alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE onyx

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Onyx diz que investigação sobre caixa 2 permitirá esclarecimentos

    Onyx diz que investigação sobre caixa 2 permitirá esclarecimentos

    BRASÍLIA (Reuters) - BRASÍLIA (Reuters) - O futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou nesta terça-feira que a abertura investigação contra ele sobre episódios de caixa 2 é uma chance de esclarecer o assunto.

    O ministro, que esteve reunido com a bancada do PSDB na Câmara para uma primeira conversa antes do encontro da bancada com o presidente eleito Jair Bolsonaro na quarta-feira acrescentou não ver “problema” na abertura de investigação.

    “Para mim é uma bênção, porque vai permitir que tudo se esclareça”, disse a jornalistas antes de seguir para reunião com o PSD na Câmara. “Não tenho problema com isso, ao contrário, é uma chance de resolver.”

    “Sempre fui um combatente contra a corrupção e vou continuar sendo, sem nenhum problema”, disse. “Foi um erro cometido e que nós vamos continuar esclarecendo a população e vou continuar tendo a confiança das pessoas.”

    Onyx afirmou que se reúne com as duas bancadas nesta terça-feira para iniciar o diálogo com o Congresso.

    O ministro, que ficará responsável pela articulação com o Legislativo disse não ter uma fórmula para tocar a negociação com o Congresso, mas tem batido na tecla que não irá se utilizar do chamado “toma lá, dá cá”.

    Ele reconheceu a necessidade de alianças e parcerias. Na segunda-feira, ao apresentar a estrutura do novo governo, Onyx afirmou que iniciaria uma série de conversas com partidos, a despeito das declarações de Bolsonaro e aliados durante a campanha segundo as quais as relações não se dariam na base partidária, mas levaria em conta bancadas estaduais e frentes temáticas.

    “Nós estamos, volto a dizer, com humildade, procurando todas as bancadas. Nós precisamos construir para o presidente Bolsonaro a possibilidade de nós termos o apoio da Câmara dos Deputados”, disse o ministro após encontro com a bancada do PSD, que deve se reunir com o presidente eleito na próxima terça-feira.

    De acordo com o futuro ministro, o diálogo com as bancadas irá continuar “para que nós possamos chegar àquilo que é a nossa meta: ter uma base aqui nas votações que são importantes para transformar o Brasil que precisam de quórum qualificado --seja projeto de lei complementar ou seja emenda constitucional--, ter um volume de parlamentares bem superior a 320, 330, podendo chegar a quem sabe 350 parlamentares”.

    Sobre a disputa pela presidência da Câmara, Onyx afirmou que o governo adotará a postura de “não intervenção” no processo.

    “Não estamos tratando desse assunto.”

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

    0

    0

    9

    1 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Tomaremos providência se houver acusação 'robusta', diz Bolsonaro sobre investigação de Onyx

    Tomaremos providência se houver acusação 'robusta', diz Bolsonaro sobre investigação de Onyx

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) afirmou nesta terça-feira que tomará providência se houver 'qualquer acusação robusta de irregularidade' ao se referir à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de autorizar investigação preliminar contra o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), por suspeita de caixa 2.

    Inicialmente, Bolsonaro disse que não tinha visto a decisão de Fachin porque estava reunido até o momento da entrevista coletiva. Ao ser informado pela imprensa, ele respondeu: 'Abriu? Nada preocupa. E havendo qualquer acusação robusta de irregularidade, como acertado com o ministro Moro, tomaremos providência', disse.

    O presidente eleito falava indiretamente à entrevista do indicado ao ministro da Justiça, o ex-juiz Sérgio Moro, dada no mês passado ao programa Fantástico segundo o qual ministro do novo governo que vier a ser alvo de acusação 'consistente' de corrupção deve ser afastado.

    Ao ser questionado se Onyx ficará com toda a articulação política, Bolsonaro respondeu que não.

