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Vale diz que VBM pode responder por até 35% do Ebitda a partir de 2035, ante 22% em 2025, diz CFO

Vale diz que VBM pode responder por até 35% do Ebitda a partir de 2035, ante 22% em 2025, diz CFO

Reuters

31/03/2026

Placeholder - loading - Logo da Vale. Brasil, em 4 de fevereiro de 2019. REUTERS/Washington Alves
Logo da Vale. Brasil, em 4 de fevereiro de 2019. REUTERS/Washington Alves

Atualizada em  31/03/2026

Por Marta Nogueira

RIO DE JANEIRO, ​31 Mar (Reuters) - A Vale Base Metals (VBM) poderá responder por aproximadamente 30% a 35% do Ebitda consolidado da Vale a partir de 2035, contra 22% em 2025, afirmou o vice-presidente executivo de Finanças e Relações com Investidores da Vale, Marcelo Bacci, nesta terça-feira.

A projeção, segundo o executivo, considera como premissas principais preços de longo prazo de cobre, níquel e ouro, com base na ⁠média ⁠das estimativas de analistas, disponíveis ​em fevereiro ‌de 2026, além de projeções de produção de minério de ferro, níquel e cobre.

Bacci acrescentou que, em 2024, a VBM representou 10% do Ebitda da Vale e ⁠em 2026 deverá alcançar aproximadamente 26%, pontuando que a ​subsidiária de metais básicos 'se tornará cada vez mais relevante ​ao longo do tempo' para a ‌companhia.

'Isso foi feito, ​e vai ⁠continuar sendo feito, por meio de uma transformação de negócios muito importante', disse Bacci, em apresentação durante encontro com investidores em ​Toronto, com transmissão pela internet.

'Acho que esta equipe de gestão que temos hoje entregou uma revisão e uma reconfiguração incríveis das operações..., que devem continuar a gerar valor e ​criar a oportunidade de um 're-rating', especialmente dado o potencial de crescimento que temos.'

A mineradora brasileira estimou ainda nesta terça-feira que o fluxo de caixa livre da VBM em 2026 possa ficar em faixa aproximada entre US$400 milhões e US$1,9 bilhão, em termos reais, segundo apresentação a investidores.

A Vale reiterou que a VBM ​busca quase dobrar a produção de cobre, de 382 mil ‌toneladas em 2025 para cerca ⁠de 700 mil toneladas em 2035, conforme a apresentação. Para níquel, a empresa indicou avanço da produção de 177 ⁠mil toneladas em 2025 para entre 210 ⁠mil e 250 mil ⁠toneladas em 2030.

(Por ⁠Marta ​Nogueira, com reportagem adicional de Letícia FucuchimaEdição de Paula Arend Laier)

Reuters

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