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    China vai fortalecer política econômica e reduzir juros de empréstimos, diz presidente do BC

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    Sede do Banco do Povo da China, em Pequim 28/09/2019 REUTERS/Jason Lee

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    PEQUIM (Reuters) - A China vai fortalecer sua política econômica e continuará com os esforços para reduzir os juros de empréstimos, disse o presidente do banco central, Yi Gang, reforçando as expectativas de mais medidas de apoio para reanimar a economia afetada pela pandemia de coronavírus.

    Yi, em entrevista publicada pelo banco central nesta terça-feira, disse que os fundamentos econômicos da China não mudaram apesar das muitas incertezas e reiterou que sua postura atual sobre a política monetária será mais flexível.

    O Banco do Povo da China usará várias ferramentas de política monetária para manter a liquidez suficiente, e manterá a taxa de crescimento de oferta de dinheiro M2 e o financiamento social significativamente mais altos do que no ano passado, completou Yi.

    Desde o surto do vírus, as medidas do banco central, incluindo cortes na taxa de compulsório, reempréstimos e instrumentos de redesconto, alcançaram 5,9 trilhões de iuanes (827,63 bilhões de dólares), disse ele.

    O banco central informou na segunda-feira que havia cortado o compulsório de bancos grandes para 11%.

    A economia da China encolheu 6,8% no primeiro trimestre, primeira contração trimestral em décadas, devido aos impactos do coronavírus, e analistas dizem que pode levar meses para que a atividade volte aos níveis pré-crise.

    A China ajudará os bancos, especialmente os de porte pequeno e médio, a reabastecer o capital através de vários canais, além de ajudar a melhorar sua capacidade de lidar com a inadimplência, acrescentou.

    O banco central vai ainda aprofundar a reforma da taxa primária de empréstimo (LPR), a taxa de empréstimo referencial, para ajudar a reduzir os juros reais de empréstimo, e também vai unificar a taxa de depósito referencial, as taxas de empréstimo e as taxas de juros do mercado, disse ele.

    (Reportagem de Colin Qian, Se Young Lee e Kevin Yao)

    Escrito por Reuters

    Vulcão Nyiragongo: Crianças esperam reencontrar famílias

    Transcrito: 
    Centenas de milhares de pessoas fugiram após a erupção do vulcão Nyiragongo. Naomi perdeu de vista a família no meio do caos. Ela jamais esquecerá o momento em que o céu ficou vermelho.
     
    Naomi (criança deslocada): ”Disse à minha mãe: ’Olha, mãe, o vulcão entrou em erupção.’ Nós saímos e muitos estavam a fugir. Foi aí que nos perdemos uns dos outros. Eu estava apavorada. Estava a tremer. Não conseguia sequer correr para casa.”
     
    Muitas das 400 mil pessoas que fugiram vieram para a cidade de Sake. De acordo com a ONU, há quase mil crianças desaparecidas. Bahati Batitsie trabalha como voluntário para a Cruz Vermelha. Ate agora, ele e os colegas conseguiram encontrar as famílias de 700 crianças. Bahati tem 6 filhos e acolhe outras 3 crianças. São muitas bocas para alimentar.
     
    Bahati Batitsie Fidel (Voluntário da Cruz Vermelha): “Eu sacrifico o pouco que tenho, o que Deus me deu. É assim que alimento as crianças, mas é uma luta.”
     
    Muitas pessoas estão desesperadas. Bebem a água do lago que pode causar cólera. A equipe humanitária tenta oferecer o básico, como farinha.
     
    Bahati Batitsie Fidel (Voluntário da Cruz Vermelha): “As condições de vida são muito más. Não há comida nos mercados. Pessoalmente, não estou a ganhar nada, sou pobre.”
     
    Naomi acha que sabe onde podem estar os seus pais. Mas esse sítio fica longe e o transporte é caro.
     
    Naomi (criança deslocada): ”Depois de encontrar a minha mãe e o meu pai, gostaria de me mudar para cá, porque gosto de aqui estar."

    A brincar sobre a lava de uma antiga erupção. As crianças esperam rever as suas famílias em breve. 
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