    'Não, fica com Onyx, com Santos Cruz (indicado ministro da Secretaria de Governo), fica comigo. Todo mundo tem que falar de política. Um tem uma atividade mais voltada para os Estados e municípios, outro para dentro do Parlamento', disse.

    Fachin acatou na segunda-feira pedido da Procuradoria-Geral da República para abertura de investigação contra Onyx e outros parlamentares por trechos de delações premiadas de executivos do grupo J&F sobre episódios de caixa 2.

    Essa apuração é preliminar e ainda prévia a uma eventual abertura formal de inquérito contra o parlamentar --não se sabe se a PGR fará esse pedido. Ainda assim, nesse procedimento já se pode realizar determinados tipo de investigação.

    Em sua decisão, divulgada nesta terça-feira, Fachin afirmou que há “necessidade de autuação de casos e autoridades especificados pelo titular da ação penal como feitos autônomos para as necessárias e ulteriores deliberações”.

    No pedido encaminhado ao STF, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, defendeu que investigações contra Onyx e outros nove parlamentares permaneçam na corte e que sejam autuadas como petições autônomas para a continuidade das investigações.

    No caso de Onyx, Dodge pediu que sejam investigados supostos episódios envolvendo caixa 2 nos anos de 2012 e 2014 que constam de planilhas entregue por delatores da JBS, processadora de carne controlada pelo grupo J&F.

    À noite, Onyx disse que a investigação é uma oportunidade de esclarecer o assunto.

    “Para mim é uma bênção, porque vai permitir que tudo se esclareça”, disse a jornalistas na Câmara dos Deputados. “Não tenho problema com isso, ao contrário, é uma chance de resolver.” [nL1N1Y923O]

    O futuro ministro já tinha divulgado uma nota afirmando que agora poderia encerrar de forma definitiva o caso.

    CONFIANÇA PESSOAL

    Colega na futuro governo, Moro disse que Onyx tem a sua “confiança pessoal”, ao comentar a decisão do STF.

    “Eu já me manifestei. É uma questão atinente ao ministro Onyx, as questões devem ser indagadas a ele, o que eu tenho a presente do ministro Onyx, e isso eu assisti de perto, foi o grande esforço que ele realizou para aprovar as 10 medidas do MP (contra a corrupção), ocasião na qual ele foi abandonado pela grande maioria dos seus pares, por razões que não vem aqui ao caso, mas ele demonstrou naquela oportunidade o comprometimento pessoal, com custo político significativo naquela oportunidade, para a causa anticorrupção”, disse Moro a repórteres.

    “Então ele tem a minha confiança pessoal”, acrescentou o ex-magistradro durante rápida entrevista em que anunciou novos nomes para sua equipe no Ministério da Justiça e Segurança Pública.

    (Reportagem de Ricardo Brito; Edição de Pedro Fonseca e Alexandre Caverni)

    1

    1

    18

    1 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Onyx indica como será articulação e que governo Bolsonaro não fará reforma da Previdência no 'afogadilho'

    Onyx indica como será articulação e que governo Bolsonaro não fará reforma da Previdência no 'afogadilho'

    Por Maria Carolina Marcello e Mateus Maia

    BRASÍLIA (Reuters) - Em coletiva sobre a estrutura do governo de Jair Bolsonaro, o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, deu sinais de como deve se dar a relação com o Congresso: pelo menos no discurso, a ideia é evitar açodamentos em matérias polêmicas como a reforma da Previdência, e apostar na experiência de ex-parlamentares.

    Segundo o ministro, a articulação do governo com o Congresso Nacional ficará a cargo da Casa Civil, onde duas secretarias --uma por conta da Câmara, outra do Senado-- reforçadas por ex-parlamentares cuidarão da relação com o Legislativo para a aprovação de matérias de interesse do Executivo. A Secretaria de Governo, por sua vez, ficará com a função de tratar dos temas federativos com Estados e municípios.

    “Nós não vamos trabalhar da forma como se viu antigamente: fecha questão, obriga parlamentar, expulsar, não. Nada disso”, disse o ministro.

