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    Relação com China 'vai melhorar, com toda certeza', diz Bolsonaro

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    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira que a relação do governo brasileiro com a China 'vai melhorar, com toda a certeza' e destacou que deverá visitar o país asiático no segundo semestre deste ano.

    'Vai melhorar (a relação com a China), com toda a certeza, queremos nos aproximar do mundo todo, ampliar negócios, abrir novas fronteiras e assim será o nosso governo, essa foi a diretriz dada a todos os nossos ministros', disse Bolsonaro, em entrevista coletiva, após ter recebido no Palácio do Planalto as credenciais de seis novos embaixadores, entre eles o chinês Yang Wanming.

    O presidente afirmou que 'talvez' visite a China no segundo semestre e disse que no primeiro semestre já tem muitas viagens marcadas --ainda em março ele segue para o seu primeiro giro internacional como presidente, indo aos Estados Unidos, Israel e Chile.

    A China é o principal parceiro comercial do país, embora Bolsonaro tenha feito críticas no ano passado, em entrevistas e declarações públicas, sobre o receio dele de que os chineses estariam interessados em 'comprar' o Brasil.

    No encontro com o novo embaixador asiático, que foi acompanhado à distância pela imprensa, Bolsonaro disse a Yang Wanming que o 'nosso governo terá o melhor relacionamento possível' com a China. 'Vamos viajar este ano, tá ok?'.

    O presidente afirmou ainda que, ao contrário do que a imprensa costuma dizer, tem respeito e admiração pelo país asiático.

    O embaixador chinês no Brasil afirmou no encontro que o Brasil é um 'parceiro prioritário'.

    EXCELENTE

    Em entrevista coletiva após ter entregue as credenciais ao presidente, Yang classificou o encontro com Bolsonaro como 'excelente'.

    “O presidente Bolsonaro manifestou grande interesse de ampliar a aprofundar a relação com a China. Pessoalmente, como embaixador, me sinto muito satisfeito”, disse.

    O embaixador destacou que o Brasil está passando por uma transformação institucional, política e econômica e que os dois países, nas relações bilaterais, estão entrando numa nova etapa.

    “Eu, como embaixador, vou trabalhar com toda minha capacidade e farei todo o possível para seguir promovendo as relações amistosas e que beneficiem as duas partes”, disse ele, ao complementar que transmitiu o convite do presidente da China, Xi Jinping, para que Bolsonaro faça uma visita oficial ao país.

    Questionado sobre se aprovar reformas é importante para ampliar os negócios entre os dois países, ele disse que sim.

    “O Brasil é um parceiro principal, o mais importante da China, tanto em sentido político, como em sentido econômico e comercial, por isso a reforma e mudança da instituição política e econômica de Brasil vão gerar mais oportunidade de negócios com a China”, disse

    Yang foi perguntado sobre a crítica feita por Bolsonaro de que a China estaria comprando o Brasil, mas evitou polemizar.

    “Cheguei ao Brasil em dezembro do ano passado. Em dois meses, tive amplo contato com todos funcionários de alto nível do novo governo. Todas as partes se manifestaram com alto interesse de ampliar a cooperação com a China”, disse, ao encerrar sua fala após pedido do cerimonial do Planalto.

    (Por Ricardo Brito)

    Escrito por Thomson Reuters

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