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    Após apontar classe política como problema, Bolsonaro muda tom e diz valorizar Parlamento

    Por Pedro Fonseca e Lisandra Paraguassu

    RIO DE JANEIRO/BRASÍLIA (Reuters) - Depois de dizer, mais cedo nesta segunda-feira, que a classe política é o grande problema que impede o Brasil de dar certo, o presidente Jair Bolsonaro mudou o tom e disse que valoriza o Parlamento e que os deputados e senadores terão a palavra final sobre o texto da reforma da Previdência.

    Em discurso na Federação das Indústria do Rio de Janeiro no início da tarde, Bolsonaro criticou a classe política, na qual se incluiu, acrescentando que algumas pessoas querem mais do que apenas conversar, em declaração que pode desagradar parlamentares no início de uma semana crucial para o governo no Congresso.

    Ao afirmar que Câmara dos Deputados e Senado devem colocar em votação projetos que considerarem melhores do que aqueles enviados pelo Executivo, o presidente afirmou: 'O que eu mais quero é conversar, mas sei que tem gente que não é apenas conversar'.

    No Rio, o presidente também afirmou que 'não há briga entre Poderes, o que há é uma grande fofoca', que por vezes inviabiliza e atrasa o Brasil.

    'É um país maravilhoso que tem tudo para dar certo. Mas o grande problema é a nossa classe política. Somos nós, Witzel, somos nós, Crivella, sou eu Jair Bolsonaro, é o Parlamento, em grande parte, é a Câmara Municipal, a Assembleia Legislativa. Nós temos que mudar isso', afirmou o presidente, ao lado do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), e do prefeito da capital fluminense, Marcelo Crivella (PRB).

    Já no final da tarde, ao falar durante a apresentação da nova campanha em defesa da reforma da Previdência em Brasília, Bolsonaro disse que valoriza o Parlamento.

    'Nos valorizamos, sim, o Parlamento brasileiro, que é quem vai dar a palavra final nesta questão da Previdência, tão rejeitada ao longo dos últimos anos', disse o presidente. 'Se aprovarmos a reforma, o Brasil sairá dessa estagnação rumo à sonhada prosperidade. Isso passa por todos vocês parlamentares, sem exceção.'

    O aceno aos congressistas --com agradecimentos aos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP)-- vem depois de uma semana em que o clima com o Congresso chegou em um dos seus piores momentos, agravado pelo texto copiado das redes sociais e distribuído na sexta por Bolsonaro a algumas listas de contatos em que um autor anônimo dizia que o Brasil é ingovernável sem se apelar para 'conchavos'.

    As declarações do presidente sobre a classe política vêm num momento em que o governo coleciona derrotas no Congresso e no início de uma semana decisiva, em que o Planalto precisará conquistar votos no Parlamento para impedir que medidas provisórias importantes percam validade.

    Perguntado sobre a responsabilidade que o presidente jogou para o Congresso durante o discurso na Firjan, o ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, afirmou que, na sua opinião, a responsabilidade sobre as votações é do Congresso.

    'Na minha opinião, sempre foi do Congresso. Ou vão fugir da responsabilidade? Óbvio que a responsabilidade é deles', afirmou.

    DESEJO POR POUCAS MUDANÇAS

    No discurso que fez em Brasília, o presidente afirmou que não recebe mais parlamentares por falta de agenda, mas que quer continuar conversando com o maior número possível deles para resolver 'possíveis equívocos' e melhorias possam ser feitas juntos na reforma da Previdência.

    'Se bem que pretendemos que nossa reforma saia de lá com menor número possível de emendas aprovadas', disse.

    No discurso aos empresários no Rio, ele destacou a importância da aprovação da reforma, que disse ser 'salgada para alguns', mas que combaterá privilégios.

    'Não podemos desenvolver muita coisa por falta de recursos. Por isso precisamos da reforma da Previdência', afirmou. 'Não dá para continuar mais o Brasil com essa tremenda carga nas suas costas. Se não fizermos isso, em 2022, 2023, no máximo 2024, vai faltar recursos para pagar quem está na ativa', disse.

