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    Griezmann corresponde às expectativas no maior palco do futebol

    Por Thomson Reuters

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    Por Ossian Shine

    MOSCOU (Reuters) - Nem mesmo o mais alto dos trovões da tempestade que caiu em Moscou poderia abalar Antoine Griezmann neste domingo, quando o atacante de 27 anos escolheu a final da Copa do Mundo para corresponder às expectativas que há tanto tempo acompanham seu talento. 

    Ignorando o barulho dos céus e o mar de torcedores vaiando, o francês deslocou o goleiro em cobrança de pênalti e calmamente marcou o segundo gol da França na vitória por 4 x 2 sobre a Croácia. 

    A luz dos relâmpagos caiu apropriadamente sobre o jogador responsável pela criatividade francesa, cujos lances de inspiração ajudaram a iluminar uma extraordinária final no estádio Luzhniki. 

    Griezmann foi fundamental no primeiro gol da França, com uma cobrança de falta sofrida por ele que foi desviada para as próprias redes pelo atacante croata Mario Mandzukic, e ainda ajeitou com categoria para Paul Pogba marcar o terceiro.

    Também foi Griezmann quem bateu o escanteio que resultou no único gol da vitória na semifinal contra a Bélgica. 

    No entanto, estranhamente para um jogador cortejado pelos maiores clubes do mundo que ganhou a Chuteira de Ouro da Eurocopa de 2016 e foi eleito o melhor jogador do torneio, seu outro único grande título foi a Liga Europa, com o Atlético de Madri, neste ano. 

    Não mais. Neste domingo, Griezmann e seus companheiros produziram um desempenho pulsante antes de comemorarem muito como campeões do mundo. 

    “Eu não sei onde estou”, disse o atleta de 27 anos, enquanto os organizadores corriam para montar o palco das premiações no gramado. “Mal podemos esperar para levantar a Copa e levá-la de volta para a França”. 

    Enquanto esperava a apresentação, Griezmann chorou, quando a enormidade do feito da sua equipe tomou conta dele, e, enquanto uma tempestade tomava conta do Luzhniki, o jogador abraçou o presidente francês, Emmanuel Macron, que lhe deu um beijo na testa e apertou seus ombros. 

    Quando colocou as mãos no troféu de ouro, Griezmann agarrou-o e correu para os torcedores atrás do gol para mostrar-lhes a Copa do Mundo, antes voltar para as laterais do gramado, segurando-o acima da cabeça. 

    Foi um desempenho virtuoso de um jogador de talento inquestionável, que finalmente respondeu aos críticos no maior palco do futebol mundial.

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