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Número de embarcações que atravessam Estreito de Ormuz continua caindo, preocupações com a segurança persistem

Número de embarcações que atravessam Estreito de Ormuz continua caindo, preocupações com a segurança persistem

Reuters

22/07/2026

Placeholder - loading - Embarcações no Estreito de Ormuz 21 de julho de 2026 REUTERS/Stringer
Embarcações no Estreito de Ormuz 21 de julho de 2026 REUTERS/Stringer

CINGAPURA, 22 Jul (Reuters) - O número ​de embarcações que atravessaram o Estreito de Ormuz diminuiu ainda mais na terça-feira, segundo dados do setor de transporte marítimo, à medida que as preocupações com a segurança persistiam em meio aos ataques contínuos entre os Estados Unidos e o Irã.

Um total de três navios de carga atravessaram o estreito na terça-feira, uma queda em relação aos quatro ⁠do ⁠dia anterior, segundo dados da ​Kpler.

O navio ‌de carga geral Kaiser saiu do estreito carregado, enquanto o graneleiro H7 Smb8 entrou no estreito em lastro, segundo dados da Kpler, o que significa ⁠que ele embarcará uma carga no Golfo Pérsico.

O “Hsin Ocean” ​entrou no estreito na terça-feira transportando oleína de palma ​refinada, informou a Kpler.

Não foram ‌avistados superpetroleiros (VLCC) nem ​navios-tanque de ⁠gás natural liquefeito (GNL) atravessando o estreito na terça-feira.

As Forças Armadas dos EUA informaram na noite de terça-feira que realizaram seus ​mais recentes ataques contra o Irã, marcando a 11ª noite consecutiva de ataques norte-americanos.

No Mar Vermelho, dois petroleiros que transportavam petróleo bruto saudita para a Ásia mudaram ​de rumo enquanto se dirigiam ao estreito de Bab el-Mandeb na terça-feira, após ameaças dos houthis do Iêmen — alinhados com o Irã —, que prometeram bloquear a passagem dos carregamentos de petróleo da Arábia Saudita pelo estreito.

Isso indica que o conflito entre os EUA e o Irã está se ampliando ​e pode interromper o tráfego marítimo em dois dos pontos ‌de estrangulamento energético mais críticos ⁠do mundo.

A milícia houthi também havia avisado as empresas de navegação para não carregarem ou descarregarem cargas nos ⁠portos da Arábia Saudita, sob pena ⁠de serem alvo de ⁠ataques, de acordo ⁠com ​um email enviado pelo grupo às empresas.

(Reportagem de Emily Chow)

Reuters

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