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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Vendas no varejo do Brasil sobem menos que o esperado em março e terminam 1º tri com leve ganho

    Vendas no varejo do Brasil sobem menos que o esperado em março e terminam 1º tri com leve ganho

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - As vendas no varejo do Brasil subiram menos do que o esperado em março e encerraram o primeiro trimestre com leve ganho, em um ritmo modesto refletindo o cenário de fraqueza econômica no país.

    Na comparação com o mês anterior, as vendas varejistas tiveram ganho de 0,3 por cento, informou nesta quinta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Esse foi o resultado mais fraco para o mês de março em dois anos e ficou abaixo da expectativa em pesquisa da Reuters de ganho de 0,8 por cento.

    Em relação ao mesmo período do ano anterior, houve recuo de 4,5 por cento, interrompendo sete meses de alta e numa contração mais forte do que a projeção de perda de 2,63 por cento na mediana das estimativas.

    Desa forma, as vendas no varejo terminaram o primeiro trimestre com alta de 0,2 por cento sobre os três últimos meses de 2018, mostrando perda de força ante o ganho de 0,6 por cento do quarto trimestre sobre o período anterior.

    O varejo reflete o cenário de morosidade da economia apesar da inflação moderada, com um mercado de trabalho com mais de 13 milhões de desempregados. A indústria já havia mostrado em março queda de 1,e por cento, ritmo mais forte para o mês em dois anos.

    'Houve uma desaceleração, uma perda de ritmo no trimestre provocada pela baixa da atividade econômica, um mercado de trabalho com muitos desempregados e informais e uma subida de preços de alimentos e combustíveis. Isso afetou o poder de compra das pessoas no trimestre”, explicou a gerente da pesquisa, Isabella Nunes.

    O IBGE apontou que, entre as atividades pesquisadas no varejo, as vendas de Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos aumentaram 1,4 por cento e as de Outros artigos de uso pessoal e doméstico subiram 0,7 por cento. A comercialização de Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação subiram 2,9 por cento.

    Entretanto, cinco das oito atividades tiveram queda nas vendas, com destaque para Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,4 por cento) e Combustíveis e lubrificantes (-0,8 por cento).

    No varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, houve aumento de 1,1 por cento das vendas em março sobre o mês anterior, com crescimento de 4,5 por cento entre Veículos e motos, partes e peças e de 2,1 por cento de Material de construção.

    As expectativas do mercado para o crescimento econômico do Brasil vêm sofrendo sucessivas reduções. A pesquisa Focus mais recente do Banco Central mostrou que os economistas consultados veem expansão de 1,49 por cento em 2019, indo a 2,50 no próximo ano.

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    Vendas para Carnaval compensam perdas e varejo do Brasil fica estável em fevereiro

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - As vendas varejistas no Brasil ficaram estáveis em fevereiro na comparação com o mês anterior, com as compras voltadas para o Carnaval compensando perdas em supermercados e combustíveis, em um ambiente de fraqueza econômica.

    Em relação ao mesmo período do ano anterior, as vendas apresentaram crescimento de 3,9 por cento, sétima taxa positiva seguida, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira.

    O setor de varejo segue acompanhando o quadro de recuperação lenta e gradual da economia brasileira, sem conseguir deslanchar em meio a uma taxa de desemprego ainda elevada. O resultado, entretanto, foi mais fraco do que o da indústria, que em fevereiro mostrou alguma recuperação.

    'O que salvou foram as compras para o Carnaval. O desempenho do comércio reflete uma economia lenta, que cresce pouco e com um mercado de trabalho com milhões de desempregados e com muitos trabalhadores informais', explicou a gerente da pesquisa, Isabella Nunes.

    Segundo o IBGE, entre as atividades pesquisadas no varejo, quatro apresentaram contração e quatro avançaram. Entre as perdas ficaram Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,7 por cento); Combustíveis e lubrificantes (-0,9 por cento); Móveis e eletrodomésticos (-0,3 por cento); e Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-3,0 por cento).

    Já os ganhos se concentraram em Tecidos, vestuário e calçados (4,4 por cento); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (1,0 por cento); Livros, jornais, revistas e papelaria (0,2 por cento) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,1 por cento).

    'Se não fosse o efeito positivo do Carnaval, o comércio poderia ser até negativo. As vendas de roupas, fantasias e artigos carnavalescos aumentaram em Tecidos, Vestuário e Calçados e no grupo de Outros artigos de uso pessoal, que inclui as grandes lojas de departamento', completou Isabella.

