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    Erdogan espera que cúpula de Teerã evite ofensiva em Idlib, diz jornal

    Por Ezgi Erkoyun

    ISTAMBUL (Reuters) - A Turquia espera que uma cúpula com os líderes do Irã e da Rússia em Teerã na sexta-feira evite uma ofensiva do governo da Síria no enclave rebelde de Idlib e um novo influxo de refugiados em território turco, disse o presidente turco, Tayyip Erdogan, segundo o jornal Hurriyet.

    A Rússia, aliada do presidente sírio, Bashar al-Assad, retomou ataques aéreos contra insurgentes em Idlib na terça-feira depois de semanas de bombardeios e disparos de artilharia de forças governamentais pró-Síria, em um aparente prelúdio de uma ofensiva de larga escala contra o último grande reduto dos rebeldes.

    Os líderes de Rússia, Turquia e Irã devem se reunir na sexta-feira na capital iraniana e debater a situação no noroeste da Síria. A Turquia, que apoia os insurgentes contrários a Assad, disse que uma ofensiva em Idlib seria desastrosa. A Turquia está abrigando 3,5 milhões de refugiados sírios.

    'Levaremos a situação a um ponto positivo nesta cúpula... se Deus quiser, conseguiremos conter o extremismo do governo sírio na região', disse Erdogan, segundo o jornal Hurriyet.

    O presidente turco, que conversou com repórteres no avião que o levava de volta de uma visita ao Quirguistão, também falou do possível influxo de refugiados de Idlib para a Turquia no caso de uma ofensiva militar síria, disse o Hurriyet.

    'Em uma situação como esta, para onde irão as pessoas em fuga? Uma grande proporção delas virá para a Turquia'.

    O Ministério da Defesa da Turquia disse nesta quarta-feira que autoridades turcas e russas se encontraram em Ancara para cinco dias de reuniões a respeito dos acontecimentos na Síria, afirmando que os esforços conjuntos continuarão.

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    Advogado de pastor dos EUA preso na Turquia planeja recorrer à corte constitucional

    ISTAMBUL (Reuters) - O advogado do pastor evangélico norte-americano preso na Turquia por acusações de terrorismo disse nesta quarta-feira que planeja recorrer à corte constitucional turca pela libertação de Andrew Brunson, após ter o pedido negado em um outro tribunal na semana passada.

    Brunson está no centro de uma disputa entre a Turquia e os Estados Unidos que tem agravado uma crise na moeda turca, a lira, e reverberado por mercados globais.

    O pastor evangélico, que vive na Turquia há duas décadas, foi condenado a 21 meses de prisão por acusações de terrorismo, que ele nega. Atualmente ele está sob prisão domiciliar.

    'Quando a rejeição da corte superior for confirmada por escrito, iremos recorrer à corte constitucional', disse o advogado Ismail Cem Halavurt, em comentários reportados pelo jornal turco Hurriyet e confirmados por ele à Reuters.

    Quando as opções legais internas forem esgotadas, se necessário, a defesa recorrerá ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos, acrescentou.

    Na semana passada, um tribunal da província turca de Izmir rejeitou um recurso semelhante, alegando que evidências ainda estavam sendo coletadas e que o pastor representava risco de fuga, de acordo com uma cópia da decisão judicial vista pela Reuters.

    Brunson é acusado de terrorismo e de ajudar a rede de um clérigo islâmico que mora nos Estados Unidos, que Ancara responsabiliza por organizar uma tentativa de golpe de Estado contra o presidente turco, Tayyip Erdogan, em julho de 2016.

    Em entrevista à Reuters na segunda-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que não daria à Turquia nenhuma concessão pela libertação de Brunson. Ancara não respondeu aos comentários de Trump.

    (Reportagem de Daren Butler)

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    Turquia prende 2 suspeitos de atirar contra embaixada dos EUA em Ancara

    Por Ece Toksabay e Tulay Karadeniz

    ANCARA (Reuters) - Autoridades turcas prenderam dois homens suspeitos de atirar contra a embaixada dos Estados Unidos na capital Ancara, nesta segunda-feira, em um ataque que coincide com o aumento das tensões entre os dois países-membros da Otan pelo julgamento de um pastor norte-americano na Turquia.

    Ninguém ficou ferido no ataque, que o porta-voz do presidente turco, Tayyip Erdogan, classificou como uma tentativa de 'criar o caos'. O Ministério das Relações Exteriores turco disse que aumentou a segurança para a embaixada e outras missões e funcionários dos EUA na Turquia.

    Os agressores dispararam seis tiros contra o portão de segurança da embaixada de um veículo branco em movimento por volta de 5h30 da manhã (horário local), e três balas atingiram uma porta de ferro e uma janela, de acordo com o governo local de Ancara.

