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    May enfrenta perspectiva de derrota em votação de acordo do Brexit

    Por William Schomberg

    LONDRES (Reuters) - A primeira-ministra britânica, Theresa May, enfrenta nesta terça-feira a perspectiva de derrota em uma histórica votação no Parlamento sobre o acordo do Brexit fechado pelo governo com a União Europeia, aumentando a incerteza sobre a separação do Reino Unido do maior bloco comercial do mundo.

    May pediu na segunda-feira que os parlamentares analisem novamente o acordo, mas o Parlamento parece pronto para rejeitar os termos em uma votação marcada para começar às 17h (horário de Brasília).

    A esperança de May de salvar o plano será determinada pela escala de seu fracasso: se conseguir limitar o tamanho da esperada derrota, May provavelmente pedirá mais concessões a Bruxelas para tentar aprovar o acordo no Parlamento em uma segunda votação.

    Mas um resultado humilhante pode forçar May a adiar a saída do Reino Unido da União Europeia, prevista para 29 de março, e potencialmente abrir outras opções desde a realização de um segundo referendo até a possibilidade de deixar o bloco sem nenhum acordo.

    Dominic Raab, que renunciou como ministro do Brexit em novembro em protesto aos planos da premiê, disse que é hora de se preparar para um Brexit sem acordo, algo que muitos empresários temem poder resultar em caos para seus negócios.

    “É hora de nós, através dessa votação, deixarmos claro que os termos atuais são inaceitáveis, mas que não estamos simplesmente jogando nossas mãos para o alto”, disse Raab à rádio BBC. “Nós vamos sair em 29 de março”.

    Em meio à mais profunda crise política do Reino Unido em ao menos meio século, May e líderes da UE trocaram garantias sobre o acordo de retirada na segunda-feira, mas houve poucos sinais de mudança de opinião entre os parlamentares.

    Muitos membros do próprio Partido Conservador de May dizem que o acordo da premiê daria muito poder a Bruxelas, especialmente os termos elaborados para evitar o retorno de uma fronteira dura na Irlanda.

    O Partido Unionista Democrático da Irlanda do Norte, que apoia o governo minoritário de May, tem dito que não apoiará o acordo.

    May tem advertido de que, sem seu acordo, a possibilidade de não realizar o Brexit é mais provável do que a de deixar a União Europeia sem um acordo.

    A premiê também tem dito que, se o Parlamento votar contra os termos, o Reino Unido pode ser dividido e advertido seu Partido Conservador contra permitir que a oposição de esquerda, o Partido Trabalhista, tome controle da iniciativa.

    O líder trabalhista, Jeremy Corbyn, deve convocar uma votação de desconfiança em May se ela perder a votação desta terça-feira.

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    Rejeitando outras opções para o Brexit, premiê britânica insiste em seu acordo

    LONDRES (Reuters) - A primeira-ministra britânica, Theresa May, está seguindo em frente com seu acordo para deixar a União Europeia, afirmou seu porta-voz nesta segunda-feira, rejeitando pedidos para realização de um segundo referendo ou para testar o apoio a diferentes opções do Brexit no Parlamento.

    Após uma semana tumultuada, na qual sobreviveu a um voto de desconfiança e buscou mudanças de última hora em um acordo para o Brexit firmado com Bruxelas no mês passado, May enfrenta um impasse sobre o acordo no Parlamento britânico.

    Com a União Europeia oferecendo poucas concessões para conquistar os parlamentares, um número cada vez maior de políticos está pedindo a realização de um segundo referendo --algo que alguns ministros dizem poder ser evitado se o governo testar cenários do Brexit em votações no Parlamento.

    O Parlamento está profundamente dividido, com alas pressionando por diferentes opções para os laços futuros, para deixar a União Europeia sem um acordo ou para permanecer no bloco.

    May e seu gabinete têm repetidamente rejeitado a possibilidade de realizar um novo referendo, afirmando que a medida aprofundaria as divergências e trairia os eleitores que apoiaram o Brexit por 52 por cento dos votos, contra 48 por cento em 2016.

    Isso aumenta o risco de o Reino Unido deixar a União Europeia sem um acordo em 29 de março, um cenário que alguns empresários temem poder ser catastrófico para a quinta maior economia do mundo.

    A incerteza política e econômica do Brexit está impactando a economia britânica, com dados mostrando nesta segunda-feira uma queda nos gastos do consumidor, nos preços de moradias e um pessimismo crescente nas finanças domésticas.

    May usará uma declaração no Parlamento nesta segunda-feira para rejeitar a ideia de um segundo referendo e para, mais uma vez, afirmar que seu acordo para manter laços próximos com a UE após o Brexit é o único sobre a mesa.

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    Premiê britânica decide adiar votação sobre acordo do Brexit no Parlamento

    Por Guy Faulconbridge

    LONDRES (Reuters) - A primeira-ministra britânica, Theresa May, decidiu cancelar uma votação no Parlamento sobre o acordo fechado com a União Europeia para o Brexit prevista para terça-feira, reportou a emissora BBC, após repetidos alertas de parlamentares de que a escala de uma provável derrota poderia derrubar o governo.

    May realizou nesta segunda-feira uma teleconferência com importantes ministros para discutir o que fazer com o acordo, que permite que o Reino Unido deixe a União Europeia, mas permaneça na órbita do bloco.

