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    Bolsonaro vai acabar com células terroristas instaladas no Brasil, diz Bebianno

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    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O presidente do PSL, Gustavo Bebianno, disse nesta terça-feira que o presidenciável do partido, Jair Bolsonaro, vai acabar com as células terroristas que se instalaram no Brasil, caso seja eleito, e frisou que as ameaças que o capitão da reserva vem recebendo se devem a sua determinação de combater o crime organizado.

    “Há uma ameaça (contra Bolsonaro) porque o candidato Jair Bolsonaro representa uma ruptura, um ponto final com a criminalidade, com esse estado de coisas que se instalou no Brasil, células terroristas que hoje já estão instaladas. Essa é uma realidade”, disse Bebianno a jornalistas.

    O presidente do PSL reiterou que o ataque a faca contra Bolsonaro em Juiz de Fora (MG) ocorreu por encomenda da facção criminosa PCC.

    “Todos os dias recebemos informes, em relação ao PCC, há uma investigação que está senso feita. Há fortes indícios. A investigação corre em sigilo. O pouco de informações que nós temos já são informações suficientes para que haja um cuidado redobrado”, disse.

    Segundo Bebianno, por conta do atentado e ameaças, a segurança de Bolsonaro 'está reforçada'.

    Na semana passada, o presidente do PSL já havia dito que tivera acesso ao inquérito sobre o atentado contra Bolsonaro e que ele mostrava 'fortes indícios de participação do PCC'. [nL2N1WZ1YZ]

    Bolsonaro lidera com folga as pesquisas de intenção de voto contra o petista Fernando Haddad. O segundo turno da eleição ocorre no próximo domingo.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

    Escrito por Thomson Reuters

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    ESPECIAL-O homem por trás da busca por curas milagrosas da Covid-19 no Brasil

    Por Gabriel Stargardter

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro, falando no mês passado em um vídeo nas redes sociais, defendeu o mais recente de uma série de remédios não convencionais que, segundo ele, podem aliviar a pandemia de Covid-19 no país.Bolsonaro --um cético em relação às vacinas e defensor de tratamentos desacreditados contra a Covid-19 como a hidroxicloroquina-- disse na ocasião que este novo remédio, a Proxalutamida, ficaria em breve 'disponível para todo o Brasil'. Ele convidou uma autoridade pouco conhecida do Ministério da Saúde, o secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos, Hélio Angotti, para falar mais sobre a promessa. Angotti, um oftalmologista sem experiência epidemiológica, citou um estudo nacional sobre a Proxalutamida que mostra uma queda de 92% no risco de mortalidade entre pacientes hospitalizados com Covid-19. Foi uma afirmação categórica para um momento em que há uma batalha ao redor do mundo para encontrar tratamentos efetivos contra o coronavírus. Ele disse que tentaria 'entregá-la à população brasileira o mais rápido possível'. No entanto, o estudo, cujo co-autor é um consultor contratado por Angotti, não foi revisado por outros cientistas e sequer foi publicado, além de uma apresentação superficial dos resultados divulgada pelos autores em uma entrevista coletiva em março. O remédio não tem aprovação regulatória e não está disponível para venda. Alexandre Cavalcanti, diretor do Instituto de Pesquisa Hcor, em São Paulo, expressou dúvidas em relação ao estudo e disse que a suposta efetividade citada por Angotti é inacreditavelmete alta e muito superior à de outros tratamentos contra a doença. 'Eu não acredito', disse Cavalcanti, que foi co-autor de um grande estudo, publicado ano passado no New England Journal of Medicine, que descobriu que a hidroxicloroquina é essencialmente inútil no combate à Covid-19. Para efeito de comparação, Cavalcanti citou um esteroide geralmente usado, a Dexametasona, que, segundo um teste clínico, reduz mortes em até um terço em pacientes com casos graves de Covid-19. A empresa de biotecnologia chinesa que fabrica a Proxalutamida, a Kintor Pharmaceutical Limited, viu suas ações dispararem ao divulgar o estudo brasileiro e relatar outros progressos. A aparição de Angotti ao lado de Bolsonaro foi o mais recente sinal de sua crescente influência em meio a uma pandemia que matou cerca de 430.000 brasileiros.

    25 min

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