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    Bolsonaro diz que Brasil precisa reverter déficit e fazer reformas para recuperar confiança

    (Reuters) - O Brasil não pode continuar a registrar déficit todos os anos e precisa aprovar reformas econômicas para recuperar a confiança dos investidores externos, afirmou o presidente Jair Bolsonaro em entrevista à TV Record na noite de quarta-feira em Davos, onde participa do Fórum Econômico Mundial.

    'O Brasil é visto com muito carinho por parte dos empresários e governos do mundo todo, e a gente sente que eles querem o bem do Brasil, mas nós precisamos fazer a nossa parte, não podemos continuar com o déficit que temos ano após ano, e algumas reformas temos que fazer para que exatamente nós possamos fazer com que voltem a ter confiança em nós', disse Bolsonaro na entrevista ao avaliar os encontros que tem tido na cidade suíça durante o fórum desta semana.

    O presidente disse ter sido procurado por vários líderes de Estados e por vários empresários em Davos, e que as principais demandas que ouviu dos agentes políticos e econômicos é que o Brasil precisa ser desburocratizado, diminua sua carga tributária e elimine barreiras.

    'Eles querem um Brasil mais ágil, isso daí, com a equipe econômica desde há muito, nós estamos conversando e estamos ultimando medidas nesse sentido', afirmou.

    Bolsonaro concedeu entrevista à Record após ter cancelado entrevista coletiva que estava prevista para quarta-feira no Fórum Econômico Mundial ao lado dos ministros Paulo Guedes (Economia) e Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública).

    O presidente disse que o cancelamento foi por orientação médica, uma vez que será submetido a cirurgia assim que voltar ao Brasil para retirar bolsa de colostomia que usa desde que passou por duas operações em consequência de um atentado a faca sofrido em setembro do ano passado, durante a campanha presidencial.

    (Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

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    Flávio Bolsonaro diz na TV que depósitos e pagamento de R$1 mi referem-se a apartamento

    (Reuters) - O senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) afirmou, em entrevista na noite de domingo à TV Record, que dezenas de depósitos de 2 mil reais em sua conta em 2017 e um pagamento de pouco mais de 1 milhão de reais de um título bancário são referentes a compra e venda de um imóvel no Rio de Janeiro, e negou ter pedido foro privilegiado ao Supremo Tribunal Federal.

    Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, é investigado na esfera cível da Justiça do Rio de Janeiro por suspeita de movimentação atípica detectada pelo Conselho de Controle de Atividade Financeiras (Coaf).

    Segundo reportagens do Jornal Nacional, da TV Globo, o Coaf identificou 48 depósitos de 2 mil reais entre junho e julho de 2017 e um pagamento de pouco mais de 1 milhão de reais de um título bancário da Caixa Econômica Federal na conta de Flávio Bolsonaro, então deputado estadual.

    O senador eleito afirmou na entrevista à Record que o título foi referente à compra de um imóvel na zona sul do Rio de Janeiro, e que os depósitos de 2 mil reais são referentes, em parte, a dinheiro recebido em espécie pela venda do mesmo imóvel.

    'Não tem dinheiro ilícito na minha mão', disse o senador eleito, que acrescentou também ser empresário, apesar de não especificar o ramo de sua empresa.

    Além da movimentação na conta do próprio senador, o jornal O Globo destacou no domingo que o ex-assessor dele Fabrício Queiroz chegou a movimentar em sua conta, além de 1,2 milhão de reais já divulgados, outros 5,8 milhões de reais, totalizando 7 milhões de reais em três anos.

    Questionado se a movimentação poderia ter relação com pagamentos feitos por próprios funcionários de seu gabinete como deputado estadual, Flávio Bolsonaro negou. 'No meu gabinete não, e se eu soubesse de alguém que estivesse cometendo isso eu era o primeiro a denunciar e mandar prender. Quem me conhece sabe que não tem sacanagem comigo.'

    Na entrevista à Record, o senador eleito também afirmou que não pediu foro privilegiado ao STF, mas que ingressou com ação no Supremo para que fique determinado a quem deve prestar esclarecimentos: às autoridades federais, por ser senador eleito, ou às autoridades estaduais do Rio de Janeiro.

    'A decisão que o Supremo vai tomar é onde que eu tenho que prestar esclarecimentos', disse. 'Já informei ao Supremo as atrocidades que estão acontecendo comigo'.

    Na semana passada, o presidente em exercício do STF, Luiz Fux, suspendeu a investigação sobre movimentações financeiras atípicas do ex-assessor de Flávio Bolsonaro.

    O jornal Folha de S.Paulo desta segunda-feira trouxe uma nova informação envolvendo Flávio Bolsonaro. Segundo a Folha, o senador eleito registrou de 2014 a 2017 a aquisição de dois apartamentos em bairros nobres do Rio de Janeiro, ao custo informado de 4,2 milhões de reais.