    Embora não tenha havido nenhuma confirmação oficial sobre a mudança de planos, três fontes disseram à editora de política da BBC, Laura Kuenssberg, que a votação estava sendo adiada.

    O Partido Trabalhista, principal legenda de oposição do Reino Unido, também comentou a decisão, descrevendo o adiamento da votação como um passo desesperado.

    'O governo decidiu que o acordo do Brexit de Theresa May é tão desastroso que tomou o passo desesperado de adiar sua própria votação na última hora', afirmou o líder trabalhista, Jeremy Corbyn, em comunicado.

    May e seus ministros têm afirmado repetidamente que a votação acontecerá como planejada. Falando a repórteres nesta segunda-feira, o porta-voz da premiê disse que não havia nenhum plano para cancelar a votação.

    A libra caiu para uma mínima desde junho de 2017 com a notícia.

    A informação de que May decidiu cancelar a votação surgiu apenas horas depois que o Tribunal Europeu de Justiça (ECJ) afirmou que o Reino Unido pode revogar seu aviso de saída do bloco, prevista para 29 de março de 2019.

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    Premiê britânica escapa por pouco de derrota em votação parlamentar sobre leis comerciais

    Por William James e Andrew MacAskill

    LONDRES (Reuters) - A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, escapou por pouco de uma derrota no Parlamento pelas mãos de parlamentares pró-União Europeia de seu próprio partido nesta terça-feira, contendo uma rebelião que ameaçou agravar uma crise causada por sua estratégia para o Brexit, a desfiliação britânica da UE.

    Por 307 votos a 301, o Parlamento rejeitou uma emenda em uma legislação comercial que teria obrigado o governo a tentar negociar uma união alfandegária com a UE se não tiver conseguido obter um acordo com o bloco que ofereça livre-comércio para bens sem atritos até 21 de janeiro de 2019.

    A vitória apertada é a terceira de May nesta semana, o que sublinha a dificuldade que ela enfrenta para aprovar leis ligadas a uma das decisões mais polarizadoras e importantes da história britânica moderna somente com um governo de minoria e um partido dividido internamente.

    Ao vencer a votação desta terça-feira a premiê evitou o risco de ter que voltar atrás em sua promessa de que o país não será parte de nenhuma união alfandegária depois de deixar a UE --algo que teria enfurecido a ala pró-Brexit de sua sigla.

    Mas o governo sofreu uma derrota inesperada em uma outra emenda, o que significa que agora terá que conseguir um acordo que permita ao Reino Unido continuar a participar do marco regulatório europeu de remédios.

    O projeto de lei do comércio tem como foco converter acordos comerciais entre a UE e outros países em pactos bilaterais com o Reino Unido. Trata-se de um projeto de lei técnico, cujo objetivo inicial não era definir uma nova política comercial.

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    Premiê britânica enfrenta parlamentares rebeldes pró-UE para vencer votação sobre Brexit

    Por Elizabeth Piper e William James

    LONDRES (Reuters) - A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, venceu nesta quarta-feira uma crucial votação no Parlamento sobre o Brexit, mantendo em curso seus planos do governo de encerrar mais de 40 anos de parceria britânica com a União Europeia.

    Após o parlamentar conservador pró-UE Dominic Grieve dizer que iria apoiar a proposta do governo para uma “votação significativa” no Parlamento sobre a saída do Reino Unido, uma possível rebelião que poderia enfraquecer a autoridade de May foi evitada.

        A primeira-ministra adotou uma estratégia de alto risco ao enfrentar rebeldes em seu Partido Conservador, e isto rendeu frutos. A câmara alta do Parlamento mais tarde aprovou o projeto de lei, abrindo o caminho para isto se tornar lei após receber “aprovação real” formal da rainha.

        May disse em comunicado que a aprovação do projeto é uma medida crucial para realizar o Brexit, e mais detalhes de futuras ligações propostas com a UE serão publicados nas próximas semanas.

        Mas a batalha sobre o projeto de lei de saída da União Europeia, seu esboço do Brexit, pode ser uma amostra do que está por vir. May precisa ver aprovadas diversas outras propostas pelo Parlamento para preparar o Reino Unido para a vida fora da UE, uma mudança importante para suas relações comerciais e políticas após décadas no bloco.

    Alguns de seus oponentes sobre o Brexit podem simplesmente ter decidido esperar para disputas posteriores em questões como futuros laços comerciais e acordos aduaneiros com o bloco antes da saída programada do Reino Unido, em março do ano que vem.

        Seis conservadores ainda votaram contra o governo. Mas por ora, May está aliviada de ter superado outra possível crise sobre sua proposta para o papel do Parlamento, caso não conseguir negociar um acordo de saída com a UE ou caso parlamentares rejeitarem um acordo que ela trouxer de Bruxelas.

        “Houve uma grande questão de princípio aqui, que era que o governo deve poder ser livre para negociar e nós precisamos ser livres para sustentar em nossas negociações a possibilidade de um não acordo, ou ao invés disto toda a vantagem estará com o lado da UE”, disse o ministro do Comércio, Liam Fox, à BBC.

        Outros conservadores concordaram. “Isto fortalece nossa mão”, disse um, enquanto parlamentares da oposição descreveram a votação como decepcionante. 

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