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    Bolsonaro pode levar pessoalmente texto da reforma da Previdência ao Congresso

    Por Lisandra Paraguassu e Maria Carolina Marcello

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro poderá levar pessoalmente ao Congresso o texto da reforma da Previdência, em uma forma de colocar diretamente seu peso de presidente recém-eleito por trás do projeto.

    As informações foram repassadas à Reuters pela assessoria de comunicação da Presidência.

    O Palácio do Planalto estuda ainda um pronunciamento de Bolsonaro para explicar à população a necessidade da reforma. O formato também ainda não está decidido. A primeira intenção é que seja usada rede nacional de rádio e tevê, que tem alcance maior, especialmente para a população mais pobre.

    No entanto, não está descartado o uso das redes sociais, como meio principal ou pelo menos em paralelo, já que Bolsonaro faz uso constante das redes e tem hoje mais de 3,3 milhões de seguidores no Twitter.

    O presidente também deve se reunir em algum momento desses dias iniciais com líderes partidários para apresentar a reforma, como havia prometido fazer ainda na transição. Na quarta-feira, já tem um café da manhã com a bancada do PSL, e outro café, na quinta, a demais líderes com quem pretende consolidar sua base.[nL1N20A1VP]

    A intenção do Planalto é que Bolsonaro assuma a defesa do projeto nesses primeiros momentos para dar a ele o peso presidencial. Depois, no entanto, caberá ao secretário da Previdência, Rogério Marinho, seguir com as explicações e apresentação da proposta de reforma, que é bastante complexa.

    VACINA

    O governo e seus aliados no Congresso têm insistido na necessidade de uma campanha ampla para a população sobre a necessidade da reforma. Uma das críticas principais à proposta apresentada pelo ex-presidente Michel Temer --que, na versão final, era menos dura do que deverá ser a de Bolsonaro-- foram as dificuldades de comunicação e o fato de a população ser majoritariamente contra a reforma.

    O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, é um dos que tem batido nesta tecla. O general defende publicamente uma campanha de convencimento, 'com a linguagem do homem comum', para mostrar que no atual sistema os mais jovens não terão direito a se aposentar por falta de recursos.

    As campanhas do governo Temer atacaram o mesmo ponto, além de tentar passar a ideia de que iria acabar com os privilégios dos servidores públicos. No entanto, aliados alegam que ela chegou tarde, quando já estava formada na cabeça das pessoas uma ideia negativa.

    No Legislativo, a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), que antes de se eleger era jornalista, defende uma grande 'força tarefa' de comunicação para apresentar a 'Nova Reforma', como vem se referindo à proposta.

    'A gente vai vencer essa batalha é na comunicação, a gente não pode cometer o mesmo erro que Michel Temer cometeu, deixar aqui o texto da reforma dele sangrando durante meses, e aí quando eles resolveram dar uma resposta em relação à comunicação já era tarde demais', disse a deputada.

    Joice defende que o esforço de comunicação combata 'mentiras' sobre a proposta, como a afirmação de que a medida prejudicará os mais pobres, e forneça argumentos para a defesa de sua aprovação.

    'Se a gente sabe que está chegando o vírus, tem que dar a vacina antes, e a vacina para essas armadilhas da esquerda é a comunicação.'

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    Bolsonaro diz que decidirá sobre Previdência nesta 5ª

    SÃO PAULO (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro afirmou em entrevista à TV Record na noite de quarta-feira que decidirá nesta quinta qual será a proposta de reforma da Previdência que seu governo enviará ao Congresso Nacional.

    O presidente disse ainda que a grande dúvida em torno da proposta é sobre a idade mínima, e não quis adiantar o que decidirá sobre este tema antes de conversar com a equipe econômica liderada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

    'Na tarde de amanhã (quinta) eu estarei batendo o martelo na reforma que será encaminhada ao Parlamento. A grande dúvida na idade foi se passaria para 62 ou 65, os homens, e para mulher, 57 ou 60. Isso será decidido amanhã', disse Bolsonaro na entrevista, dada no hospital Albert Einstein antes de receber alta na quarta.

