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Fontes afirmam que secretário da Marinha dos EUA foi demitido

Fontes afirmam que secretário da Marinha dos EUA foi demitido

Reuters

22/04/2026

Placeholder - loading - O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, e o secretário da Marinha, John Phelan, em Mar-a-lago em Palm Beach, Flórida, EUA 22 de dezembro de 2025 REUTERS/Jessica Koscielniak
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, e o secretário da Marinha, John Phelan, em Mar-a-lago em Palm Beach, Flórida, EUA 22 de dezembro de 2025 REUTERS/Jessica Koscielniak

Por Phil Stewart

WASHINGTON, 22 Abr (Reuters) - O ​secretário da Marinha dos Estados Unidos, John Phelan, foi demitido, disseram uma autoridade dos EUA e uma pessoa familiarizada com o assunto nesta quarta-feira, em outra reestruturação do Pentágono em tempos de guerra, apenas algumas semanas após o secretário de Defesa, Pete Hegseth, destituir o principal general do Exército.

O Pentágono anunciou a saída de Phelan em uma breve declaração, dizendo que ele deixa a administração 'com efeito imediato' ⁠sem ⁠fornecer o motivo e sem ​especificar se ‌a decisão de sair partiu do secretário.

A Reuters foi a primeira a reportar a demissão.

As fontes disseram sob condição de anonimato que Phelan foi demitido, em parte, porque estaria sendo ⁠muito lento na implementação de reformas para acelerar a construção ​de navios e porque havia se desentendido com os principais ​líderes do Pentágono.

Uma fonte citou relacionamentos ‌ruins com Hegseth, ​com o ⁠vice de Hegseth, Steve Feinberg, e com o segundo civil da Marinha, Hung Cao, que, segundo o Pentágono, assumirá interinamente o cargo de secretário ​da Marinha.

A fonte também citou uma investigação ética no escritório de Phelan.

Bilionário visto como detentor de laços estreitos com o presidente Donald Trump, Phelan é o primeiro secretário de serviço escolhido pelo ​governo a ser demitido desde o retorno do republicano ao cargo, no ano passado.

A saída do secretário se enquadra em um contexto mais amplo de turbulência em todos os níveis de liderança no Pentágono e ocorre em meio a um tenso cessar-fogo com o Irã, enquanto os EUA enviam mais recursos navais para o Oriente Médio.

O ​Exército dos EUA conta com recursos navais para manter o bloqueio ‌ao Irã, estratégia utilizada por Trump ⁠na tentativa de pressionar Teerã a negociar o fim do conflito em seus termos.

A Marinha enfrenta intensa pressão para expandir ⁠sua frota. A indústria naval da China ⁠supera em muito a dos ⁠EUA, outrora uma ⁠potência ​global.

(Reportagem de Phil Stewart; reportagens adicionais de Steve Holland e Jasper Ward)

Reuters

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