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    O Brasil mais que dobrou taxa de obesidade em dez anos

    A má alimentação encurta o tempo de vida: a ingestão de alguns alimentos pode aumentar o risco de tumores no intestino, por exemplo.

    Por Redação

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    Nos Estados Unidos a obesidade é um seríssimo problema de saúde pública -uma em cada três pessoas está muito acima do peso. E, pelo visto, o Brasil tem ido pelo mesmo caminho.

    Na semana passada, o Ministério da Saúde revelou os dados do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), um levantamento realizado no país sobre os hábitos de vida e sua relação com o sobrepeso. De acordo com o levantamento, a taxa de obesidade subiu 60 por cento em apenas dez anos (o que significa que 25 milhões de adultos estão obesos).

    Para explicar a situação drástica, o estudo revelou também que o brasileiro come muito mal. Apenas 35 por cento dos adultos consomem frutas e hortaliças ao menos cinco vezes por semana e 17 por cento exageram na ingestão de refrigerantes ou sucos artificiais. Ambas as taxas estão longe das metas estipuladas pelas autoridades para os próximos anos.

    A má alimentação encurta o tempo de vida. A ingestão de um cachorro-quente ou e seis pedaços de bacon por dia, dois alimentos fartamente presentes à mesa, corresponde a aumentar em 18 por cento o risco de tumores no intestino.

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