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    Bolsonaro diz que equipe será enviada à Espanha para interrogar militar preso

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    Presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia no Palácio do Planalto 24/06/2019 REUTERS/Adriano Machado

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    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira, após participar de um almoço no Ministério da Defesa com a presença de integrantes da cúpula das Forças Armadas, que uma equipe brasileira irá à Espanha para interrogar o sargento da Força Aérea Brasileira que foi preso na semana passada em Sevilha, na Espanha, portando 39kg de cocaína em um avião da FAB.

    'Esse assunto foi tratado, comandante (Antonio Carlos) Bermudez (comandante da Aeronáutica) instaurou IPM, outras investigações estão sendo feitas, estamos fornecendo informações à Polícia da Espanha. Ele (comandante) pretende o mais breve possível enviar uma equipe nossa para ouvir o sargento lá', disse.

    O sargento, que atuava como comissário de bordo de uma aeronave de apoio à comitiva que levou Bolsonaro ao Japão para a reunião do G20, foi preso com a droga no aeroporto de Sevilha, onde inicialmente o presidente faria uma escala. Após a prisão do sargento, a escala foi alterada para Lisboa.

    Segundo Bolsonaro, Bermudez quer esclarecer o fato porque há uma suspeita de que não seria a primeira vez que o militar tenha se envolvido com drogas 'tendo em vista a quantidade'. Ele destacou que as investigações que teve acesso 'estão indo a contento e a velocidade que o fato merece'.

    Bolsonaro disse ser 'normal' que uma equipe brasileira responsável pelas investigações vá a Espanha interrogá-lo. O militar é alvo de apurações de autoridades brasileiras e espanholas.

    (Reportagem de Ricardo Brito)

    Escrito por Reuters

    Vulcão Nyiragongo: Crianças esperam reencontrar famílias

    Transcrito: 
    Centenas de milhares de pessoas fugiram após a erupção do vulcão Nyiragongo. Naomi perdeu de vista a família no meio do caos. Ela jamais esquecerá o momento em que o céu ficou vermelho.
     
    Naomi (criança deslocada): ”Disse à minha mãe: ’Olha, mãe, o vulcão entrou em erupção.’ Nós saímos e muitos estavam a fugir. Foi aí que nos perdemos uns dos outros. Eu estava apavorada. Estava a tremer. Não conseguia sequer correr para casa.”
     
    Muitas das 400 mil pessoas que fugiram vieram para a cidade de Sake. De acordo com a ONU, há quase mil crianças desaparecidas. Bahati Batitsie trabalha como voluntário para a Cruz Vermelha. Ate agora, ele e os colegas conseguiram encontrar as famílias de 700 crianças. Bahati tem 6 filhos e acolhe outras 3 crianças. São muitas bocas para alimentar.
     
    Bahati Batitsie Fidel (Voluntário da Cruz Vermelha): “Eu sacrifico o pouco que tenho, o que Deus me deu. É assim que alimento as crianças, mas é uma luta.”
     
    Muitas pessoas estão desesperadas. Bebem a água do lago que pode causar cólera. A equipe humanitária tenta oferecer o básico, como farinha.
     
    Bahati Batitsie Fidel (Voluntário da Cruz Vermelha): “As condições de vida são muito más. Não há comida nos mercados. Pessoalmente, não estou a ganhar nada, sou pobre.”
     
    Naomi acha que sabe onde podem estar os seus pais. Mas esse sítio fica longe e o transporte é caro.
     
    Naomi (criança deslocada): ”Depois de encontrar a minha mãe e o meu pai, gostaria de me mudar para cá, porque gosto de aqui estar."

    A brincar sobre a lava de uma antiga erupção. As crianças esperam rever as suas famílias em breve. 
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