    Cinco economistas previram contração, com a Austin Rating vendo o cenário mais pessimista, com projeção de queda de 0,6 por cento. Apenas uma casa, Societe Generale, estimou aceleração em relação à taxa de 0,4 por cento apurada no primeiro trimestre, a 0,6 por cento.

    Comparado com o ano anterior, o PIB deve ter crescido apenas 1,1 por cento no segundo trimestre, o mais fraco desde o segundo trimestre de 2017.

    Os resultados da pesquisa parecem confirmar uma série de revisões às projeções de crescimento para 2018, tanto no setor privado quanto no setor público, desde a greve. Pesquisa Focus mias recente, do próprio Banco Central com analistas, aponta crescimento anual de 1,49 por cento, queda forte em relação aos 2,50 por cento previstos antes dos protestos.

    A greve reduziu o crescimento do PIB em 0,48 ponto percentual, baseado na mediana de 12 estimativas fornecidas como resposta a uma pergunta extra na pesquisa da Reuters. As projeções variaram entre 0,2 e 1,2 ponto percentual, sugerindo que o impacto exato ainda é altamente incerto.

    Os protestos já haviam afetado diversos indicadores econômicos para o período, de vendas no varejo e produção industrial à atividade de serviços e à confiança.

    Embora alguns já viessem apontando um repique, economistas parecem céticos de que o crescimento vai acelerar em breve. Sinal disso é que dez de 13 economistas, que responderam a uma pergunta qualitativa, previram que o investimento contraiu no segundo trimestre, interrompendo série de quatro trimestres seguidos de alta que teve como pano de fundo juros na mínima histórica.

    Isso pinta um quadro de obstáculos duradouros ao crescimento, em vez de um solavanco passageiro, o que só deve se acentuar na medida em que a incerteza eleitoral afasta qualquer perspectiva de planejamento.

    'A greve deu um golpe contra a economia, que já estava fraca e não deve sarar muito rápido. Especialmente porque as eleições vão fazer as empresas adiarem investimentos e secar o crédito', disse o economista da Infinity Asset Jason Vieira.

    A recuperação lenta deve manter o desemprego elevado e permitir que o BC evite elevar os juros mesmo com o dólar saltando à máxima em dois anos e meio, pressionado por preocupações com a situação eleitoral.

    Pesquisas recentes vêm apontando chances crescentes de um segundo turno entre Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL), com o favorito do mercado Geraldo Alckmin (PSDB) tendo dificuldades para decolar.

    Investidores acreditam que Haddad não implementaria reformas estruturais necessárias para limitar o crescimento da dívida e restaurar a confiança e o investimento.

    O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga o resultado do PIB no segundo trimestre no próximo dia 31.

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