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    Erdogan diz que gravações 'apavorantes' de Khashoggi chocaram inteligência saudita

    Por Daren Butler

    ISTAMBUL (Reuters) - O presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, disse que gravações relacionadas ao assassinato do jornalista Jamal Khashoggi, que Ancara compartilhou com aliados do Ocidente, são 'apavorantes' e chocaram uma autoridade de inteligência saudita, reportou a mídia turca nesta terça-feira.

    Khashoggi, crítico do príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, foi assassinado no consulado do reino em Istambul seis semanas atrás, em uma operação que Erdogan diz ter sido ordenada pelos 'níveis mais altos' do governo saudita.

    Erdogan disse a repórteres a bordo do avião em que retornava de uma visita à França que debateu o assassinato de Khashoggi com líderes dos Estados Unidos, França e Alemanha durante jantar em Paris.

    'Mostramos as gravações relacionadas a este assassinato a todos que quiseram. Nossa organização de inteligência não escondeu nada. Nós as mostramos a todos que as queriam, inclusive os sauditas, os EUA, França, Canadá, Alemanha, Reino Unido', afirmou.

    'As gravações são realmente apavorantes. De fato, quando o agente de inteligência saudita escutou as gravações, ficou tão chocado que disse: 'Este deve ter usado heroína, só alguém que usa heroína faria isso'', acrescentou.

    A morte de Khashoggi provocou ampla revolta, mas poucas ações concretas foram tomadas por potências mundiais contra a Arábia Saudita, a maior exportadora de petróleo do mundo e apoiadora dos planos de Washington para conter a influência do Irã no Oriente Médio.

    Erdogan disse estar claro que o assassinato foi planejado e que a ordem partiu do alto escalão das autoridades sauditas, mas que não consegue pensar tal coisa do rei Salman, pelo qual tem um 'respeito ilimitado'.

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    Assassinato de Khashoggi foi planejado, diz presidente da Turquia

    ANCARA (Reuters) - O presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, disse nesta terça-feira que existem fortes sinais de que o assassinato do jornalista Jamal Khashoggi foi planejado, e que tentativas de atribuí-lo a agentes de inteligência 'não nos satisfarão', após a Arábia Saudita ter insinuado que a morte foi resultado de uma operação clandestina.

    Em um discurso ao Parlamento, Erdogan não mencionou o príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, que alguns parlamentares dos Estados Unidos suspeitam ter ordenado o crime, mas disse que a Turquia não finalizará sua investigação sobre a morte de Khashoggi até todas as perguntas serem respondidas.

    'Instituições de inteligência e segurança têm indícios mostrando que o assassinato foi planejado... atribuir tal caso a alguns membros da segurança e da inteligência não nos satisfará, ou a comunidade internacional', disse.

    Erdogan disse que o paradeiro do corpo de Khashoggi ainda é desconhecido, e exigiu que a Arábia Saudita revele a identidade de um 'cooperador local' que supostamente levou o corpo.

    Khashoggi, colunista do Washington Post e crítico do príncipe herdeiro, o governante de fato do reino, desapareceu três semanas atrás depois de entrar no consulado saudita em Istambul para obter documentos para se casar.

    Autoridades turcas suspeitam que Khashoggi foi assassinado e esquartejado por agentes sauditas dentro do consulado.

    Fontes turcas dizem que as autoridades têm uma gravação de áudio que supostamente documenta o assassinato do jornalista de 59 anos. Erdogan não mencionou nenhuma gravação de áudio em seu discurso.

    Inicialmente Riad negou ter conhecimento do destino do jornalista, e depois disse que ele morreu durante uma briga no consulado. Esta versão dos acontecimentos foi recebida com ceticismo por vários governos ocidentais, aumentando as tensões nas relações com o maior exportador de petróleo do mundo.

    Erdogan disse que três agentes chegaram a Istambul um dia antes do assassinato para uma suposta missão de reconhecimento. No dia seguinte 15 pessoas foram ao consulado.

    'Por que estas 15 pessoas se encontraram em Istambul no dia do assassinato? Estamos procurando respostas para isso. Quem são estas pessoas, recebem ordens de quem?', indagou Erdogan.