    No varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, houve recuo de 0,8 por cento nas vendas, com quedas de 0,9 por cento em Veículos, motos, partes e peças e de 0,3 por cento em Material de construção, após ambos os setores registrarem alta em janeiro.

    A pesquisa Focus do Banco Central vem apresentado recorrentes reduções na expectativa para o crescimento econômico neste ano, com a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) estimada agora em 1,97 por cento em 2019, indo a 2,70 por cento em 2020.

    (Edição de Pedro Fonseca)

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    Natura negocia com Avon para potencial transação

    SÃO PAULO (Reuters) - A fabricante de cosméticos Natura afirmou nesta sexta-feira que negocia um acordo com a Avon, após notícias veiculadas na mídia de que a empresa brasileira estaria interessada nas operações da rival.

    'A companhia confirma que vem mantendo discussões com a Avon Products a respeito de potencial transação envolvendo ambas as companhias', disse a Natura em comunicado enviado em resposta a questionamento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

    Uma fonte com conhecimento do assunto disse as discussões, estão em andamento há alguns meses e Goldman Sachs [GSGSC.UL] está trabalhando com a Avon e o UBS [UBSAG.UL] está representando a Natura nas negociações. Goldman e o UBS não comentaram imediatamente.

    As negociações ocorrem quase dois anos após a Natura anunciar a compra de 100 por cento da marca britânica The Body Shop, em acordo firmado em julho de 2017, com a francesa L'Oreal por 1 bilhão de euros.

    A ação da Natura caiu 7,8 por cento. Enquanto isso, os papéis da Avon negociados em Nova York subiram 10 por cento.

    Segundo reportagem do WSJ, citando fonte familiarizada com o assunto, os diretores da Avon discutem uma venda para a Natura e as conversas incluem que a rival compraria o negócio da Avon na América do Norte, além da operação listada em bolsa.

    'Nunca comentamos sobre esse tipo de especulação', disse a porta-voz da Avon à Reuters por email.

    Ainda de acordo com o WSJ, as negociações são preliminares e podem não resultar em um acordo.

    A Avon vendeu uma fatia majoritária em seu negócio na América do Norte para o grupo de private equity Cerberus Capital em 2015, mantendo uma fatia de quase 20 por cento.

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    Vendas no varejo do Brasil sobem mais que o esperado em janeiro

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - As vendas no varejo do Brasil registraram avanço acima do esperado em janeiro, iniciando o ano com força generalizada entre as atividades, mas acompanhando o ritmo moderado da economia do país.

    Em janeiro, as vendas no varejo brasileiro tiveram ganho de 0,4 por cento em relação a dezembro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira.

    Na comparação com o mesmo período do ano anterior, houve crescimento de 1,9 por cento, sexta taxa positiva seguida.

    Os dois resultados foram melhores do que as expectativas em pesquisa da Reuters de aumentos de 0,2 por cento na comparação mensal e de 0,8 por cento na anual, na mediana das projeções.

    O varejo apresentou perda de fôlego ao longo do segundo semestre do ano passado, mas iniciou 2019 com resultado melhor do que da indústria, que em janeiro teve a maior queda em quatro meses.

    As perspectivas continuam sendo de ritmo morno para a economia em 2019, mas com lenta recuperação do mercado de trabalho.

    'Depois de um novembro muito alto e um dezembro muito baixo, o comércio parece ter encontrado o seu ponto de equilíbrio. O ritmo do comércio é lento e gradual como o da economia como um todo”, disse a gerente da pesquisa, Isabella Nunes.

    “A vantagem do comércio sobre a indústria foi que a renda se mantém estável, e isso acaba por fomentar a demanda de bens de primeira necessidade', completou.

    O IBGE informou que, entre as atividades pesquisadas, somente o setor de Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos teve recuo em janeiro, de 0,5 por cento.

    Entre as altas, destaque para Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (8,2 por cento); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (7,2 por cento); e Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,6 por cento).

    No varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, as vendas aumentaram 1,0 por cento em janeiro sobre o mês anterior. A atividade de Veículos, motos, partes e peças cresceu 5,7 por cento, após recuar 3,5 por cento no mês anterior.

    Em 2018, o consumo das famílias aumentou 1,9 por cento, com crescimento de 0,4 por cento no quarto trimestre na comparação com o terceiro, de acordo com os dados do Produto Interno Bruto. A economia brasileira teve expansão de apenas 0,1 por cento nos três últimos meses do ano sobre o perído anterior, crescendo 1,1 por cento no ano.

