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    'Não tenho ódio de PT, PSDB, MDB, de ninguém, estou pronta para unir o Brasil', diz Marina

    Por Thomson Reuters

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    SÃO PAULO (Reuters) - A candidata da Rede à Presidência, Marina Silva, disse nesta segunda-feira que está pronta para unir o Brasil e que não tem ódio de nenhum partido nem de ninguém.

    'Eu estou pronta para unir o Brasil. A melhor coisa que eu posso fazer de bom para o Brasil é ganhar essa eleição porque eu não tenho ódio de PT, de PSDB, de PMDB, de ninguém', declarou a candidata ao participar de fórum promovido pela revista Exame em São Paulo.

    Marina ainda avaliou que, mesmo em condições desiguais na comparação com seus adversários --está 'competindo com os gigantes'--, sua campanha já é um ''case' de sucesso'.

    'Uma mulher negra, que se alfabetizou aos 16 anos de idade em um partido pequeno que vem de uma causa que o pessoal diz que não dá voto para ninguém, que é a causa ambiental', disse.

    'Junto com um vice humanista, ambientalista, com 22 segundos de televisão, com pouquíssimo dinheiro, junto com uns meninos fazendo a campanha de forma colaborativa, só com ajuda de custo para fazer a minha propaganda eleitoral e nós estamos aí competindo com os gigantes, isso é considerado inviável.'

    Marina lembrou que seus adversários fizeram alianças que garantem a eles 'bastante' tempo na propaganda eleitoral na TV e fundos partidários na casa dos bilhões de reais.

    CORO COM ALCKMIN

    A candidata da Rede criticou o que considera 'saídas mirabolantes' que surgem daqueles que não estão dispostos a debater os problemas do país e que levam ao autoritarismo.

    'Quando não se tem tolerância com o debate, o que prospera são as saídas mirabolantes, que agora todo mundo fica estarrecido', disse Marina, acrescentando que quem não tem tolerância e apreço pelo debate, cultiva o terreno das ações autoritárias.

    'É que tanta gente está aderindo a uma proposta política que diz que vai fazer acontecer, passar por cima e que se resolve na base da força, na base da bala, porque quem na?o tem tolera?ncia e aprec?o pelo debate, cultiva o terreno das ac?o?es autorita?rias', disse, fazendo coro com o presidenciável do PSDB, Geraldo Alckmin.

    Na semana passada o tucano lançou uma propaganda defendendo que os problemas do país não serão resolvidos 'na bala', visando os eleitores do candidato do PSL, deputado Jair Bolsonaro, que promete flexibilizar as regras para o porte de armas.

    'Só quem pode oferecer um destino para um povo é um tirano, os democratas só conseguem oferecer a possibilidade de uma vida melhor como compromisso', concluiu Marina, sem citar diretamente o nome de outros candidatos.

    (Reportagem de Laís Martins)

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