    Após a indignação global provocada pelo desaparecimento do jornalista, os comentários do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, variaram, ora minimizando o papel de Riad, ora alertando para possíveis sanções econômicas.

    Para os aliados da Arábia Saudita, a questão será se acreditam que o príncipe herdeiro, que se apresenta como um reformista, tem alguma culpa. O rei Salman, de 82 anos, deixou a cargo do príncipe a administração cotidiana do reino.

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    Turquia diz que assassinato de Khashoggi foi planejado e que verdade virá à tona

    Por David Dolan e Stephen Kalin

    ISTAMBUL (Reuters) - O partido governista da Turquia disse nesta segunda-feira que Jamal Khashoggi foi vítima de um assassinato 'monstruosamente planejado', rejeitando a alegação de Riad de que ele teria morrido em uma briga, à medida que aumenta a descrença do Ocidente nas múltiplas explicações da Arábia Saudita para o desaparecimento do jornalista.

    Khashoggi, colunista do jornal Washington Post e crítico do poderoso príncipe herdeiro saudita, desapareceu três semanas atrás depois de entrar no consulado saudita em Istambul para obter documentos para se casar.

    A reação de Riad desde então, inicialmente negando conhecimento do fato para depois dizer que ele morreu durante uma briga no consulado, deixou vários governos ocidentais incrédulos e tensionou as relações do Ocidente com o maior exportador de petróleo do mundo.

    O porta-voz do partido governista turco AK, Omer Celik, disse que esforços foram feitos para ocultar o assassinato, em referência a imagens de câmeras de segurança transmitidas pela CNN que mostram um homem vestido como Khashoggi andando por Istambul, depois que o jornalista desapareceu.

    'Estamos enfrentando uma situação que foi monstruosamente planejada e que, depois, tentaram ocultar. É um assassinato complicado', disse a repórteres.

    'Estamos sendo cuidadosos para que ninguém tente ocultar a questão. A verdade virá à tona. Os responsáveis serão punidos, algo como isso nunca mais passará pela cabeça de ninguém'.

    Khashoggi desapareceu no dia 2 de outubro, depois de entrar no consulado da Arábia Saudita em Istambul. Após semanas negando ter conhecimento sobre o que aconteceu com ele, autoridades sauditas disseram que o proeminente jornalista foi morto em uma briga.

    No domingo, o ministro de Relações Exteriores da Arábia Saudita, Adel al-Jubeir, disse que Khashoggi morreu em uma 'operação clandestina', mas alguns de seus comentários pareceram contradizer declarações anteriores de Riad, representando mais uma mudança na história oficial.

    Vários países, incluindo Alemanha, Reino Unido, França e Turquia, têm pressionado a Arábia Saudita para que apresente fatos, e a chanceler Angela Merkel disse que Berlim não exportará armas ao reino enquanto persistir qualquer incerteza a respeito do destino de Khashoggi.

    'É impossível não se perguntar como pode ter havido uma 'troca de socos' entre 15 combatentes jovens especializados... e Khashoggi, de 60 anos, sozinho e impotente', escreveu Yasin Aktay, conselheiro do presidente turco, Tayyip Erdogan, e amigo de Khashoggi, no jornal pró-governo Yeni Safak.

    'O argumento da 'troca de socos' para a morte de Khashoggi é um cenário montado às pressas agora que ficou claro que os detalhes do incidente virão à tona em breve', escreveu Aktay. 'Quanto mais se pensa nisso, mais parece que se está zombando da nossa inteligência.'

    Erdogan disse que divulgará informações sobre a investigação de seu país em um discurso na terça-feira.

    Autoridades da Turquia suspeitam que Khashoggi foi assassinado dentro do consulado e que seu corpo foi retalhado. Fontes turcas dizem que as autoridades têm uma gravação de áudio que supostamente documenta o assassinato do jornalista de 59 anos.

    Para os aliados da Arábia Saudita, a questão será se acreditam que o príncipe herdeiro, Mohammed bin Salman, que se apresenta como um reformista, tem alguma culpa. O rei Salman, de 82 anos, deixou a seu cargo a administração cotidiana do reino.

    Em alguns pontos críticos, a explicação de Jubeir parece divergir de comunicados oficiais anteriores.