    No entanto, apesar da importância destacada pelo presidente, a tramitação do projeto tem preocupado os investidores, que consideram haver uma falta de articulação política do governo para fazer o projeto avançar.

    Em um novo sinal de problemas na interação do governo com o Congresso, o presidente da comissão especial da Reforma da Previdência, Marcelo Ramos (PR-AM), disse também nesta segunda-feira que o governo não consegue construir maioria para liderar o processo, mas que o país não pode ficar refém disso e o Congresso vai fazer a reforma andar independentemente do governo.

    Ramos já havia afirmado na semana passada que a Câmara dos Deputados irá assumir a dianteira das negociações e produzirá um novo texto, a partir de emendas apresentadas e da proposta original.

    Questionado se Bolsonaro apoia a intenção do Congresso de apresentar um novo texto para a reforma da Previdência, o porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros, reiterou que o presidente considera a proposta enviada pelo governo como a melhor, mas que está aberto a negociações com o Congresso.

    'A proposta que o presidente identifica como a melhor proposta é aquela que ele já elevou ao Congresso Nacional. Não obstante, ele se coloca parceiro nesse processo de discussão e de avaliação para juntos, Congresso e Poder Executivo, darmos um andamento àquilo que vai tirar o Brasil de um precipício que muito rapidamente se aproxima', disse.

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    Governo apresentará reforma tributária logo após aprovar Previdência, diz Bolsonaro

    (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira, em publicação no Twitter, que o governo apresentará ao Congresso uma proposta de reforma tributária depois que a reforma previdenciária for aprovada, por compreender ser 'um desejo urgente dos brasileiros'.

    Segundo Bolsonaro, a aprovação da Nova Previdência é a 'porta de entrada para o progresso' do Brasil e viabilizará diversas ações econômicas benéficas para o país, como a reestruturação do sistema tributário.

    A tramitação da reforma da Previdência no Congresso tem preocupado os investidores, que consideram haver uma falta de articulação política do governo para fazer o projeto avançar.

    Na sexta-feira, o presidente da comissão especial da Previdência, deputado Marcelo Ramos (PR-AM), disse à Reuters que a Câmara dos Deputados irá assumir a dianteira das negociações e produzirá um novo texto a partir das emendas apresentadas e da proposta original.

    Segundo Ramos, o novo texto trará as modificações necessárias para garantir que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) tenha os 308 votos necessários pra ser aprovada quando for a plenário, sem comprometer nem o impacto fiscal pretendido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, de cerca de 1 trilhão de reais, e nem o cronograma de votações.

    Ramos, no entanto, recuou no fim de semana da ideia de propor um novo texto e disse que a intenção dos parlamentares é fazer mudanças significativas na estrutura do projeto, como rejeitar a chamada desconstitucionalização defendida pelo governo, segundo reportagem do jornal O Globo nesta segunda-feira.

    'Não vejo possibilidade de um novo texto, partindo do zero. Mas a desconstitucionalização e a capitalização não ficarão do jeito que estão. Para mim, isso é uma mudança estrutural na proposta construída pela equipe do ministro da Economia', afirmou Ramos, de acordo com o jornal.

    Nesta segunda-feira, Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, participarão da apresentação da segunda fase da campanha publicitária 'Nova Previdência: Pode perguntar', e se reúnem em seguida no Palácio do Planalto.

    (Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

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    Bolsonaro diz que apenas repassou texto sobre país 'ingovernável'

    SÃO PAULO (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro disse neste sábado que apenas repassou um texto, de autor desconhecido, dizendo que o Brasil é 'ingovernável fora de conchavos' e foi 'sequestrado pelas corporações'.

    Ao ser questionado nesta manhã sobre o que quis dizer com um texto, Bolsonaro afirmou: 'O texto? Pergunta para o autor. Eu apenas passei para meia dúzia de pessoas'.

