alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE pib

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Crescimento do PIB dos EUA no 2º trimestre fica em 4,2%, inalterado ante estimativa anterior

    Crescimento do PIB dos EUA no 2º trimestre fica em 4,2%, inalterado ante estimativa anterior

    WASHINGTON (Reuters) - O crescimento econômico dos Estados Unidos acelerou no segundo trimestre em seu ritmo mais rápido em quase quatro anos, assim como estimado anteriormente, colocando a economia no caminho para atingir a meta de 3 por cento de crescimento anual do governo do presidente Donald Trump.

    O Produto Interno Bruto (PIB) aumentou a uma taxa anualizada de 4,2 por cento, disse o Departamento de Comércio nesta quinta-feira em sua terceira estimativa de crescimento do PIB para o trimestre de abril a junho. Esse foi o ritmo mais rápido desde o terceiro trimestre de 2014 e inalterado em relação à estimativa divulgada em agosto.

    A economia cresceu a um ritmo de 2,2 por cento no período de janeiro a março. As revisões para cima de gastos em estruturas residenciais e em bens não-duráveis, como a gasolina, foram compensadas por um rebaixamento do investimento em estoques.

    A economia expandiu 3,2 por cento no primeiro semestre de 2018. O crescimento no segundo trimestre foi impulsionado pelo pacote de corte de impostos de 1,5 trilhão de dólares do governo Trump, que impulsionou os gastos do consumidor depois de quase estagnarem no início do ano.

    Houve um carregamento antecipado das exportações de soja para a China para evitar as tarifas de retaliação, o que também impulsionou o crescimento. Os economistas esperavam que o crescimento do PIB no segundo trimestre não fosse revisado a um ritmo de 4,2 por cento.

    (Por Lucia Mutikani)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Economia do Brasil cresce 0,2% no 2º tri, mas greve e incertezas eleitorais pesam

    Economia do Brasil cresce 0,2% no 2º tri, mas greve e incertezas eleitorais pesam

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    SÃO PAULO/RIO DE JANEIRO (Reuters) - A economia do Brasil cresceu lentamente no segundo trimestre deste ano com a greve dos caminhoneiros pesando sobre a indústria e os investimentos, mas ainda assim acelerou sobre os três meses anteriores, destacando a instabilidade da atividade em meio às incertezas às vésperas da eleição presidencial de outubro.

    No período entre abril e junho, o Produto Interno Bruto (PIB) do país registrou crescimento de 0,2 por cento sobre os três meses anteriores, de acordo com os dados divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Esse foi o ritmo mais forte desde o terceiro trimestre de 2017 (0,6 por cento) e também mostrou aceleração em relação ao primeiro trimestre. Mas isso porque o IBGE revisou para baixo o dado do início do ano, a uma expansão de 0,1 por cento entre janeiro e março depois de divulgar anteriormente taxa de 0,4 por cento.

    'Não dá para falar em aceleração do PIB, mas sim numa estabilidade do PIB nos últimos 3 trimestres', afirmou a economista do IBGE Rebeca Palis.

    Na comparação com o segundo trimestre de 2017, a expansão foi de 1,0 por cento, resultado mais baixo nessa base de comparação em um ano.

    As expectativas em pesquisa da Reuters com analistas eram de avanço de 0,1 por cento do PIB no segundo trimestre sobre o período anterior e de 1,1 por cento na comparação com um ano antes.

    A atividade de serviços foi o destaque no segundo trimestre, com elevação de 0,3 por cento sobre os três meses anteriores, Na outra ponta, a indústria registrou contração de 0,6 por cento, num período abalado pela greve dos caminhoneiros no final de maio. A agropecuária, por sua vez, mostrou estagnação.

    'Os serviços são a atividade mais importante do PIB, e isso puxou para cima. Por outro lado, a indústria de transformação foi afetada pela greve de caminhoneiros. Os serviços mais que compensaram a queda da indústria, mas o comércio foi afetado pela greve também', explicou Rebeca.