    O ministro de Relações Exteriores saudita disse que autoridades do reino não sabiam como Khashoggi tinha morrido. Isso contradiz a informação emitida pelo procurador-geral um dia antes de que Khashoggi morreu após uma briga com pessoas que o encontraram dentro do consulado. A fala também contradiz comentários feitos por duas autoridades sauditas à Reuters de que o jornalista morreu após estrangulamento.

    Um membro da equipe se vestiu com as roupas de Khashoggi para parecer que o jornalista tinha deixado o consulado, disse uma autoridade saudita. Esse relato parece ter sido corroborado por imagens de câmera de segurança transmitidas pela CNN que mostram um homem vestido como Khashoggi andando por Istambul.

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    Turquia faz nova busca em consulado saudita, e ministros europeus cancelam visita a Riad

    ISTAMBUL (Reuters) - A Turquia fez uma segunda busca no consulado da Arábia Saudita em Istambul, na madrugada desta quinta-feira, como parte de um inquérito sobre o desaparecimento do jornalista saudita Jamal Khashoggi, e os ministros das Finanças da França e da Holanda cancelaram participação em uma cúpula de investimentos em Riad em meio a críticas globais ao reino.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse estar esperando um relatório completo sobre o que aconteceu com Khashoggi de seu secretário de Estado, Mike Pompeo, que se encontrou com líderes sauditas e turcos, e disse que não quer abandonar a aliada Arábia Saudita.

    Autoridades turcas disseram acreditar que Khashoggi --que mora nos EUA e é colunista do Washington Post e crítico do príncipe herdeiro da coroa saudita, Mohammed bin Salman-- foi assassinado no consulado saudita de Istambul em 2 de outubro e que seu corpo foi removido.

    A Arábia Saudita negou envolvimento no desaparecimento de Khashoggi. Trump especulou, sem oferecer indícios, que 'assassinos particulares' podem ser responsáveis.

    A maneira como aliados ocidentais lidarão com a Arábia Saudita dependerá do grau de responsabilidade que atribuem ao príncipe Mohammed e às autoridades sauditas pelo caso.

    Trump, que estabeleceu laços mais estreitos com a Arábia Saudita e o príncipe de 33 anos na tentativa de conter a influência do Irã na região, não pareceu disposto a se distanciar muito de Riad. Ele citou as dezenas de bilhões de dólares de acordos de armas em potencial.

    Outras nações ocidentais expressaram preocupação com o desaparecimento do jornalista, mas também enfrentam uma situação delicada devido a seus negócios com o maior exportador de petróleo do mundo.

    O ministro das Finanças francês, Bruno Le Maire, disse nesta quinta-feira que cancelou sua ida à conferência de investimento em Riad na próxima semana, afirmando à televisão que 'as condições não são adequadas'.

    Seu homólogo holandês, Wopka Hoekstra, também descartou comparecer, disse a agência de notícias ANP, e o governo da Holanda cancelou uma missão comercial que iria à Arábia Saudita no mês que vem.

    O secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, disse que seus planos de participação na conferência em Riad serão reavaliados nesta quinta-feira, depois que autoridades norte-americanas tiverem uma chance de consultar Pompeo. Os planos de comparecimento do secretário de Comércio britânico, Liam Fox, não foram confirmados, disse um porta-voz.

    (Por Umit Ozdal, Yesim Dikmen e Tuvan Gumrukcu)

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    Pompeo encontra Erdogan após conversar com sauditas sobre jornalista desaparecido

    Por Tulay Karadeniz e Leah Millis

    ANCARA (Reuters) - O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, se encontrou com o presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, em Ancara, nesta quarta-feira, depois de conversar com o rei e o príncipe herdeiro da Arábia Saudita sobre o desaparecimento do jornalista saudita Jamal Khashoggi.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, que enviou seu principal diplomata para tratar da crise, deu o benefício da dúvida à Arábia Saudita no tocante ao desaparecimento de Khashoggi, apesar de parlamentares norte-americanos terem apontado o dedo para a liderança saudita e da pressão ocidental para Riad fornecer respostas.

    O ministro de Relações Exteriores turco, Mevlut Cavusoglu, disse que Pompeo levaria informações sobre o caso a Ancara duas semanas depois de Khashoggi desaparecer quando visitava o consulado saudita de Istambul para obter documentos para seu futuro casamento.