    “Por isso que a gente tem, primeiro, essa decisão de buscar ex-parlamentares para fazer essa interlocução. Segundo, nós vamos ter uma atenção muito grande com a base de cada parlamentar e nós não vamos usar o fechamento de questão para trazer deputados para a base.'

    O futuro ministro disse que todos os que tentaram empurrar a reforma da Previdência “goela abaixo, no afogadilho, se deram mal”. Nessa toada, disse que o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, tem utilizado toda sua equipe técnica para preparar essa reforma.

    “Por isso que a gente não fala do modelo específico, não fala de prazo. Porque tem que ser uma coisa bem construída, nós temos quatro anos para garantir o futuro dos nossos filhos e dos nossos netos”, disse o ministro, acrescentando posteriormente que seu desejo é conseguir aprovar a proposta no primeiro ano de governo.

    “Metade da nova Câmara e metade do novo Senado são novos, eles precisam de um tempo para se adaptar, para conhecer a mecânica de funcionamento', argumentou.

    'Então, o governo não tem açodamento até porque no caso de reformas mais profundas, e falando da reforma da Previdência, nós sempre dissemos que queremos apresentar um modelo, que vem sendo estudado pelas nossas equipes técnicas, para durar 30 anos. Então quem pretende que o modelo dure 30 anos e que o modelo seja implantado gradualmente, como é o desejo do presidente, não pode ter açodamento.”

    Desde a campanha eleitoral, Bolsonaro e aliados vinham sustentando que construiriam uma nova forma de negociação política, levando em conta muito mais as frentes parlamentares e bancadas estaduais do que os partidos propriamente ditos.

    Na entrevista coletiva, Onyx detalhou a ideia e disse que também levará em conta as bancadas partidárias em sua articulação, por meio das lideranças.

    Chegou, inclusive, a estimar que o próximo governo poderá ter, levando em conta as bancadas de partidos, até 350 deputados e pouco acima de 40 senadores.

    Onyx deve se reunir com bancadas na Câmara na terça-feira para apresentar a forma como pretende lidar com o Congresso.

    “O governo vai compreender, sim, aquilo que muitas vezes permeia a vida de um parlamentar, que é seu foro íntimo, seu compromisso com determinado segmento. Então na verdade não haverá aquela forçação de barra que sempre houve de que tem que entregar 30 votos, 40 votos, não”, afirmou, acrescentando que será considerado da base aquele parlamentar que ao longo das votações se posicionar majoritariamente a favor dos interesses do governo.

    PRIORIDADES

    O próximo chefe da Casa Civil disse que a partir desta semana devem começar os encontros dos grupos temáticos, assim como devem ser definidos os nomes dos últimos ministérios --Meio Ambiente e Direitos Humanos.

    Apenas após isso, a equipe e o presidente eleito devem se debruçar sobre quais serão as prioridades de cada pasta. Segundo ele, deve haver um anúncio pouco antes do Natal sobre as medidas a serem tomadas em janeiro.

    Ainda de acordo com o futuro ministro da Casa Civil, a indicação formal, sabatina e posse do novo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, só devem ocorrer no próximo ano, assim com a tentativa de votação no Congresso de projeto que trata da autonomia da instituição.

    Assim que assumir o comando do país, em janeiro de 2019, a próxima gestão irá encaminhar questões como a indicação do presidente do Banco Central. Enquanto isso, garantiu Onyx, o atual presidente do BC, Ilan Goldfajn, permanece no comando da instituição.

    Sobre o projeto que trata da independência do BC, disse que o “entendimento” é “não sobrecarregar o Congresso nesse momento com nenhuma demanda”.

    “Entendemos que não há tempo hábil para esse processo sem riscos.”

    Segundo Onyx, o titular do BC perderá o status de ministro quando for aprovada a independência do banco, e a Advocacia-Geral da União (AGU) também perderá status de ministério, quando for feito um ajuste constitucional.

    Desse modo, quando isso ocorrer, o número final de ministérios do governo Bolsonaro, que ficou em 22, cairá para 20.

