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    Onyx se reúne com Padilha e começa a tratar de transição de governo

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    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), indicado como futuro ministro da Casa Civil por Jair Bolsonaro se o presidenciável do PSL for eleito, começou a tratar da transição de governo e se reuniu na quinta-feira com o atual titular da pasta e coordenador do tema pela administração do presidente Michel Temer, ministro Eliseu Padilha.

    Onyx, que está à frente das tratativas da transição do lado de Bolsonaro, acrescentou que nesta sexta-feira foram dados telefonemas para tratar do assunto e da equipe que irá a Brasília na semana que vem para atuar diretamente nisso.

    “Tive um primeiro contato com o ministro da Casa Civil e trouxe as informações para ele (Bolsonaro). Até quarta-feira o Bolsonaro vai definir a equipe de transição“, disse Onyx.

    “Falamos conceitualmente e foi uma conversa em que orientou o Bebianno e a mim como deve ser o processo”, acrescentou o deputado a jornalistas após sair da casa de Bolsonaro.

    As informações sobre a estrutura e o funcionamento do Governo já foram disponibilizados nesta sexta.

    Bolsonaro pretende ir também a Brasília na próxima semana, caso seja eleito, mas Onyx chegou a recomendar que não fosse para tratar da saúde e dar continuidade à preparação para a cirurgia de retirada da colostomia, prevista, segundo ele, para dezembro.

    PAÍS UNIDO

    Onyx minimizou ainda as últimas pesquisas que mostram uma vantagem menor de Bolsonaro sobre o petista Fernando Haddad e chamou os institutos Ibope e DataFolha de “lixo puro“. Pesquisa do Datafolha divulgada na noite de quinta-feira mostrou uma redução na vantagem de Bolsonaro de 18 para 12 pontos percentuais.

    'Bolsonaro está muito confiante e muito seguro e ele é à esperança do Brasil decente“, disse o deputado do DEM.

    Onyx disse não ver semelhanças com a eleição de 2014, quando a petista Dilma Rousseff foi reeleita derrotando o senador Aécio Neves (PSDB) por estreita margem e o país saiu dividido das urnas.

    “De jeito nenhum isso vai acontecer. Isso é um grande equívoco. O Brasil se unirá e mesmo aqueles que têm posições antagonistas... vão ver que um presidente honesto, decente faz a diferente na vida deles', ressaltou. “Bolsonaro vai governar a todos e em sintonia com todos.“

    Ele também minimizou a nova denúncia do Ministério Público Federal contra o economista Paulo Guedes, já anunciado como futuro superministro da Economia de Bolsonaro.

    Onyx disse que a acusação faz “parte do jogo” e que Guedes tem uma “ belíssima história de sucesso pessoal e profissional.

    “Abrir uma investigação hoje, dois dias antes (da eleição?), por que não abriu antes?“, questionou.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

    Escrito por Thomson Reuters

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