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    Economia da zona do euro cresce mais do que o esperado no 2º tri, mas indústria decepciona

    BRUXELAS (Reuters) - O crescimento da zona do euro foi melhor do que o esperado no segundo trimestre, sinal de que os efeitos negativos das tensões no comércio global podem ser vistos apenas no final do ano.

    No entanto, enquanto a economia cresceu 0,4 por cento no segundo trimestre, acima das previsões de crescimento de 0,3 por cento em pesquisa Reuters com analistas, a produção industrial do bloco de 19 países caiu 0,7 por cento em junho, por conta de fraco investimento em máquinas e equipamentos, informou o escritório europeu de estatísticas Eurostat.

    A estimativa preliminar de crescimento do Eurostat também foi superior à previsão anterior de expansão de 0,3 por cento. A agência também revisou o crescimento anual para 2,2 por cento, sobre 2,1 por cento antes.

    O resultado mensal revisado, se confirmado pelos dados finais a serem divulgados em 7 de setembro, mostraria que o bloco manteve ritmo de crescimento de 0,4 por cento nos dois primeiros trimestres do ano.

    A estimativa melhor do que o esperado poderia aumentar a confiança do Banco Central Europeu (BCE) em reduzir seu programa de compra de ativos, mas as perspectivas de crescimento permanecem incertas, por conta do desempenho da produção industrial.

    O bloco foi superado pelos Estados Unidos, que dobraram para 1 por cento o crescimento trimestral, sobre 0,5 por cento no primeiro trimestre do ano.

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    Consumo e soja aceleram crescimento dos EUA no segundo trimestre

    Por Lucia Mutikani

    WASHINGTON (Reuters) - A economia dos Estados Unidos cresceu ao ritmo mais rápido em quase quatro anos no segundo trimestre, com consumidores elevando seus gastos e fazendeiros acelerando embarques de soja para a China antes que tarifas comerciais entrassem em vigor no início de julho.

    O Produto Interno Bruto cresceu a uma taxa anualizada de 4,1 por cento, com elevação dos gastos do governo, disse o Departamento do Comércio em um retrato do PIB do segundo trimestre nesta sexta-feira. Foi a melhor performance desde o terceiro trimestre de 2014.

    Os números do segundo trimestre vieram em linha com as projeções dos economistas.

    O crescimento do PIB no trimestre entre janeiro e março foi revisado para um ritmo de 2,2 por cento em relação à taxa de 2,0 por cento relatada anteriormente, para englobar novas informações sobre fontes e melhorias na metodologia.

    Em comparação com o segundo trimestre de 2017, a economia cresceu 2,8 por cento. A produção cresceu 3,1 por cento no primeiro semestre de 2018, colocando a economia à caminho de atingir a meta de crescimento anual de 3 por cento do governo Trump.

    A medida da demanda doméstica subiu a uma taxa de 4,3 por cento no segundo trimestre. Antes da divulgação, o presidente Donald Trump e membros de sua equipe econômica vinham promovendo a visão de que o crescimento do segundo trimestre seria forte.

    No começo da semana, Trump publicou em sua conta particular no Twitter que os Estados Unidos têm 'os melhores números financeiros do planeta'.

    Com o relatório desta sexta-feira, o governo também publicou revisões abrangentes dos dados anteriores do PIB, que não alteraram o quadro econômico apresentado anteriormente.

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    PIB mais fraco em 2018 não deve ter forte impacto na receita, diz fonte

    BRASÍLIA (Reuters) - A expressiva queda na projeção da equipe econômica para a atividade em 2018 não deve ter forte impacto na receita, disse uma fonte com conhecimento direto dos cálculos nesta quinta-feira, apontando como fator positivo o comportamento esperado para a indústria ao longo do ano.

    'Como a indústria vai crescer mais do que o PIB, a receita vai crescer mais', afirmou a fonte à Reuters, falando em condição de anonimato.

    Por esse viés de receitas maiores, 'faria sentido' desbloquear mais recursos do Orçamento no relatório de receitas e despesas, acrescentou a fonte, destacando, contudo, que a decisão ainda não havia sido tomada nesse sentido.

    Na sexta-feira, o governo publicará no relatório sua nova estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2018, que deve ficar em 1,6 por cento, contra 2,5 por cento antes, em meio a um cenário de menor confiança dos agentes econômicos e influência negativa da greve dos caminhoneiros.

    A fonte também lembrou que a greve dos caminhoneiros teve impacto inflacionário - e que o aumento dos preços eleva a base sobre a qual incidem os impostos, com efeito positivo para as receitas arrecadadas.

    Como reflexo da greve dos caminhoneiros, a produção da indústria despencou 10,9 por cento em maio, depois de alta de 0,8 por cento em abril, estabilidade em março e avanço de 0,1 por cento em fevereiro.

    'Ali (o desempenho) foi pontual', disse a fonte, apontando que recuperação virá à frente.

