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Ataques israelenses no Líbano deixam 4 mortos, incluindo 2 crianças, dizem fontes de segurança

Ataques israelenses no Líbano deixam 4 mortos, incluindo 2 crianças, dizem fontes de segurança

Reuters

14/02/2024

Placeholder - loading - Área atingida por foguete disparado do Líbano em Kiryat Shmona, perto da fronteira de Israel com o Líbano 13/02/2024 REUTERS/Avi Ohayon
Área atingida por foguete disparado do Líbano em Kiryat Shmona, perto da fronteira de Israel com o Líbano 13/02/2024 REUTERS/Avi Ohayon

Atualizada em  14/02/2024

BEIRUTE (Reuters) - Uma série de ataques israelenses em vilarejos no sul do Líbano na quarta-feira matou quatro pessoas e feriu quase uma dúzia, disseram duas fontes de segurança libanesas, enquanto Israel intensifica seu bombardeio em retaliação aos disparos de foguetes do Líbano.

Uma mulher e seus dois filhos foram mortos em um ataque israelense ao vilarejo de al-Sawana, segundo as fontes. O poderoso grupo armado do Líbano Hezbollah afirmou que um ataque em uma outra cidade matou um de seus combatentes.

Onze pessoas ficaram feridas em todo o sul e o nível de danos foi 'vasto', disseram as fontes.

Os militares de Israel disseram na quarta-feira que responderam aos disparos de foguetes do Líbano. Um ataque de foguetes do Líbano matou uma mulher israelense em uma série que também atingiu uma base militar e feriu várias pessoas na quarta-feira, declarou um porta-voz do governo israelense.

O chefe do Hezbollah, Sayyed Hassan Nasrallah, disse em um discurso televisionado na terça-feira que seu grupo só interromperia suas trocas de disparos se um cessar-fogo total fosse alcançado em Gaza.

'Nesse dia, quando o tiroteio parar em Gaza, nós pararemos o tiroteio no sul', afirmou ele.

O bombardeio transfronteiriço já matou mais de 200 pessoas no Líbano, incluindo mais de 170 combatentes do Hezbollah, bem como cerca de uma dúzia de soldados israelenses e alguns civis israelenses.

Também deslocou dezenas de milhares de pessoas nas áreas de fronteira de cada país.

(Reportagem de Maya Gebeily)

Reuters

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