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    Mortes por coronavírus na Itália disparam e Lombardia busca restrições mais duras

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    Nápoles, Itály 13/3/2020 REUTERS/Ciro de Luca

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    Por Angelo Amante e Gavin Jones

    ROMA (Reuters) - O número de mortos por coronavírus na Itália aumentou 250 nas últimas 24 horas, o maior aumento diário já registrado em qualquer país, enquanto a região mais afetada da Lombardia pede o fechamento completo de fábricas e escritórios.

    Esta semana, o governo impôs restrições drásticas em todo o país, fechando bares, restaurantes e a maioria das lojas e proibindo viagens não essenciais, em um esforço para deter o pior surto da doença fora da China.

    As medidas até agora não apontam sinais de desaceleração no número de mortes, que subiram 25% em um dia para 1.266, disse o chefe da Agência de Proteção Civil nesta sexta-feira.

    O número total de casos subiu de 15.113 para 17.660 em relação ao dia anterior, um aumento de cerca de 17%.

    O chefe de saúde da Lombardia, Giulio Gallera, disse que as restrições do governo não são suficientes para a região que circunda a capital financeira Milão e é responsável por três quartos de todas as mortes no país.

    'Estamos pedindo uma exceção para a Lombardia', afirmou ele à televisão RAI 3, solicitando o fechamento de fábricas, escritórios e transportes públicos na região. 'Se conseguirmos resistir por pelo menos oito dias, talvez vejamos as coisas mudarem.'

    Não havia indicação de que o primeiro-ministro Giuseppe Conte concordaria em restringir ainda mais o coração dos negócios da Itália, com o governo cada vez mais preocupado com as cicatrizes de longo prazo que o vírus deixará na economia já frágil.

    Algumas empresas, como a montadora Fiat Chrysler, decidiram fechar parte de suas operações, enquanto a fabricante de sistemas de freios Brembo anunciou na sexta-feira que interromperia temporariamente o trabalho nas quatro fábricas italianas.

    'Hoje temos dois objetivos: cuidar dos doentes e prevenir infecções e cuidar de nossa economia', disse o ministro das Relações Exteriores, Luigi Di Maio, nesta sexta-feira.

    Escrito por Reuters

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