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    Onyx diz que pretende seguir no governo; Maia minimiza impacto de eventual saída

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    Onyx e Maia se abraçam durante reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara com a presença do ministro da Economia, Paulo Guedes (sentado) 03/04/2019 REUTERS/Adriano Machado

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    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou nesta sexta-feira que pretende permanecer no governo, apesar do enfraquecimento do ministério com a perda da Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) e da demissão de auxiliares.

    'Claro que não', disse Onyx a repórteres ao ser perguntado por jornalistas se deixaria o governo, após antecipar o retorno a Brasília de período de férias no exterior. 'A minha missão, junto com o presidente Bolsonaro, é servir o país. Mas claro que toda e qualquer decisão dentro do governo é liderada por ele.'

    Onyx disse ter certeza que 'o entendimento vai prevalecer' em uma conversa que terá com o presidente Jair Bolsonaro sobre a situação da Casa Civil, mas reconheceu que 'aconteceram algumas coisas' durante suas férias e disse que fará esclarecimentos ao presidente.

    'Nossa relação é de muita amizade, nossa relação é de muita confiança entre um no outro, nós somos amigos há mais de 20 anos', afirmou.

    Bolsonaro anunciou na quinta-feira, no Twitter, a retirada do PPI da Casa Civil, numa medida que dará ainda mais poder ao ministro da Economia, Paulo Guedes, ao mesmo tempo em que enfraqueceu Onyx.

    Além da perda da PPI, a Casa Civil foi abalada por polêmica envolvendo o ex-secretário-executivo Vicente Santini, que foi exonerado na terça e recontratado em outro cargo na quarta, e depois demitido novamente na quinta. [nL1N29Z08V]

    No Rio de Janeiro, onde participou de encontro com empresários, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que a relação do governo com o Congresso não seria afetada em caso de uma eventual saída de Onyx.

    Segundo Maia, apesar do respeito e da admiração que tem pelo ministro, que também é do Democratas, a composição do ministério é uma decisão do presidente da República, e cabe a Bolsonaro decidir sobre sua permanência.

    'Não vamos pautar a agenda da Casa porque o governo exonera ou nomeia algum funcionário”, disse Maia a jornalistas após o evento na Fundação Getulio Vargas.

    Maia disse que o DEM tem 'tem um respeito enorme pelo Onyx, confiança no trabalho dele', mas ressaltou que sua eventual saída do governo 'não vai gerar problema algum'.

    'Uma coisa é apoiar o trabalho do Onyx, outra coisa é o presidente resolver não manter no poder. Se o presidente decidir mantê-lo é uma decisão ótima, mas se exonerar não tem problema nenhum”, acrescentou o presidente da Câmara.

    Se Maia reservou palavras elogiosas a Onyx nesta sexta, não poupou críticas nos últimos dias ao ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e especialmente ao titular da pasta da Educação, Abraham Weintraub. [nL1N29Y28K]

    (Por Pedro Fonseca e Rodrigo Viga Gaier)

    Escrito por Reuters

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