    0

    0

    10

    1 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Onyx indica como será articulação e que governo Bolsonaro não fará reforma da Previdência no 'afogadilho'

    Onyx indica como será articulação e que governo Bolsonaro não fará reforma da Previdência no 'afogadilho'

    Por Maria Carolina Marcello e Mateus Maia

    BRASÍLIA (Reuters) - Em coletiva sobre a estrutura do governo de Jair Bolsonaro, o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, deu sinais de como deve se dar a relação com o Congresso: pelo menos no discurso, a ideia é evitar açodamentos em matérias polêmicas como a reforma da Previdência, e apostar na experiência de ex-parlamentares.

    Segundo o ministro, a articulação do governo com o Congresso Nacional ficará a cargo da Casa Civil, onde duas secretarias --uma por conta da Câmara, outra do Senado-- reforçadas por ex-parlamentares cuidarão da relação com o Legislativo para a aprovação de matérias de interesse do Executivo. A Secretaria de Governo, por sua vez, ficará com a função de tratar dos temas federativos com Estados e municípios.

    “Nós não vamos trabalhar da forma como se viu antigamente: fecha questão, obriga parlamentar, expulsar, não. Nada disso”, disse o ministro.

    “Por isso que a gente tem, primeiro, essa decisão de buscar ex-parlamentares para fazer essa interlocução. Segundo, nós vamos ter uma atenção muito grande com a base de cada parlamentar e nós não vamos usar o fechamento de questão para trazer deputados para a base.'

    O futuro ministro disse que todos os que tentaram empurrar a reforma da Previdência “goela abaixo, no afogadilho, se deram mal”. Nessa toada, disse que o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, tem utilizado toda sua equipe técnica para preparar essa reforma.

    “Por isso que a gente não fala do modelo específico, não fala de prazo. Porque tem que ser uma coisa bem construída, nós temos quatro anos para garantir o futuro dos nossos filhos e dos nossos netos”, disse o ministro, acrescentando posteriormente que seu desejo é conseguir aprovar a proposta no primeiro ano de governo.

    “Metade da nova Câmara e metade do novo Senado são novos, eles precisam de um tempo para se adaptar, para conhecer a mecânica de funcionamento', argumentou.

    'Então, o governo não tem açodamento até porque no caso de reformas mais profundas, e falando da reforma da Previdência, nós sempre dissemos que queremos apresentar um modelo, que vem sendo estudado pelas nossas equipes técnicas, para durar 30 anos. Então quem pretende que o modelo dure 30 anos e que o modelo seja implantado gradualmente, como é o desejo do presidente, não pode ter açodamento.”

    Desde a campanha eleitoral, Bolsonaro e aliados vinham sustentando que construiriam uma nova forma de negociação política, levando em conta muito mais as frentes parlamentares e bancadas estaduais do que os partidos propriamente ditos.

    Na entrevista coletiva, Onyx detalhou a ideia e disse que também levará em conta as bancadas partidárias em sua articulação, por meio das lideranças.

    Chegou, inclusive, a estimar que o próximo governo poderá ter, levando em conta as bancadas de partidos, até 350 deputados e pouco acima de 40 senadores.

    Onyx deve se reunir com bancadas na Câmara na terça-feira para apresentar a forma como pretende lidar com o Congresso.

    “O governo vai compreender, sim, aquilo que muitas vezes permeia a vida de um parlamentar, que é seu foro íntimo, seu compromisso com determinado segmento. Então na verdade não haverá aquela forçação de barra que sempre houve de que tem que entregar 30 votos, 40 votos, não”, afirmou, acrescentando que será considerado da base aquele parlamentar que ao longo das votações se posicionar majoritariamente a favor dos interesses do governo.

    PRIORIDADES

    O próximo chefe da Casa Civil disse que a partir desta semana devem começar os encontros dos grupos temáticos, assim como devem ser definidos os nomes dos últimos ministérios --Meio Ambiente e Direitos Humanos.