    'Eu gostaria de não fazer reforma nenhuma da Previdência, mas somos obrigados a fazê-la, porque caso contrário o Brasil quebrará em 2022 ou 2023', acrescentou o presidente, que disse que as propostas de mudanças previdenciárias para militares, policiais e bombeiros serão feitas em um 'segundo tempo'.

    Bolsonaro também disse que determinou que a Polícia Federal investigue denúncias de que seu partido, o PSL, repassou dinheiro público para candidatos de fachada na eleição do ano passado e garantiu que o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, que presidiu o partido durante o processo eleitoral, deixará o cargo se estiver envolvido.

    'Já determinei à Polícia Federal que abra inquérito e investigue este caso', disse Bolsonaro ao ser indagado sobre as denúncias, garantindo que o ministro da Justiça, Sérgio Moro, tem 'carta branca para apurar' as acusações.

    'Se estiver envolvido e logicamente responsabilizado, lamentavelmente o destino (de Bebianno) não pode ser outro a não ser voltar às suas origens', acrescentou.

    Após seu filho, o vereador pelo Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro, dizer que Bebianno mentiu ao afirmar que tinha conversado com o presidente sobre as denúncias, Bolsonaro disse que não tratou do caso com seu ministro da Secretaria-Geral e classificou de 'mentira' qualquer afirmação em contrário.

    'Em nenhum momento eu conversei com ele', garantiu o presidente.

    Em entrevista à GloboNews na quarta, Bebianno, apontado até então como um dos aliados mais próximos do presidente, disse que não pretende pedir demissão do cargo e que aguarda uma decisão de Bolsonaro sobre seu futuro no posto.

    (Por Eduardo Simões)

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    Bolsonaro recebe alta e tem quadro pulmonar normalizado após pneumonia

    SÃO PAULO / BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro recebeu alta nesta quarta-feira do hospital Albert Einstein, em São Paulo, após ter passado por uma cirurgia de retirada de uma bolsa de colostomia e reconstrução do trânsito intestinal, com o quadro pulmonar normalizado depois de ter sido diagnostiscado com pneumonia na semana passada, disse boletim médico do hospital.

    '(Bolsonaro) recebeu alta nesta manhã com o quadro pulmonar normalizado, sem dor, afebril, com função intestinal restabelecida e dieta leve por via oral', disse boletim médico divulgado pelo hospital.

    O presidente segue para Brasília, onde, de acordo com o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, ficará em repouso pelos próximos dias.

    'Os médicos prescreveram que ele permaneça em descanso por essa semana', disse o porta-voz, acrescentando que o presidente irá avaliar se pode ou não receber ministros. O presidente seguia sem agenda nesta quarta-feira.

    O porta-voz não soube dizer quando Bolsonaro deve retomar a agenda no Palácio do Planalto. Perguntado sobre as viagens que estão sendo planejadas, para Israel e Estados Unidos --possivelmente em março e abril deste ano--, Barros afirmou que o planejamento se mantém, mas as datas dependem da condição do presidente e também das agendas dos anfitriões.

    O presidente comemorou a alta no Twitter.

    'Foram 3 cirurgias e mais de 1 mês no hospital nestes últimos 5 passados. Finalmente deixamos em definitivo o risco de morte após a tentativa de assassinato de ex-integrante do PSOL. Só tenho a agradecer a Deus e a todos por finalmente poder voltar a trabalhar em plena normalidade', disse na rede social.

    Bolsonaro deu entrada no hospital em 27 de janeiro. A previsão inicial era de que ele ficasse internado 10 dias, mas a necessidade de tratamento com antibióticos e depois o diagnóstico de pneumonia estenderam o período de permanência no hospital.

    Foi a terceira cirurgia a que Bolsonaro se submeteu nos últimos meses desde que sofreu uma facada em um evento de campanha eleitoral em Juiz de Fora (MG) em setembro.

    Inicialmente, Bolsonaro foi submetido a uma operação de emergência na cidade mineira para estancar sangramentos nos intestinos grosso e delgado e em uma veia abdominal e para a colocação da bolsa de colostomia. Posteriormente, passou por novo procedimento por causa de aderências na parede intestinal.

    O porta-voz dedicou-se ainda a desmentir informações que circularam durante o período de internação de Bolsonaro. Segundo ele, o presidente não teve uma pneumonia causada por infecção hospitalar, mas possivelmente por aspiração de conteúdo gástrico, comum em pacientes com sonda e que passam muito tempo deitado. Barros negou ainda que tenha havido qualquer suspeita de câncer.