    Autoridades turcas disseram acreditar que Khashoggi --um crítico destacado do príncipe herdeiro da coroa saudita, Mohammed bin Salman-- foi assassinado e que seu corpo foi removido. Fontes da Turquia disseram à Reuters que as autoridades têm uma gravação de áudio indicando que Khashoggi foi morto dentro do consulado.

    Os sauditas negaram com firmeza as acusações, mas veículos da mídia dos EUA noticiaram que estes reconhecerão que Khashoggi foi morto durante um interrogatório mal-sucedido. Trump especulou que 'assassinos particulares' podem ser responsáveis, mas não ofereceu indícios que apóiem essa teoria.

    Depois de se encontrar com o rei Salman e o príncipe herdeiro na terça-feira, Pompeo disse a repórteres que a Arábia Saudita se comprometeu a realizar uma investigação completa sobre o sumiço de Khashoggi.

    Como o príncipe herdeiro, muitas vezes chamado de MbS, saíra do caso Khashoggi é um teste de como o Ocidente lidará com Riad no futuro. O que está em questão é até que ponto o Ocidente acredita que a responsabilidade por Khashoggi é do líder jovem e poderoso.

    'Em cada uma destas reuniões eu enfatizei a importância de eles realizarem uma investigação completa sobre o desaparecimento de Jamal Khashoggi. Eles se comprometeram a fazê-lo', disse Pompeo a repórteres que viajavam com ele depois de embarcar no avião para Ancara.

    'Eles disseram que será uma investigação meticulosa, completa e transparente. Eles indicaram que entenderam que (devem) fazê-lo de maneira oportuna e rápida para poderem começar a responder perguntas importantes'.

    (Reportagem adicional de Makini Brice e Lesley Wroughton)

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    EXCLUSIVO-Erdogan diz que Judiciário decidirá destino de pastor dos EUA preso na Turquia

    Por Stephen Adler e Parisa Hafezi

    NOVA YORK (Reuters) - O presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, disse que um tribunal de seu país, e não políticos, decidirá o destino de um pastor norte-americano cuja detenção por acusações de terrorismo abalou as relações entre Ancara e Washington.

    Na segunda-feira, o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, disse ter esperança de que a Turquia liberte o pastor evangélico Andrew Brunson neste mês. Ele passou a cumprir prisão domiciliar em julho depois de ficar detido durante 21 meses.

    Em uma entrevista concedida na terça-feira, quando estava em Nova York para a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Erdogan disse que qualquer decisão a respeito de Brunson será tomada pela corte.

    'Esta é uma questão jurídica. Brunson foi detido por acusações de terrorismo... em 12 de outubro haverá outra audiência e não sabemos o que o tribunal decidirá, e políticos não opinarão no veredicto', disse Erdogan.

    Se for considerado culpado, Brunson pode ser preso por até 35 anos. Ele nega as acusações.

    'Como presidente, não tenho o direito de ordenar sua libertação. Nosso Judiciário é independente. Vamos esperar para ver o que o tribunal decide'.

    Enfurecido com a detenção do pastor, o presidente dos EUA, Donald Trump, autorizou a duplicação das tarifas ao alumínio e ao aço importados da Turquia. Ancara retaliou aumentando as tarifas sobre importações de carros, álcool e tabaco dos EUA.

    A lira perdeu quase 40 por cento do valor diante do dólar neste ano devido aos temores do controle de Erdogan sobre a política monetária e da crise diplomática entre Ancara e Washington.

    'O caso Brunson não é nem de longe relacionado à economia da Turquia. Os desafios econômicos atuais foram exagerados mais do que o necessário, e a Turquia superará estes desafios com seus próprios recursos', disse Erdogan.

    O Banco Central turco elevou sua taxa básica de juros em 6,25 pontos percentuais neste mês, o que fortaleceu a lira e possivelmente apaziguou os temores dos investidores com a influência de Erdogan sobre a política monetária.

    Erdogan disse que a decisão foi um sinal claro da independência do Banco Central, acrescentando que, como presidente, é contra a elevação dos juros.

    Ele ainda disse que a Turquia continuará comprando gás natural do Irã, apesar das sanções dos EUA a Teerã.

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