    Apenas após isso, a equipe e o presidente eleito devem se debruçar sobre quais serão as prioridades de cada pasta. Segundo ele, deve haver um anúncio pouco antes do Natal sobre as medidas a serem tomadas em janeiro.

    Ainda de acordo com o futuro ministro da Casa Civil, a indicação formal, sabatina e posse do novo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, só devem ocorrer no próximo ano, assim com a tentativa de votação no Congresso de projeto que trata da autonomia da instituição.

    Assim que assumir o comando do país, em janeiro de 2019, a próxima gestão irá encaminhar questões como a indicação do presidente do Banco Central. Enquanto isso, garantiu Onyx, o atual presidente do BC, Ilan Goldfajn, permanece no comando da instituição.

    Sobre o projeto que trata da independência do BC, disse que o “entendimento” é “não sobrecarregar o Congresso nesse momento com nenhuma demanda”.

    “Entendemos que não há tempo hábil para esse processo sem riscos.”

    Segundo Onyx, o titular do BC perderá o status de ministro quando for aprovada a independência do banco, e a Advocacia-Geral da União (AGU) também perderá status de ministério, quando for feito um ajuste constitucional.

    Desse modo, quando isso ocorrer, o número final de ministérios do governo Bolsonaro, que ficou em 22, cairá para 20.

    0

    0

    6

    1 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Onyx diz que governo Bolsonaro dará atenção à base do parlamentar e terá ajuda de bancadas temáticas

    Onyx diz que governo Bolsonaro dará atenção à base do parlamentar e terá ajuda de bancadas temáticas

    BRASÍLIA (Reuters) - O futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse nesta segunda-feira que o governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro, dará atenção especial à base de cada parlamentar, como forma de conquistar apoio no Congresso.

    'A gente acha que com muito trabalho e respeitando os parlamentares, olhando com atenção para sua base, para seu Estado, a gente consegue chegar lá com transparência, sem toma lá, dá cá', disse Onyx em longa entrevista coletiva no Centro Cultural do Banco do Brasil, onde funciona a equipe de transição de governo.

    O futuro ministro esclareceu que a Casa Civil ficará responsável pela articulação com a Câmara dos Deputados e com o Senado e contará com 'ex-parlamentares para fazer essa interlocução'. Já a Secretaria de Governo, que terá como ministro o general da reserva Carlos Alberto dos Santos Cruz, vai cuidar de ações com os Estados e municípios.

    Onyx afirmou que o governo Bolsonaro contará com a ajuda também das bancadas temáticas e terá um forte apoio, segundo os cálculos iniciais.

    'Se a gente somar todas as bancadas que têm sinalizado que poderão estar conosco dá pra chegar com bastante facilidade acima de 330,340, podendo chegar até a 350 (deputados)', avaliou.

    'No Senado, a gente faz um primeiro cálculo chegando mais ou menos hoje num número pouquinho acima de 40, no primeiro momento.'

    O futuro ministro garantiu que a definição se um parlamentar será considerado da base governista não será algo simplesmente formal, mas se dará pelo apoio aos projetos. Por outro lado, quando, por motivos específicos, esse parlamentar não puder votar com o governo em determinada matéria, haverá compreensão com essa posição.

    'O parlamentar vai ser considerado da base se ao longo do conjunto de votações ele tiver uma posição bastante pró-governo e nós vamos ter a capacidade de compreender quando ele não puder votar uma determinada matéria. Isso não será jamais motivo de exclusão de um deputado', disse Onyx.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello e Mateus Maia)

    0

    0

    8

    1 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Trabalho no governo Bolsonaro terá funções divididas entre outros 3 ministérios, diz Onyx

    Trabalho no governo Bolsonaro terá funções divididas entre outros 3 ministérios, diz Onyx

    BRASÍLIA (Reuters) - O governo de Jair Bolsonaro irá dividir as atribuições do atual Ministério do Trabalho entre as pastas de Justiça, Economia e o Ministério da Cidadania, afirmou nesta segunda-feira o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), em entrevista à rádio Gaúcha.