    A afirmação neste sábado, segundo a Agência Brasil, foi feita após o presidente sair no jardim do Palácio da Alvorada e ir ao portão cumprimentar pouco mais de cem crianças de uma escola pública de Brasília, que faziam turismo cívico pela cidade.

    A ação do presidente foi revelada pelo jornal Estado de S. Paulo e confirmada à Reuters pelo porta-voz da Presidência, general Otávio do Rêgo Barros, através de mensagem.

    O texto circula nas redes sociais há dias e a Reuters encontrou cópias, com autor desconhecido, distribuído em páginas de apoiadores de Bolsonaro no Facebook e em comentários de pelo menos dois blogs, mas todos como tendo sido copiados de outra pessoa.

    'Bastaram cinco meses de um governo atípico, 'sem jeito' com o Congresso e de comunicação amadora para nos mostrar que o Brasil nunca foi, e talvez nunca será, governado de acordo com o interesse dos eleitores', escreveu o autor.

    'Descobrimos que não existe nenhum compromisso de campanha que pode ser cumprido sem que as corporações deem suas bênçãos. Sempre a contragosto.'

    O agenda do governo de Bolsonaro, diz ainda o autor, não seria de interesse de nenhuma das 'corporações' --no que ele inclui empresários, sindicalistas, o Judiciário e o Congresso.

    Bolsonaro compartilhou o texto depois de mais uma semana em que a relação do governo com o Congresso se mostrou mais complicada do que nunca. Fontes ouvidas pela Reuters confirmaram que o governo está em um de seus piores momentos no trato com o Legislativo, depois de algumas derrotas em série. [nL2N22T0V4]

    Sem base e sem conseguir negociar, o Planalto vê por exemplo o risco de caducar a medida provisória da reforma administrativa, que diminuiu o número de ministérios, e está, segundo fontes com conhecimento do assunto, na mão do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para tentar evitar a derrota.

    Segundo o porta-voz da Presidência, além de compartilhar o texto, o presidente enviou um comentário em que diz estar fazendo todo esforço para governar.

    'Os desafios são inúmeros e a mudança na forma de governar não agrada àqueles grupos que no passado se beneficiavam das relações pouco republicanas. Quero contar com a sociedade para juntos revertermos essa situação e colocarmos o país de volta ao trilho do futuro promissor. Que Deus nos ajude!', diz o texto de Bolsonaro.

    (Por Roberto Samora; com reportagem adicional de Lisandra Paraguassu)

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    Bolsonaro compartilha texto anônimo que classifica país como 'ingovernável fora de conchavos'

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro distribuiu para sua lista de contatos na manhã desta sexta-feira um texto, de autor desconhecido, dizendo que o Brasil é 'ingovernável fora de conchavos' e foi 'sequestrado pelas corporações'.

    A ação do presidente foi revelada pelo jornal Estado de S. Paulo e confirmada à Reuters pelo porta-voz da Presidência, general Otávio do Rêgo Barros, através de mensagem.

    O texto circula nas redes sociais há pelo menos três dias e a Reuters encontrou cópias, com autor desconhecido, distribuído em páginas de apoiadores de Bolsonaro no Facebook e em comentários de pelo menos dois blogs, mas todos como tendo sido copiados de outra pessoa.

    'Bastaram 5 meses de um governo atípico, 'sem jeito' com o Congresso e de comunicação amadora para nos mostrar que o Brasil nunca foi, e talvez nunca será, governado de acordo com o interesse dos eleitores', escreveu o autor. 'Descobrimos que não existe nenhum compromisso de campanha que pode ser cumprido sem que as corporações deem suas bênçãos. Sempre a contragosto.'

    O agenda do governo de Bolsonaro, diz ainda o autor, não seria de interesse de nenhuma das 'corporações' - no que ele inclui empresários, sindicalistas, o Judiciário e o Congresso - o 'sequestro' do Estado por esses fica mais evidente.

