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Governo prepara aporte de até R$2 bi no FGI e flexibilização de regras para ampliar crédito a empresas

Governo prepara aporte de até R$2 bi no FGI e flexibilização de regras para ampliar crédito a empresas

Reuters

08/04/2026

Placeholder - loading - Logotipo do BNDES retratado do lado de fora do prédio no Rio de Janeiro, Brasil, em 6 de setembro de 2017. REUTERS/Pilar Olivares
Logotipo do BNDES retratado do lado de fora do prédio no Rio de Janeiro, Brasil, em 6 de setembro de 2017. REUTERS/Pilar Olivares

BRASÍLIA, 8 Abr (Reuters) - O ​governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva avalia fazer um aporte de até R$2 bilhões no Fundo Garantidor para Investimentos (FGI) e flexibilizar regras para ampliar concessões de crédito a empresas e estimular renegociações de débitos, conforme apresentação vista pela Reuters e uma fonte com conhecimento direto do assunto.

A iniciativa, ⁠que ⁠deve ser anunciada em conjunto ​com ‌o plano mais amplo do governo para combate ao endividamento de famílias e empresas, será operacionalizada por meio do Programa Emergencial ⁠de Acesso a Crédito (Peac), do Banco Nacional de ​Desenvolvimento Econômico e Social, criado durante a pandemia ​de Covid-19.

A ideia é ampliar ‌o acesso ​a crédito ⁠com garantia da União para micro, pequenas e médias empresas, com faturamento anual de até R$300 milhões, ​disse a fonte, destacando que há demanda represada para financiamentos para essas companhias.

O plano em elaboração, que ainda pode passar por ajustes, prevê ​um alongamento de prazo das operações de até 7 anos para até 10 anos, além de um aumento do limite de garantia por instituição, segundo a fonte e a apresentação.

A medida em estudo ainda estabelece que seja retirada taxa do Encargo por ​Concessão de Garantia (ECG), cobrada pelo BNDES para utilização ‌de garantias, para empresas ⁠que fizerem renegociação de dívidas.

O governo ainda pretende ampliar as finalidades permitidas para uso de crédito ⁠com garantia do programa, incluindo ⁠a possibilidade de concessão ⁠de financiamento ⁠para ​quitar outras dívidas.

(Por Bernardo Caram, edição de Isabel Versiani)

Reuters

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