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    China diz que Trump errou ao ligar acordo comercial a desaceleração econômica

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    Presidente dos EUA, Donald Trump, durante reunião com vice-premiê chinês, Liu He, no Salão Oval da Casa Branca 04/04/2019 REUTERS/Jonathan Ernst

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    Por Ben Blanchard

    PEQUIM (Reuters) - A China rejeitou nesta terça-feira a sugestão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que Pequim precisa de um acordo comercial com os EUA porque sua economia está desacelerando, dizendo que isso é 'totalmente falso' e que ambos os países querem um acordo.

    Trump, em uma publicação no Twitter na segunda-feira, usou a desaceleração do crescimento econômico da China como evidência de que as tarifas dos EUA estão tendo 'um grande efeito' e alertou que os EUA podem ampliar a pressão.

    Dados oficiais mostraram que a expansão econômica da China desacelerou a 6,2% no segundo trimestre, ritmo anual mais lento em ao menos 27 anos. No primeiro semestre, a economia cresceu 6,3% sobre o ano anterior.

    O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Geng Shuang, disse que o ritmo da economia no primeiro semestre não foi 'um desempenho ruim' considerando a incerteza global e a desaceleração do crescimento mundial, e em linha com as expectativas.

    O crescimento constante da China é bom para o mundo e também para os EUA, disse Geng em entrevista à imprensa.

    'Quanto ao que os EUA chamaram de 'como a economia da China está desacelerando a China espera urgentemente chegar a um acordo com o lado norte-americano', isso é totalmente falso', acrescentou.

    Tanto a China quanto os EUA querem chegar a um acordo comercial, não apenas a China, disse Geng.

    Escrito por Reuters

    Vulcão Nyiragongo: Crianças esperam reencontrar famílias

    Transcrito: 
    Centenas de milhares de pessoas fugiram após a erupção do vulcão Nyiragongo. Naomi perdeu de vista a família no meio do caos. Ela jamais esquecerá o momento em que o céu ficou vermelho.
     
    Naomi (criança deslocada): ”Disse à minha mãe: ’Olha, mãe, o vulcão entrou em erupção.’ Nós saímos e muitos estavam a fugir. Foi aí que nos perdemos uns dos outros. Eu estava apavorada. Estava a tremer. Não conseguia sequer correr para casa.”
     
    Muitas das 400 mil pessoas que fugiram vieram para a cidade de Sake. De acordo com a ONU, há quase mil crianças desaparecidas. Bahati Batitsie trabalha como voluntário para a Cruz Vermelha. Ate agora, ele e os colegas conseguiram encontrar as famílias de 700 crianças. Bahati tem 6 filhos e acolhe outras 3 crianças. São muitas bocas para alimentar.
     
    Bahati Batitsie Fidel (Voluntário da Cruz Vermelha): “Eu sacrifico o pouco que tenho, o que Deus me deu. É assim que alimento as crianças, mas é uma luta.”
     
    Muitas pessoas estão desesperadas. Bebem a água do lago que pode causar cólera. A equipe humanitária tenta oferecer o básico, como farinha.
     
    Bahati Batitsie Fidel (Voluntário da Cruz Vermelha): “As condições de vida são muito más. Não há comida nos mercados. Pessoalmente, não estou a ganhar nada, sou pobre.”
     
    Naomi acha que sabe onde podem estar os seus pais. Mas esse sítio fica longe e o transporte é caro.
     
    Naomi (criança deslocada): ”Depois de encontrar a minha mãe e o meu pai, gostaria de me mudar para cá, porque gosto de aqui estar."

    A brincar sobre a lava de uma antiga erupção. As crianças esperam rever as suas famílias em breve. 
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