    'Todos nós sabíamos disso, mas queríamos acreditar que era só um efeito de determinado governo corrupto ou cooptado. Na próxima eleição, tudo poderia mudar. Infelizmente não era isso, não era pontual. Bolsonaro provou que o Brasil, fora desses conchavos, é ingovernável', afirma.

    O autor escreve ainda que o país está 'disfuncional' e que o presidente da República não serve para nada a não ser organizar o governo de modo a responder aos interesses dessas corporações, ou não consegue governar.

    'Bolsonaro não é culpado pela disfuncionalidade, pois não destruiu nada, aliás, até agora não fez nada de fato, não aprovou nada, só tentou e fracassou. Ele é só um óculos com grau certo, para vermos que o rei sempre esteve nu, e é horroroso', encerra.

    Bolsonaro compartilhou o texto depois de mais uma semana em que a relação do governo com o Congresso se mostrou mais complicada do que nunca. Fontes ouvidas pela Reuters confirmaram que o governo está em um de seus piores momentos no trato com o Legislativo, depois de algumas derrotas em série. [nL2N22T0V4]

    Sem base e sem conseguir negociar, o Planalto vê por exemplo o risco de caducar a medida provisória da reforma administrativa, que diminuiu o número de ministérios, e está, segundo as fontes, na mão do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para tentar evitar a derrota.

    Segundo o porta-voz, além de compartilhar o texto, o presidente enviou um comentário em que diz estar fazendo todo esforço para governar.

    'Os desafios são inúmeros e a mudança na forma de governar não agrada àqueles grupos que no passado se beneficiavam das relações pouco republicanas. Quero contar com a sociedade para juntos revertermos essa situação e colocarmos o país de volta ao trilho do futuro promissor. Que Deus nos ajude!', diz o texto de Bolsonaro.

    (Edição de Eduardo Simões)

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    Bolsonaro diz que manifestantes foram usados como massa de manobra por 'bando do Lula livre'

    (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar, nesta sexta-feira, manifestantes que foram às ruas de diversas cidades do país nesta semana para protestar contra o congelamentos de verbas do Ministério da Educação, dizendo que muitos foram usados como massa de manobra de uma campanha pela soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    'Dilma cortou 10 bilhões da Educação e doou 50 bilhões para países amigos (algumas ditaduras). Quem participou dessa última manifestação e não tinha conhecimento disso eu lamento, mas (eles) foram usados como massa de manobra pelo bando do 'Lula livre'', disse Bolsonaro em publicação no Twitter, citando a ex-presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula.

    Bolsonaro já havia afirmado na quarta-feira, dia do protesto que reuniu dezenas de milhares de pessoas em cidades de todos os Estados do país, que os manifestantes eram 'idiotas úteis, uns imbecis, que estão sendo usados como massa de manobra de uma minoria espertalhona que compõe o núcleo de muitas universidades federais do Brasil'.

    Professores, estudantes, sindicalistas e integrantes de movimentos sociais protestaram em manifestações convocadas pela União Nacional dos Estudantes (UNE) depois da divulgação do bloqueio de recursos na área de educação.

    Em uma sequência posterior de tuítes, Bolsonaro defendeu o contingenciamento de gastos promovido pelo governo, dizendo que as alternativas seriam imprimir dinheiro e gerar inflação ou cometer crime de responsabilidade fiscal.

    'Quem finge não entender essa lógica age como um abutre, aguardando ansiosamente pelo mal do Brasil para no fim se alimentar dele', afirmou.

    'Temos trabalhado de modo a conter essas ações, necessárias pela herança dos rombos causados pelo desgoverno do PT, e manter, na medida do possível, a destinação dos recursos para áreas essenciais, mesmo com pouco dinheiro, mas existe uma realidade e não podemos extrapolá-la.'

    O governo anunciou em março um bloqueio de cerca de 30 bilhões de reais para garantir o cumprimento da meta fiscal deste ano, após revisar para baixo as receitas contabilizadas para 2019, esperando menos royalties de petróleo e uma arrecadação mais tímida em função da lenta retomada econômica.