    Com o caso do filho do presidente rondando o Palácio do Planalto, o vice-presidente da República, general da reserva Hamilton Mourão, disse no domingo à Reuters que o assunto não diz respeito ao governo.

    Para Mourão, é preciso aguardar o andamento dos fatos e investigações antes de se tirar conclusões.

    Mourão assumiu interinamente a Presidência da República na noite de domingo enquanto Bolsonaro participa do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça.

    (Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

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    Bolsonaro critica agências reguladoras, quer 'desamarrar' Ministério de Minas e Energia

    (Reuters) - O presidente eleito Jair Bolsonaro voltou a criticar na véspera a estrutura da máquina pública do país, citando especificamente caso de agências reguladoras, entre as quais a recém criada autarquia encarregada pela área de mineração.

    Em entrevista à rede Record, Bolsonaro (PSL) reafirmou que vai desburocratizar o governo e fazer uma revisão em dispositivos legais que atualmente regulam as atividades do setor privado.

    'A máquina é muito pesada...são centenas de conselhos pelo Brasil. As agências reguladoras também...nos últimos meses receberam novos nomes...a qualidade de parte dessas agências, das pessoas...o interesse é outro, não é botar para funcionar pela agência', disse Bolsonaro, sem dar detalhes.

    'A agência mineral, por exemplo, nosso ministro de Minas e Energia está amarrado, tem que buscar maneiras de desamarrar', acrescentou.

    A Agência Nacional de Mineração (ANM) passou a funcionar no início de dezembro. A ANM, criada no governo de Michel Temer, assumiu as funções anteriormente exercidas pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), absorvendo atividades já desempenhadas e exercendo novas atribuições. A agência foi criada oficialmente para reduzir riscos e incertezas regulatórias para fomentar a confiança de investidores no setor.

    Questionado sobre as denúncias envolvendo Fabrício Queiroz, o ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente eleito, Bolsonaro voltou a citar o longo relacionamento de sua família com ele e que cabe a Queiroz dar explicações.

    O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontou 'movimentação atípica' de mais de 1,2 milhão de reais do ex-assessor. Entre as movimentações suspeitas estão depósitos à futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

    Bolsonaro, na entrevista, voltou a afirmar que trataram-se de pagamentos de um empréstimo que havia feito a Queiroz. 'Quem nunca fez um negócio como amigo? Não cobrei juros...Meu filho não está sendo investigado por absolutamente nada. Se tiver algo mais, que eu desconheço, cabe a explicação ao senhor Fabrício (Queiroz), não a mim', disse o presidente eleito.

    Queiroz faltou duas vezes em depoimento marcado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro para explicar os rendimentos, alegando problemas de saúde.

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    Candidatos fustigam Bolsonaro e Haddad em debate na TV Record

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - Em um espécie de pacto velado de não agressão entre si, a maioria dos candidatos à Presidência direcionaram suas críticas aos dois primeiros colocados nas pesquisas de intenção de voto, Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), tachando-os de extremistas, no penúltimo debate da disputa presidencial na televisão, promovido pela Record, na noite de domingo.

    Bolsonaro e Haddad foram os alvos principais das críticas dos presidenciáveis de espectro político mais ao centro, que cobraram o fim do discurso do ódio que disseram traz riscos para a democracia e para a economia, e pregaram uma conciliação para o país superar a divisão, voltar a crescer e gerar empregos.

    Presidenciáveis também aproveitaram o debate para exaltar as manifestações de rua do sábado em cidades brasileiras e até fora do país convocadas por mulheres, que tinham como mote principal o voto contra o candidato do PSL.

    Bolsonaro, que não participou do encontro por recomendação médica após ter recebido alta hospitalar no sábado depois de passar três semanas internado se recuperando de atentado à faca, foi o mais fustigado.

    Ainda assim, foi criticado por todos os presidenciáveis por suas polêmicas declarações.

    Após ser perguntada pelo candidato do PDT, Ciro Gomes, sobre a opinião dela a respeito da 'assustadora frase' de Bolsonaro de que não reconheceria o resultado das eleições se não for o vencedor --dada em uma entrevista no hospital na sexta-feira--, a candidata da Rede, Marina Silva, disse que o adversário do PSL tem 'atitude antidemocrática, desrespeita as mulheres, índios, negros, a população brasileira'.

    'Com essa frase, desrespeita o jogo democrático. Numa democracia, se não temos comprovação de que houve fraude, não se pode entrar no jogo se for para ganhar de qualquer jeito. Para mim, essas palavras só podem ser uma coisa: Bolsonaro fala muito grosso, mas tem momentos que amarela. Amarela mesmo. Isso são palavras de quem já está com medo da derrota. Da derrota que será dada a ele pela atitude autoritária', acrescentou Marina.

    Na réplica, Ciro Gomes disse assinar embaixo as declarações de Marina e provocou Bolsonaro dizendo que ele se recusava a ir ao debate. Ciro chegou a fazer uma comparação pessoal com o fato de que, na semana passada, ele também foi hospitalizado para passar por procedimento médico, mas, mesmo assim, participou de um debate em outra emissora de TV.