    De acordo com outra nota do governo, dois homens na casa dos 30 anos foram detidos e um veículo e uma pistola foram apreendidos. Os homens confessaram o ataque, acrescentou o governo de Ancara, afirmando que ambos tinham antecedentes criminais e suas ligações estavam sendo investigadas.

    A embaixada está fechada nesta semana devido ao feriado que marca o festival islâmico Eid al-Adha.

    'Podemos confirmar que um incidente de segurança aconteceu na embaixada dos Estados Unidos no início desta manhã. Não temos relatos de qualquer ferido e estamos investigando os detalhes', disse o porta-voz da embaixada, David Gainer. 'Agradecemos à Polícia Nacional da Turquia por sua rápida resposta'.

    Imagens da emissora Haberturk mostraram policiais inspecionando uma das entradas da embaixada, onde danos aparentemente causados por tiros podiam ser vistos em uma janela.

    'Essa é uma clara tentativa de criar caos', disse o porta-voz de Erdogan, Ibarahim Kalin. 'A Turquia é um país seguro e todas as missões internacionais estão sob a garantia das leis'.

    No passado, a embaixada dos Estados Unidos em Ancara e o consulado em Istambul já foram alvo de ataques militantes e enfrentaram diversas ameaças de segurança.

    As relações entre Turquia e Estados Unidos têm se tornado cada vez mais tensas nas últimas semanas, com aumento de tarifas aplicadas em parte devido ao julgamento do pastor cristão norte-americano Andrew Brunson.

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    Erdogan diz que crise cambial na Turquia se assemelha a ataques religiosos

    ISTAMBUL (Reuters) - O presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, disse nesta segunda-feira que um ataque à economia turca não é diferente de um ataque à sua bandeira ou o chamado islâmico à oração, respondendo à recente onda de venda da lira.

    Em discurso pré-gravado para marcar o festival de quatro dias do Eid al-Adha, que começa nesta terça-feira, Erdogan disse que o objetivo da crise monetária é 'deixar a Turquia e seu povo de joelhos'.

    A lira despencou cerca de 40 por cento neste ano frente ao dólar, afetada pelas preocupações com a influência de Erdogan sobre a política monetária e com o agravamento do conflito diplomático com os Estados Unidos. A aversão ao risco se espalhou para outras moedas de mercados emergentes e ações globais nas últimas semanas.

    Em meio à tensão, vários tiros foram disparados mais cedo de um veículo na embaixada dos EUA na capital turca. Ninguém ficou ferido.

    'O ataque à nossa economia não tem absolutamente nenhuma diferença em relação aos ataques à nossa oração e à nossa bandeira. O objetivo é o mesmo. O objetivo é colocar a Turquia e o povo turco de joelhos, para torná-la prisioneira', disse Erdogan.

    'Aqueles que pensam que podem fazer a Turquia ceder com a taxa de câmbio logo perceberão que estão enganados'.

    Erdogan não chegou a nomear diretamente nenhum país ou instituição mas, no passado, culpou o 'lobby da taxa de juros', as agências de classificação de risco do Ocidente e os financistas.

    Grande parte da tensão recente tem se concentrado em torno de um pastor norte-americano cristão evangélico, Andrew Brunson, detido na Turquia por acusações de terrorismo, o que ele nega.

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    Lira turca cai 5% depois que tribunal rejeita recurso de pastor dos EUA

    Por Daren Butler e David Dolan e Humeyra Pamuk

    ISTANBUL (Reuters) - A lira turca enfraquecia 5 por cento frente ao dólar nesta sexta-feira, depois que um tribunal da Turquia rejeitou o recurso de libertação do pastor cristão norte-americano, um dia depois de os Estados Unidos alertarem para novas sanções a menos que Ancara abrisse mão do detido.

    Às 11:08 (horário de Brasília), a lira tura operava ao redor de 6,15 por dólar, com recuo de cerca de 5 por cento. Mais cedo na sessão, a moeda chegou a recuar 7 por cento.

    A lira perdia quase 40 por cento de seu valor em relação ao dólar neste ano, atingida pelo agravamento da crise entre Ancara e Washington e pela preocupação dos investidores sobre a influência do presidente turco, Tayyip Erdogan, sobre a política monetária. Erdogan, um autodenominado 'inimigo das taxas de juros', quer reduzir os juros apesar da alta inflação.

    A crise da lira intensificou as preocupações sobre a economia em geral, particularmente sobre a dependência da Turquia das importações de energia e sobre a possibilidade dos níveis de dívida em moeda estrangeira representarem um risco para o setor bancário.

    'Não há sinais de que o banco central possa elevar significativamente os juros e devolver a taxa a um território positivo', disse William Jackson, da Capital Economics, em nota a clientes. 'Da mesma forma, não houve melhora nas relações com os EUA e sanções adicionais podem estar a caminho.'