    Um novo contingenciamento está previsto para ser anunciado nos próximos dias.

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    Bolsonaro diz esperar aprovação de MP da reforma administrativa e defende nova Previdência

    (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira que espera que a Medida Provisória 870, que faz a reforma administrativa, seja aprovada pelo Congresso na semana que vem sem alterações e também fez uma defesa da necessidade de reformar a Previdência.

    'Na semana que vem está prevista a votação da Medida Provisória 870, que trata da reestruturação do governo. A gente espera que ela seja aprovada sem alterações. Se tiver, a responsabilidade --não só a responsabilidade como um direito-- é do Parlamento', disse Bolsonaro, que está em Dallas, onde recebeu homenagem da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos.

    'A gente espera que o Coaf siga na Justiça, que nenhum novo ministério seja criado para evitar aumento de despesas. A gente espera que isso aconteça. Agora, o Parlamento é soberano para alterar, ou não, e o que for feito lá nós respeitaremos', disse na transmissão ao vivo que faz semanalmente em rede social.

    A MP 870 tirou o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Economia e colocou sob comando do Ministério da Justiça. A medida também reduziu o número de ministérios.

    O parecer aprovado pela comissão mista que analisou a MP determinou a volta do Coaf para a Economia e o desmembramento do Ministério do Desenvolvimento Regional em duas pastas --Integração Nacional e Cidades.

    A MP precisa ser aprovada pelos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado até o dia 3 de junho, caso contrário perderá validade. Há cinco MPs na frente da 870 na Câmara. Caso a medida caduque, todas as alterações feitas pela MP --como a extinção e fusão de ministérios-- perderá validade.

    OPORTUNIDADE DE OURO

    Na transmissão, Bolsonaro também voltou a defender a reforma da Previdência, medida apontada pela equipe chefiada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, como crucial para equilíbrio das contas públicas e retomada do crescimento da economia e dos investimentos.

    'Dependemos e muito da reforma da Previdência. É uma oportunidade de ouro que temos de realmente mostrar para o mundo e para o Brasil também que queremos responsabilidade em nossas despesas. Não podemos gastar mais do que arrecadamos', disse o presidente, que disse que a economia brasileira está indo mal, como reflexo de coisas erradas feitas no passado.

    (Por Eduardo Simões)

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    Nos EUA, Bolsonaro diz que Brasil quer povo e empresários norte-americanos por perto

    (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira ao ser homenageado em Dallas, nos Estados Unidos, que o 'Brasil de hoje' quer o povo e os empresários norte-americanos por perto e se disse convicto que a relação do Brasil com os EUA resultará em comércio e em novos acordos entre os dois países.

    Bolsonaro recebeu o prêmio de Personalidade do Ano, concedido pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos em Dallas, depois de desistir de ir a Nova York receber a homenagem por causa de críticas a ele feitas pelo prefeito nova-iorquino, Bill de Blasio.

    'O Brasil de hoje é amigo dos Estados Unidos, o Brasil de hoje respeita os Estados Unidos e o Brasil de hoje quer o povo americano e os empresários americanos ao nosso lado', disse o presidente ao receber o prêmio.

    Em seu discurso, Bolsonaro também criticou a imprensa e fez referência às manifestações que levaram dezenas de milhares de pessoas às ruas de cidades de todo o país na quarta-feira contra o bloqueio de verbas do Ministério da Educação.

    'Ontem vimos em algumas capitais de Estados marchas pela educação, como se a educação até o final do ano passado fosse uma maravilha no Brasil. Temos um potencial humano fantástico, mas a esquerda brasileira entrou, infiltrou e tomou não só a imprensa brasileira, mas também em grande parte as universidades e as escolas', acusou.

    Bolsonaro mencionou a situação vivida na Venezuela, mas preferiu dar mais destaque à Argentina, que terá eleições presidenciais em outubro, afirmando que o país vizinho está 'indo para um caminho bastante complicado', numa referência à possibilidade de a ex-presidente argentina Cristina Kirchner vencer a eleição no país.