    INVESTIMENTO

    O destaque negativo ficou para a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), uma medida de investimentos, que despencou 1,8 por cento no período. Com isso, interrompeu série de quatro trimestres seguidos de alta mesmo tendo os juros em mínima histórica como pano de fundo, levantando um sinal de alerta.

    'Toda a incerteza política, eleitoral e econômica faz com que o investimento fique parado', explicou a economista do IBGE Claudia Dionísio.

    Já o consumo das famílias avançou 0,1 por cento entre abril e junho, enquanto o consumo do governo subiu 0,5 por cento sobre o primeiro trimestre.

    A greve dos caminhoneiros prejudicou diretamente a atividade e abalou a confiança de empresariado e consumidores após as manifestações no final de maio fecharem estradas e prejudicarem o abastecimento de combustíveis, alimentos e outros insumos.

    As manifestações foram um golpe para a recuperação econômica, que ainda luta para engrenar um ritmo sustentado em um ambiente de desemprego elevado e confiança abalada que contêm o consumo.

    A situação se agrava ainda mais agora com as incertezas relacionadas à eleição, que tendem a diminuir as perspectivas de planejamento ou investimento por parte das empresas.

    'O resultado...consolida a visão de que a recuperação foi perdendo força ao longo de 2018. À medida que o aperto das condições financeiras começou a afetar o terceiro trimestre, que existe uma condição externa mais desafiadora e há no mercado doméstico toda uma incerteza quanto ao avanço das reformas, isso afeta o câmbio, o preço dos ativos em bolsa e a curva de juros, com reflexo no crescimento da economia', afirmou o economista do Itaú Artur Passos.

    O resultado do PIB corrobora a série de revisões que vêm sendo promovidas nas projeções de crescimento para 2018, inclusive dentro do governo. A pesquisa Focus mais recente realizada pelo Banco Central junto a especialistas mostra expectativa de crescimento de 1,47 por cento, quando antes dos protestos esse número era de 2,5 por cento.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Economia do Brasil cresce 0,2% no 2º tri, mas greve pesa sobre indústria e investimentos

    Economia do Brasil cresce 0,2% no 2º tri, mas greve pesa sobre indústria e investimentos

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    SÃO PAULO/RIO DE JANEIRO (Reuters) - A economia do Brasil cresceu lentamente no segundo trimestre deste ano com a greve dos caminhoneiros pesando sobre a indústria e os investimentos, mas ainda assim acelerou sobre os três meses anteriores, destacando a instabilidade da atividade às vésperas da eleição presidencial de outubro.

    No período entre abril e junho, o Produto Interno Bruto (PIB) do país registrou crescimento de 0,2 por cento sobre os três meses anteriores, de acordo com os dados divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). [nL2N1VM0IN]

    Esse foi o ritmo mais forte desde o terceiro trimestre de 2017 (0,6 por cento) e também mostrou aceleração em relação ao primeiro trimestre. Mas isso porque o IBGE revisou para baixo o dado do início do ano, a uma expansão de 0,1 por cento entre janeiro e março depois de divulgar anteriormente taxa de 0,4 por cento.[nE6N1TY014]

    Na comparação com o segundo trimestre de 2017, a expansão foi de 1,0 por cento, resultado mais baixo nessa base de comparação em um ano.

    As expectativas em pesquisa da Reuters com analistas eram de avanço de 0,1 por cento do PIB no segundo trimestre sobre o período anterior e de 1,1 por cento na comparação com um ano antes.[nL2N1VF0MV]

    Os dados do IBGE mostram elevação de 0,3 por cento no nível da atividade de serviços no segundo trimestre sobre os três meses anteriores, contra queda de 0,6 por cento da indústria, num período abalado pela greve dos caminhoneiros no final de maio. A agropecuária, por sua vez, mostrou estagnação.

    A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), uma medida de investimentos, despencou 1,8 por cento no período, interrompendo série de quatro trimestres seguidos de alta mesmo tendo os juros em mínima histórica como pano de fundo.

    Já o consumo das famílias avançou 0,1 por cento entre abril e junho, enquanto o consumo do governo subiu 0,5 por cento sobre o primeiro trimestre.

