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Tupi, da Petrobras, volta a bater 1 mi barris/dia, na medição instantânea, dizem fontes

Tupi, da Petrobras, volta a bater 1 mi barris/dia, na medição instantânea, dizem fontes

Reuters

23/12/2025

Placeholder - loading - Visão aérea de uma plataforma da Petrobras na Bacia de Campos, a P-52 REUTERS/Bruno Domingos (BRAZIL)
Visão aérea de uma plataforma da Petrobras na Bacia de Campos, a P-52 REUTERS/Bruno Domingos (BRAZIL)

Por Rodrigo Viga Gaier

RIO DE ⁠JANEIRO, 23 Dez (Reuters) - O campo de Tupi, no pré-sal da Bacia de Santos, voltou a produzir a um ritmo de 1 milhão de barris por dia, por alguns momentos nesta semana, à medida que a Petrobras realiza um trabalho para elevar o fator de recuperação do ativo, disseram fontes da petroleira estatal à Reuters.

Houve mais conexão de poços e medidas adicionais para aumentar o fator ​de recuperação do campo, precursor da ⁠exploração ⁠do pré-sal, que outrora foi o maior produtor de petróleo do Brasil. Tupi entrou em declínio natural, mas a Petrobras busca mitigar a queda.

A marca de 1 milhão de barris foi registrada no chamado 'valor instantâneo', mas não ‌representa ainda a média diária.

'É um sinal de que logo ​estaremos com milhão firme por 24 ‌horas', disse uma ​das ​fontes, que preferiu falar sob anonimato.

O dado pode indicar que a Petrobras acelerou o processo para aumentar a recuperação de Tupi, já ​que a previsão anterior era de que Tupi voltasse a produzir cerca de 1 milhão de barris ao dia em 2027.

A produção instantânea atingida supera em mais de 200 mil barris a média diária registrada no campo pela agência reguladora ANP em outubro, o último mês com extração consolidada divulgada. No primeiro semestre, a Petrobras já havia indicado um aumento no bombeamento em Tupi, na comparação anual.

As fontes não mencionaram a produção de Búzios, também na Bacia de Santos, que superou Tupi ⁠neste ano.

Mas uma delas destacou que, com o início da produção ‌da P-78, autorizada pela agência ⁠reguladora ANP no último sábado, o campo de Búzios 'vai nadar de braçadas'.

Tupi é operado pela Petrobras, com cerca de 67,46% ‍no ativo, que tem como parceiras a Shell (22,65%) e a Petrogal (9,06%), além da estatal ​PPSA (0,83%).

Procurada, ‌a Petrobras não comentou o assunto imediatamente.

(Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

Reuters

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