    O presidente afirmou que viajará em breve à Argentina e disse que buscará 'colaborar com o país', assegurando no entanto que não irá se intrometer em assuntos locais.

    (Por Eduardo Simões, em São Paulo)

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    Declaração de Bolsonaro sobre indicação ao STF foi para me fortalecer, diz Moro

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, afirmou na quarta-feira que a declaração do presidente Jair Bolsonaro de que tinha o compromisso de indicá-lo para a próxima vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) teve como objetivo fortalecê-lo em meio à discussão da retirada do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) da pasta que comanda.

    'Acho que o presidente foi bem intencionado. Eu até mandei uma mensagem para ele: 'ó, presidente, muito obrigado pela lembrança e tal'. Acho que o presidente quis colocar isso para me fortalecer por conta até dos episódios havidos lá em relação ao Coaf', disse Moro em entrevista à GloboNews.

    Na semana passada, numa derrota para Moro e o governo, a comissão mista que analisa a reforma administrativa de Bolsonaro decidiu deslocar o Coaf do Ministério da Justiça para a de Economia. Essa proposta ainda terá de passar pelos plenários da Câmara e do Senado.

    Para Moro, a fala de Bolsonaro não atrapalha o trabalho desenvolvido por ele no ministério porque não assumiu o ministério tendo colocado como condição uma ida futura para o STF. A próxima vaga a ser aberta no Supremo só deve ocorrer no próximo ano, com a aposentadoria compulsória do decano Celso de Mello.

    'Não existe vaga no momento, surgindo a vaga se o meu nome for lembrado 'puxa, ótimo!', se o presidente manter o convite e ele fizer o convite eu vou avaliar se aceito ou não, claro que isso é uma grande honra, mas isso vai acontecer no momento oportuno. Não existe vaga no momento', disse.

    Moro --que ficou conhecido por ser o principal juiz da operação Lava Jato-- disse que seu foco é fazer um bom trabalho à frente do ministério, com a busca de redução de assassinatos e melhoria no combate à corrupção e ao crime organizado. Ele destacou que mantém seu compromisso de não disputar futuramente cargos eletivos.

    O ministro afirmou que não interpreta como uma 'retaliação' de parlamentares a decisão de retirar o Coaf do seu ministério, mas admitiu haver um 'estereótipo' em relação ao seu papel como titular do primeiro escalão do governo em decorrência de sua atuação como magistrado.

    'Existe algo negativo em Brasília, um pouco de estereótipo quanto à minha posição dentro do ministério', disse, acrescentando que às vezes há teorias da conspiração como se o ministro estivesse manipulando investigações sobre determinadas pessoas. 'Isso não existe', afirmou, ao destacar que não há 'marionetes'.

    'O papel do ministro da Justiça não é de um supertira, é um papel estrutural', completou.

    O ministro disse que o Coaf na Justiça seria melhor porque na Economia ele 'tende a ser negligenciado' uma vez que a pasta econômica tem outros focos de preocupações. Moro disse ter iniciado um trabalho de tornar o Coaf --um órgão que faz análise de movimentações financeiras atípicas e que poderiam conter indícios de lavagem de dinheiro-- mais forte e funcional, com o aumento de servidores.

    Ele reconheceu que 'aparentemente' não foi bem sucedido em convencer todos os parlamentares a manter o Coaf na Justiça.

    Moro disse também que trabalha para convencer os parlamentares da necessidade de se aprovar o pacote anticrime encaminhado pelo governo ao Congresso em fevereiro, que patina na tramitação. Ele disse que não controla a pauta do Legislativo e que vai lamentar se não conseguir aprovar o pacote, mas disse ainda ter 'cartas na manga' para desenvolver o trabalho.

    'A agenda do Ministério da Justiça e Segurança Pública não depende exclusivamente do pacote. Claro que, se nós o aprovarmos, poderemos fazer melhor porque daremos instrumentos para a polícia, a Justiça contra corrupção, organização criminosa e crimes violentos', disse. 'Eu consigo fazer a minha agenda independentemente dele.'