    A greve dos caminhoneiros prejudicou diretamente a atividade e abalou a confiança de empresariado e consumidores após as manifestações no final de maio fecharem estradas e prejudicarem o abastecimento de combustíveis, alimentos e outros insumos.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Crescimento do PIB dos EUA no 2º trimestre é revisado para cima a 4,2%

    Crescimento do PIB dos EUA no 2º trimestre é revisado para cima a 4,2%

    WASHINGTON (Reuters) - O crescimento econômico dos Estados Unidos foi um pouco mais forte do que o projetado anteriormente no segundo trimestre, registrando o melhor desempenho em quase quatro anos uma vez que as empresas aumentaram os gastos com software e as importações caíram.

    O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu a uma taxa anualizada de 4,2 por cento, disse o Departamento de Comércio nesta quarta-feira em sua segunda estimativa para o trimestre de abril a junho. O dado ficou um pouco acima da taxa de 4,1 por cento que o departamento informou em julho, e foi a mais forte desde o terceiro trimestre de 2014.

    As empresas gastaram mais em software do que o estimado anteriormente no segundo trimestre e o país também importou menos petróleo. Gastos empresariais mais fortes e uma conta de importação menor compensaram a pequena revisão para baixo nos gastos do consumidor.

    Em comparação com o segundo trimestre de 2017, a economia cresceu 2,9 por cento em vez dos 2,8 por cento relatados anteriormente. A produção expandiu 3,2 por cento no primeiro semestre de 2018, em vez de 3,1 por cento, colocando a economia no caminho certo para atingir a meta de crescimento anual de 3 por cento do governo do presidente Donald Trump.

    Mas é improvável que o crescimento robusto do segundo trimestre seja sustentado dado fatores pontuais, como um pacote de corte de 1,5 trilhão de dólares em impostos que proporcionou um choque nos gastos do consumidor após um apático primeiro trimestre e um carregamento antecipado de exportações de soja para a China para evitar tarifas comerciais retaliatórias.

    O governo informou na terça-feira que o déficit comercial saltou em julho 6,3 por cento, para 72,2 bilhões de dólares, uma vez que a queda de 6,7 por cento nos embarques de alimentos pesou sobre as exportações.

    Embora os gastos dos consumidores tenham se mantido fortes no início do terceiro trimestre, o mercado imobiliário enfraqueceu ainda mais, com a construção residencial subindo menos que o esperado em julho e as vendas de novas moradias e de moradias usadas diminuindo.

    Os economistas esperavam que o crescimento do PIB no segundo trimestre fosse revisado para baixo a 4,0 por cento. A economia cresceu a uma taxa de 2,2 por cento no período de janeiro a março.

    (Por Lucia Mutikani)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Crescimento do PIB dos EUA no 2º trimestre é revisado para cima a 4,2%

    Crescimento do PIB dos EUA no 2º trimestre é revisado para cima a 4,2%

    WASHINGTON (Reuters) - O crescimento econômico dos Estados Unidos foi um pouco mais forte do que o projetado anteriormente no segundo trimestre, registrando o melhor desempenho em quase quatro anos uma vez que as empresas aumentaram os gastos com software e as importações caíram.

    O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu a uma taxa anualizada de 4,2 por cento, disse o Departamento de Comércio nesta quarta-feira em sua segunda estimativa para o trimestre de abril a junho. O dado ficou um pouco acima da taxa de 4,1 por cento que o departamento informou em julho, e foi a mais forte desde o terceiro trimestre de 2014.

    As empresas gastaram mais em software do que o estimado anteriormente no segundo trimestre e o país também importou menos petróleo. Gastos empresariais mais fortes e uma conta de importação menor compensaram a pequena revisão para baixo nos gastos do consumidor.

    Em comparação com o segundo trimestre de 2017, a economia cresceu 2,9 por cento em vez dos 2,8 por cento relatados anteriormente. A produção expandiu 3,2 por cento no primeiro semestre de 2018, em vez de 3,1 por cento, colocando a economia no caminho certo para atingir a meta de crescimento anual de 3 por cento do governo do presidente Donald Trump.