    (Reportagem de Eduardo Simões, em São Paulo, e Lisandra Paraguassu, em Brasília)

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    Bolsonaro poderá ter alta já na quarta-feira, indica porta-voz

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro poderá ter alta já na quarta-feira, mas ainda depende de avaliação médica, disse nesta terça-feira o porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros.

    'A partir de amanhã ele estará em condições de ter alta', disse o porta-voz à Reuters. 'Vai depender da avaliação médica.'

    O boletim médico desta terça-feira mostrou que o presidente não tem mais febre e a pneumonia, descoberta na semana passada, já estaria, segundo os médicos, 'em resolução'. Bolsonaro também não tem mais dores abdominais e continua com uma dieta leve, além do uso de um suplemento nutricional.

    O boletim no entanto, não fala ainda de previsão de alta para o presidente.

    Nos últimos dias, Bolsonaro tem se mostrado mais disposto. Recebeu visitas de ministros, gravou entrevistas e um primeiro vídeo para redes sociais. Nesta terça, durante almoço com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, ligou para presidente para que ele conversasse com Toffoli.

    Bolsonaro está internado no hospital Albert Einstein, em São Paulo, desde 27 de janeiro, véspera da cirurgia para remoção de uma bolsa de colostomia, usada após ser esfaqueado durante a campanha eleitoral em setembro do ano passado.

    A previsão inicial era de que ele ficasse internado 10 dias, mas a necessidade de tratamento com antibióticos e depois o diagnóstico de uma pneumonia estenderam o período de permanência no hospital.

    Apesar de estar hospitalizado, Bolsonaro ficou afastado da Presidência apenas nas primeiras 48 horas após a cirurgia.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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    Bolsonaro não deve receber proposta da reforma da Previdência no hospital, diz porta-voz

    (Reuters) - A possibilidade de o presidente Jair Bolsonaro receber a proposta de reforma da Previdência no Hospital Albert Einstein, onde ele está internado em São Paulo recuperando-se de uma cirurgia de retirada de uma bolsa de colostomia, está descartada a princípio, disse nesta segunda-feira o porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros.

    'Inicialmente está descartada que a proposta da reforma da Previdência seja apresentada ao presidente Jair Bolsonaro no hospital', disse o porta-voz, em briefing a jornalistas no Palácio do Planalto.

    Rêgo Barros reafirmou que o presidente vai receber a proposta assim que ele estiver em condições de saúde, mas destacou que não podia 'afiançar' se isso iria ocorrer esta semana.

    Na semana passada, o secretário de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, disse que o governo poderia apresentar a proposta da reforma da Previdência entre os dias 19 e 21.

    O general destacou que o presidente tem 'todo o interesse' em receber a proposta da reforma e que, quanto mais rápido ele deliberar sobre a proposta e encaminhar ao Congresso, mais rápido o poder legislativo vai aprová-la.

    O porta-voz também não quis precisar quando será a alta do presidente, dizendo apenas que ocorrerá quando ele poder sair 'pela porta da frente'. Nesta manhã, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse acreditar que Bolsonaro esteja de volta a Brasília entre quinta e sexta-feira desta semana.

    Segundo Rêgo Barros, que leu o boletim médico com a evolução do presidente, Bolsonaro passou 'muito bem' e recebeu as visitas dos ministros da Justiça, Sérgio Moro, da Defesa, general Fernando de Azevedo e Silva, e do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, além da visita de cortesia do governador de São Paulo, João Dória (PSDB).

    O boletim médico informou que o quadro do presidente melhorou e que ele deixou a unidade de terapia semi-intensiva, sendo transferido para um apartamento.

    (Por Ricardo Brito)

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    Bolsonaro diz que voltou a comer; boletim médico indica condição estável

    (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira, em publicação no Twitter, que voltou a ingerir alimentos nas últimas horas, um dia após confirmação dos médicos de que teve detectada uma pneumonia que está sendo tratada por antibiótico.