    O ministro confirmou que, como havia pedido Bolsonaro, o Ministério do Trabalho, criado em 1930 -primeiro ano de governo de Getúlio Vargas- vai ser extinto e suas secretarias espalhadas por outras áreas de governo.

    'Uma parte vai ficar com o ministro (Sérgio) Moro, que é aquela parte de concessão de carta sindical, a parte mais visível e que por inúmeras vezes a imprensa brasileira registrou os problemas que ocorriam ali naquela pasta de desvios, de problemas graves de corrupção', disse Onyx.

    'A outra parte, aquela que trata de políticas ligadas a emprego, vai ficar uma parte dela na Economia e a outra parte vai ficar na Cidadania.'

    Questionado sobre onde ficaria a fiscalização de condições de trabalho, como o combate ao trabalho escravo, Onyx disse acreditar que deve ir também para a Justiça, mas que não lembrava exatamente.

    Há duas semanas, Onyx já havia informado sobre a decisão do governo em dividir as atribuições do Trabalho. Na época, a intenção era que uma parte ficasse com o novo Ministério da Cidadania e a outra, com uma Pasta da Produção, mas o futuro governo desistiu de criá-la.

    'A produção acabou ficando no Ministério da Economia, até para poder fazer a retomada de emprego e renda e ele (Paulo Guedes) ter sob seu comando essas duas pontas. Ele tem o Planejamento, tem a Receita, a Fazenda, precisa uma parte do seu ministério ter atuação mais direta na geração de emprego e renda', explicou.

    Mais tarde, o Ministério do Trabalho divulgou nota afirmando que o desmembramento da pasta atenta contra a Constituição.

    'O Ministério do Trabalho reitera que o eventual desmembramento da pasta atenta contra o artigo 10 da Constituição Federal, que estabelece a participação dos trabalhadores e empregadores nos colegiados dos órgãos públicos em que seus interesses profissionais ou previdenciários sejam objeto de discussão e deliberação', diz a nota.

    Onyx disse ainda que o governo terá 20 ministérios 'funcionais', incluindo Direitos Humanos, e dois que deverão perder o status nos próximos meses, Banco Central e Advocacia-Geral da União.

    'Quando vier a independência (do BC) ele automaticamente deixa de ter o status de ministério, e o segundo é a AGU, que pretendemos fazer um ajuste constitucional, através de uma emenda, e quando isso estiver definido não haverá necessidade nenhuma de status de ministério', contou.

    O ministro confirmou ainda que a pastora evangélica Damares Alves, assessora parlamentar do senador Magno Malta (PR-ES), deve ser confirmada essa semana como ministra dos Direitos Humanos.

    'Ela é, vamos dizer assim, mais provável que seja confirmada ao longo da semana. Quem confirma sempre, e essa disciplina mantenho, é o presidente', disse Onyx.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

    0

    1

    8

    1 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Decisão de cancelar COP no Brasil teve participação minha, diz Bolsonaro em meio a desencontros da transição

    Decisão de cancelar COP no Brasil teve participação minha, diz Bolsonaro em meio a desencontros da transição

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira que foi sua a decisão de recomendar ao futuro titular das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, que o Brasil não fosse sede da Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas, a COP 25, episódio esse que expôs a desarticulação do nova gestão, uma vez que dois outros ministros deram justificativas distintas para o caso.

    Em entrevista coletiva no gabinete de transição em Brasília, Bolsonaro foi questionado sobre o motivo da desistência de o país sediar a COP 25, no próximo ano, mas o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni --que estava ao lado do presidente eleito-- sussurrou uma resposta, captada pelos gravadores.

    'Nós não temos nada a ver com isso. Isso é uma decisão do Itamaraty', murmurou Onyx.

    A fala do futuro ministro da Casa Civil, contudo, foi ignorada por Bolsonaro ao responder sobre o motivo do cancelamento do país sediar a COP dando outra justificativa.