    A expectativa é de aceleração econômica neste ano, com a pesquisa Focus do Banco Central mostrando que os economistas veem uma expansão do PIB de 2,28 por cento neste ano, em meio a uma esperada melhora das condições financeiras e do mercado de crédito.

    (Edição de Pedro Fonseca)

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    Após meses de espera, Amazon.com inicia vendas diretas no Brasil com 11 categorias de produtos

    Por Gabriela Mello

    SÃO PAULO (Reuters) - A varejista norte-americana Amazon.com inicia nesta terça-feira as vendas diretas de 11 categorias de produtos a partir do seu novo centro de distribuição em Cajamar (SP), em mais um passo da tão aguardada expansão das operações na maior economia da América Latina.

    O lançamento ocorre após vários meses de espera e confirma reportagens veiculadas pela Reuters no último ano sobre os esforços da gigante para superar os desafios logísticos inerentes a um país tão extenso quanto o Brasil e avançar com o chamado Fulfillment by Amazon (FBA).

    'Lançamos com 320 mil produtos diferentes em inventário, sendo 200 mil livros... Nossa obsessão é sempre aumentar esse catálogo e ter tudo aquilo que o brasileiro procura e quer comprar na internet', afirmou à Reuters o presidente da Amazon no Brasil, Alex Szapiro.

    Ainda segundo o executivo, embora o momento coincida com o início de um novo governo, a decisão nada tem a ver com política ou macroeconomia. 'Temos sido otimistas no Brasil há anos... Eram outros governos quando tomamos decisões lá atrás, então para nós não influencia em nada', explicou.

    A Amazon.com desembarcou no Brasil em 2012, concentrando-se inicialmente na venda de livros digitais e físicos, e começou a adicionar novas categorias a partir de 2017 por meio da venda de produtos de terceiros.

    A companhia não informa o tamanho da base de vendedores do marketplace, que ganhará quatro novas verticais a partir desta terça-feira: bebês, brinquedos, beleza e cuidado pessoal. Essas e outras sete estarão disponíveis na plataforma de venda direta, amplamente conhecida como 1P dentro o jargão de varejo.

    'Temos mais de 800 fornecedores/marcas distintos para venda direta', acrescentou Szapiro, sem entrar em detalhes sobre as negociações.

    Em novembro, a Reuters noticiou que os esforços da Amazon para iniciar a venda direta no Brasil esbarravam em um complexo sistema tributário, logística complicada e relações árduas com fornecedores. Na ocasião, fontes citaram a pouca flexibilidade por parte da gigante varejista como um dos principais entraves.

    'Como toda boa negociação, você se senta e quer ter as melhores condições para oferecer ao cliente... Nunca tem uma em que não haja discussão sobre os termos', comentou o executivo ao ser questionado sobre o tom das conversas.

    Exceto livros, cuja distribuição seguirá sob os cuidados da operadora logística Luft em Barueri (SP), os demais itens para venda direta serão despachados a partir do galpão logístico em Cajamar, segundo ele.

    Com 47 mil metros quadrados, o equivalente a 10 campos de futebol, a instalação é fruto de uma parceria com a também norte-americana Prologis, conforme antecipou a Reuters mais de 11 meses atrás.

    Szapiro não revelou o investimento nem o número de pessoas contratadas para o lançamento da plataforma 1P, mas disse que a Amazon emprega mais de 1.400 pessoas direta e indiretamente somadas todas as operações no Brasil.

    Em relatório divulgado na segunda-feira, os analistas do BTG Pactual Fabio Monteiro e Luiz Guanais destacaram que o foco maior da Amazon no segmento de venda direta significa que a empresa está pronta para fortalecer os investimentos, potencialmente via parcerias com operadores e transportadoras que atuam no regime conhecido como 'última milha', em que produtos comprados pela internet são entregues em poucas horas.

    Eles ponderaram, contudo, que a companhia deverá adotar uma 'abordagem gradual', dada a concorrência acirrada de varejistas já bem estabelecidas no mercado brasileiro. 'Esse cenário deve impedir a Amazon de crescer rápido no Brasil. Em nosso estudo, ela compete por uma participação de mercado de duplo dígito baixo', escreveram.