    'Nas últimas horas tive o prazer de voltar a comer. Ontem pela noite um caldo de carne e hoje uma boa gelatina. Estou feliz, apesar de não ser aquele pão com leite condensado', disse o presidente na mensagem, acompanhada de uma foto no leito do hospital em que aparece com sonda nasogástrica e segurando uma colher de gelatina.

    Em boletim divulgado às 16h, médicos disseram que Bolsonaro continua estável, sem febre e sem dor e que houve uma melhora nos exames laboratoriais.

    O dreno colocado no abdome do presidente e a sonda nasogástrica foram retirados nesta sexta-feira, segundo o boletim.

    O porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros, informou na quinta-feira que Bolsonaro teve um episódio isolado de febre na noite anterior e teve detectada uma pneumonia que está sendo tratada por antibiótico. Segundo boletim médico do hospital Albert Einstein, onde Bolsonaro passou pela cirurgia, exames de imagem tiveram resultados compatíveis com pneumonia.

    Embora o boletim médico desta sexta não tenha mencionado a pneumonia, Rêgo Barros disse em entrevista nesta tarde no hospital que os médicos recomendaram repouso a Bolsonaro para que ele possa 'efetivamente debelar a pneumonia'.

    Ao ser indagado sobre uma previsão de alta para o presidente, o porta-voz afirmou que os médicos apenas liberarão Bolsonaro do hospital quando ele tiver condições de sair de lá 'pela porta da frente'.

    Rêgo Barros disse ainda que Bolsonaro conversou com o vice-presidente Hamilton Mourão nesta sexta e que se reuniu com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas.

    Bolsonaro, de 63 anos, se submeteu a uma cirurgia em 28 de janeiro para retirada de uma bolsa de colostomia e para reconstrução de seu trânsito intestinal que durou cerca de sete horas. Foi a terceira cirurgia a que ele se submeteu depois de sofrer uma facada em setembro do ano passado, durante evento de campanha.

    A previsão inicial dos médicos era de que Bolsonaro ficaria internado por 10 dias após a operação e receberia alta nesta semana, mas, após apresentar um primeiro episódio de febre no fim de semana, os médicos decidiram mantê-lo internado por mais tempo e, por ora, não há previsão para que receba alta.

    O presidente tem despachado e assinado atos no hospital.

    (Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro, e Eduardo Simões, em São Paulo)

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    Bolsonaro teve febre e está com pneumonia

    SÃO PAULO (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro teve um episódio isolado de febre na noite de quarta-feira e teve detectada uma pneumonia que está sendo tratada por antibióticos, disse nesta quinta-feira o porta-voz da Presidência da República, general Otávio Rêgo Barros.

    Segundo boletim médico do hospital Albert Einstein, onde Bolsonaro passou por uma cirurgia no dia 28 de janeiro, o presidente realizou exames de imagem e os resultados foram compatíveis com pneumonia.

    'O excelentíssimo presidente da República, Jair Bolsonaro, permanece internado na Unidade Semi-Intensiva do hospital Israelita Albert Einstein. Apresentou, ontem à noite, episódio isolado de febre sem outros sintomas associados, foi submetido à tomografia de tórax e abdome que evidenciou boa evolução do quadro intestinal e imagem compatível com pneumonia', afirma o boletim desta quinta-feira.

    'Foi realizado um ajuste na antibioticoterapia e mantidos os demais tratamentos. Continua sem dor, com sonda nasogástrica, dreno no abdome e recebendo líquidos por via oral em associação à nutrição parenteral. Hoje, realizou exercícios respiratórios e caminhou no corredor', acrescentou o boletim.

    Em entrevista à imprensa no hospital, Rêgo Barros disse que a febre de Bolsonaro foi de 38 graus e que os médicos acrescentaram um novo antibiótico aos medicamentos ministrados ao presidente.

    'O presidente vem recebendo administração de antibióticos de amplo espectro. Os médicos acharam por bem acrescentar à antibioticoterapia um novo componente, uma nova droga, de forma que esse espectro possa ser ainda maior, e têm a convicção de que essa ação vai debelar essa pneumonia que foi encontrada em seu pulmão', disse o porta-voz.

    'Eles fizeram os exames tanto viral quando bacteriano e descartaram o viral. Então trata-se de uma questão bacteriana. Não sei se posso aprofundar um pouco mais, algumas causas podem ser a geradora dessa pneumonia, mas ficar na suposição não me parece adequado, de forma que eu não vou citar', acrescentou.

