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Vale diz que 33 de 104 barragens têm declaração de estabilidade negativa

Placeholder - loading - Mina de Brucutu, a maior da Vale em Minas Gerais, em São Gonçalo do Rio Abaixo.. 4 de fevereiro de 2019. REUTERS/Washington Alves
Mina de Brucutu, a maior da Vale em Minas Gerais, em São Gonçalo do Rio Abaixo.. 4 de fevereiro de 2019. REUTERS/Washington Alves

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Por Luciano Costa

SÃO PAULO (Reuters) - A mineradora Vale informou nesta quinta-feira que o sistema de monitoramento de barragens da companhia fez avaliação sobre 104 estruturas geotécnicas em suas unidades operacionais pelo Brasil, o que resultou na emissão de 71 declarações de condições de estabilidade (DCEs) positivas e 33 negativas.

O movimento ocorre devido a uma regulamentação da Agência Nacional de Mineração (ANM) que prevê obrigação de envio por empresas do setor a cada semestre de informações sobre as barragens, incluindo declarações de estabilidade.

A regra surgiu como uma das consequências do rompimento, em 2015, de uma barragem em Mariana (MG) operada pela Samarco, joint venture entre Vale e a anglo-australiana BHP. O incidente deixou 19 mortos e foi considerado o maior desastre ambiental da história do Brasil.

A ANM disse, em nota em separado, que um total de 45 estruturas de mineração no Brasil tiveram declarações negativas e precisarão ficar interditadas, incluindo de outras empresas além da Vale.

'Dessas barragens, 36 já estavam paralisadas desde março e outras nove foram impedidas de operar agora', afirmou.

A Vale disse que, das 33 de suas estruturas que não tiveram emissão de DCEs positivas, 32 são estruturas geotécnicas das unidades operacionais de Minerais Ferrosos e uma é de Metais Básicos.

Segundo a Vale, dessas barragens sem DCEs positivas, nove são de rejeitos e sedimentos, nas quais populações próximas já foram retiradas das chamadas Zonas de Altossalvamento (ZAS).

Essas unidades estão nos níveis 2 ou 3 de emergência em uma escala de alertas em que o terceiro patamar significa risco iminente ou ruptura já ocorrendo.

Outra barragem, de Xingu, teve nível de emergência elevado de 1 para 2 em 29 de setembro, sendo também reclassificada como barragem de rejeitos com método de alteamento a montante-- antes, ela havia sido classificada como empilhamento drenado.

No método de construção a montante, as paredes da barragem são construídas sobre uma base de resíduos, em vez de material externo ou em terra firme. Essa técnica foi usada tanto em uma barragem da Vale que se rompeu em Brumadinho (MG) no ano passado, quanto na unidade da Samarco que entrou em colapso em 2015.

A Vale disse que, das outras 23 estruturas sem DCEs positivas, 15 foram mantidas como nível de emergência nível 1, que não exige retirada de moradores próximos.

Uma delas, a barragem VI, teve DCE positiva e está 'em processo de formalização de redução do nível de emergência', apontou a empresa.

Por outro lado, a barragem Itabiruçu tem DCE positiva, mas permanece em nível de emergência 1.

A Declaração de Condição de Estabilidade é elaborada pelas mineradoras e precisa ser enviada à ANM duas vezes ao ano, em março e setembro. Na primeira etapa, o próprio empreendedor pode atestar a estabilidade, com contratação opcional de consultor externo. Na segunda entrega, a avaliação deve obrigatoriamente ser feita por consultoria externa, explicou a agência.

MELHORIAS

A Vale defendeu que 'tem adotado diversas medidas para a melhoria das condições de segurança de suas estruturas', de acordo com o comunicado desta quinta-feira.

A companhia informou que esses esforços envolvem a construção de estruturas de contenção a jusante em barragens em nível 3 de emergência, com uma obra dessas já concluída em março para a barragem Sul Superior.

Uma primeira fase de contenções similares também já foi concluída nas barragens B3/B4, Forquilhas I, II e III e Grupo, segundo a empresa.

Uma segunda fase dos trabalhos nessas estruturas 'está em andamento e tem previsão de conclusão para o quarto trimestre de 2020 (B3/B4) e segundo trimestre de 2021 (Forquilhas I, II e III e Grupo)', afirmou a mineradora.

(Por Luciano Costa)

Escrito por Reuters

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O novo avião da Air Europa é o mais sustentável disponível no mercado atualmente. Entre suas vantagens, destacam-se a redução em 60% do impacto sonoro emitido, além da redução de 20% de consumo de combustível. A aeronave não impacta apenas na sustentabilidade, mas também no conforto oferecido ao passageiro, com uma nova classe executiva e entretenimento individual na classe econômica. Os passageiros poderão contar, ainda, com serviço wi-fi, com diferentes opções, de acordo com o volume de navegação necessária, streaming, além de um completo e variado entretenimento audiovisual.

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Uma boa identidade visual tem a função de atribuir significado e sentido para aquilo que nossos ídolos querem transmitir através de suas canções. Como música é uma arte de muitas camadas e facetas, o que está estampado nas capas de álbuns é essencial para nos aprofundarmos ainda mais nas composições alheias. Por isso, a Antena 1 decidiu explorar algumas das capas que mais se destacaram na indústria da música.

Confira:

Breakfast in America – Supertramp

O sexto álbum de estúdio da banda de rock inglesa, Supertramp, foi lançado em 1979. A arte da capa foi desenvolvida pelos artistas Mike Doud e Mick Haggerty, e desenvolvida pelo próprio grupo. A ideia era representar todas as mudanças e dificuldades pelas quais os membros estavam passando por se mudar da Inglaterra para os Estados Unidos.

[music-item artistSlug=supertramp musicSlug=goodbye-stranger]

O design representa diversos monumentos de Manhattan como se fossem parte de uma mesa de café da manhã. Um exemplo disso é a própria garçonete que veste um uniforme amarelo mostarda, a mulher representa a Estátua da Liberdade.

Com um ar cômico e muito criativo, a capa ficou extremamente reconhecida. Logo, no 22º Grammy Awards em 1980, “Breakfast in America” ganhou dois prêmios de Melhor Pacote de Álbum e Melhor Gravação Não Clássica

Alladin Sane – David Bowie

O sexto álbum de estúdio do músico inglês, David Bowie foi divulgado em 1973, e até hoje é um grande marco na história da música. A arte é um dos grandes símbolos que marcaram a carreira do camaleão, e foi desenvolvida por Brian Duffy.

Com grande influência dos Rolling Stones em suas músicas, o álbum apresenta um novo personagem do artista, Alladin Sane. O nome é um trocadilho com "A Lad Insane" (um rapaz insano, em tradução livre), que Bowie descreveu como "Ziggy Stardust vai para a América". O britânico já tinha um grande e conhecidíssimo personagem que virou o pseudônimo do artista, Ziggy Stardust – ele foi a persona de palco de Bowie durante 1972 e 1973.

A arte da capa, fotografada por Brian Duffy, foi a capa mais cara já feita na época. Mostra um raio no rosto de Bowie e representa a dupla personalidade do personagem Aladdin Sane, além os sentimentos mistos que Bowie tinha sobre suas turnês e o estrelato. É considerada uma de suas imagens mais icônicas da indústria.

Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band – The Beatles

Os Beatles possuem diversas capas revolucionárias, porém a do álbum “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” é icônica demais e tem muitos significados escondidos. O disco foi divulgado em 1967 e a arte desenvolvida por Paul McCartney, Peter Blake, Jann Haworth e Robert Fraser.

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