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    Bolsonaro diz que Paulo Guedes não é só um 'cartão de visita'

    SÃO PAULO (Reuters) - O pré-candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, disse nesta segunda-feira que a escolha do economista Paulo Guedes para assessorá-lo não foi apenas para “cartão de visita”, procurando reforçar o discurso liberal que vem adotando em questões econômicas.

    “Nem ele aceitaria isso. É o meu consultor no momento”, garantiu Bolsonaro durante apresentação em evento de presidenciáveis organizado pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), em São Paulo.

    Ele também defendeu que a Petrobras tenha uma política de mercado para os preços dos combustíveis, mas criticou o monopólio da estatal. Bolsonaro também apontou a necessidade de um preço mínimo para o frete, ao mesmo tempo que criticou o tabelamento.

    O presidenciável aproveitou para voltar a criticar as aquisições chinesas no Brasil, especialmente de terras, e afirmou que a segurança alimentar do país está em risco.

    “Não podemos abrir as nossas terras agricultáveis”, disse. “A China está comprando o Brasil.”

    LULA

    Líder das pesquisas de intenção de voto nos cenários sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Bolsonaro disse que seria um “esculacho” se a 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal aceitar um recurso da defesa e decidir soltar o petista.

    O ex-presidente está preso há mais de dois meses cumprindo pena pela condenação por corrupção e lavagem de dinheiro no caso de tríplex do Guarujá (SP). Lula, que alega inocência e diz ser alvo de perseguição política, deve ter sua candidatura impedida devido à Lei da Ficha Limpa.

    Sem perder a chance de criticar os governos petistas, Bolsonaro disse que a ex-presidente Dilma Rousseff tinha “rascunhado” a decretação de estado de defesa na época de seu impeachment, mas recuou após ser informada de que não teria apoio do Exército para a medida.

    “A senhora Dilma Rousseff tinha rascunhado o decreto de estado de defesa, quando recebeu o input do senhor Aldo Rebelo, do Partido Comunista Brasileiro (sic), que era ministro da Defesa, que o comandante do Exército não acolheria aquela forma de interferir , disse o presidenciável do PSL. Aldo, na época, era filiado ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e não ao Partido Comunista Brasileiro (PCB).

    Também participante do evento, presidenciável do Solidariedade, Aldo disse que Bolsonaro recebeu uma informação errada.

    Em entrevista à revista Veja em abril, o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, disse que a instituição chegou a ser sondada por políticos de esquerda, mas rejeitou a hipótese de apoiar a decretação de estado de defesa naquele momento.

    Sem citar na entrevista quem seriam esses políticos, Villas Bôas disse que as Forças Armadas ficaram “alarmadas” com a perspectiva de serem empregadas para “conter as manifestações que ocorriam contra o governo”.

    “Nós temos uma assessoria parlamentar no Congresso que defende nossos interesses, nossos projetos. Esse nosso pessoal foi sondado por políticos de esquerda sobre como nós receberíamos uma decretação do estado de defesa”, disse o general na entrevista.

    O artigo 136 da Constituição diz que o presidente da República pode, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, decretar estado de defesa para preservar ou prontamente restabelecer, em locais restritos e determinados, a ordem pública ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza .

    (Reportagem de Eduardo Simões)

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    Bolsonaro diz que vai 'partir para o liberalismo' e terá base de 300 deputados

    BRASÍLIA (Reuters) - O pré-candidato do PSL à Presidência da República, deputado Jair Bolsonaro (RJ), disse nesta quarta-feira que, se eleito, vai partir para o liberalismo como saída para a melhora da economia brasileira e destacou que terá uma base parlamentar de 300 deputados, só não querendo contar com partidos que ele considera de extrema-esquerda , como PT e PSOL.

    O caminho para o Brasil buscar uma saída na parte econômica é partir para o liberalismo , disse o deputado, em entrevista ao jornal Gazeta do Povo, do Paraná.

    O presideniciável afirmou que é preciso avaliar o papel de empresas estratégicas, se devem ser privatizadas ou não. Ele disse, entretanto, já ter se reunido com a bancada ruralista e dito o país não pode abrir mão da segurança alimentar caso permita a venda de terras brasileiras para estrangeiros.

    Líder nas pesquisas de intenção de voto ao Palácio do Planalto em cenários sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Bolsonaro afirmou que vai defender uma agenda de desburocratização e desregulamentação da economia. Ele chegou até a defender, sem dar detalhes, uma nova mexida na CLT para estimular a geração de empregos.

    Em seu sétimo mandato na Câmara, o pré-candidato do PSL afirmou que pretende ter uma superbancada independente. Segundo ele, já conta com o apoio de 60 deputados, mas disse que poderá garantir votos de cerca de 300 deputados na Câmara sem precisar de se valer da tradicional política do toma lá, da cá.

    A gente vai ter uns 300 aqui que não serão picaretas como disse o Lula no passado, muito pelo contrário , disse. Acredito (que teremos todo esse apoio), você tem que ter uma bancada grande aqui até para aprovar emenda a constitucional.

    Questionado sobre a barganha de recursos do Congresso com o Executivo, o pré-candidato disse que os deputados sabem que não dá para agir desta forma, que o Brasil vai quebrar e quebrando todo mundo vai sofrer .

    MILITARES

    Capitão da reserva, Bolsonaro afirmou que, na composição do seu ministério, um terço das pastas ficará nas mãos dos militares. Ele disse que a possibilidade de corrupção de pessoas vinda das Forças Armadas é menor.

    O risco é menor, nao é risco zero , disse, ao justificar que esse é seu círculo de amizades. Ele ressalvou, no entanto, que as escolhas dos ministros será por serem competentes.

    O deputado afirmou que o país não teve uma ditadura militar no período de 1964 e 1985, disse que foi um momento muito bom para a população e que os parlamentares, naquela época, tinham prestígio com os militares.

    Na semana passada, em entrevista à Reuters, o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), um dos coordenadores da pré-campanha de Bolsonaro, disse que número de ministérios, em caso de vitória, seria cortado pela metade.

    CASO MARIELLE

    Bolsonaro disse que a morte da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ), que ocorreu há três meses, deverá ser mais um sem solução. Para ele, no momento, não há evidências da participação de policiais no assassinato.

    Não justifica a onda toda dizendo que foi um policial , disse, ao citar a morte dela é como a de um cidadão qualquer e que todo dia, no Brasil, morrem policiais.

    O deputado disse que preferiu não se manifestar sobre o assassinato de Marielle quando ocorreu porque qualquer coisa que falasse na época poderia depor contra ele.

    Na entrevista, Bolsonaro disse que preferia não comentar as declarações de Ciro Gomes feitas na semana passada. Na ocasião, o pré-candidato do PDT disse que era preciso extirpar o câncer, numa referência a impedir a vitória do presidenciável do PSL.

    Não vou baixar o nível , disse, ao falar que Ciro tem de continuar a jornada dele.

    (Por Ricardo Brito)

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