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Japão diz que uma ação cambial 'decisiva' está próxima em alerta mais forte até o momento

Japão diz que uma ação cambial 'decisiva' está próxima em alerta mais forte até o momento

Reuters

30/04/2026

Placeholder - loading - Notas de iene 21 de novembro de 2022. REUTERS/Kim Kyung-Hoon
Notas de iene 21 de novembro de 2022. REUTERS/Kim Kyung-Hoon

Por Makiko Yamazaki e Leika ​Kihara

TÓQUIO, 30 Abr (Reuters) - A Ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, disse nesta quinta-feira que o momento de tomar uma 'ação decisiva' no mercado cambial está se aproximando, em seu sinal mais forte até agora de uma possível intervenção para sustentar o iene.

'Tenho mencionado a possibilidade de tomar medidas decisivas. Acredito que o momento de tomar uma ⁠ação ⁠decisiva está se aproximando', disse ​Katayama ‌a repórteres.

'Aconselho todos vocês, repórteres, a carregarem seus smartphones o tempo todo, inclusive durante os feriados', acrescentou ela.

O iene disparou logo após a fala de ⁠Katayama, ganhando mais de um iene de cerca ​de 160,60 por dólar em uma hora. No início ​da noite em Tóquio, a moeda ‌estava em ​159,35.

Katayama se ⁠recusou a comentar quando perguntado se a ação poderia incluir uma intervenção cambial individual ou conjunta com os Estados ​Unidos para conter a queda do iene.

Mas a frase 'ação decisiva' é normalmente vista como um sinal final de Tóquio antes de intervir no mercado cambial.

A principal ​autoridade cambial, Atsushi Mimura, também disse que o momento de tomar medidas decisivas está se aproximando, acrescentando que os movimentos 'extremamente especulativos' no mercado estavam aumentando.

'Este é nosso último aviso de retirada para os mercados', disse Mimura a repórteres. Quando questionado se estava aludindo à chance de uma intervenção ​iminente no iene, Mimura disse: 'Acho que os participantes do ‌mercado saberão o que quero ⁠dizer.'

O iene ultrapassou o nível de 160 nesta semana, um nível que já provocou intervenção anteriormente, já ⁠que os temores de uma nova ⁠escalada no Oriente Médio elevaram ⁠os preços ⁠do ​petróleo e do dólar.

(Reportagem de Makiko Yamazaki e Leika Kihara)

Reuters

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