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Partido britânico Reform UK pede “segurança total” a parlamentares após assassinato de política

Partido britânico Reform UK pede “segurança total” a parlamentares após assassinato de política

Reuters

15/07/2026

Placeholder - loading - Foto de Ann Widdecombe na Igreja de St. Pancras, no Reino Unido   12 de julho de 2026   REUTERS/Jack Taylor
Foto de Ann Widdecombe na Igreja de St. Pancras, no Reino Unido 12 de julho de 2026 REUTERS/Jack Taylor

LONDRES, 15 Jul (Reuters) - O partido ​populista britânico Reform UK pediu nesta quarta-feira que todos os parlamentares recebam “segurança total”, caso assim o desejem, após o assassinato de Ann Widdecombe, figura de destaque do partido liderado pelo veterano ativista do Brexit Nigel Farage.

Em uma coletiva de imprensa, Zia Yusuf, chefe de política de assuntos internos do Reform, acusou outros políticos e a ⁠mídia ⁠de alimentar a hostilidade ​contra o ‌partido, o que, segundo ele, teria levado a ameaças de morte contra Farage e outros parlamentares.

Em homenagem a Widdecombe, uma ex-ministra conservadora de ⁠78 anos encontrada assassinada em sua casa na semana ​passada, Yusuf afirmou que os parlamentares precisam de ​melhores medidas de segurança. Um homem ‌britânico foi ​preso.

“Se o ⁠Reform vencer as próximas eleições gerais... vou garantir que todos os membros do Parlamento, de todos os partidos, recebam ​proteção 24 horas por dia”, disse Yusuf.

“Também destinaremos novos recursos significativos para proteger ex-políticos que ainda atuam na vida pública.”

Horas depois da declaração de Yusuf, ​a Polícia Metropolitana informou que um homem havia sido preso e liberado sob fiança sob suspeita de enviar mensagens ameaçadoras a um membro do Parlamento não identificado em uma postagem nas redes sociais feita em maio. O jornal “The Daily Telegraph” informou que a prisão estava relacionada ​a uma ameaça de atirar em Farage.

No Reino Unido, os ‌políticos estão acostumados a ⁠receber insultos da população, mas, nos últimos anos, muitos parlamentares têm afirmado que o tom se tornou ⁠cada vez mais agressivo e perigoso, ⁠levando alguns a mudar ⁠suas rotinas ⁠e ​comportamentos para evitar confrontos.

(Reportagem de Elizabeth Piper e William James)

Reuters

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