    Mesmo assim, as ações de empresas de comércio eletrônico reagiram negativamente à expectativa de lançamento da plataforma 1P da Amazon, com B2W, Magazine Luiza e Lojas Americanas entre os destaques negativos do Ibovespa na segunda-feira.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Varejo no Brasil tem melhor novembro em 18 anos aquecido pela 'Black Friday'

    Varejo no Brasil tem melhor novembro em 18 anos aquecido pela 'Black Friday'

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - As vendas no varejo do Brasil registraram o melhor resultado para novembro em 18 anos aquecidas pela 'Black Friday' e recuperaram as perdas do mês anterior com ganhos generalizados entre as atividades.

    Em novembro, as vendas varejistas cresceram 2,9 por cento na comparação com outubro, quando houve queda de 1,1 por cento em dado revisado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira.

    Esse resultado representa o ritmo mais forte para o mês desde o início da série histórica do IBGE, em 2000. Também é a maior taxa desde janeiro de 2017, quando houve alta de 4 por cento.

    Anteriormente, o IBGE havia divulgado queda de 0,4 por cento em outubro.

    Na comparação com o mesmo mês de 2017, houve avanço de 4,4 por cento nas vendas.

    'O eixo do comércio tem se deslocado no fim do ano de dezembro para novembro. Há uma antecipação de compras de Natal aproveitando as promoções da 'Black Friday'. Nos últimos anos, novembro tem sido um mês até mais forte que dezembro', disse a gerente da pesquisa do IBGE, Isabella Nunes.

    Entre as oito categorias pesquisadas, seis tiveram alta em novembro, principalmente entre aquelas ligadas à 'Black Friday'. Os destaques foram o aumento nas vendas de Outros artigos de uso pessoal e doméstico (6,9 por cento), Móveis e eletrodomésticos (5,0 por cento) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (2,8 por cento).

    'Os setores que têm um venda online forte na 'Black Friday'... são os que têm o melhor desempenho por serem fortes nessa data', acrescentou.

    Apresentaram queda na comercialização somente Livros, jornais, revistas e papelaria (-1,9 por cento) e Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação

    (-0,2 por cento).

    No varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, as vendas subiram 1,5 por cento em novembro sobre o mês anterior.

    Após um ano de altos e baixos marcado por uma economia sem fôlego expressivo e alto nível de desemprego, coube à Black Friday, entre 23 e 25 de novembro, as expectativas de um final de ano mais forte para o varejo brasileiro, com o Natal ainda suscitando perspectivas de mais ganhos para o setor.

    Em dezembro, a confiança do comércio apurada pela Fundação Getulio Vargas (FGV) mostrou melhora significativa tanto na percepção dos empresários em relação à situação atual quanto nas expectativas, terminando o ano em seu maior valor em quase seis anos.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Vendas do setor supermercadista no Brasil sobem 3,3% em novembro, diz Abras

    Vendas do setor supermercadista no Brasil sobem 3,3% em novembro, diz Abras

    Por Gabriela Mello

    SÃO PAULO (Reuters) - As vendas de supermercados no Brasil em novembro cresceram 3,33 por cento em termos reais ante igual período de 2017 e 5,36 por cento sobre outubro, informou nesta sexta-feira a Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

    No ano até novembro, o setor apurou crescimento real de 1,97 por cento em relação aos 11 primeiros meses de 2017, de acordo com o levantamento.

    O desempenho acumulado fica aquém da alta de 2,53 por cento anteriormente projetada pela Abras para 2018, e a associação já considera que o resultado final do ano deverá ficar em torno de 2 por cento.

    'Mesmo assim, um resultado positivo sempre é bom, e será acima do PIB, que de acordo com as últimas projeções do mercado financeiro deverá encerrar o ano em torno de 1,3 por cento', disse o presidente da Abras, João Sanzovo Neto, em nota.

    Em termos nominais, as vendas supermercadistas em novembro cresceram 5,14 por cento sobre outubro e 7,51 por cento ante o mesmo mês de 2017. No acumulado, a variação nominal é de 5,58 por cento sobre os 11 primeiros meses do ano passado.

    PREÇOS

    Em novembro, a cesta de produtos Abrasmercado teve alta nominal de 3,81 por cento sobre igual mês de 2017, mas caiu 0,52 por cento sobre outubro, para 461,48 reais.

    Conforme a pesquisa, os itens que mais encareceram em relação ao mês anterior foram cebola (+42,3 por cento), batata (+23,5 por cento), tomate (+12,8 por cento) e refrigerante pet (+2,04 por cento).

    Na outra ponta, leite longa vida, xampu, arroz e pernil foram os que registraram as maiores quedas de preço.