    'Houve participação minha nessa decisão. O nosso futuro ministro, eu recomendei para que evitasse a realização desse evento aqui no Brasil. Até porque, e eu peço que vocês nos ajudem, está em jogo o triplo A nesse acordo. O que é o triplo A? É uma grande faixa que pega do Andes, a Amazônia e Atlântico, de 136 milhões de hectares, ao longo das calhas do rio Solimões e Amazônia, que poderá fazer com que percamos a nossa soberania nessa área', disse. A ideia é que essa faixa seja um corredor ecológico.

    'Então eu quero deixar bem claro, como futuro presidente, que se isso for o contrapeso nós teremos uma posição que pode contrariar muita gente, mas que vai estar de acordo com o pensamento nacional. Então não quero anunciar uma possível ruptura dentro do Brasil. Além dos custos, que seriam muito exagerados, tendo em vista o déficit que nós já temos no momento', completou.

    Menos de uma hora depois, em sua primeira entrevista coletiva após ser confirmado como novo ministro do Turismo, o deputado federal eleito Marcelo Álvaro Antônio (PSL-MG), defendeu inicialmente que um evento do porte da COP tem de ser realizado no país.

    'A COP 25, é claro, eu acho que todo evento de porte realizado no país é de importância a gente precisa discutir a questão climática e todos os outros temas que estão relacionados', disse, no primeiro momento.

    Em seguida, o novo ministro foi confrontado na coletiva com a opinião do próprio Bolsonaro contrária ao evento e disse: 'Não conversei com o presidente ainda se a posição dele é essa. Obviamente a gente respeita, mas vou conversar com ele para a gente ter um alinhamento das ideias. A gente ainda precisa entender o impacto na visibilidade do Brasil aqui e no exterior.'

    DIFICULDADES

    Mais cedo, o Itamaraty havia confirmado que o governo brasileiro desistira de sediar a próxima COP prevista para novembro de 2019, alegando dificuldades orçamentárias.

    O Brasil havia apresentado sua candidatura em outubro deste ano, com o endosso dos países da América Latina e Caribe, sob a alegação que, com a rotação tradicional das sedes, caberia à região receber a conferência. A decisão seria tomada na próxima semana pelo painel de mudanças climáticas da Organização das Nações Unidas (ONU), em reunião na Polônia.

    À época, o governo brasileiro afirmou que a candidatura 'confirma o papel de liderança mundial do país em temas de desenvolvimento sustentável, em especial no que se refere à mudança do clima, e reflete o consenso da sociedade brasileira sobre a importância e a urgência de ações que contribuam no combate à mudança do clima.'

    Na terça-feira, em uma carta enviada à secretária-executiva da Convenção da ONU sobre Mudança do Clima, Patrícia Espinosa, o governo brasileiro informou da sua desistência em sediar a COP-25, alegando questões orçamentárias e a posse de um novo governo em 2019.

    'O governo brasileiro conduziu análise minuciosa dos requisitos para sediar a COP 25. A análise enfocou, em particular, as necessidades financeiras associadas à realização do evento', informou o Itamaraty após questionamento da Reuters.

    'Tendo em vista as atuais restrições fiscais e orçamentárias, que deverão permanecer no futuro próximo, e o processo de transição para a recém-eleita administração, a ser iniciada em 1º de janeiro de 2019, o governo brasileiro viu-se obrigado a retirar sua oferta de sediar a COP 25.'

    Os recursos previstos para receber a conferência já estavam previstos no Orçamento de 2019, mas a disposição do novo governo com as questões das mudanças climáticas é bastante diferente dos governos brasileiros até hoje.

    Durante a campanha eleitoral, o presidente eleito Jair Bolsonaro ameaçou sair do Acordo de Paris, assinado ainda no governo de Dilma Rousseff, mas ratificado em 2016, já no governo de Michel Temer --que comemorou ser o primeiro presidente a depositar a ratificação na ONU.