    Um tribunal na província de Izmir, no oeste do país, rejeitou um recurso para libertar o pastor Andrew Brunson de prisão domiciliar, dizendo que as provas ainda estavam sendo coletadas e que havia potencial risco de fuga, segundo cópia da decisão da corte vista pela Reuters.

    Brunson, da Carolina do Norte, está em prisão domiciliar enquanto seu julgamento sobre acusações de terrorismo continua. Ele negou as acusações, e seu caso foi retomado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que conta os cristãos evangélicos entre seus principais apoiadores.

    O secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, disse a Trump em reunião do gabinete no dia anterior que sanções estavam prontas para serem implementadas se Brunson não fosse libertado.

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    Turquia dobra tarifas sobre alguns produtos dos EUA; lira se recupera

    ISTAMBUL (Reuters) - A Turquia dobrou as tarifas sobre algumas importações norte-americanas, incluindo álcool, carros e tabaco, nesta quarta-feira, em retaliação aos movimentos dos Estados Unidos, mas a lira se recuperava depois que as medidas de liquidez do banco central tiveram o efeito de sustentar a moeda.

    Um decreto assinado pelo presidente Tayyip Erdogan dobrou as tarifas turcas de carros de passageiros para 120 por cento, de bebidas alcoólicas para 140 por cento e de fumo para 60 por cento. As tarifas também foram duplicadas em bens como cosméticos, arroz e carvão.

    O movimento veio em resposta aos 'ataques deliberados do governo norte-americano em nossa economia', escreveu o vice-presidente, Fuat Oktay, no Twitter. Na sexta-feira passada, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que autorizou tarifas mais altas sobre as importações de alumínio e aço da Turquia.

    Ancara agiu em meio ao aumento da tensão entre os dois países sobre a detenção de um pastor norte-americano e outras questões diplomáticas na Turquia, que ajudaram a levar a lira a uma queda recorde em relação ao dólar.

    A moeda perdeu mais de 40 por cento em relação ao dólar este ano, impulsionada pelas preocupações com a crescente influência de Erdogan sobre a economia e suas repetidas solicitações por taxas de juros mais baixas, apesar da alta inflação.

    A recuperação nesta sessão, fortalecendo a lira brevemente para menos de 6,0 contra o dólar, veio depois que o banco central apertou a liquidez no mercado, aumentando efetivamente as taxas e apoiando a moeda.

    O otimismo em relação às melhores relações com a União Européia depois que um tribunal turco liberou dois soldados gregos que aguardavam julgamento e um passo da vigilância do setor bancário para limitar as transações de swap cambial também ajudava a lira.

    'Eles estão tirando liquidez de lira agora e elevando as taxas de juros', disse o diretor de estratégia de mercados emergentes da TD Securities, Cristian Maggio.

    'As taxas subiram 10 por cento... O banco central não fez isso através da mudança nas taxas de referência, mas elas estão reduzindo a liquidez, então o resultado é o mesmo', acrescentou.

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    EUA alertam sobre mais ações contra Turquia se pastor não for libertado

    Por Steve Holland

    WASHINGTON (Reuters) - Os Estados Unidos estão alertando que mais pressões econômicas podem estar reservadas para a Turquia se o país se recusar a libertar um pastor norte-americano preso, disse uma autoridade da Casa Branca nesta terça-feira, em uma disputa que prejudica as relações entre os dois aliados da Otan.

    A dura mensagem ocorre um dia depois que o conselheiro de segurança nacional da Casa Branca, John Bolton, se encontrou em particular com o embaixador turco Serdar Kilic sobre o caso do pastor evangélico Andrew Brunson. Bolton avisou-o de que os Estados Unidos não dariam qualquer apoio, afirmou uma importante autoridade dos EUA.

    O funcionário da Casa Branca, falando à Reuters sob condição de anonimato, disse que 'nada progrediu' até o momento no caso de Brunson.

    “O governo vai ficar extremamente firme nisso. O presidente está 100 por cento empenhado em levar o pastor Brunson para casa e, se não virmos ações nos próximos dias ou uma semana, poderemos tomar novas medidas', declarou.

    Outras medidas provavelmente tomariam a forma de sanções econômicas, disse o funcionário, que acrescentou: 'A pressão vai continuar se não virmos resultados'.

    As relações entre Turquia e Estados Unidos ficaram prejudicadas pela detenção de Brunson, assim como por interesses divergentes sobre a Síria. Trump dobrou as tarifas sobre as importações de aço e alumínio da Turquia na semana passada, contribuindo para uma queda na lira.

    Os EUA também estão considerando uma multa contra a estatal Halkbank, da Turquia, por supostamente ajudar o Irã a escapar das sanções dos Estados Unidos.