    Ainda segundo a Abras, todas as regiões tiveram queda no valor da cesta Abrasmercado, com o Nordeste em destaque, com recuo de 1,93 por cento. Na sequência vieram Norte (-1,61 por cento), Sudeste (-1,12 por cento), Centro-Oeste (-1,07 por cento) e Sul (-0,4 por cento).

    (Por Gabriela Mello)

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    Vendas no varejo do Brasil frustram expectativa e recuam em outubro pelo 2º mês seguido

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - As vendas de livros, móveis e eletrodomésticos e de vestuário pressionaram e as vendas no varejo frustraram as projeções e recuaram em outubro no país, deixando para a 'Black Friday' e o Natal as expectativas de um final de ano mais forte para o setor.

    As vendas varejistas tiveram em outubro recuo de 0,4 por cento na comparação com o mês anterior, de acordo com dado divulgado nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na segunda queda seguida.

    O resultado frustrou a expectativa em pesquisa da Reuters de ganho de 0,1 por cento.

    'As atividades que mais têm crescido são as de primeira necessidade, como supermercados e farmacêuticos. Já aquelas que dependem de crédito e financiamento andam patinando', disse a gerente da pesquisa do IBGE, Isabella Nunes.

    Sobre outubro de 2017, as vendas tiveram avanço de 1,9 por cento, contra projeção dos economistas consultados no levantamento de alta de 3,2 por cento.

    Das oito categorias pesquisadas, cinco tiveram queda nas vendas no mês. A comercialização de livros, jornais, revistas e papelaria caiu 7,4 por cento; as vendas de móveis e eletrodomésticos recuaram 2,5 por cento, e as de tecidos, vestuário e calçados tiveram queda de 2,0 por cento.

    As vendas de combustíveis e lubrificantes recuaram 1,2 por cento e as de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação caíram 0,8 por cento.

    Somente as atividades hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,3 por cento), outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,7 por cento) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,9 por cento) apresentaram avanço.

    No varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, as vendas apresentaram perda de 0,2 por cento, embora material de construção tenha subido 1,3 por cento.

    As vendas varejistas apresentaram altos e baixos ao longo de todo o ano, em meio a uma economia que enfrentou dificuldades para imprimir um ritmo forte com nível alto de desemprego.

    No terceiro trimestre, o consumo das famílias avançou 0,6 por cento na comparação com os três meses anteriores, em um cenário de juros e inflação mais baixos.

    'Ainda temos dois meses fortes para o comércio, com Black Friday e Natal. São dois meses em que se espera mais do comércio ainda, mais com o emprego crescendo um pouco, mesmo pela informalidade', disse Isabella.

    Em novembro, quando aconteceu a 'Black Friday' entre 23 e 25 de novembro, o otimismo causado pelo fim do período eleitoral aumentou e a confiança do comércio no Brasil registrou o maior nível em mais de quatro anos e meio, de acordo com pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV).

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    Vendas no varejo do Brasil têm pior setembro em 18 anos e fecham 3º tri estagnadas

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - As vendas no varejo do Brasil recuaram mais do que o esperado e registraram o pior desempenho para setembro em 18 anos, devido às perdas em supermercados e combustíveis, indicando incertezas para os últimos meses de 2018 após encerrarem o terceiro trimestre com estagnação.

    Em setembro, as vendas no varejo caíram 1,3 por cento em relação a agosto, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira.

    Este foi o pior resultado para o mês na série histórica iniciada em 2000 e bem pior do que a expectativa em pesquisa da Reuters de queda de 0,2 por cento.

    Em relação ao mesmo mês de 2017, as vendas apresentaram ganho 0,1 por cento, também bem abaixo da projeção na pesquisa de alta de 1,6 por cento.

    Ao encerrarem o terceiro trimestre com estabilidade sobre os três meses anteriores, as vendas do varejo mostram enfraquecimento ao longo do ano, após alta de 0,8 por cento no segundo trimestre e de 1 por cento nos primeiros três meses do ano.

    Em setembro, seis das oito categorias pesquisadas mostraram queda nas vendas, sendo que a comercialização de combustíveis e lubrificantes caiu 2 por cento no mês na comparação com agosto, registrando também o pior resultado para setembro na série histórico.

    Com forte peso no bolso dos consumidores, o setor de hiper e supermercados viu suas vendas contraírem 1,2 por cento em setembro, o pior resultado para o mês desde 2002.