    O chanceler indicado por Bolsonaro, Ernesto Araújo, também não mostra apreço pelo tema. Em um dos textos em seu blog, Araújo afirma que há um 'alarmismo climático' e que se criou um 'dogma' do aquecimento global, 'apesar das evidências em contrário'.

    (Com reportagem adicional de Lisandra Paraguassu)

    0

    0

    28

    1 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Bolsonaro diz que Onyx chefiará articulação, mas general Santos Cruz também vai participar

    Bolsonaro diz que Onyx chefiará articulação, mas general Santos Cruz também vai participar

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente eleito Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira que o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, vai comandar a articulação política de seu governo com o Congresso Nacional, mas que o general Carlos Alberto Santos Cruz, indicado na véspera como chefe da Secretaria de Governo, também terá papel a desempenhar nesta área.

    Para Bolsonaro, há um 'time' em que 'todo mundo tem que jogar para frente' e destacou o fato de que todos os indicados ministros palacianos, Onyx, Santa Cruz, o futuro secretário-geral da Presidência, Gustavo Bebianno, e o novo chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, vão participar das tratativas.

    O presidente eleito elogiou Santos Cruz por ter uma vivência de fora do Brasil muito grande e ser combatente também e considera que ele vai 'surpreender' no trato com parlamentares.

    'Todo mundo vai ter que jogar. Eu vou conversar com parlamentar também. Todo mundo vai conversar, vai buscar a solução para os problemas que o Brasil atravessa. E nós temos que dar certo, porque estamos no mesmo barco', disse em entrevista coletiva na saída do escritório de transição em Brasília.

    Bolsonaro detalhou que essa atuação será 'compartilhada', que Onyx vai ser o comandante e que Santos Cruz também terá responsabilidade nas conversas. 'Ele (o general) muitas vezes esteve em audiência no Parlamento, sabe como funciona e foi conversado com ele de todas as suas responsabilidades. E ele, no meu entender, tem todas as capacidades', disse.

    O presidente eleito afirmou que o futuro chefe da Casa Civil está com um 'rascunho final', montando um grupo de parlamentares para agir atuar na área de relacionamento com o Congresso. Ele disse ter se reunido nesta terça-feira com parte da bancada evangélica.

    'Eles torcem e vão fazer o possível para que nosso governo dê certo. Não estamos negociando com partidos, mas com bancadas. E dessa forma estamos atingindo todo o parlamento', afirmou.

    O presidente eleito disse que tem larga vivência do Parlamento, por 28 anos, e tem amizade com 90 por cento dos integrantes do Legislativo, pelo menos.

    'Não é que não vai ter conversa, o modelo que vigora ainda, de ministério por votos, não deu certo. Mergulhou o Brasil em ineficiência e na corrupção. Os parlamentares mesmo não querem mais isso. Alguns foram levados para o olho do furacão no vácuo, não queriam estar lá. E a grande parte deles, que temos conversado, é que o modelo que estamos adotando não é que pode dar certo, tem que dar certo', avaliou.

    MEIO AMBIENTE

    O presidente eleito também afirmou que o futuro ministro do Meio Ambiente poderá ser anunciado na quarta-feira e que não será um militar.

    Bolsonaro disse que terá no máximo 20 ministros -- a intenção dele na campanha era que fosse metade dos atuais 29.

    Ele afirmou que, por uma governabilidade até, não se pode 'sobrecarregar demais uma pessoa no ministério'.

    REAJUSTE DO STF

    Questionado sobre a decisão do atual presidente Michel Temer de sancionar o projeto de lei que concede reajuste salarial dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Bolsonaro disse para perguntar ao atual chefe do Executivo. 'Temer que decidiu sancionar', afirmou.

    O presidente eleito foi confrontado com o fato de que o efeito do reajuste ocorrerá no seu governo.

    'Quem vai pagar é toda a população brasileira, todo mundo. Minha responsabilidade nisso aí começa em 1º de janeiro do ano que vem', disse.

    0

    0

    9

    2 S

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. onyx

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.