    Mas é improvável que o crescimento robusto do segundo trimestre seja sustentado dado fatores pontuais, como um pacote de corte de 1,5 trilhão de dólares em impostos que proporcionou um choque nos gastos do consumidor após um apático primeiro trimestre e um carregamento antecipado de exportações de soja para a China para evitar tarifas comerciais retaliatórias.

    O governo informou na terça-feira que o déficit comercial saltou em julho 6,3 por cento, para 72,2 bilhões de dólares, uma vez que a queda de 6,7 por cento nos embarques de alimentos pesou sobre as exportações.

    Embora os gastos dos consumidores tenham se mantido fortes no início do terceiro trimestre, o mercado imobiliário enfraqueceu ainda mais, com a construção residencial subindo menos que o esperado em julho e as vendas de novas moradias e de moradias usadas diminuindo.

    Os economistas esperavam que o crescimento do PIB no segundo trimestre fosse revisado para baixo a 4,0 por cento. A economia cresceu a uma taxa de 2,2 por cento no período de janeiro a março.

    (Por Lucia Mutikani)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia PESQUISA-Greve praticamente paralisa economia do Brasil no 2º tri

    PESQUISA-Greve praticamente paralisa economia do Brasil no 2º tri

    Por Bruno Federowski

    BRASÍLIA (Reuters) - A economia brasileira quase não cresceu no segundo trimestre deste ano sob o efeito da greve dos caminhoneiros, mostrou pesquisa da Reuters nesta sexta-feira, soando um alerta sobre a perspectiva econômica antes das eleições de outubro.

    O Produto Interno Bruto (PIB) provavelmente cresceu apenas 0,1 por cento em relação aos primeiros três meses do ano, de acordo com a mediana de 28 estimativas.

    Seria o ritmo mais lento desde que o Brasil emergiu, no início de 2017, de sua recessão mais profunda em décadas e evidência de que a expansão econômica global está se tornando cada vez mais desigual, mesmo entre economias emergentes.

    Cinco economistas previram contração, com a Austin Rating vendo o cenário mais pessimista, com projeção de queda de 0,6 por cento. Apenas uma casa, Societe Generale, estimou aceleração em relação à taxa de 0,4 por cento apurada no primeiro trimestre, a 0,6 por cento.

    Comparado com o ano anterior, o PIB deve ter crescido apenas 1,1 por cento no segundo trimestre, o mais fraco desde o segundo trimestre de 2017.

    Os resultados da pesquisa parecem confirmar uma série de revisões às projeções de crescimento para 2018, tanto no setor privado quanto no setor público, desde a greve. Pesquisa Focus mias recente, do próprio Banco Central com analistas, aponta crescimento anual de 1,49 por cento, queda forte em relação aos 2,50 por cento previstos antes dos protestos.

    A greve reduziu o crescimento do PIB em 0,48 ponto percentual, baseado na mediana de 12 estimativas fornecidas como resposta a uma pergunta extra na pesquisa da Reuters. As projeções variaram entre 0,2 e 1,2 ponto percentual, sugerindo que o impacto exato ainda é altamente incerto.

    Os protestos já haviam afetado diversos indicadores econômicos para o período, de vendas no varejo e produção industrial à atividade de serviços e à confiança.

    Embora alguns já viessem apontando um repique, economistas parecem céticos de que o crescimento vai acelerar em breve. Sinal disso é que dez de 13 economistas, que responderam a uma pergunta qualitativa, previram que o investimento contraiu no segundo trimestre, interrompendo série de quatro trimestres seguidos de alta que teve como pano de fundo juros na mínima histórica.

    Isso pinta um quadro de obstáculos duradouros ao crescimento, em vez de um solavanco passageiro, o que só deve se acentuar na medida em que a incerteza eleitoral afasta qualquer perspectiva de planejamento.

    'A greve deu um golpe contra a economia, que já estava fraca e não deve sarar muito rápido. Especialmente porque as eleições vão fazer as empresas adiarem investimentos e secar o crédito', disse o economista da Infinity Asset Jason Vieira.