    O movimento, de acordo com o IBGE, se deu por conta do aumento dos preços --em setembro, a inflação de alimentos e bebidas foi de 0,10 por cento, após uma queda nos preços de 0,34 por cento em agosto. Já os preços dos combustíveis subiram em setembro 4,18 por cento, após queda de 1,86 por cento no período anterior.

    'A inflação de combustíveis e hipermercados teve efeito negativo sobre as vendas. A alta dos combustíveis tem a ver com elevações promovidas pela Petrobras e, no caso dos alimentos, houve alta na alimentação domiciliar', explicou a gerente da pesquisa do IBGE, Isabella Nunes.

    As vendas no varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, tiveram recuo de 1,5 por cento no período, pressionadas principalmente pela queda de 1,7 por cento em material de construção na comparação com agosto.

    A atividade econômica brasileira vem apresentando um ritmo fraco, o que associado às incertezas ligadas às eleições presidenciais vinham contendo o consumo no país.

    Tanto a confiança do comércio quanto do consumidor indicaram melhora em outubro, mas alto nível de desemprego e a informalidade ainda são fatores limitantes.

    'Temos uma grande informalidade no Brasil, e isso afeta o poder de compra de consumo dos brasileiros. O mercado de trabalho tem sido um freio para o consumo', completou Isabella.

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    ENFOQUE-Negociações duras, desafios logísticos e tributários retardam avanço da Amazon no Brasil

    Por Gabriela Mello e Gram Slattery

    SÃO PAULO (Reuters) - A norte-americana Amazon.com se depara com algumas dificuldades para expandir suas operações no Brasil, um promissor mercado que vem se mostrando desafiador para a maior varejista online do mundo, disseram quase vinte fontes com conhecimento do assunto.

    Os desafios incluem um complexo sistema tributário no país, logística complicada e relações árduas com alguns dos principais fornecedores, que afirmam que a gigante de Seattle age com pouca flexibilidade nas negociações de preços, embora ainda seja pequena no comércio eletrônico brasileiro.

    Várias companhias reconhecidas no país, incluindo a varejista de moda AMARO e a fabricante de calçados e acessórios Arezzo, recusaram as ofertas da Amazon para vender seus produtos na plataforma, afirmaram sete das fontes ouvidas.

    Outros grandes grupos de eletrônicos --como a Lenovo, uma das maiores fabricantes de computadores do mundo-- assinaram contratos só nas últimas semanas, depois de vários meses de intensas conversas.

    Mas a varejista norte-americana continua avançando com os planos de construir sua própria rede para venda direta, entrega e atendimento no Brasil, tarefas atualmente conduzidas por vendedores que usam a plataforma de marketplace da Amazon.

    Ainda assim, a expansão da operação no Brasil está levando mais tempo que o esperado e, quando finalmente lançada, deve ser modesta em comparação com a de outros mercados emergentes, como Índia e México, conforme entrevistas conduzidas com ex e atuais funcionários, fabricantes, consultores e outras pessoas a par dos esforços da Amazon no país.

    Em resposta a uma série de perguntas feitas pela Reuters, a Amazon disse que 'não comenta sobre rumores ou especulações'. A Amaro não quis se manifestar, enquanto Arezzo e Lenovo não responderam imediatamente ao pedido de comentário.

    A dificuldade na expansão da Amazon no Brasil surge num momento em que a varejista encontra-se sob pressão para aumentar as vendas fora do mercado norte-americano. Na semana passada, as ações da companhia perderam força, depois que o balanço do terceiro trimestre mostrou vendas internacionais decepcionantes e uma desaceleração do crescimento em geral.

    Ainda que tenha crescido rapidamente em alguns mercados emergentes, a Amazon continua se empenhando para alcançar o mesmo resultado no Brasil, onde forte competidores locais dominam o mercado de comércio eletrônico.

    Só em 2018, as ações da B2W negociadas na bolsa paulista já subiram pouco mais de 70 por cento, enquanto as da Magazine Luiza acumulam valorização de quase 109 por cento desde o começo do ano.

    Para o gestor de ativos Alexandre Silvério, cuja empresa detém posições consideráveis em algumas das maiores empresas de ecommerce do Brasil, a Amazon terá que lutar para avançar no mercado brasileiro.

    'O Brasil é muito diferente de outros mercados. Você precisa conhecer questões logísticas, tributárias', disse Silvério, diretor de investimentos da AZ Quest Investimentos. 'Eu não sei como estará o mercado de comércio eletrônico em 10 anos. Mas, no curto prazo, não estou preocupado' com o impacto da entrada da Amazon no Brasil sobre rivais, acrescentou.