    A pressão sofrida pela performance da indústria em maio partiu principalmente da produção de veículos automotores, reboques e carrocerias, com queda 29,8 por cento, e de produtos alimentícios, com perdas de 17,1 por cento.

    A nova estimativa do PIB do ministério da Fazenda e do Planejamento deve, com a mudança, ficar no mesmo percentual apontado pelo Banco Central e próxima à expansão de 1,5 por cento vista pelo mercado, conforme pesquisa Focus mais recente feita pelo BC junto a uma centena de economistas.

    (Por Marcela Ayres)

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Crescimento da China no 2º tri desacelera e disputa comercial provoca preocupações

    Crescimento da China no 2º tri desacelera e disputa comercial provoca preocupações

    Por Kevin Yao e Fang Cheng

    PEQUIM (Reuters) - A economia da China expandiu a um ritmo mais lento no segundo trimestre uma vez que os esforços de Pequim para conter a dívida afetaram a atividade, enquanto o crescimento da produção industrial em junho enfraqueceu para a mínima de dois anos em um sinal preocupante para os investimentos e os investidores no momento em que se intensifica a disputa comercial com os Estados Unidos.

    A segunda maior economia do mundo cresceu 6,7 por cento no segundo trimestre na comparação com o mesmo período do ano anterior, em linha com as expectativas, e deve atingir a meta oficial de cerca de 6,5 por cento apesar do embate comercial com Washington, da desaceleração do mercado imobiliário e dos embarques mais fracos terem ampliado os riscos.

    'Projetamos que o crescimento no segundo semestre seja ameaçado pelo crescimento lento do crédito e pela atividade imobiliária mais fraca. Também, a intensificação do conflito comercial com os EUA começará a pesar sobre o crescimento', disse em nota Louis Kuijs, chefe de economia asiática do Oxford Economics.

    O dado do segundo trimestre ficou ligeiramente abaixo da expansão de 6,8 por cento registrada nos três primeiros meses, informou a Agência Nacional de Estatísticas, com as exportações pesando sobre a economia no primeiro semestre.

    O crescimento do investimento em ativo fixo no primeiro semestre, o que inclui gastos com novas moradias, fábricas, estradas e portos, atingiu mínima recorde de 6 por cento, enquanto a produção industrial igualou a taxa de expansão mais fraca em mais de dois anos de 6 por cento e ficou abaixo da expectativa de 6,5 por cento.

    Na comparação trimestral, o crescimento acelerou a 1,8 por cento de 1,4 por cento no primeiro trimestre, superando a expectativa de 1,6 por cento, sustentado principalmente pelo consumo doméstico.

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    Crescimento do PIB dos EUA no 1º tri é revisado para baixo a 2,0%

    WASHINGTON (Reuters) - A economia dos Estados Unidos desacelerou mais do que o estimado anteriormente no primeiro trimestre em meio ao desempenho mais fraco dos gastos dos consumidores em quase cinco anos, mas o crescimento parece ter retomado a força desde então diante do mercado de trabalho robusto e dos cortes tributários.

    O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu a uma taxa anual de 2 por cento no período entre janeiro e março, informou o Departamento do Comércio nesta quinta-feira em sua terceira estimativa do PIB do primeiro trimestre, em vez do ritmo de 2,2 por cento informado no mês passado.

    A economia havia crescido 2,9 por cento no quarto trimestre. A redução no crescimento do primeiro trimestre refletiu gastos dos consumidores mais fracos e acúmulo menor de estoques do que o governo havia estimado no mês passado.

    Um pacote de cortes tributários de 1,5 trilhão de dólares, que entrou em vigor em janeiro, estaria estimulando p crescimento econômico segundo trimestre, deixando-o no rumo certo para atingir a meta de 3 por cento do governo do presidente Donald Trump.

    No entanto, economistas alertam que a política América primeiro do governo, que aumenta os temores de guerras comerciais, está afetando as perspectivas para a economia.

    Os Estados Unidos estão envolvidos disputar comerciais com seus principais parceiros, incluindo a China, Canadá, México e União Europeia, o que os especialistas temem que possa interromper as cadeias de fornecimento, reduzir o investimento empresariais e aniquilar o estímulo fiscal.

    As estimativas de crescimento para o segundo trimestre são de 5,3 por cento. Os economistas não esperavam que o crescimento do PIB no primeiro trimestre fosse revisado.

    O crescimento dos gastos do consumidor, que respondem por mais de dois terços da atividade econômica dos EUA, recuou para uma taxa de 0,9 por cento no primeiro trimestre, ante 1,0 por cento informado anteriormente. Este foi o ritmo mais lento desde o segundo trimestre de 2013 e refletiu revisões para baixo nos gastos com saúde por organizações sem fins lucrativos e despesas com serviços financeiros e de seguros. Os gastos do consumidor cresceram a uma taxa de 4,0 por cento no quarto trimestre.

    (Reportagem de Lucia Mutikani)

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