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    Trump diz que acordo com Xi para evitar mais tarifas 'é possível'

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    Trump, em evento na Casa Branca 25/6/2019 REUTERS/Carlos Barria

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    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira ser 'absolutamente possível' que ele chegue a um acordo, em seu encontro com o líder chinês, Xi Jinping, para evitar a imposição das tarifas ameaçadas sobre os produtos chineses.

    Trump vai se reunir com Xi na cúpula do G20 no Japão neste fim de semana. Será a primeira vez que os dois líderes se encontram pessoalmente desde que as negociações entre ambos os países colapsaram em maio.

    'É absolutamente possível... que nós cheguemos a algum acordo', disse Trump em uma entrevista à Fox Business Network. 'É possível que nós façamos um acordo, mas eu também estou bem feliz com onde estamos agora.'

    Aparentando parecer otimista sobre a perspectiva de uma trégua comercial entre as duas maiores economias do mundo, Trump disse que os líderes chineses querem 'fazer um acordo. Eles querem fazer um acordo mais do que eu quero.'

    Ele também deixou aberta a possibilidade de impor tarifas adicionais sobre a China caso um acordo não seja alcançado. 'Eu imporia tarifas adicionais, tarifas adicionais muito substanciais, caso nada funcione e não cheguemos a um acordo', disse Trump.

    A China e os EUA estão envolvidos em um disputa comercial marcada pela imposição mútua de tarifas. Os EUA têm culpado a China pelo fim das negociações, dizendo que o país asiático voltou atrás em algumas concessões que já havia feito.

    Trump disse que a China sabe o que os Estados Unidos precisam ter para um acordo comercial e pressionou para que a China retorne à mesa de negociações com as mesmas concessões feitas antes do término das conversas, em maio.

    Trump ameaçou anteriormente impor tarifas sobre um valor adicional de 300 bilhões de dólares em importações chinesas, mas, nesta quarta-feira, disse que pode considerar uma tarifa de 10% sobre produtos chineses, em vez de 25%, como havia declarado inicialmente.

    Trump disse que se os EUA não conseguirem chegar a um acordo com a China, seu plano é reduzir o volume de negócios com o país asiático. Questionado sobre as empresas que estão transferindo a produção da China para o Vietnã, ele disse que o Vietnã tratou os EUA de maneira ainda pior do que a China.

    Trump ameaçou impor tarifas sobre outros 325 bilhões de dólares em produtos importados da China, cobrindo quase todas as importações chinesas remanescentes --incluindo produtos de consumo como celulares, computadores e roupas--, se a reunião com Xi não resultar no progresso da resolução de uma série de reclamações dos EUA em torno da maneira como a China faz negócios.

    Os dois lados podem concordar em não impor novas tarifas como um gesto de boa vontade para iniciar as negociações, disse uma autoridade dos EUA na terça-feira.

    (Reportagem de Susan Heavey e Tim Ahmann)

    Escrito por Reuters

    Vulcão Nyiragongo: Crianças esperam reencontrar famílias

    Transcrito: 
    Centenas de milhares de pessoas fugiram após a erupção do vulcão Nyiragongo. Naomi perdeu de vista a família no meio do caos. Ela jamais esquecerá o momento em que o céu ficou vermelho.
     
    Naomi (criança deslocada): ”Disse à minha mãe: ’Olha, mãe, o vulcão entrou em erupção.’ Nós saímos e muitos estavam a fugir. Foi aí que nos perdemos uns dos outros. Eu estava apavorada. Estava a tremer. Não conseguia sequer correr para casa.”
     
    Muitas das 400 mil pessoas que fugiram vieram para a cidade de Sake. De acordo com a ONU, há quase mil crianças desaparecidas. Bahati Batitsie trabalha como voluntário para a Cruz Vermelha. Ate agora, ele e os colegas conseguiram encontrar as famílias de 700 crianças. Bahati tem 6 filhos e acolhe outras 3 crianças. São muitas bocas para alimentar.
     
    Bahati Batitsie Fidel (Voluntário da Cruz Vermelha): “Eu sacrifico o pouco que tenho, o que Deus me deu. É assim que alimento as crianças, mas é uma luta.”
     
    Muitas pessoas estão desesperadas. Bebem a água do lago que pode causar cólera. A equipe humanitária tenta oferecer o básico, como farinha.
     
    Bahati Batitsie Fidel (Voluntário da Cruz Vermelha): “As condições de vida são muito más. Não há comida nos mercados. Pessoalmente, não estou a ganhar nada, sou pobre.”
     
    Naomi acha que sabe onde podem estar os seus pais. Mas esse sítio fica longe e o transporte é caro.
     
    Naomi (criança deslocada): ”Depois de encontrar a minha mãe e o meu pai, gostaria de me mudar para cá, porque gosto de aqui estar."

    A brincar sobre a lava de uma antiga erupção. As crianças esperam rever as suas famílias em breve. 
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