    IMPOSTOS, LOGÍSTICA E BUROCRACIA

    A Amazon está presente no varejo brasileiro desde 2012, tendo concentrado sua atuação principalmente na venda de livros durante boa parte do tempo.

    A empresa não informa os números de venda no Brasil, mas analistas estimam que a receita da Amazon no país seja uma fração do faturamento da B2W e do Magazine Luiza. Juntas, as duas venderam mais de 17 bilhões de reais em 2017.

    Em outubro do ano passado, a Amazon ampliou o escopo das operações brasileiras para além da venda de livros, abrindo a plataforma para terceiros venderem eletrônicos. Com o Amazon Marketplace, vendedores são responsáveis pela venda e entrega dos produtos comercializados.

    Nos últimos meses, a companhia lentamente expandiu as categorias de produtos negociados no marketplace, incluindo roupas e itens esportivos.

    Mas uma estratégia central para a Amazon nos mercados que domina é internalizar todas as funções para garantir entrega rápida e atendimento de primeira linha ao cliente. No jargão do varejo esse formato é conhecido como '1P'.

    No Brasil, a empresa estabeleceu as bases no último ano para o lançamento da operação 1P, alugando um grande galpão próximo a São Paulo, fazendo várias contratações e discutindo parcerias logísticas com grupos como a companhia aérea Azul, de acordo com pessoas familiarizadas com os esforços.

    A Amazon planejava em determinado momento lançar a operação 1P no Brasil em setembro, disse uma fonte com conhecimento direto do assunto. Desde então, diversos parceiros da companhia reportaram repetidos atrasos no lançamento do negócio de venda direta.

    Alguns chegaram a questionar se a nova plataforma estaria pronta a tempo da Black Friday, em 23 de novembro, a data mais importante para o varejo brasileiro depois do Natal.

    Montar uma infraestrutura logística tem sido um dos passos mais desafiadores para Amazon, afirmaram duas pessoas a par das operações no Brasil, destacando as rodovias muitas vezes congestionadas e frequentes roubos de cargas.

    A Amazon também tem tido dificuldades para lidar com o complexo sistema tributário brasileiro, disseram outras três fontes. Muitas varejistas online nacionais dispõem de extensos departamentos exclusivamente dedicados a questões fiscais.

    Atualmente, a varejista está com diversas vagas abertas no Brasil em áreas envolvendo funções de contabilidade, tributação e marketing, incluindo analista fiscal, gerente de desenvolvimento de parcerias, especialista de catálogos, entre outros.

    Um executivo de uma fabricante de eletrodomésticos afirmou que representantes da Amazon adiaram as previsões de lançamento da plataforma 1P várias vezes, citando dificuldades para tratar de impostos.

    FALANDO GROSSO

    Talvez o ponto mais significativo dos percalços para lançar a operação 1P tenha sido o tom das negociações entre a Amazon e potenciais fornecedores.

    A varejista se reuniu no início de março com fabricantes de eletrônicos, perfumaria e outros produtos em um hotel na cidade de São Paulo para introduzir o serviço 1P no país, de acordo com pessoas que participaram do encontro.

    Na ocasião, representantes da Amazon ficaram surpresos com o nível de ceticismo entre os potenciais fornecedores, contou uma das fontes.

    A varejista 'tentava negociar com as marcas pensando ser a Amazon U.S.', disse a pessoa, que tinha conhecimento direto das conversas. 'Mas você está em um mercado no Brasil com muitos concorrentes' que são significativamente maiores, acrescentou.

    Participantes da reunião se depararam com uma postura inflexível da Amazon para negociar, segundo dois representantes de fabricantes de eletrodomésticos. Eles disseram que a situação pouco melhorou nos encontros individuais feitos posteriormente com a varejista.

    Muitos dos fornecedores presentes na reunião disseram sentir que a Amazon tentava evitar uma adaptação dos termos do contrato à realidade do mercado varejista brasileiro. Um executivo de uma fabricante de eletrônicos, por exemplo, citou desentendimentos com a Amazon sobre como separar o custo de lidar com possíveis reclamações de clientes junto aos órgãos municipais e estaduais de proteção ao consumidor.

    Vendedores que concordaram em participar da plataforma 1P disseram que a iniciativa não se desenvolve a ponto de tornar-se um sucesso na temporada de compras de fim de ano. Entre eles, a Lenovo assinou um acordo só na última semana e está entre um número de fornecedores que ainda precisam entregar os produtos para Amazon, enquanto o Natal se aproxima rapidamente, disse uma pessoa a par do assunto.

