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    Foco está diretamente em Trump com aproximação de prazo para tarifas em guerra comercial EUA-China

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    Donald Trump, presidente dos EUA, durante cúpula do G7 em Biarritz 26/08/2016 REUTERS/Christian Hartmann

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    Por Jeff Mason e Heather Timmons

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem alguns dias para decidir se deve impor tarifas sobre quase 160 bilhões de dólares em bens de consumo chineses apenas algumas semanas antes do Natal, uma medida que pode ser mal recebida nos Estados Unidos e na China.

    Os principais assessores econômicos e comerciais da Casa Branca -- incluindo o representante comercial Robert Lighthizer, Larry Kudlow, Peter Navarro e o secretário do Tesouro Steven Mnuchin -- deverão se reunir nos próximos dias com Trump sobre essa decisão, disse uma fonte informada sobre a situação. Ainda não há clareza sobre qual será a decisão.

    Washington está preparando as bases para um adiamento para as tarifas mais recentes, programadas para entrarem em vigor em 15 de dezembro, mas uma decisão final não foi tomada, disse a pessoa à Reuters.

    Se a Casa Branca permitir que as tarifas de 15 de dezembro entrem em vigor, as negociações entre EUA e China provavelmente estarão encerradas pelo restante do mandato do presidente Trump, disse a fonte.

    Do jeito que as tarifas foram escritas, o governo Trump tem que agir, ou elas entrarão automaticamente em vigor, disseram especialistas em comércio.

    'A menos que o (representante de Comércio dos EUA) emita um aviso de modificação para essas tarifas, elas entrarão em vigor no dia 15 de dezembro, conforme programado', disse Tami Overby, diretor sênior da McLarty Associates.

    Kudlow, diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca, disse na terça-feira que nenhuma decisão foi tomada.

    A Casa Branca está deliberando há semanas se deve ou não impor as tarifas, e disse no início de novembro que elas provavelmente seriam evitadas se a 'fase um' de um acordo fosse alcançada.

    Pequim alertou que vai retaliar se os Estados Unidos agravarem a disputa comercial.

    Os dois lados ainda não chegaram a um acordo sobre partes cruciais do pacto. Isso inclui a quantidade de produtos agrícolas norte-americanos que Pequim concordaria em comprar e quando os EUA reverteriam outras tarifas impostas a produtos chineses, disseram fontes informadas sobre as negociações.

    Os bens que seriam afetados pelas tarifas de 15 de dezembro incluem produtos industriais como pesticidas e outros produtos químicos, mas também um monte de itens de consumo que têm alta demanda nos feriados de Natal e Ano Novo, de acordo com uma análise feita pela Reuters da lista de tarifas anunciada em agosto.

    Os produtos afetados incluem utensílios de mesa plásticos, bolsas, álbuns de fotos, roupões de lã, pijamas de seda, toca-discos e relógios de pulso com jóias.

    Embora a maioria dos produtos que os norte-americanos comprarão antes do Natal já tenha sido enviada muito antes, os varejistas poderiam adicionar aumentos de preços oportunistas, disseram especialistas em comércio.

    'Trump não quer fazer isso logo antes do Natal. A ótica seria terrível', disse à Reuters em novembro William Reinsch, ex-funcionário sênior de comércio dos Estados Unidos e especialista em comércio no Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais.

    Escrito por Reuters

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