    PROTESTOS

    Sobre as manifestações que tomaram ruas no país na quarta-feira, o ministro avaliou que, em algumas circunstâncias, houve 'manipulação político-partidária'. Segundo ele, em vez de questionarem apenas o bloqueio de verbas do Ministério da Educação para as universidades públicas, houve atuação de dirigentes partidários de oposição e gritos de 'Lula Livre'.

    O ministro evitou comentar as declarações de Bolsonaro que chamou os protestantes de 'idiotas úteis'. Ele também se esquivou de falar sobre a situação do filho do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), que teve seus sigilos bancário e fiscal quebrado pela Justiça do Rio de Janeiro.

    'Não cuido de casos concretos específicos. Não sou advogado de ninguém. Não me cabe ficar respondendo questões desse tipo', disse.

    O ministro também comentou sobre o decreto que ampliou as possibilidades para o porte de armas editado na semana passada por Bolsonaro. Segundo ele, se houver alguma ilegalidade o STF ou o Congresso vão tomar uma decisão. Moro disse que o texto foi elaborado pelo Palácio do Planalto e contou com contribuições da pasta da Justiça.

    Na entrevista, Moro afirmou que o próprio presidente disse que o decreto não é uma política de segurança pública,  mas atende a uma promessa de campanha dele. Ele disse que Bolsonaro tem se mostrado 'muito zeloso' e não apresentaria uma norma como essa sem considerar que ela fosse legal.

    (Por Ricardo Brito)

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    Bolsonaro diz que governo vai 'desburocratizar' normas de saúde e segurança do trabalho

    Por Eduardo Simões

    (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira que o governo federal vai rever normas de segurança do trabalho para 'desburocratizar' o setor e entre as normas a serem reavaliadas está a que trata da utilização de maquinários.

    'Governo federal moderniza as normas de saúde, simplificando, desburocratizando, dando agilidade ao processo de utilização de maquinários, atendimento à população e geração de empregos', escreveu Bolsonaro em sua conta no Twitter juntamente com um trecho de uma nota publicada pelo Ministério da Economia sobre a 'simplificação' das normas.

    De acordo com a nota da pasta, as Notas Regulamentadoras (NRs) de segurança e saúde no trabalho passarão por um amplo processo de 'modernização'. Segundo o secretário especial de Trabalho e Previdência do ministério, Rogério Marinho, a revisão de todas as NRs existentes será feita com foco na desregulamentação e simplificação.

    “Hoje, há custos absurdos em função de uma normatização absolutamente bizantina, anacrônica e hostil”, disse Marinho, segundo a pasta.

    A nota, publicada no site do ministério na quinta-feira da semana passada, afirma que 'a primeira norma a ser revista será a NR-12, que trata da regulamentação de maquinário, abrangendo desde padarias até fornos siderúrgicos'. A estimativa da pasta é que o resultado desta revisão seja entregue no mês que vem.

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    Governo vai corrigir tabela do IR pela inflação, diz Bolsonaro à rádio Bandeirantes

    SÃO PAULO (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro prometeu neste domingo em entrevista à Rádio Bandeirantes corrigir a tabela do Imposto de Renda pela inflação neste ano e afirmou que vai indicar o ministro da Justiça, Sergio Moro, para a próxima vaga no Supremo Tribunal Federal, que deve se abrir em 2020 com a aposentadoria do ministro Celso de Mello.

    Em entrevista de pouco mais de uma hora em que tratou de diversos assuntos, Bolsonaro afirmou que deu orientação ao ministro da Economia, Paulo Guedes, para que o governo faça a correção da tabela do IR.

    'Falei para o Paulo Guedes que, no mínimo, neste ano, tem que corrigir de acordo com a inflação a tabela para o ano que vem. Isso é orientação que dei para ele, quero que ele cumpra. Pelo menos corrigir pela inflação, isso com toda a certeza vai sair', disse Bolsonaro à rádio.