    Três outras empresas, incluindo a chinesa Midea, uma grande fabricante de eletrodomésticos e aparelhos de ar condicionado no Brasil, venderão apenas uma pequena seleção de produtos por meio da operação 1P da Amazon, disseram duas pessoas familiarizadas com a situação. Elas descreveram os esforços como uma modesta 'fase de testes' para identificar eventuais falhas no sistema da varejista.

    Representantes da Midea não comentaram imediatamente o assunto.

    Silvério, enquanto isso, continuará apostando nos rivais brasileiros da Amazon. 'Havia medo quando a Amazon começou a olhar para o Brasil', disse ele. 'Mas ela tem feito as coisas muito cautelosamente.'

    (Reportagem adicional de Julia Love na Cidade do México e Jeffrey Dastin, em São Francisco)

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    Via Varejo tem prejuízo R$79 mi no 3º tri apesar de alta nas vendas; margens recuam

    SÃO PAULO (Reuters) - A Via Varejo encerrou o terceiro trimestre com prejuízo 79 milhões de reais, revertendo lucro de 46 milhões de reais um ano antes, apesar do aumento de vendas físicas e online que vieram, contudo, ao custo de margens menores diante de uma demanda ainda fraca e ambiente competitivo no setor.

    A rede de varejo dona das marcas Casas Bahia e Pontofrio registrou receita líquida de 6,377 bilhões de reais de julho a setembro, um acréscimo de 4,4 por cento em relação ao mesmo período de 2017. As vendas 'mesmas lojas' subiram 4,2 por cento. A receita contábil das lojas físicas aumentou em 5,2 por cento.

    A companhia destacou que o desempenho foi resultado de importante ganho de participação de mercado no período.

    No segmento online, o Gross Merchandise Value (GMV)- montante transacionado em reais no site, incluindo operações do marketplace - faturado subiu 13,6 por cento. O marketplace respondeu por 26,2 por cento do total, com alta de 19,5 por cento.

    A margem bruta no terceiro trimestre, porém, ficou em 29,2 por cento, queda de 3,56 pontos percentuais frente ao mesmo período do ano passado, 'em função de um ambiente de vendas mais desafiador e menor penetração de produtos rentáveis como o crediário e serviços', disse a empresa.

    A Via Varejo também afirmou que, no três meses encerrados em setembro, reclassificou algumas despesas trabalhistas para custo.

    O Ebitda ajustado atingiu 161 milhões de reais, com queda de 61,6 por cento. A margem Ebitda ajustada caiu 4,33 pontos, para 2,5 por cento no período.

    'Vale ressaltar que esse último período foi marcado por importantes implementações em sistemas críticos da companhia. São mudanças profundas, essenciais para a empresa reestruturar suas fundações. Uma vez superado o processo natural de curva de adoção e aprendizado, acreditamos que essa decisão estratégica trará evoluções significativas em produtividade e na experiência dos nossos clientes', disse a Via Varejo.

    A companhia fechou o terceiro trimestre com caixa líquido ajustado de 1,625 bilhão de reais, incluindo a carteira de recebíveis não descontados no valor de 1,714 bilhão de reais.

    A rede também encerrou o período com uma variação de capital de giro positiva em relação ao terceiro trimestre de 2017, de 2,462 bilhões de reais. 'Estrategicamente, seguimos com estoques elevados (financiado por nossos fornecedores) uma vez que entramos no período de maior venda da Companhia, com a Black Friday e Natal.'

    O período de julho a setembro também foi marcado por aumento nas despesas com vendas, gerais e administrativas em relação a receita líquida, para 27,1 por cento versus 26,3 por cento no terceiro trimestre de 2017, com aumento das despesas judiciais e maiores despesas de marketing.

    NOVAS LOJAS

    A Via Varejo abriu 15 novas lojas no terceiro trimestre, sendo 11 no formato Smart e 4 quiosques, enquanto encerrou as operações de 23 lojas no período citando fraco desempenho operacional e financeiro. No caso dos quiosques, a empresa pretende acelerar a expansão do modelo e espera finalizar o ano com 20 unidades em função do desempenho obtido.

    Também no terceiro trimestre foram abertas 44 novas Lojas Hub, totalizando 62 unidades do modelo.

    (Por Paula Arend Laier)

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