    'Estamos assistindo a todos os dias declarações antipovo, antipobre. Ele (Bolsonaro) nem sequer dá direito à população brasileira (ouvi-lo), estando sadio', disse Ciro, para quem 'o Brasil não aguenta mais essa radicalização odienta'.

    No encontro, o candidato do PSL também foi alvo de ataques devido a declarações e propostas de aliados que vieram a público no período em que estava hospitalizado, como a fala de seu candidato a vice, general Hamilton Mourão (PRTB), crítica ao pagamento do décimo terceiro salário, e a sugestão do seu principal assessor econômico, Paulo Guedes, favorável à criação de um imposto nos moldes da CPMF.

    O candidato do MDB e ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, abordou o tema em questionamento para Marina.

    'Eu nunca vi na minha vida um candidato que vai governar para os mais fortes, que vai governar para os mais ricos. Eu espero que ele esteja no próximo debate para explicar', respondeu Marina.

    O último debate na TV está marcado para a quinta-feira, dia 4, mas não se sabe se o candidato do PSL vai participar -- o presidente do partido, Gustavo Bebianno, disse à Reuters na semana passada que Bolsonaro não vai.

    PT NA MIRA

    Reforçando sua posição como candidato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Haddad esquivou-se o tanto quanto pode nos debates de embates diretos com adversários, mas sua candidatura foi duramente criticada, como no caso de suposta sugestão --citada por Marina-- de que o PT quer controlar a imprensa e o Judiciário e o fato de Haddad ter citado a possibilidade de uma constituinte.

    Marina e o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, buscaram comparar Bolsonaro com o PT, representado por Haddad. O tucano citou que o candidato do PSL, assim como os petistas, votaram contra o Plano Real e as quebras do monopólio das comunicações e do petróleo.

    'Impressionante como o radicalismo se atrai, esse não é o caminho, e esta semana é uma semana decisiva, essa que vai mudar as eleições', disse Alckmin, ao responder uma pergunta de Meirelles.

    Nas suas intervenções, Haddad preferiu falar sobre propostas e defendeu o legado de Lula, principal mentor da sua campanha e que, preso desde abril, teve a candidatura barrada com base na Lei da Ficha Limpa.

    Ao buscar adotar um tom moderado, o ex-prefeito de São Paulo disse que vai revogar o 'entulho democrático' das reformas que o governo do presidente Michel Temer levou adiante, e que Bolsonaro quer 'aprofundar essa agenda' ao falar em 'cortar direitos e taxar os pobres'.

    A Ciro Gomes, Haddad chegou a aventar a possibilidade de ampliar o leque de apoios no segundo turno. 'Nesse momento temos o PCdoB e o Pros conosco. No segundo turno, vamos ver quem terá mais proximidade conosco'.

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    Marina defende 'operação Lava Voto' para Brasil retornar aos trilhos

    SÃO PAULO (Reuters) - A candidata da Rede à Presidência, Marina Silva, defendeu nesta segunda-feira que o Brasil passe por uma 'operação Lava Voto' para corrigir erros políticos e para o país retornar aos trilhos.

    Marina disse lamentar o envolvimento de importantes lideranças políticas em casos de corrupção, citando especificamente o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador tucano Aécio Neves, e voltou a defender que partidos tradicionais se afastem do poder.

    'Nós já tivemos a operação Lava Jato, agora nós precisamos da operação Lava Voto, para que o Brasil volte a entrar nos trilhos', disse Marina em entrevista à TV Record.

    A ex-senadora, que foi ministra de Lula e declarou apoio a Aécio no segundo turno da eleição de 2014, disse que deixou o governo petista no auge e por coerência e que, fosse hoje, não teria dado apoio ao tucano.

    'Eu acho que houve um grave erro político, ou de conivência ou de envolvimento direto de vários líderes do PT com vários casos de corrupção', afirmou.

    'Eu não fico feliz com isso, de ver pessoas que poderiam estar ajudando no processo político estarem sendo impedidas --como é o caso do próprio ex-presidente Lula--, o Aécio Neves e tantos outros por envolvimento em graves casos de corrupção. Eu queria, mesmo divergindo, que essas pessoas não tivessem praticado este tipo de erro.'

    Indagada sobre se, caso eleita, concederia um indulto a Lula, que está preso desde abril cumprindo pena por corrupção e lavagem de dinheiro, a presidenciável da Rede disse que a medida não pode ter fins eleitorais.

    'Não se pode oferecer o indulto para se ganhar voto, para se ganhar simpatia', avaliou Marina, que disse não tratar a justiça como vingança, mas como reparação.

    'O PT, o MDB, o DEM, o PSDB deveriam ter umas férias. Quatro anos para repensar tudo o que fizeram contra eles próprios, contra o povo brasileiro', defendeu ela.

    (Por Eduardo Simões)

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