    Ainda na área de impostos, Bolsonaro afirmou que o governo 'vai tentar' fazer a reforma tributária, mas acrescentou que está falando 'para o pessoal não entrar muito fundo, porque quando querem entrar para resolver fica aquela história de remendo novo em calça velha, não vai dar certo'.

    'Devagar, aos pouquinhos, dá pra resolver muita coisa.'

    Além da tributária, Bolsonaro afirmou que espera que o Congresso dê o apoio necessário para aprovação da reforma da Previdência, que, segundo ele, é como uma 'vacina que precisa ser feita para evitar problema lá na frente'.

    Diante das dificuldades enfrentadas pelo governo em algumas votações e da necessidade de amplo apoio para a aprovação da reforma previdenciária --por ser uma Proposta de Emenda à Constituição, ela precisa do apoio de pelo menos 308 dos 513 deputados e 49 dos 81 senadores--, Bolsonaro justificou a ausência de uma base governista no Congresso.

    Segundo ele, o Planalto não está formando uma base aliada para facilitar aprovação das medidas uma vez que as bases formadas pelos últimos governos foram marcadas por trocas de favores entre Executivo e Legislativo.

    'Eu quero que me expliquem como eu formaria essa base... Essa forma de fazer política não deu certo. Queremos evitar isso. No momento, o ministério formado por nós tem as portas abertas para todos os parlamentares', disse Bolsonaro.

    MORO E ARMAS

    Na entrevista, Bolsonaro voltou a dizer que vai indicar o ministro Sergio Moro para a próxima vaga que deve ser aberta em novembro de 2020 no STF, com a aposentadoria de Celso de Mello. Ele afirmou que 'tem um compromisso com Moro'.

    'Ele abriu mão de 22 anos de magistratura. A primeira vaga que se abrirá estará a sua disposição. Obviamente terá que passar por uma sabatina técnico-política no Senado, eu sei que não lhe falta competência para ser aprovado. Vou honrar esse compromisso com ele e caso ele queira ir para lá será um grande aliado, não do governo, mas do Brasil.'

    Bolsonaro também disse à Bandeirantes que fará um pronunciamento ao país na próxima terça-feira sobre o decreto que assinou na semana passada e que permite importação de armamentos e flexibiliza o porte de armas e amplia a aquisição de munições pela população.

    Segundo o presidente, o pronunciamento terá cerca de 8 minutos, 'um pouquinho longo'.

    'Sou escravo do povo. Quem tem que dar o norte é o povo. No referendo de 2005, o povo falou que queria esse comércio de arma de fogo e munição no Brasil', afirmou Bolsonaro. 'Ninguém que tenha uma arma de fogo vai querer usá-la para o mal.'

    Ele comparou o decreto à situação de quem quer tirar carteira de motorista no país, que precisa atualmente passar por uma série de provas e exames para conseguir o documento, algo que na visão do presidente encarece o processo.

    'O registro das armas, que era de cinco anos, passamos para dez. Como queremos passar também a validade da carteira de motorista de cinco para dez anos.'

    'Quem não quiser ter arma que não tenha... Se um cara entrar na minha casa... se entrar na minha casa tem que levar chumbo mesmo', disse o presidente.

    PETROBRAS E ÁLCOOL

    O presidente voltou a afirmar que não é responsável pelos preços praticados pela Petrobras sobre os combustíveis, apesar de ter interferido em meados de abril, evitando que a estatal reajustasse em 5,7 por cento o preço do diesel.

    Ele comentou que uma das ideias do governo é permitir que o usineiro venda etanol diretamente para os postos de combustíveis, em vez de revender para distribuidores. 'Achamos que isso vai diminuir em média, 20 centavos o litro do álcool porque você começa a fazer uma concorrência com a gasolina.'

    Bolsonaro, porém, não comentou quando a ideia poderia ser implementada ou de que forma.

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