    Brunson é acusado de apoiar uma tentativa de golpe contra o presidente turco, Tayyip Erdogan, há dois anos, o que ele nega. Brunson apelou novamente a um tribunal turco para libertá-lo da prisão domiciliar e suspender sua proibição de viagens, disse seu advogado à Reuters nesta terça-feira.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Pastor dos EUA preso na Turquia recorre por liberdade e suspensão de proibição de viagens

    Pastor dos EUA preso na Turquia recorre por liberdade e suspensão de proibição de viagens

    ISTAMBUL (Reuters) - Um pastor cristão norte-americano que enfrenta julgamento na Turquia por acusações de terrorismo recorreu novamente a um tribunal turco para liberá-lo da prisão domiciliar e suspender sua proibição de viagens, disse seu advogado à Reuters nesta terça-feira.

    As relações entre os Estados Unidos e a Turquia têm se deteriorado devido ao julgamento do pastor cristão Andrew Brunson, que ficou preso durante 21 meses em uma prisão turca até ser transferido para prisão domiciliar no mês passado -- uma medida que Washington considerou insuficiente.

    O documento de recurso visto pela Reuters argumenta que o tribunal deve interromper qualquer intervenção política ilícita e suspender as provisões de controle judicial impostas contra Brunson.

    O pastor, que vive na Turquia há mais de duas décadas, é acusado de ajudar seguidores de Fethullah Gulen, um clérigo norte-americano que vive nos Estados Unidos que autoridades turcas dizem ter planejado uma tentativa de golpe de Estado contra o presidente Tayyip Erdogan em 2016.

    'O tribunal deveria impedir intervenções políticas ilícitas ao suspender provisões de controle judicial contra o réu', disse o documento.

    A lira turca despencou com preocupações sobre a intensificação da rixa entre Washington e Ancara, atingindo uma mínima recorde de 7,24 contra o dólar e perdendo cerca de 45 por cento neste ano.

    Depois que Brunson foi transferido para prisão domiciliar, os Estados Unidos impuseram sanções contra dois ministros turcos e dobraram as tarifas alfandegárias sobre importações de alumínio e aço da Turquia.

    O advogado de Brunson, Ismail Cem Halavurt, disse que o tribunal tem até 7 dias para decidir sobre o recurso. O pastor, que enfrenta até 35 anos de prisão se for considerado culpado, nega as acusações.

    A próxima audiência do julgamento de Brunson está marcada para o dia 12 de outubro.

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    Erdogan diz que Turquia boicotará eletrônicos dos EUA; lira se estabiliza

    Por Daren Butler e Behiye Selin Taner

    ISTAMBUL (Reuters) - O presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, disse nesta terça-feira que o país boicotará produtos eletrônicos dos Estados Unidos como retaliação em uma disputa com Washington que contribuiu para provocar quedas recordes da moeda turca, a lira.

    A lira perdeu mais de 40 por cento de seu valor neste ano e atingiu uma baixa histórica de 7,24 em relação ao dólar na manhã de segunda-feira, abalada pelos receios com os clamores de Erdogan por taxas de juros mais baixas e pela deterioração dos laços com os EUA.

    A fraqueza da lira repercutiu nos mercados globais. Sua desvalorização de até 18 por cento na sexta-feira afetou as ações norte-americanas e europeias, já que os investidores se preocuparam com a exposição dos bancos à Turquia.

    Nesta terça-feira a lira recuperou algum terreno, sendo negociada a 6,53 em relação ao dólar às 9h18 (horário de Greenwich), um aumento de cerca de 5 por cento no dia.

    A reação foi auxiliada pelo anúncio de uma teleconferência na qual o ministro das Finanças tentará tranquilizar os investidores preocupados com o controle de Erdogan sobre a economia e sua resistência a aumentos nas taxas de juros para lidar com uma inflação de dois dígitos.

    Erdogan diz que a Turquia é alvo de uma guerra econômica e fez vários apelos para que os turcos vendam seus dólares e euros para blindar a moeda nacional.

    'Junto com nosso povo, nós nos oporemos decisivamente contra o dólar, os preços em forex, a inflação e as taxas de juros. Protegeremos nossa independência econômica nos unindo estreitamente', disse ele a membros de seu partido AK em um discurso.

    'Imporemos um boicote a produtos eletrônicos dos EUA. Se eles têm iPhones, existe a Samsung do outro lado, e temos nosso próprio Vestel aqui', disse, referindo-se à empresa de eletrônicos turca, cujas ações subiram cinco por cento.

    Washington impôs sanções contra dois ministros de Erdogan devido ao julgamento de um pastor evangélico norte-americano na Turquia por acusações de terrorismo, e na semana passada aumentou tarifas a exportações de metais turcos.

    Erdogan disse que seu governo oferecerá incentivos adicionais a empresas que planejam investir em seu país e que estas não devem se intimidar pela incerteza econômica.

    (Reportagem adicional de Ece Toksabay e Ezgi Erkoyun)

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