    Indagado, o porta-voz disse que não sentiu dos médicos um aumento da preocupação com o estado de saúde do presidente.

    Rêgo Barros disse ainda a jornalistas que Bolsonaro está com bom estado de ânimo e que, inclusive, fez brincadeiras com enfermeiras e com o operador da máquina de tomografia quando ele se submeteu ao exame na noite de quarta-feira.

    Em Brasília, o vice-presidente Hamilton Mourão procurou minimizar o assunto. Questionado se não seria o momento de voltar a assumir a Presidência, para que Bolsonaro possa se restabelecer com tranquilidade, Mourão foi sucinto: 'Não.'

    'Vamos aguardar o que é esta questão da pneumonia. O dado que tem ainda é incipiente, né? É normal quando a pessoa fica muito tempo deitada. Ambiente de hospital tem esse problema, então vamos aguardar', disse a jornalistas.

    No dia 28 de janeiro, Bolsonaro se submeteu a uma cirurgia para retirada de uma bolsa de colostomia e para reconstrução de seu trânsito intestinal que durou cerca de sete horas. Foi a terceira cirurgia a que ele se submeteu depois de sofrer uma facada em setembro do ano passado durante evento de campanha.

    O primeiro procedimento foi uma operação de emergência em Juiz de Fora (MG), onde ele sofreu o atentado, e posteriormente, já em São Paulo, ele teve de passar por nova cirurgia por conta de aderências na parede intestinal.

    O presidente tem despachado e assinado atos no hospital.

    (Por Eduardo Simões)

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    Bolsonaro diz que funções fisiológicas estão em plena evolução

    Por Eduardo Simões

    SÃO PAULO (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro disse em sua conta no Twitter, nesta quarta-feira, que as funções fisiológicas estão em plena evolução, após passar por uma cirurgia para retirada de bolsa de colostomia e reconstrução do trânsito intestinal em 28 de janeiro.

    O presidente disse ainda que segue despachando do hospital Albert Einstein, onde passou pela cirurgia e se recupera da operação.

    'Cada dia melhor! Hoje já caminhei, fiz atividades respiratórias, exames positivos e funções fisiológicas em plena evolução. Continuamos daqui do hospital despachando como mostrado na foto ontem e utilizando as redes sociais como divulgação de informações de nosso time', escreveu o presidente na rede social.

    Inicialmente, Bolsonaro ficaria internado por 10 dias e receberia alta nesta quarta-feira, mas, após apresentar febre no fim de semana, os médicos decidiram mantê-lo internado por mais tempo e, por ora, não há previsão para que receba alta.

    Em boletim médico divulgado no final da tarde desta quarta, o hospital Albert Einstein informou que o quadro clínico do presidente é estável.

    'O excelentíssimo presidente da República, Jair Bolsonaro, permanece internado na unidade semi-intensiva do Hospital Israelita Albert Einstein. Evolui com quadro clínico estável, sem dor ou febre, com melhora dos exames laboratoriais e de imagem', afirma o boletim.

    'Continua com sonda nasogástrica, dreno no abdome e antibióticos por via endovenosa. Está recebendo líquidos por via oral em associação à nutrição parenteral. Hoje, realizou exercícios respiratórios, de fortalecimento muscular e voltou a caminhar no corredor', acrescenta o boletim.

    Pouco depois da divulgação do boletim, o porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros, disse que Bolsonaro caminhou algumas vezes nos corredores do hospital nesta quarta. O porta-voz voltou a informar que ainda não há previsão de alta.

    A cirurgia para retirada da bolsa de colostomia e reconstrução do trânsito intestinal foi a terceira a que Bolsonaro se submeteu desde que sofreu um atentado a faca quando fazia um evento da campanha eleitoral em Juiz de Fora (MG), em setembro do ano passado.

    Antes ele passou por uma cirurgia de emergência ainda na cidade mineira para estancar sangramento causado pelos ferimentos nos intestinos delgado e grosso e em uma veia abdominal e colocação da bolsa de colostomia. Depois, já em São Paulo, passou por um novo procedimento para eliminar aderências em sua parede intestinal.

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