    A recuperação lenta deve manter o desemprego elevado e permitir que o BC evite elevar os juros mesmo com o dólar saltando à máxima em dois anos e meio, pressionado por preocupações com a situação eleitoral.

    Pesquisas recentes vêm apontando chances crescentes de um segundo turno entre Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL), com o favorito do mercado Geraldo Alckmin (PSDB) tendo dificuldades para decolar.

    Investidores acreditam que Haddad não implementaria reformas estruturais necessárias para limitar o crescimento da dívida e restaurar a confiança e o investimento.

    O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga o resultado do PIB no segundo trimestre no próximo dia 31.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Economia da zona do euro cresce mais do que o esperado no 2º tri, mas indústria decepciona

    Economia da zona do euro cresce mais do que o esperado no 2º tri, mas indústria decepciona

    BRUXELAS (Reuters) - O crescimento da zona do euro foi melhor do que o esperado no segundo trimestre, sinal de que os efeitos negativos das tensões no comércio global podem ser vistos apenas no final do ano.

    No entanto, enquanto a economia cresceu 0,4 por cento no segundo trimestre, acima das previsões de crescimento de 0,3 por cento em pesquisa Reuters com analistas, a produção industrial do bloco de 19 países caiu 0,7 por cento em junho, por conta de fraco investimento em máquinas e equipamentos, informou o escritório europeu de estatísticas Eurostat.

    A estimativa preliminar de crescimento do Eurostat também foi superior à previsão anterior de expansão de 0,3 por cento. A agência também revisou o crescimento anual para 2,2 por cento, sobre 2,1 por cento antes.

    O resultado mensal revisado, se confirmado pelos dados finais a serem divulgados em 7 de setembro, mostraria que o bloco manteve ritmo de crescimento de 0,4 por cento nos dois primeiros trimestres do ano.

    A estimativa melhor do que o esperado poderia aumentar a confiança do Banco Central Europeu (BCE) em reduzir seu programa de compra de ativos, mas as perspectivas de crescimento permanecem incertas, por conta do desempenho da produção industrial.

    O bloco foi superado pelos Estados Unidos, que dobraram para 1 por cento o crescimento trimestral, sobre 0,5 por cento no primeiro trimestre do ano.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Consumo e soja aceleram crescimento dos EUA no segundo trimestre

    Consumo e soja aceleram crescimento dos EUA no segundo trimestre

    Por Lucia Mutikani

    WASHINGTON (Reuters) - A economia dos Estados Unidos cresceu ao ritmo mais rápido em quase quatro anos no segundo trimestre, com consumidores elevando seus gastos e fazendeiros acelerando embarques de soja para a China antes que tarifas comerciais entrassem em vigor no início de julho.

    O Produto Interno Bruto cresceu a uma taxa anualizada de 4,1 por cento, com elevação dos gastos do governo, disse o Departamento do Comércio em um retrato do PIB do segundo trimestre nesta sexta-feira. Foi a melhor performance desde o terceiro trimestre de 2014.

    Os números do segundo trimestre vieram em linha com as projeções dos economistas.

    O crescimento do PIB no trimestre entre janeiro e março foi revisado para um ritmo de 2,2 por cento em relação à taxa de 2,0 por cento relatada anteriormente, para englobar novas informações sobre fontes e melhorias na metodologia.

    Em comparação com o segundo trimestre de 2017, a economia cresceu 2,8 por cento. A produção cresceu 3,1 por cento no primeiro semestre de 2018, colocando a economia à caminho de atingir a meta de crescimento anual de 3 por cento do governo Trump.

    A medida da demanda doméstica subiu a uma taxa de 4,3 por cento no segundo trimestre. Antes da divulgação, o presidente Donald Trump e membros de sua equipe econômica vinham promovendo a visão de que o crescimento do segundo trimestre seria forte.

    No começo da semana, Trump publicou em sua conta particular no Twitter que os Estados Unidos têm 'os melhores números financeiros do planeta'.

    Com o relatório desta sexta-feira, o governo também publicou revisões abrangentes dos dados anteriores do PIB, que não alteraram o quadro econômico apresentado anteriormente.

    LER NOTICIA

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. pib

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.