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BC do Japão ressalta volatilidade do mercado e impacto econômico do conflito no Oriente Médio

BC do Japão ressalta volatilidade do mercado e impacto econômico do conflito no Oriente Médio

Reuters

13/04/2026

Placeholder - loading - Presidente do Banco do Japão, Kazuo Ueda 19 de março de 2026. REUTERS/Kim Kyung-Hoon/Foto de arquivo
Presidente do Banco do Japão, Kazuo Ueda 19 de março de 2026. REUTERS/Kim Kyung-Hoon/Foto de arquivo

Por Leika Kihara

TÓQUIO, 13 Abr (Reuters) - ​O presidente do Banco do Japão, Kazuo Ueda, disse nesta segunda-feira que a incerteza sobre o conflito no Oriente Médio está mantendo os mercados instáveis e pode prejudicar a produção industrial, sinalizando o alarme crescente do banco central sobre o impacto econômico da guerra.

Ueda também enfatizou a necessidade de vigilância contra as consequências ⁠da ⁠guerra do Irã ao explicar ​as ‌perspectivas para a política monetária, em vez de seguir o roteiro do Banco do Japão com a promessa de continuar aumentando a taxa ⁠de juros.

'Os mercados financeiros globais estão instáveis e ​os preços do petróleo bruto estão subindo acentuadamente devido ​às tensões no Oriente Médio. ‌Devemos estar ​atentos aos ⁠acontecimentos futuros', disse Ueda em um discurso lido por seu vice, Ryozo Himino.

'Dada a incerteza persistente sobre a ​situação do Oriente Médio, examinaremos como os acontecimentos futuros afetam a economia, os preços e as condições financeiras, bem como os riscos e a probabilidade ​de nossas projeções básicas se materializarem.'

Os mercados observaram atentamente seu discurso em busca de dicas sobre se o Banco do Japão aumentará a taxa de juros este mês, cujas chances diminuíram uma vez que as expectativas cada vez menores de um fim para a guerra ​do Irã mantêm os mercados voláteis e afetam as ‌perspectivas econômicas, disseram fontes ⁠à Reuters.

A referência à incerteza é uma mudança em relação à orientação de março, quando o banco ⁠central disse apenas que continuaria ⁠aumentando os juros de ⁠acordo com as ⁠melhorias ​na economia e nos preços.

(Reportagem adicional de Takahiko Wada)

Reuters

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